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História Meu Querido Médico - Taekook - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Olá!!
Aqui estou eu de novo com mais um capítulo.
Todo esse início vai servir para ajudar vocês a entenderem o que vai acontecer no futuro, não esqueçam.
Já já teremos o início das interações dos Taekook...
Boa Leitura <3

Capítulo 3 - As vezes é necessário esperança


 ****Atualmente****

 

Ao longe, era possível ver a mãe de Jeon a qual passava correndo por entre os corredores, após receber a ligação de alguma pessoa informando que o dono daquele numero estava sendo enviado para o hospital localizado no centro de Seul, pois havia ocorrido um acidente envolvendo três carros. E até o momento era a única informação que possuia sobre o ocorrido, temia o fato de perder seu filho, ele e Jihyo eram as únicas pessoas que ela possui na vida, e tudo de mais importante a ela.

 

Não quis informar a filha do que aconteceu, já que não sabia muito e poderia acabar assustando a outra.  E jamais poderia fazer aquilo, ao chegar na sala de atendimento, entregou seu documento de identidade se identificando como responsável pelo paciente Jeon Jungkook, lhe sendo informado somente que este se encontrava na sala de cirurgias, mas que seu estado não era o mais grave dos envolvidos. Em seguida lhe foram entregues os documentos para a identificação e plano de saúde do paciente, e assim foi preenchendo todos os papeis com as informações necessárias.

 

Logo após terminar foi direcionada até a sala de espera, lhe sendo informado o número do quarto que ele ficaria após finalizado o procedimento cirúrgico. Restava no momento somente esperar que ocorresse tudo bem para que logo pudesse abraçar o seu menino.

 

**Algumas horas mais tarde***

 

Aflita... era assim que se encontrava a mulher que agora andava de um lado para o outro na sala, já que se encontrava cansada após passar tanto tempo sentada. Nem havia comido até o momento, não conseguiria sem ter noticias de seu filho e rezava a cada momento para que tudo desse certo.

 

Presa em seus pensamentos foi interrompida por um médico que adentrou pelo corredor, parecendo procurar por alguém. Parou diante da sala de espera, falando algo com a recepcionista que apontou rapidamente para si, e por reflexo acabou se levantando.

 

- É a responsável por Jeon Jungkook? - questionou enquanto olhava a folha em suas mãos que provavelmente era um relatório contendo informações sobre o rapaz.

 

- Sim, sou eu - se aproximou do até então médico - Como ele está? 

 

- Sou o enfermeiro que acompanhou o procedimento, a cirurgia felizmente foi um sucesso. - sorriu visando acalmar a mulher a sua frente, tentando lhe passar uma calma - Porém, ele está em coma, provavelmente devido a força da batida e sendo assim não podemos lhe informar uma previsão de quando ele irá acordar.

 

Os olhos da mulher se encheram rapidamente de lágrimas, mas o que realmente importa é que ele ainda está vivo e de agora em diante ela fará tudo que estiver ao seu alcance para que seu menino melhore logo e que continue iluminando seus dias, sendo o homem extrovertido que se tornou ao longo dos anos. 

 

- E ... eu posso ir vê-lo?

 

- Claro, ele ja está no quarto - Entregou a ela algumas roupas esterilizadas - Coloque isso até que ele se recupere dos machucados, não podemos correr risco de infecção, fique a vontade.

 

- Tudo bem - disse pegando as roupas.

 

- Ah... - chamou sua atenção antes que se retirasse - Logo o Médico passara no quarto para informar melhor sobre a situação dele e os procedimentos que ainda teremos que realizar.

 

- Obrigada - sorriu levemente para o outro.

Viu o mesmo sorrir gentil antes de se retirar do local e ir em direção oposta a qual ela seguiria. olhou a chave que lhe foi entregue para conferir o número, quarto 158.

 

Respirou profundamente antes de adentrar ao quarto, seria dificil ver o filho naquela situação. Mas precisava ser forte e ficar ao lado dele, ser forte por seu filho e por sua filha. Deixaria para ligar para essa no dia seguinte, não iria preocupar a filha uma hora dessas horas, se passava das duas. 

 

Assim que viu seu filho, suas lágrimas que até agora tentava segurar começaram a sair rapidamente.  Seu rosto tinha alguns cortes que provavelmente foram causados pelos cacos de vidro, havia um pequeno corte em seus lábios, um maior na bochecha e outro em sua sobrancelha. Algumas leves escoriações, a situação pelo corpo era bem pior, seu braço estava imobilizado, não podia ver claramente as pernas já que estavam cobertas por uma coberta pesada já que a noite estava bem fria. Esperaria o médico ir la e informar sobre os procedimentos que haviam sido realizados. 

 

Sentou-se na poutrona localizada ao lado da cama e ficou pensando no que teria acontecido para que seu filho acabasse entrando em meio a um acidente. Logo pegou seu celular e abriu no noticiário do dia.

 

"ACIDENTE NA AVENIDA DE SEUL: QUATRO ENVOLVIDOS, duas vítimas e até o momento um óbito.

Nesta noite, devido há uma alta movimentação na cidade umveículo (Nissan) que se encontrava acima da velocidade acabou colidindo  com outro (Hyundai) este que pelo impacto atingiu um terceiro veículo (Volkswagen) que estava logo atrás. 

Mediante exames restou constatado que o condutor do primeiro veiculo estava alcoolizado, junto a mais um acompanhante. Os dois sofreram leves escoriações, após atendimento médico foram conduzidos a delegacia para prestar depoimento.

A condutora do segundo veículo infelizmente veio a falecer, não aguentando os graves ferimentos. Já o último até o momento encontra-se internado correndo risco de morte. Os dois últimos citados se encontravam dentro do limite permitido de velocidade.

E estas são as últimas notícias."

                

Como a vida é frágil e como as coisas são injustas. Era isso que passava na cabeça da mulher de meia idade, os verdadeiros culpados estavam bem, enquanto isso alguém havia perdido um ente querido e ela estava com seu filho em estado grave. Mesmo que eles paguem por tudo que fizeram por pura imprudência, não traria de volta a moça e não devolveria a seu filho o tempo que ele perderia em uma cama de hospital.

 

Ela chorou e pensou muito, ate acabar dormindo de cansaço naquela cadeira desconfortável do quarto. Infelizmente não é possível voltar no tempo e impedir que acontecesse isso com seu filho e muito menos poderia ficar no seu lugar, mas de uma coisa ela tinha certeza, permaneceria sempre ao seu lado e jamais o abandonaria.

 

Na manhã seguinte, foi acordada pelo médico que fazia avaliações e dosava a medicação na veia de seu filho, se levantou e esperou pelas informações que o enfermeiro disse que ele a contaria.

 

- Bom dia Senhora Jeon, como está? Sou o médico responsável pelo seu filho - estendeu a mão cumprimentando a mulher

 

-Bom dia Doutor, estou bem na medida do possível - Sorriu fraco - Como ele está?

 

- Me chame de Doutor Woo - sorriu -Bom, provavelmente já leu as notícias - assentiu para o médico - a batida veio de cima, por isso a pancada na cabeça foi muito forte, realizamos alguns procedimentos e obtivemos sucesso. Foram retirados muitos pedaços de vidro e o ombro sofreu uma fratura, por sorte ele não sofreu tantos ferimentos nas pernas. Porém, não posso retirar a possibilidade, e ignorar o fato de que ele pode não acordar. 

 

A Mãe de jeon acabou começando a chorar desesperadamente após ouvir o que o médico tinha lhe informado, realmente poderia perder seu filho para sempre?

 

- Se acalme, as chances mesmo que pequenas ainda existem - tentou argumentar - ele precisa responder a medicação e progredir e é isso que esperamos que aconteça.

 

- Por favor Senhor Woo, faça o maximo pelo meu filho - implorou ao médico.

 

- O que estiver ao meu alcance, tenha certeza.


Notas Finais


Até o próximo capítulo <3
Não esqueça de dizer suas teorias, vou amar ler!!


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