História Meu querido Meio-Irmão - Bughead - Capítulo 27


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Adaptação, Bughead, Falice, Riverdale
Visualizações 357
Palavras 1.363
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Falta só mais um capítulo e o Epílogo :(

Capítulo 27 - Capitulo Vinte e Cinco


Fanfic / Fanfiction Meu querido Meio-Irmão - Bughead - Capítulo 27 - Capitulo Vinte e Cinco

Quatro velas estavam acesas a nossa volta enquanto ficávamos sentados em minha cama, às 4h da manhã, nos dando sorvete na boca.

— Então, como sabia onde me achar hoje à noite?

 — Bem, quando você me mandou a mensagem dizendo que tinha terminado, estava sentado na Starbucks na esquina do seu apartamento. Vim para cá achando que seria onde você estaria. Queria ir até você e te surpreender. Eu te esperei nas escadas. Essa... Pessoa... Que disse ser sua fada madrinha veio até mim e disse “Jugh sei la o que , certo? Reconheceria você em qualquer lugar pela descrição que Betty me deu. Sabia que viria atrás dela, seu burro idiota”. 

— Sério? — Comecei a rir. — É a Sully. Ela é como minha fada madrinha. 

— Bem, você sabe que sua fada madrinha tem um pau maior que o meu né? 

— Sim, eu sei. Nós não falamos sobre isso. 

— Vocês devem ter falado muito de mim. De qualquer forma, eu precisava te encontrar e perguntei se ela sabia onde você estava. 

— Então ela te deu o nome da boate? 

— Não de cara. Acho que ela queria me torturar. 

— O que ela fez? 

— Me fez tirar a camisa. 

— Você está brincando? 

— Não, estou falando sério.

 — Foi só isso?

— Quisera eu. 

— O quê?

 — Ela me fez segurar uma placa feita de papelão que dizia “otário” e tirou uma foto. 

Cobri a boca com a mão e falei. 

— O quê? 

— Sim. Ela disse que era um efeito colateral.

 — Sully é louca.

 — Bem, ele... Ela obviamente se importa com você. Posso entendê-la. De qualquer forma, só depois de tirar a foto que ela me deu o endereço e disse “é sua última chance”. 

— Nossa. — eu disse.

 — Sim. 

Jug se virou para mim. — Preciso que saiba de algo. 

— Ok... 

— Mais cedo, quando terminamos de transar no beco e você me pediu para não voltar para Chelsea, foi difícil de ouvir isso. Tem uma parte de você que não acredita que isso é real, e você está traumatizada por eu ter te deixado no passado. Me fez ver o quanto eu te feri, e o quanto terei que trabalhar para reconquistar sua confiança. 

— Eu estava apenas muito sentimental no momento, ainda mais depois de passar o dia lendo seu livro. Cada sentimento, incluindo meu maior medo, veio à tona. 

Jughead tirou o pote de sorvete das minhas mãos e o colocou de lado. Ele colocou a mão no meu rosto.

 — Nunca ouve uma competição. Eu amava Chelsea, mas era por omissão. Eu te amo muito mais. A cada segundo que passei de novo com você eu tinha que, constantemente, me lembrar de que amava Chelsea, o que não é algo que se deva fazer. Meus sentimentos por você eram tão fortes que me assustaram. No segundo que entrei no avião, sabia que estava voltando pra terminar as coisas com Chelsea. Era o certo a fazer. 

— Você a feriu, não foi?

 — Sim. Ela não merecia.

 — Sinto muito. 

— Seria pior se estivéssemos noivos ou casados porque não sei se o resultado teria sido diferente. Não seria justo continuar com ela e te amar como eu amo. 

— Acho que sei exatamente o que ela deve estar sentindo.

 — Sim, provavelmente sabe. Uma parte de mim sempre se sentirá péssima por feri-la, mas não podia ser evitado. Levou vários dias depois que voltei para descobrir um jeito de explicar tudo a ela porque queria ser honesto. Não fiz isso imediatamente, mas não dormi com ela, v você precisa saber disso. Eu inventava desculpas. Em resumo, não queria voltar pra você com qualquer coisa me prendendo ou sem que você soubesse tudo sobre meu passado. Então depois que me mudei, passei muito tempo trabalhando no livro até que cheguei ao ponto de ficar confortável sobre você lendo. 

— Obrigada por dividir isso comigo. 

Ele me beijou. 

— Eu te amo tanto, Elizabeth Cooper. 

— Também te amo Jughead Jones. 

— Eu não vou voltar para a Califórnia. 

— O quê? Nem para pegar suas coisas? 

— Não. Coloquei tudo num depósito. Mami está bem. Mas precisaremos ir lá visitá-la logo.

 — Nós? 

Queria conhecer Pilar tanto quanto Dorothy queria conhecer a Bruxa Má do Oeste. 

— Sim. Contei a ela sobre você. No começo ela não aceitou muito bem, mas expliquei o quanto eu te amo e disse que ela precisava aceitar. Ela aceitará, Betty. E se não aceitar, não importa mais. 

— Espero que sim. 

— Preciso achar outro trabalho porque saí do Centro Juvenil depois que terminei com Chelsea. Então, na verdade, uma das coisas que fiz nos últimos dias foi uma entrevista numa escola aqui na cidade na última sexta. Eles me ofereceram o cargo de conselheiro. 

— Sério?!

— Sim. 

— Jug, isso é ótimo! 

Ele pegou o sorvete e voltou a tomar. 

— Precisarei de um lugar pra ficar. Sabe de alguma garota que precise de um colega de quarto? 

— Na verdade, Sully está procurando alguém. 

Ele me deu uma colher. 

— Estava falando de outra garota. Estava pensando em morar com essa linda e pequena ninfa que eu conheço que gosta de ter a buceta chupada. 

— Oh... Talvez ela esteja interessada.

 — Ótimo, porque eu não aceitaria não como resposta. — Ele me beijou com a boca cheia de sorvete. — Ei... Você nunca me explicou com o que realmente trabalha. Disse que é algo administrativo, mas pra que empresa? Ou você é uma agente do FBI ou algo do tipo? 

Oh cara. Estava surpresa que demorou tanto antes que tivesse que confessar. Tinha uma razão pela qual escondia isso. 

— Não é bem administrativo, e você acertou a parte de agente. Tem um motivo pelo qual eu estive hesitante de contar a você. Eu me senti realmente culpada quando nós nos separamos, porque eu realmente desejava poder fazer algo para te ajudar. 

— Não entendi.

— Eu sou uma agente literária, Jug. 

Ele colocou o pote na mesinha. 

— Como é?

 — Represento autores, e acho que poderia ajudar a publicar seu trabalho, particularmente Lucky and the Lad. Trabalho com uma editora de romances juvenis, e acho que deveríamos mostrar seu trabalho. 

— Você está brincando? 

— Estou falando sério. 

— Como você se envolveu com isso? 

— Na verdade, eu caí de paraquedas. Estava procurando por um trabalho na faculdade, comecei como estagiária e fui subindo até a posição de agente. Sou nova, então ainda estou trabalhando meu portfólio de clientes. 

— Por favor, me diga que terei que dormir com você para alavancar minha carreira. 

— Faz parte do acordo.

 — Falando sério, nossa, estou orgulhoso de você. 

— Não sabe como me senti culpada no último ano quando vi escritores menos talentosos que você tendo sucesso. Não sabia como entrar em contato ou se era isso que você queria, pois sei como é reservado com seus livros.

 — Sabe que eu não espero um tratamento especial. Você não me deve nada.

 — Sua escrita me impressionou antes dessa carreira. Acredito em você. Trabalharemos juntos. Se não acontecer nada, ao menos nós tentamos. 

— Se não der em nada, ainda sim serei o cara mais sortudo do mundo. — Ele sussurrou, ainda pensando sobre isso. — Isso é muito louco. 

Me levantei para ir para o seu lado, passando o dedo nele.

 — Falando em sorte, notei essa nova tatuagem aqui.

 Ele começou a me provocar. 

— Oh, você notou?

 Era uma pequena caixa de Lucky Charms (encantos da sorte ) com as palavras “Coma Cereal” escritas embaixo. Fofa mas bizarra. Apesar de lembrar o tema irlandês das outras, me fez rir. 

— Qual o significado?

 — Honestamente? Fiz recentemente. Ela me lembra de você e sorte presa na sua bunda. Além disso, você é meu amuleto da sorte. Mais de uma vez, você transformou algo ruim em algo mágico para mim. — Ele me beijou profundamente

— É minha tatuagem preferida 

— Era isso ou então eu teria que tatuar uma ferradura no meu traseiro. Isso não ia funcionar. 


Notas Finais


Amanhã volto com o final <3


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