História Meu querido Jeongin-nie (HyunIn - Capítulo 4


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Bang Chang, Changbin, Felix, Fluffy, Hwang, Hyunin, Hyunjin, Jeongin, Jisung, Lee, Lgbt, Minho, Seungmin, Skz, Stray Kids, Woojin
Visualizações 33
Palavras 1.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Slash, Violência
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Dia de pesca


     Naquela tarde, nós brincamos até as primeiras estrelas aparecerem no céu. A noite, antes de deitar-me, pensei em Jeongin, o motivo pelo qual ele teria levantado aquela noite e sentado em frente à minha casa. Também, pensei que a ideia de mamãe não fora de todo ruim. Na verdade, eu gostei bastante de ter brincado com o Jeongin, ele é muito engraçado e apesar de chorar muito, ele também sorri bastante o que o torna muito mais fofo do que aparenta, me fazendo sentir vontade de apertar suas bochechas. 

     XXX

     — Hyung, você é estranho — dizia entre risos — tem animais dentro das conchas, esse é o corpo delas.

    — Como você sabe?

    — O que você acha que são? — me olhou de forma confusa, como se aquela fosse a coisa mais óbvia.

    — Eu achei que fossem a casa deles, papai diz que é onde eles moram…  eu sempre achei meio estranho mesmo eles morarem lá dentro. Mas, como você sabe disso?

    — Ah, meu pai é pescador, às vezes eu vou com ele, quando o mar não está tão perigoso, então um dia ele me contou. — disse jogando pedrinhas no meio da rua, então me olhou animado, levantando-se como se lembra-se de algo muito importante a ser feito — Oh! eu tenho uma concha grandona, dá pra ouvir o som do mar, o hyung quer ver? 

     Apenas confirmei, acenando com a cabeça, ele correu pra dentro da casa animado voltando com uma concha grande em mãos e um sorriso enorme no rosto. Estendeu as mãos entregando-me o objeto, ela tinha um tom amarelado e em algumas partes um azul bem clarinho quase imperceptível, era realmente bonita, aproximei-a do meu ouvido e pude escutar o som do mar.

     — Então? Está ouvindo? Não é legal? — me perguntou animado, quase dando pulinhos.

     — Sim, é como se estivesse na praia.

     — Sim, papai trouxe ela para mim, eu fiquei tão feliz. — disse sentando ao meu lado, pegando a concha de volta e levando-a ao próprio ouvido.

     — Seu pai deve ser legal. — comento.

     — Hm… ele é, às vezes. 

     — Porque, às vezes? 

     — Ele, às vezes, bebe demais e briga com mamãe. — diz, então dá um longo suspiro, mantendo-se calado por um tempo, logo após retoma a fala — Mamãe diz que são coisas que eu não entendo porque sou pequeno demais pra isso. 

     — Às vezes papai e mamãe também brigam, mas ele nunca está bêbado. Ela também me diz que são coisas difíceis pra entender porque eu sou pequeno.

     — O hyung poderia vir pescar com a gente um dia, na verdade só o papai pesca e a gente pode ficar olhando, é legal. — diz abrindo um grande sorriso.

     — Hyunjin! — mamãe aparece na porta me chamando do outro lado da rua.

     — Eu já vou Innie, mamãe tá chamando, tchau. — disse levantando.

     — Tchau, hyung. — ele respondeu levantando-se também.

     Corri em direção a minha mãe, ela entrou primeiro, entrei em seguida e fechei a porta.

     — Mãe! O Jeonginnie perguntou se eu posso ir com ele, algum dia, pra pescar. Ele disse que o pai dele é pescador e a gente só vai ficar olhando mesmo. Eu posso, hein?

     Eu insisti muito, mamãe parecia meio irritada, mas é claro que ela não me contaria o motivo, então ela apenas permitiu que eu fosse quando o Jeongin chamasse. Quando papai chegou do trabalho eu contei animado e também contei o que aprendi sobre as conchas com Jeongin, ele apenas disse com desânimo e certa impaciência “que legal filho”. Talvez ele também estivesse um pouco estressado… os adultos estão sempre assim.

     Na tarde seguinte, eu me encontrei com Jeongin novamente, era terça-feira, Jeongin disse que nós poderíamos ir pescar no domingo, desde então, eu estive ansioso para que este dia chegasse logo. Sábado a noite eu quase não consegui dormir. Papai nunca me levou para pescar, nós não tínhamos isso em Seul e papai sempre esteve e está muito ocupado, então eu queria mesmo poder, mesmo que fosse só para observar o pai do Jeongin pescar, participar daquilo, eu estava com um pouco de medo do mar, para falar a verdade isso me deixava um pouco apreensivo, mas nada que tirasse a minha vontade de estar lá. O quão legal seria.

     Nos encontramos no horário marcado, um pouco antes do pôr do sol, mamãe nos acompanhou até lá, mamãe vez ou outra me dizia para tomar cuidado e todas essas coisas que toda mãe diz. Quando chegamos, o pai do Innie estava arrumando as redes e se preparando para sair, mais dois homens estavam com ele, nos aproximamos e eu o cumprimentei como mamãe havia ensinado, mamãe me disse mais uma vez para ter cuidado, depois voltou a atenção ao pai de Jeongin, perguntando se não seria muito perigoso e avisando-o que eu não sabia nadar.

— Tudo bem — ela disse enfim — Eu vou estar aqui quando voltarem, comporte se.

Eu apenas assenti contente, logo saímos, não demorou muito e já estávamos afastados o suficiente da margem, então o pai de Jeonginnie junto com os outros dois homens jogavam a rede no mar e a traziam de volta com alguns peixes, eu e o Jeongin estávamos super animados. A noite chegou rápido, nós voltamos a praia e, como prometido, mamãe já nos aguardava.

— MÃE! —gritei ao avistá-la — FOI MUITO LEGAL!   

Quando chegamos a margem, o Sr. Yang desceu do barco primeiro, nos ajudando a descer logo em seguida. Corri e dei um abraço em mamãe. 

— Gostou? — ela perguntou. Dei um sorriso enorme como resposta e a sacudi a cabeça freneticamente afirmando.

Eu, mamãe e Jeongin voltamos para casa, o pai de Jeongin ficou na praia com os outros homens. Seguíamos na frente saltitando. — Podemos ir à praia novamente. — Jeongin comenta.

— Quando?

— Amanhã.

Eu sacudi a cabeça negando — Amanhã tenho que ir à escola.

— Ah, então vamos no… — Ele parou um instante, provavelmente escolhendo um dia — sábado!

— Mamãe, podemos ir à praia sábado? 

— Sim.

Ele sorriu grande, os olhos chegaram a fechar com tal ato.

— Jeonginnie, onde você estuda?

Ele ponderou por um tempo — Eu não vou a escola, hyung.

— Não? Por quê? É legal!

— Ah, mamãe disse que não tem dinheiro para pagar o material, nem a roupa.

— Ah, que pena. — A essa altura, já estávamos na rua de casa. Quando chegamos, Jeongin se despediu e foi para casa. 

 


Notas Finais


Oi meus amorees, tudo bem com vocês? Espero que sim. Me desculpem a demora para voltar a atualizar, mas aconteceram muitos coisas, eu não queria ficar esse tempo todo sem atualizar, mas aconteceu né. Eu não acho que esse capítulo está tão bom quanto gostaria, mas eu queria postar algo, eu já estou a dois meses sem atualizar.
Mas enfim, no final a opinião de vocês é importante, então espero que gostem, eu vou tentar voltar logo com uma atualização, vcs vão começar a entender a história do Jeongin nos próximos capitulos, na verdade tenho pensando em escrever um capítulo inteiro mostrando o lado do jeongin, mas não tenho certeza ainda.
Eu já ia esquecendo, mas eu também estou com uma nova fanfic, "How To Love" é uma Jilix, caso se interessem. :))
Obrigada por estarem acompanhando. <3


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