História Meu querido Meio-Irmão - Bughead - Capítulo 28


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Adaptação, Bughead, Falice, Riverdale
Visualizações 793
Palavras 982
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de todos os altos e baixos finalmente nosso casal teve um final feliz digno .
Boa leitura

Capítulo 28 - Capitulo Vinte e Seis


Fanfic / Fanfiction Meu querido Meio-Irmão - Bughead - Capítulo 28 - Capitulo Vinte e Seis

Alguns meses mais tarde, era Natal em Nova York. Era minha época favorita do ano com todas as luzes e decorações pela cidade.

Natal seria o melhor porque eu e Jughead estaríamos juntos pela primeira vez. Iríamos para São Francisco passar o feriado com Pilar. Por sugestão de Jug, falei com ela no telefone algumas vezes para tirar a estranheza da situação. Ela foi surpreendentemente cordial, e me fez sentir melhor sobre a viagem. As coisas nunca seriam perfeitas entre nós, e tenho certeza que ela preferia Chelsea. Mas ao menos, com Fp morto e com o passar do tempo, ela me aceitaria. 

Alguns dias antes de viajarmos, Juggy e eu fomos convidados para uma festa de Sully.

 O apartamento de Sully era um clássico da cidade. Ela levou a sério o tema, pendurando visgo de plástico e luzes brancas em todo apartamento. Até tinha uma faixa dourada escrito “Coma, beba e seja feliz”. Ela também montou uma mesa com gemada e aperitivos.

Jug e eu estávamos relaxados depois de algumas canecas de gemada. Ele estava tão sexy com um chapéu de Papai Noel enquanto me guiava até um canto vazio da sala. Puxei a bola na ponta de seu chapéu. 

— Você sabe que é o Papai Noel mais sexy que eu já vi, né?

 Ele envolveu as mãos em minha cintura.

 — Sorte sua que eu não apareço só uma vez por ano. 

Envolvi seu pescoço e me aproximei. 

— E eu lhe darei bem mais que biscoitos. 

— Não me importaria de espalhar um pouco de alegria naquele banheiro, agora. — Ele disse.

 Então, fizemos isso. Quando voltamos, era hora de abrir os presentes. Sully deu o seu a Jughead primeiro. Eles acabaram ficando bem amigos. 

— Oh, Sully. Não precisava. — A sala explodiu em gargalhadas enquanto Jughead levantava uma camisa com sua foto sem camisa, segurando a placa onde se lia “otário”. Também tinha uma caneca e um mouse pad fazendo conjunto. Sully riu. 

— Com toda essa coisa do livro, não queria que esquecesse suas raízes.

 Jughead riu e depois aceitou seu presente verdadeiro, um cartão presente do Starbucks onde ele passava tanto tempo escrevendo depois do trabalho. Recentemente tínhamos conseguido um contrato para Lucky e o Garoto e uma sequência que ainda seria escrita. Ele ainda trabalhava na escola durante o dia. 

O presente de Jughead para mim foi o último a ser distribuído. Fiquei surpresa de ele ter comprado algo, pois tínhamos combinado de trocar presentes na Califórnia. Vamos dizer que, assim que abri a caixa, tudo fez sentido.

Esse não era meu presente verdadeiro. Era o ultimo par de calcinhas que ele tinha me roubado anos atrás. Era um de renda lilás. Eu me lembrava delas e balancei a cabeça.

 — Eu não acredito que você guardou isso todos esses anos.

 — Foi uma lembrança que tive de você por muito tempo. 

Sussurrei em seu ouvido. 

— Você sorte que a minha bunda ainda cabe nisso. 

Ele sussurrou de volta. 

— Acho que eu sou mais sortudo por caber dentro da sua bunda. 

O bati no braço. 

— Você é tão pervertido. Mas eu amo isso. 

— Você não leu o cartão. — Ele disse. 

Eu abri. Tinha a foto de um casal de velhinhos se beijando perto de uma árvore de Natal. Era um desses cartões em branco que você escrevia algo dentro. 

Betty,

Esse Natal será o melhor da minha vida. Por sua causa…

Eu: Estou agradecido. 

Estou feliz. 

Estou completo. 

Estou em paz. 

Estou excitado com o futuro. 

Estou apaixonado. 

Por sua causa nesse Natal…

Eu: Estou Feliz .

Am Merry .(leiam as notas finais )

  Não entendi até vê-lo se ajoelhar e pegar uma caixinha no bolso. 

— Não sabia o que era o amor até te conhecer, Betty, não apenas como dar, mas como receber. Eu te amo tanto. Por favor, aceite se casar comigo. 

Cobri o rosto em choque. 

— Eu aceito. Sim. Sim! 

Todos aplaudiram. Sully deveria saber de tudo porque estourou logo uma garrafa de champanhe. Quando Jughead colocou o anel no meu dedo, eu engasguei. 

— Juh, é o anel mais lindo que eu já vi, mas você não conseguiria pagar por isso.

O diamante tinha ao menos dois quilates e era rodeado por pedras menores. Ele levantou e encostou seu nariz no meu.

 — Esse anel é o que Patrick deu a Pilar anos atrás. Ele não tinha problemas com dinheiro. Mami parou de usar depois que Patrick morreu, mas não quis se desfazer. Guardou todos esses anos. Nunca o tinha visto, mas ela me mostrou logo antes de eu me mudar para cá. Imediatamente perguntei se poderia ficar com ele, sabendo que queria dá-lo a você algum dia. Ela me deu, mas insisti que a pagaria algum dia. Esse anel uma vez representou muita dor para minha família, mas não vejo mais dessa forma. Se não fosse por tudo isso, não existiria um nós, e não consigo imaginar isso. Esse anel é uma peça indestrutível de  luz no meio de toda escuridão que foi meu passado. Ele me lembra do seu amor por mim. É o anel certo para você. 

Um ano depois, na véspera de Ano Novo, Jughead e eu tivemos uma cerimônia privada, apenas no civil. Usei meu cabelo preso. Ele ficou feliz com isso. Não era necessário um casamento grande; só queríamos torná-lo oficial. Escolhemos a véspera de Ano Novo para brincar com o destino.

Depois de um jantar a dois no Pub do Charlie, nos juntamos à multidão na Times Square; Quando a bola caiu, Jughead me deu um beijo apaixonado que mais do que compensou a oportunidade perdida cinco anos atrás. Quando ele me colocou no chão, eu sussurrei no seu ouvido e lhe dei a surpresa da sua vida. Mais tarde, ele colocou a cabeça na minha barriga e brincou de seu jeito único sobre como nós poderíamos fazer um reality show:

                                ele era oficialmente o filho bastardo do irmão que tinha engravidado a meia-irmã. 

 


Notas Finais


1 - Estou alegre = Am Merry, que, embaralhando dá Marry Me = Case comigo
Bora chorar com o Epilogo ?


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