História Meu querido Meio-Irmão - Bughead - Capítulo 26


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Adaptação, Bughead, Falice, Riverdale
Visualizações 331
Palavras 2.377
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estão prontos para Bughead ?

Capítulo 26 - Capitulo Vinte e Quatro


Fanfic / Fanfiction Meu querido Meio-Irmão - Bughead - Capítulo 26 - Capitulo Vinte e Quatro

Eu me virei e encarei seus olhos, brilhantes mesmo no escuro. Meu coração estava tão acelerado que parecia duelar com a batida da música. Tudo em volta parecia ter sumido ante a realização de que Jughead estava na minha frente, me segurando como se ele soubesse que eu precisava de apoio.

 Minha voz estava tremendo. Estava tão nervosa que minha primeira pergunta foi totalmente idiota. 

— O que houve com seus óculos? 

— Lentes de contato. 

— Oh. 

Finalmente o choque começou a passar o suficiente para que eu pudesse perguntar algo com sentido. 

— Tenho milhões de perguntas. Como chegou aqui? Como me achou? Como... 

— Cale-se, Betty. — Sua boca tomou a minha abruptamente para interromper as perguntas.Ele me devorou completamente.

Se eu tinha alguma dúvida sobre como as coisas estavam entre nós, o gosto possessivo de seu beijo, o jeito que pressionou todo o seu corpo contra o meu, aniquilou isso. Sem dizer nada, seu beijo falava tudo. Sua língua contra a minha, os sons guturais que saiam de sua garganta, era a primeira vez desde que eu o tinha conhecido que realmente sentia nos meus ossos: ele era meu. Todas as reservas do passado, tudo que nos prendia tinha sumido. Não sabia de toda a história de como de repente chegamos aqui, mas tinha certeza que não importava. Meus dedos subiram a seu cabelo desesperadamente enquanto o puxava para mim. Nunca mais me deixe, Jughead. 

Ainda estávamos no nosso mundo apesar das pessoas ao redor, esbarrando em nós. Ele respirou fundo, com a testa encostada na minha. 

— Estive esperando que terminasse o livro para me aproximar. Esse era o plano. 

— Esteve em Nova York todo esse tempo?

 — Já estava aqui esperando quando mandei o livro.

 — Oh, meu Deus. — Enterrei o rosto em seu peito e senti o cheiro de seus cigarros. Olhei pra ele e tive que perguntar, apesar de ser óbvio. 

— Terminou com ela? 

Ele assentiu. Continuei.

 — Mas o fim... Disse que estava fazendo a coisa certa. Eu achei... 

Ele me cortou com um beijo de novo e depois disse,

— Achei que você assumiria isso. Mas a coisa certa... Era admitir que eu não poderia amá-la totalmente se meu coração pertencia a outra pessoa. — Suas mãos pegaram meu rosto. — Meu coração voltou à vida quando te vi parada naquele jardim. Finalmente entendi. Só levou um tempo para clarear os pensamentos e finalmente perceber o que eu queria.

 Tinha certeza que era uma longa história, que terminar as coisas com Chelsea não tinha sido fácil. Sabia que ele a amou e ele me diria tudo algum dia, mas agora não era o momento. Como se tivesse lido meus pensamentos, ele disse.

— Prometo que te contarei tudo que aconteceu, mas não agora, ok? Só quero estar com você. 

— Ok.

 Envolvi meus braços em seu pescoço e soltei um suspiro tão intenso, que parecia que tinha segurado por sete anos. Talvez tivesse. Nos beijamos como se nossa vida dependesse disso, sem respirar, pelo menos durante três músicas.

Tinha certeza que meus amigos tinham visto, mas não conseguia desviar o olhar tempo suficiente para ver suas reações. Talvez achassem que ele era um cara qualquer, e eu teria que explicar muita coisa no trabalho. Pressionei meu corpo contra o seu e senti sua ereção. Estávamos praticamente fazendo amor na pista de dança. 

Era surreal. Ele falou no meu ouvido, me fazendo tremer.

 — Você me quer, Betty? 

— Sim. 

— Confia em mim?

 — Confio. 

— Eu preciso que você me deixe te ter agora. 

— Aqui? 

Ele sorriu na minha boca. 

— Queria que terminasse de ler, que soubesse de tudo antes que eu me aproximasse. Estive andando por essa cidade duro como uma pedra por três dias apenas de pensar em estar com você. Seu apartamento é muito longe. Não posso esperar mais.

 — Onde podemos ir? — Perguntei. 

— Não importa, mas precisamos descobrir isso antes que eu te pegue aqui mesmo. — Ele pegou minha mão. — Vamos.

 Nos demos as mãos e ele me guiou pela boate. Todos os pelos do meu corpo estavam eriçados. O que estávamos fazendo parecia perigoso.Jughead era um homem agora. A última vez que transamos, ele era praticamente um menino. Tenho certeza que ele melhorou no tempo que estivemos separados, e não sabia o que esperar. Fazia muito tempo desde que estive com alguém. Ele seria capaz de ver isso. Tinha uma porta que levava aos fundos, mas quando Jughead tentou abrir, estava trancada. Ele me olhou com um sorriso que me deu calafrios.

 — Confia em mim, né?

 — Sim.

 — Espere aqui.

 Ele abriu uma porta que parecia uma saída de emergência e olhou lá fora antes de voltar. 

— Quero que você escolha de acordo com seu desejo. 

— Ok.

— Podemos ir até o hotel mais próximo, e fazer amor em uma cama ou...

 — Ok. Ou? 

— Ou podemos ir lá fora agora e foder forte naquele beco. 

Os músculos das minhas pernas tremeram. Meu corpo já tinha escolhido por mim, eu queria me dar por inteiro a ele. Precisava disso tanto quanto ele. Queria forte, e queria agora. 

— Quero a opção B. 

— Boa escolha. 

Ele abriu a porta e me levou para fora. O beco estava vazio. Uma leve neblina tomava o ar. Andamos um pouco até chegar a um local mais afastado. 

— Ninguém nos verá aqui, — ele disse enquanto gentilmente me encostava na parede. — E eu estou morrendo de vontade de te tirar da tua zona de conforto. 

Meu peito estava cheio de excitação por não saber exatamente o que ele faria comigo. Só sabia que não iria pará-lo. Iria participar de tudo feliz. Estava tremendo um pouco.

 — Você está nervosa? Não tenha medo. 

— Só excitada. Já tem um tempo

. — Seu corpo se lembrará.

 Jughead desceu a parte de cima do meu vestido para expor meus seios. Gentilmente puxou todo meu cabelo para trás antes de não tão gentilmente agarrar minha nuca. Era bom. Abaixou a boca para meu pescoço, me mordendo.

— Esse pescoço... Quase foi minha perdição... Minha coisa favorita no mundo todo. — Ele disse enquanto cheirava e grunhia, o som vibrando em minha pele. — Posso praticamente cheirar o quanto você me quer, Betty. — Deixou uma mão no meu pescoço e com a outra beliscou meu mamilo. — Olhe como estão duros. Acho que sempre vi seus mamilos duros como ferro perto de mim. E queria que você pudesse ver seu rosto. Mesmo no escuro, posso ver como suas bochechas estão rosadas. Me deixa excitado saber que tenho esse efeito  sobre você. Eu quero que você saiba que eu nunca quis nada na vida como que você fosse minha. Vou fazer isso agora. Ok? 

Assenti, tão excitada que mal conseguia respirar. Enterrei meus dedos nas ondas de seu cabelo enquanto ele me beijava. Saboreei seu gosto, e senti sua barba me arranhar. Não tinha nada delicado em estar com Juggy, mesmo quando era suave. Lambi seu piercing labial e ele gemeu quando puxei de leve. Eu não tinha o suficiente de sua boca. Queria ela sobre mim. Minha excitação escorria por minhas pernas enquanto ele se ajoelhava no concreto para levantar meu vestido e lentamente abaixar minha calcinha. Ele olhou para mim e sorriu. 

— Você não precisará disso. — Ele sorriu e acrescentou — pelo menos por uma semana. — Ele colocou minhas calcinhas em seu bolso. Minhas pernas tremiam.

Jug se levantou lentamente, e a sequência de eventos que se seguiram parecia uma coreografia erótica bem ensaiada. Cada som, cada movimento era mais quente que o anterior: tirar seu cinto, abrir seu zíper, seus dentes rasgando o pacote de camisinha enquanto me olhava, o som do látex se espalhando em seu pau que estava molhado ao redor do piercing na ponta. Ele pulsava com necessidade. Seus olhos pareciam ter escurecido. Sem tirar o jeans ele me levantou e envolveu minhas pernas em sua cintura, me apoiando na parede.

 — Me avise se ficar muito intenso. — disse roucamente.

 — Não vai... Ah!

 Ele entrou de uma vez. Moveu a mão para formar um escudo atrás da minha cabeça porque percebeu que quase causou uma concussão. Sua boca ficou no meu pescoço, gentilmente me mordendo enquanto me fodia, o calor de seu pau se espalhando.

Cada movimento era mais forte que o ultimo e cada vez mais rápido. Ele grunhia alto cada vez que metia. Alguém iria ouvir. Era o sexo mais selvagem da minha vida, seguido da vez que ele me fodeu no chão do meu quarto sete anos atrás. Não fazia sexo há quase dois anos, e não sabia que meu corpo se acostumaria tão rápido apesar de ele ser grande. Acho que estive molhada e pronta para ele desde o momento que o vi no jardim.

 Ele continuou me fodendo, raivoso e desenfreado.

 — Ninguém mais deveria ter isso além de mim. — Ele disse contra meu pescoço. Entrou fundo. — Eu te deixei. — Mais fundo. — Te deixei ir.

 Comecei a mover meus quadris, seguindo seu movimento. 

— Então me tome de volta. Me fode mais forte. 

Minhas palavras chegaram nele, e ele aceitou o desafio. Mudou de posição de forma que agora suas costas estavam na parede, e ele não tinha mais que proteger minha cabeça.

Reposicionou minhas pernas em sua cintura e colocou uma mão no meu pescoço enquanto a outra me segurava. Olhou nos meus olhos enquanto se movia, enquanto me sufocava levemente, apenas para dar prazer. Saber o quanto isso o excitava me deixava louca. Felizmente ninguém apareceu. Ainda estávamos sozinhos na neblina. O único som era da junção de nossa pele, o seu cinto solto e nossa respiração, o que parecia estar no mesmo ritmo. Levantei sua camisa pela metade para olhar seu abdômen. Estava mais duro do que eu me lembrava e parecia ter sido talhado em pedra. Queria que estivéssemos pele contra pele, mas ficar totalmente nua era perigoso aqui. 

— Não se preocupe. Mais tarde tiraremos tudo. — Ele disse. — Nós faremos tudo hoje. 

Um orgasmo começou a tomar conta de mim. Eu não precisava dizer nada. Me maravilhou o quanto ele conhecia meu corpo.

 — Você está gozando, — ele disse. — Eu me lembro da sensação. Olha pra mim.

 Ele segurou meu pescoço e olhou nos meus olhos enquanto me fodia o mais forte que conseguiu até que tremeu. Levou vários minutos pra minha respiração normalizar. Ele ainda segurava meu corpo mole enquanto beijava meu pescoço. 

— Eu te amo, Betty. 

Eu o amava tanto que nem conseguia dizer. Tantos sentimentos estavam na superfície, mas o medo tomou conta. 

— Não me deixe de novo, Jughead. Não volte pra ela, — eu disse. Ele me segurou forte.

 — Não vou, baby, — ele disse, levantando meu rosto para olhá-lo. — Olhe para mim. Não precisa mais se preocupar com isso. Não vou a lugar nenhum. Sei que eu preciso te provar isso, e eu vou. 

Ele me colocou no chão e arrumou as calças antes de me levantar de novo. Carregou-me até a calçada mais perto onde pegamos um taxi. Ainda parecia um sonho. No banco traseiro, encostei a cabeça em seu peito. Seu coração batia forte na minha orelha enquanto ele acariciava meu cabelo todo caminho até meu prédio. 

Quando entramos no edifício, suas mãos estavam nos meus ombros enquanto ele beijava minha nuca todo o caminho até meu apartamento. Me atrapalhei com as chaves e uma vez que entramos, tive a urgência de fazer algo que nunca tinha feito antes. O encostei na parede mais próxima e levantei sua camisa.

Seu olhar era uma mistura de fome, choque e divertimento ante minha coragem. Minha língua circulou o piercing em seu mamilo e lambeu cada músculo do seu peito até o abdômen. Me ajoelhei, e quando ele se deu conta do que eu ia fazer, sua respiração acelerou. 

— Caralho, — ele disse roucamente. — Isso realmente está acontecendo?

 Não perdi tempo em tirar o seu cinto e jogá-lo no chão. Tirei sua cueca e fiquei maravilhada com seu pau, seu tamanho, o calor e o brilho do piercing na ponta. Fantasiei em chupá-lo tantas vezes porque foi algo que nunca fizemos. Ele pegou meu cabelo. 

— Não posso dizer quantas vezes sonhei em foder essa boca linda. Tem certeza que você quer isso? 

Ao invés de responder, passei a língua pelo seu piercing e saboreei seu gosto salgado, enquanto acariciava o resto. Com cada bombada, cada lambida, ele ficava mais molhado.

Seu abdômen contraiu, e ele respirava com dificuldade.

— Merda. Isso é muita provocação. 

Parei e lambi os lábios enquanto o olhava. Ele fechou os olhos em resposta. Jughead era tão controlado, mas agora estava entregue, e isso me excitava. Seus olhos ainda estavam fechados quando o enfiei até o fundo da garganta pela primeira vez.

Os sons de prazer que ele emitia eram tão sexy e me encorajavam a tomá-lo mais rápido e mais fundo. Amava a sensação dele preenchendo minha boca. Não poderia ter o bastante. Estava tão molhada que gozaria se ele me tocasse. Ele enfiou as unhas no meu cabelo e me puxou. 

— Pare. Você vai me fazer gozar e quero gozar dentro de você. O chupei mais forte. 

— Não.

— Eu disse, querendo que ele gozasse na minha boca.

 Sua respiração estava irregular.

 — Você está tomando pílula? 

Assenti. — Tomo há anos. Regula meu ciclo.

 Ele saiu da minha boca.

 — Levante e se vire. 

Meu coração estava acelerado enquanto ele tirava meu vestido. Pegou meus quadris e se enterrou em mim. Sem a camisinha, o calor e a umidade de sua pele dentro de mim, e a sensação do seu piercing eram quase mais do que eu conseguia aguentar.

Tudo estava duplicado. Suas mãos agarraram minha bunda enquanto ele me fodia.

Conseguia ouvir minha excitação enquanto ele se mexia. Estava pronta para gozar a qualquer momento, tão excitada depois de chupá-lo e pelo fato de ele me foder sem camisinha. 

— Nunca mais conseguirei usar camisinha com você. — Ele falou. 

— Isso é tão bom. 

Eu estava começando a gozar. 

— Goza dentro de mim, agora. 

Ele meteu tão forte, que eu tinha certeza que teria hematomas amanhã. 

— Merda... Betty... Oh... — Ele continuou se mexendo até que o êxtase passou, e depois continuou metendo devagar por um tempo. Jughead finalmente saiu de mim e me virou para me beijar. Ele riu. 

— Quase não conseguimos passar pela porta da frente. Você se deu conta disso? 

— Acho que estou pronta de novo.

Ótimo, porque nem estou perto de terminar com você. — Ele disse, me arrastando para o quarto, enquanto suas calças caiam soltas em seu quadril. 


Notas Finais


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