História Meu querido Meio-Irmão - Bughead - Capítulo 24


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Adaptação, Bughead, Falice, Riverdale
Visualizações 324
Palavras 2.934
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Está acabando então acho melhor vocês se prepararem psicologicamente .

Capítulo 24 - Capitulo Vinte e Dois


Fanfic / Fanfiction Meu querido Meio-Irmão - Bughead - Capítulo 24 - Capitulo Vinte e Dois

 A noite estava inesperadamente fria enquanto estava na esquina tentando conseguir um táxi. O pequeno vestido vermelho que eu estava usando era definitivamente adequado para o Underground Club, mas provavelmente deveria ter levado uma jaqueta. Sully me mandou uma mensagem. 

Divirta-se essa noite!

 Tentei convencê-la a ir comigo, mas ela disse que tinha um encontro quente com um barbeador elétrico, pois era o dia de depilação mensal.

 Alugamos uma sala privada com um bar para a festa. Deveria ser uma noite épica e não uma em que eu estivesse preocupada em terminar o livro. Finalmente consegui um taxi. 

— Rua 16 Oeste.

Bati a porta e imediatamente peguei o kindle. 

Depois que deixamos a churrascaria, meu humor estava de volta com força total. Betty foi pegar alguns drinques enquanto eu fui comprar mais fichas. Sentei para esperá-la quando do nada senti lágrimas molhando meu rosto. Não fazia sentido porque eu nem estava pensando em nada. Parecia a libertação de algo que estava guardado há muito tempo. Era o ultimo lugar onde queria desabar. Quando as lágrimas começaram, era impossível parar. 

De um jeito autopunitivo, adicionei combustível ao fogo e comecei a pensar nas coisas que faziam a situação piorar. Às vezes me culpava por ter vindo ao mundo e tornando a vida de Fp miserável. Eu me pergunto se o casamento dele com minha mãe teria durado se não fosse por mim. No fundo, sempre existia uma esperança que as coisas mudassem, que ele e eu poderíamos nos olhar nos olhos e ver algo além de ódio, que ele me diria que me amava mesmo que não soubesse como demonstrar. Isso nunca aconteceria.

 Levantei o olhar e vi Betty ali parada me olhando enquanto segurava as bebidas. Lambi uma lágrima quente dos meus lábios. 

— Não me olhe, Betty.

Ela colocou as bebidas na mesa e imediatamente me abraçou. Nos braços de Betty as lágrimas se multiplicaram. Minhas mãos se enterraram em suas costas num pedido silencioso para que ela não me soltasse. Eventualmente me acalmei.

 — Eu odeio isso. Não deveria chorar por ele. Por que estou chorando por ele?

 — Porque você o amava.

 — Ele me odiava.

 — Ele odiava o que quer que visse em você que o lembrava dele mesmo. Não odiava você. Não poderia. Só não sabia como ser pai. 

Surpreendeu-me em como ela chegou perto de estar certa mesmo que não soubesse o meu segredo.Fp odiava o que via em mim que o lembrava de Patrick.

 — Tem muita coisa que eu não te contei. A parte doentia é que, apesar de toda merda que passamos, ainda queria que ele se orgulhasse de mim algum dia, queria que ele me amasse.

 Respirei fundo porque nunca quis admitir isso a alguém. 

— Eu sei disso, — ela disse suavemente. 

Olhar em seus olhos me fez lembrar que estava olhando na alma da primeira pessoa que realmente conseguiu me fazer sentir amado. Por isso, seria eternamente grato.

— Onde eu estaria hoje à noite sem você? 

— Estou feliz de estar aqui com você hoje. 

— Nunca chorei na frente de ninguém antes. Nenhuma vez. 

— Existe uma primeira vez pra tudo. 

— Existe uma piada ruim aí em algum lugar. Você sabe disso, né? 

Nós rimos. Eu amava sua risada. 

— Você me faz sentir coisas, Betty. Sempre fez. Quando estou com você, seja bom ou ruim... Eu sinto tudo. Às vezes, eu não lido bem com isso, e luto agindo como um idiota. Não sei o que existe em você, mas sinto que você vê meu eu real. O segundo em que a vi de novo pela primeira vez, no Greg, olhando para o jardim... Era como se não pudesse mais me esconder. — Toquei seu rosto. — Eu sei que foi difícil para você me ver com Chelsea. Sei que ainda se importa comigo. Posso sentir mesmo quando você está fingindo que não sente mais. 

Foi a coisa mais honesta que disse a ela a noite toda. Betty sempre mostrava o coração, e mesmo que tentasse não deixar óbvio, seu desconforto perto de Chelsea foi evidente (apesar de Chelsea não ter notado). Não sabia como lidaria com a situação se acontecesse o inverso. Minhas lágrimas finalmente secaram.

Enquanto ficávamos sentados ali depois de nos separarmos, seus lábios me imploravam para lhe beijar. Desejaria que existisse uma borracha mágica que me permitisse beijá-la uma vez e depois apagar tudo. Claro, isso nunca seria possível. Não achava que ninguém merecesse aqueles lábios. Então,apenas encarei seus lábios, querendo beijá-la, mas sem poder. Talvez ela tenha lido minha mente e eu a assustei, porque ela se afastou como se visse o demônio. 

Quando me dei conta, ela correu para a sala das roletas, colocou algumas fichas no número 22 e o resto era história. Essa garota estava com a sorte presa à sua bunda naquela noite.

Dezenove mil dólares. Não sabia o que tinha me chocado mais: que ela tenha ganhado pela segunda vez ou que ela tinha transformado minha noite apostando no 22. A mensagem misteriosa não me preocupava mais. Ao invés disso, mais uma vez estava agradecido por estar aqui e rezando para que nessas horas finais juntos, nos divertíssemos muito.

 Ela me fez pegar mil dólares. Não tinha intenção de gastar. Usei meu dinheiro o tempo todo. Não ligava se gastasse tudo que tinha com ela, não podia pagá-la pelo que fez por mim aquela noite. E eu não fiz nada para merecer. 

Fomos a uma das lojas de roupas do cassino, e foi quando o clima da noite mudou. Escolhi um vestido que achei que ficaria perfeito nela, e ela foi prová-lo. Brinquei com meu celular pra me distrair e não pensar nela se despindo a poucos passos de distância. Ela estava demorando muito, então perguntei.

— Está tudo bem?

 Ela disse que o zíper estava preso, então sem pensar, abrir a cortina e entrei no vestíbulo. 

— Venha cá.

 Assim que vi suas costas naquele vestido, me dei conta que me colocar nessa posição tinha sido um erro. Meus dedos formigaram enquanto pegava seu cabelo de suas costas e colocava sobre seu ombro. Enquanto lutava com o zíper, sua respiração se acelerou. Saber que meu toque provocou isso acelerou a minha respiração também.

Eu estava perdendo o controle. Pensamentos safados invadiam meu cérebro. Um em particular era de rasgar o vestido e tomá-la por trás enquanto via seu rosto no espelho. São apenas pensamentos, eu disse a mim mesmo. Se concentre na tarefa. 

— Você não estava brincando. — disse enquanto tentava o melhor para consertar e poder dar o fora dali. Finalmente consegui. — Pronto. 

— Obrigada.

 Não tinha que tocá-la, mas não resisti à visão de suas costas nuas.

— Certo.

 Isso me lembrou de todas as outras partes de seu corpo que ela me deu uma vez, completamente. Pode ter sido uma vez, mas eu sabia que parte dela ainda me pertencia. Sua linguagem corporal era a prova e me

fez pensar se fui o único a realmente lhe dar prazer. Minhas mãos não conseguiam deixar seus ombros. Ela olhava pra baixo, e eu sabia que ela estava lutando com seus sentimentos também. Era a primeira vez desde que nos reencontramos que eu realmente me dei conta de como Betty ainda me desejava. Nosso desejo era tão poderoso naquele espaço apertado que dava pra sentir no ar. Continuei olhando para ela no espelho até que ela olhou pra cima e encontrou meu olhar.

Quando ela se virou de repente, me pegou de surpresa. Nossos rostos estavam apenas separados alguns centímetros, e eu nunca quis beijá-la mais do que naquele momento. Meus olhos foram pra sua boca, e me forcei a me controlar. Não estava funcionando, então fechei os olhos. Quando os abri, já não tinha urgência em beijá-la. Era muito pior. 

Graças a Deus ela não podia ler mentes porque a imagem de foder aquela boca era tão clara que senti meu pau endurecer e rezei para que ela não olhasse para baixo. Precisava sair, mas não conseguia me mexer. 

Chelsea. 

Chelsea.

 Chelsea.

 Você ama Chelsea. 

Estava tudo bem em ter esses sentimentos desde que eu não fizesse nada, eu disse para mim mesmo. Era natural. Não se pode prever o que seu corpo quer, você apenas pode decidir se faz algo a respeito. E eu merecia um troféu pela resistência.

A atendente veio. 

— Tudo bem aí? 

— Sim! — Betty gritou.

 Mas eu sabia pela sua voz que não estava. Isso estava mexendo com ela, e eu seria um maldito se terminasse a noite a magoando. 

Mesmo que não reconhecêssemos o que acontecia verbalmente, por instinto eu disse

— Sinto muito. — Então saí.

 Decidimos passar a noite no hotel, pois estávamos bebendo. Depois que nos separamos para tomar banho antes de ir a uma boate, encontrei Betty em seu quarto. Quando ela abriu a porta, a visão dela naquele vestido me nocauteou. Seu cabelo ainda estava molhado, mas ela parecia maravilhosa.

 — Nossa. — Exalei, sem intenção de ter dito isso alto. A palavra saiu sem pensar. Precisava brincar para disfarçar. — Com certeza não parece mais uma senhora em luto. 

— Com o que pareço agora? 

— Na verdade você está vermelha. Está se sentindo bem?

 Com toda a honestidade, ela parecia que tinha acabado de ser fodida, o que fez meu pau doer. 

— Eu estou bem. — Ela disse.

— Tem certeza? 

— Sim. 

— É tão bom tomar um banho. — Eu disse.

 E eu quis dizer os dois orgasmos que tive pensando num final alternativo para a cena no provador. 

— Sei o que quer dizer. — Ela disse. 

— Precisa secar o cabelo? 

— Sim. Só um minuto.

 Liguei na ESPN e deitei na cama. Depois de dez minutos, ela saiu.

 — Estou pronta. 

Seu cabelo estava preso, seu pescoço estava exposto, e sabia que estaria com problemas o resto da noite. Pulei e desliguei a televisão. Andamos pelo corredor, o cheiro de sabonete em sua pele estava invadindo meus sentidos. Olhei para ela e queria que ela soubesse o quanto estava bonita. Disse:

— Você está bonita. — Quando entramos no elevador, acrescentei — Gosto de seu cabelo desse jeito. 

— Gosta? 

— Sim. Estava assim na noite que nos conhecemos.

— Estou surpresa que você se lembre.

 Não tinha esquecido nada. NADA. Começamos a lembrar de como eu costumava torturá-la e em um momento ela disse. 

— Bem, você não era tão mau como queria me fazer acreditar. 

Respondi. 

— E você não era tão inocente.

 O tom na minha voz não escondia a que me referia. Nos olhamos em silêncio entendendo que a conversava precisava terminar. 

Se eu achava que a noite ficaria mais fácil assim que entrássemos na boate, estava totalmente enganado.Dançamos muito. Foi a noite mais divertida que tive. A batida estava alta, e conseguia senti-la em mim. Corpos se amontoavam a nosso redor, mas Betty e eu mantivemos um espaço entre nós. Era necessário. 

Em um momento, eu fui até o banheiro e quando voltei, vi um cara dançando perto dela e falando algo em seu ouvido. Quando me aproximei, minha consciência deu lugar a um impulso instintivo. Envolvi meu braço em sua cintura e a puxei firmemente para mim. Ela não lutou. Meu braço ainda estava ao seu redor quando ela se virou para me olhar. Dei-lhe um olhar de aviso. Nesse momento, voltamos sete anos no tempo. Eu estava com ciúmes, e estava deixando isso óbvio. Tirando o detalhe que estava em um relacionamento sério, era injusto esperar que ela aceitasse coisas que eu não podia cobrar, mas ela se importava comigo o suficiente pra deixar para lá. 

Não conversamos sobre isso, e eventualmente, minha atitude de homem das cavernas passou. A soltei, e voltamos a nos perder na música. Mas tudo mudou quando começou a tocar uma música lenta. As pessoas começaram a procurar pares enquanto algumas deixavam a pista de dança. De alguma forma, parecia que só éramos nós. Betty entrou em pânico e começou a se afastar. Não podia culpá-la, mas e se essa noite fosse tudo que tivéssemos? Eu queria essa dança. Peguei sua mão. 

— Dance comigo. 

Ela parecia assustada, mas me deixou guiá-la. Soltei um suspiro quando seu corpo se derreteu no meu. Ela fechou os olhos enquanto encostava a cabeça no meu peito. Meu coração estava acelerado como se me dissesse que era um idiota por não perceber que era exatamente isso que ele queria. Pela primeira vez desde que chegamos ao cassino, esqueci de Chelsea diante da intensidade de meus sentimentos por Betty. 

Necessitando saber se ela sentia isso, eu a olhei no mesmo instante que ela olhava pra mim. Estava perdendo a habilidade de respirar. Toquei minha testa na dela e apenas soube. Foi o momento que parei de mentir para mim mesmo. Ainda a amava. Não sabia o que fazer porque também amava Chelsea. Antes que pudesse pensar, Greta se afastou e começou a correr para fora da boate. 

— Betty, espere! 

Em alguns segundos, já tinha perdido ela de vista. Andei até a saída e corri para os elevadores. As portas estavam se fechando, e coloquei meu braço para fazer com que elas se abrissem de novo. Ela estava chorando. Deus, o que fiz a ela? 

— Que merda Betty. Porque você correu? 

— Apenas preciso voltar para o meu quarto. 

— Não desse jeito. 

Sem pensar, apertei o botão para parar o elevador. 

— O que você está fazendo? 

— Não é como eu queria terminar a noite. Cruzei uma linha. Sei disso. Eu me perdi no momento, e sinto muito. Mas nada aconteceria porque não poderia trair Chelsea. Não posso fazer isso com ela. 

— Não sou tão forte quanto você, então. Não pode dançar comigo daquela forma, me olhar daquele jeito, me tocar daquele jeito se não podemos fazer nada a respeito. E só pra constar, não queria que você a traísse! 

— O que você quer?

— Não quero que diga algo e aja de forma diferente. Não temos muito tempo juntos. Quero que converse comigo. Naquela noite no velório... Você envolveu a mão no meu pescoço. Pareceu que por um momento tinha voltado para onde paramos. É meio como me sinto todo o tempo perto de você. Então, mais tarde naquela noite, Chelsea me contou o que houve quando voltaram para casa.

 Do que ela estava falando?

 — O que ela lhe contou exatamente?

 — Você estava pensando em mim? Foi por isso que não conseguiu ir até o fim? 

Que porra? Não tinha palavras. O fato que Chelsea tinha contado a Greta sobre um momento tão privado me deixou irado. Não sabia o que dizer. 

— Quero que me diga a verdade. — Ela disse. 

Ela não conseguiria lidar com a verdade, e eu não podia lidar com meus sentimentos. Mas estava irritado que elas estiveram conversando sobre isso por minhas costas. Além de tudo, minha vida toda parecia revirada. Então, perdi o controle.

 — Você quer a verdade? Eu estava fodendo minha namorada e só conseguia ver você. Essa é a verdade. — Me aproximei dela de forma perigosa e ela recuou. — Entrei no chuveiro aquela noite, e a única coisa que me fez terminar foi imaginar gozar em todo seu lindo pescoço. Essa é a verdade.

 Eu deveria ter parado aí. Ao invés disso, a prendi na parede com meus braços. E continuei.

 — Você quer mais? Eu ia pedi-la em casamento hoje à noite no casamento de sua irmã. Deveria estar noivo agora mesmo, mas ao invés disso, estou em um elevador lutando contra o desejo de te foder aqui mesmo tão forte que teria que te carregar até seu quarto. 

Meu peito doía. Abaixei os braços. 

— Tudo que achei que conhecia foi revirado nas últimas 48 horas. Estou questionando tudo, e não sei que merda fazer. Essa. É. A. Verdade. 

Coloquei o elevador em movimento porque mais um minuto aqui teria sido minha ruína, apesar de que ter sido brutalmente honesto ao menos uma vez pareceu como se um peso fosse tirado do meu peito. Quando chegamos ao nosso andar, ambos fomos para os nossos quartos. Sozinho na cama, culpa começou a tomar conta de mim e não me deixou dormir. Estava me torturando olhando as fotos de Chelsea de novo. Ela não merecia isso. Eu me revirava na cama, indo de pensamentos sobre Fp, culpa por Chelsea e meu favorito: pensamentos carnais sobre Betty.

Se não me importasse em ferir Chelsea, estaria no quarto de Betty essa noite. Sabia que com toda a frustração que estávamos sentindo, teria sido o melhor sexo da minha vida. Mas eu não era um traidor, e não faria isso. Então, deixei minha imaginação fazer. 

Em algum momento, as fantasias ficaram tão vivas que tentei aliviar a culpa mandando uma mensagem pra Chelsea às 2 da manhã.

Eu te amo. 

Imediatamente, mandei também uma para Betty. 

Se eu bater na sua porta hoje, não me deixe entrar. 

O táxi estava chegando ao meu destino, então achei que era uma boa hora para parar de ler, pois teria que cumprimentar meus amigos logo. Era tão doloroso largar o Kindle. Paguei o motorista e coloquei meu Kindle na bolsa. Enquanto entrava no Underground Club, o contraste entre luz e escuridão me deu uma sensação de irrealidade. Minha cabeça esteve presa na história de Jughead todo o dia, e era quase estranho me aventurar no mundo real.

 Comecei a sentir um pouco de pânico, misturado com tontura, o que acontecia às vezes. Meu estado nervoso melhorou assim que vi dois colegas de trabalho, Bobbie e Jennifer, que me cumprimentaram enquanto entravamos na sala privada. O pequeno bar estava aceso com luzes roxas, e imediatamente fui até lá e pedi uma soda com vodka. Tomei um gole. 

— A convidado de honra já chegou? 

— Sem sinal de Hetty ainda. — Jennifer disse.

 Como Hetty ainda nem estava ali, pedi licença para ir ao banheiro onde rapidamente peguei meu Kindle de novo. Não me julgue. 


Notas Finais


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