História Meu querido meio-irmão - Capítulo 11


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Ino Yamanaka, Mebuki Haruno, Naruto Uzumaki, Rock Lee, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Irmão, Naruto Uzumaki, Sakura, Sakura Haruno, Sasuke, Sasuke Uchiha, Sasusaku, Stepbrother
Visualizações 740
Palavras 2.890
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ooooi mores, voltei!

Bem, esse capítulo termina a parte 01 da fic. Grandes emoções, espero que gostem!

Boa leitura.

Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction Meu querido meio-irmão - Capítulo 11 - Capítulo 11

O fato de me sentir vazia só porque ele se levantou para ir ao banheiro não era um bom sinal de como eu me sentiria amanhã. Faltavam poucas horas para sua partida, e eu já estava desejando sentir de novo seu cheiro e seu toque naqueles dois minutos de separação.

Era conveniente ter uma pequena suíte em meu quarto, uma vez que ele acabaria acordando Fugaku e minha mãe se tivesse de ir até o final do corredor. Sasuke logo voltou com uma pequena toalhinha e se deitou ao meu lado.

— Abra suas pernas — ele colocou a toalha no meio delas e a segurou ali. — Melhorou?

— Sim, melhorou. Obrigada.

Eu não estava sentindo assim tanta dor, mas o calor do tecido era confortante.

— Está doendo?

— Não. Não está tão mal assim. Em breve já estarei bem para tentarmos de novo.

— Vamos tentar. Só quero que descanse um pouco.

O quarto estava escuro, com exceção de uma luz que vinha do banheiro. Durante a hora seguinte, nos levantamos algumas vezes para trocar o tecido por um mais quente. Ele só se deitava ao meu lado, segurando-o entre minhas pernas. Nós dois estávamos completamente nus, e me surpreendeu o fato de que eu me sentia completamente confortável dessa forma. Eu quase desejei que ele não estivesse sendo tão carinhoso e doce comigo.

Conversamos muito durante aquela hora: sobre sua escrita, sobre minhas dúvidas em me tornar professora, sobre nossos planos para o próximo ano. Ele iria para uma faculdade comunitária próximo à sua casa, em Tokyo. Estaria sempre em casa, de olho em Mikoto, e planejava arrumar um emprego próximo, também.

Sasuke falava de tudo abertamente, menos sobre sua história com Fugaku. Aquilo ainda estava fora dos limites, quando tentei trazer o assunto à tona.

Os números vermelhos do relógio digital zombavam de mim. Já eram três da manhã. Meu coração começou a palpitar, e eu comecei a entrar em pânico. Não havia muito mais tempo. Ele deve ter lido minha mente porque, de repente, me virou de costas, me fazendo ficar encostada nele.

— Não vá para este lugar. — Ele disse, perto dos meus lábios.

— Para onde?

— Para onde quer que sua mente esteja te levando.

— É difícil.

— Eu sei. O que posso fazer para que se sinta melhor?

— Me faça esquecer.

Ele ficou olhando para mim por um bom tempo antes de colocar sua mão ao redor do meu pescoço gentilmente.

Era isso que ele fazia. E eu adorava.

— Sei que já disse isso antes, mas você realmente quer que te mostre como eu faço isso?

— Sim.

— Você não quer que eu guarde algo?

— Não pegue leve desta vez, Sasuke-kun. Por favor.

Ele olhou para mim pelo que pareceu um minuto inteiro e disse:

— Vire-se.

Só esse comando já me deixou molhada entre as pernas.

Senti um arrepio quando sua mão forte deslizou por toda extensão das minhas costas. Então, com ambas as mãos, ele apertou com firmeza minha bunda, antes de abaixar sua boca e mordê-la gentilmente… várias vezes.

Ele sussurrou contra minha pele.

— Adoro sua bunda. — Suas palavras fizeram meus músculos enrijecerem de antecipação.

Suspirei quando sua boca quente pousou entre minhas pernas, com ele ainda atrás de mim. A sensação de tê-lo daquele ângulo era demais para suportar. Eu estava pulsando inteira enquanto ele me lambia e chupava como se eu fosse sua última refeição. Os sons que ele fazia estavam me enlouquecendo.

— Deus, você tem um gosto tão bom. Podia ficar fazendo isso a noite inteira. — Ele gemeu para mim.

Quase gritei bem alto em um certo ponto, mas ele puxou meu cabelo para aproximar meu rosto do dele.

— Shhh. Você vai nos criar problemas. — Ele disse, antes de deslizar a língua por minha boca e me beijar com o gosto do meu próprio gozo.

Seu beijo percorreu a extensão das minhas costas, e ele, de repente, parou.

— Merda, não posso mais suportar. Precisamos ir para o chão, porque essa cama vai fazer muito barulho.

Joguei alguns travesseiros no chão sem demora e desci, me apoiando nos cotovelos e nos joelhos.

Estava quieto. Quando virei minha cabeça para vê-lo, seus olhos estavam fixos em mim, enquanto ele acariciava o próprio pênis.

— Você assim, de quatro… Nada nunca me excitou tanto em toda minha vida.

Observá-lo dando prazer a si mesmo enquanto olhava para mim foi a coisa que mais me excitou na vida.

Quando me virei, eu o ouvi rasgar a embalagem da camisinha, enquanto eu olhava para trás pela última vez para vê-lo se masturbar.

— Relaxe. — Ele disse, enquanto deslizava uma das mãos pelas minhas costas e a colocava na base do meu pescoço. Passei a amar a erótica sensação daquele jeito como ele me segurava.

Depois de sentir uma ardência inicial, seu pênis afundou em mim com facilidade, e eu soube que aquela experiência seria diferente do que da primeira vez.

— Diga se começar a ficar intenso demais.

Eu sabia que eu nunca diria isso.

A cada momento tornava-se mais intenso. Ele deixava escapar um suspiro a cada estocada que eu sentia em minhas costas enquanto ele continuava a segurar meu pescoço. Ele estava em uma zona só dele, finalmente deixando de lado toda apreensão.

E lá estava Sasuke me fodendo.

Eu queria que ele continuasse, ver até onde poderia ir.

— Me foda com mais força.

Aquilo fez com que ele agarrasse meus quadris enquanto fazia com mais força. Era impossível não gritar, porque estava muito bom. De uma forma estranha, ter que refrear qualquer barulho engarrafava o prazer dentro de mim e o intensificava. Comecei a combinar o ritmo de seus movimentos com o meu corpo, e isso pareceu levá-lo ao limite.

— Comece a se tocar, Sakura.

Massageei meu clitóris inchado enquanto ele começava a ir mais devagar para encorajar o meu clímax. Eu podia senti-lo cada vez mais fundo dentro de mim, agora. Ele gentilmente empurrou meu torso para baixo, para que minha bunda se empinasse mais. A penetração naquele ângulo tornava-se mais intensa, tão profunda que eu podia sentir-me à beira do orgasmo.

— Está sentindo isso? — Ele sussurrou.

— Sim. Sim. Está incrível.

— Eu nunca fui tão fundo em ninguém, dessa maneira. Nunca foi assim, para mim — ele ofegou. — Nunca.

— Ah, Deus… Sasuke-kun…

— Quero que goze primeiro, e, então, quero gozar nas suas costas.

Ouvi-lo dizer aquilo me fez desmoronar. Minha mão estava pressionada no carpete para mascarar o som do orgasmo que pulsava dentro de mim.

Quando ele sentiu que eu estava prestes a gozar, começou a ir com mais força. Ele o tirou de mim e arrancou a camisinha. Então eu senti o líquido quente se espalhar pelas minhas costas. Não era algo que eu pensei que fosse gostar… mas eu amei.

— Já volto. — Ele disse, correndo até o banheiro para pegar uma toalha. Depois de me limpar, ele me levantou do chão e me levou para a cama.

Os números vermelhos do relógio digital continuavam a me deixar extremamente nervosa. Já eram quatro da manhã. Deitamos, um de frente para o outro, com nossos lábios muito próximos.

Ele acariciou meu rosto com o polegar.

— Você está bem?

— Sim — eu sorri. — Isso foi louco.

— Esperava por aquele grand finale?

— Não… hum… foi uma surpresa. — Ri.

— Nunca fiz isso antes. Queria tentar algo novo, também.

— Sério?

— Queria que tivéssemos mais tempo. Queria fazer tudo com você.

— Eu também.

Queria que tivéssemos o para sempre.

[…]

A exaustão por causa de nossas atividades deve ter me vencido, porque eu não me lembro de ter adormecido.

Eram cinco da manhã, e o Sol estava começando a nascer quando acordei com Sasuke deitado em cima de mim, beijando meu pescoço gentilmente. Ele estava rígido e usava camisinha. Sua respiração estava inconstante enquanto ele continuava a beijar meu pescoço e a chupar meus seios.

Sentindo-me molhada e pronta para ele, eu acordei ainda mais excitada do que estivera durante toda a noite.

Ele beijou minha barriga e foi subindo até que eu o senti me penetrando. Suas estocadas eram lentas, mas intensas. Seus olhos estavam fechados, e ele tinha uma expressão de dor, nos olhos. Um fluxo de emoções me inundou de repente enquanto a realidade do que acontecera na noite anterior e o que estava prestes a acontecer me atingiu.

O relógio zombou de mim outra vez. Estávamos correndo contra o tempo.

Meu coração parecia estar se partindo cada vez que ele penetrava em mim. Ele começou a me beijar, e sua boca não largou a minha enquanto empurrava mais fundo dentro de mim, com movimentos lentos e controlados. Aquela vez era diferente do que as outras duas. Parecia que ele estava tentando me dizer, com seu corpo, o que não conseguia dizer com palavras.

Era como se ele estivesse fazendo amor comigo.

Se houvesse alguma dúvida quanto a isso, foi eliminada no momento em que ele parou de me beijar e aproximou seu rosto do meu com os olhos abertos enquanto me fodia bem devagar. Não deixou de olhar em meus olhos, depois disso. Era como se ele não quisesse perder nenhum momento, porque sabia que podia ser o último. Ele não estava querendo me mostrar mais nada.

Parecia querer guardar algo para si mesmo.

O reflexo da minha própria expressão em seus olhos ônix me contava o meu lado da história. Definitivamente, eu tinha mentido. Menti para ele e para mim mesma ao dizer que podia suportar tudo. Foram só algumas horas, mas parecia uma vida inteira que tinha sido criada dentro daquele quarto, naquela noite, e que estava prestes a ser destruída.

Seu corpo encolheu no momento em que seu orgasmo, de repente, veio à tona. Seus olhos ficaram fixos nos meus enquanto ele abria a boca em um grito silencioso. Meus músculos enrijeceram durante o clímax, quando eu o observei. Ele continuou a se movimentar dentro de mim, bem devagar, até não sobrar nada de seu orgasmo.

Sua voz estava rouca.

— Me desculpe. — Ele sussurrou.

— Tudo bem. — Eu disse, não sabendo exatamente a o que ele estava se referindo. Será que tinha sido por gozar antes de mim? Ou porque iria me abandonar em poucas horas? Ou por ter visto a expressão em meus olhos e saber exatamente o que eu estava sentindo? De qualquer forma, não mudava o fato de que ele estava indo embora.

Sasuke ficou com a cabeça encostada em meu peito até que sua respiração se acalmou. Quando voltou, depois de jogar a camisinha fora, coloquei o relógio para despertar às sete.

Sasuke encostou seu rosto em meu coração, fechou os olhos e me abraçou por uma última vez, até adormecermos.

[…]

No momento em que o alarme soou, eu dei um pulo e descobri que a cama estava vazia. Meu coração começou a acelerar.

Ele foi embora sem dizer adeus.

O sol já estava se derramando pela minha janela, em um rude despertar. Enterrei a cabeça nas minhas mãos e chorei. Era minha culpa. Eu sabia que isso iria acontecer e tinha que deixar acontecer. Meus ombros começaram a tremer enquanto lágrimas atravessavam os sulcos que separavam meus dedos. A dor entre minhas pernas, que eu nem sequer tinha notado na noite anterior, no auge da loucura do sexo, começava a se manifestar.

Meu corpo se encolheu quando senti uma mão nas minhas costas.

Virei-me só para ver Sasuke de pé na minha frente, com olhos sombrios e vazios.

— Você me prometeu que conseguiria lidar com isso, Sakura — e ele repetiu, de forma quase inaudível: — Você prometeu, merda!

Minha boca tremeu.

— Pensei que tinha ido embora sem dizer adeus.

— Voltei para o meu quarto para que Fugaku e Mebuki não me pegassem aqui quando acordassem. Eles já saíram. Acabei de fazer minhas malas.

Funguei e me levantei:

— Ah…

— Eu não faria isso com você… Ir embora sem dizer adeus… Principalmente depois do que aconteceu entre a gente.

Sequei meus olhos.

— Qual é a diferença? Não muda o que está por vir.

— Não, não muda. Não sei o que dizer a não ser que a noite passada… significou muito para mim. Quero que saiba disso. Nunca vou esquecer o que você me deu. Nunca vou esquecer nada disso. Mas você sabia que ia ter fim.

— Não sabia que ia me sentir assim.

Suas mãos estavam dentro dos bolsos, e ele olhou para o chão, depois ergueram-se na minha direção.

— Foda-se. Eu também não sabia. — Quando ele se inclinou para me abraçar, eu recuei.

— Não… por favor. Não quero que me toque. Isso só vai ficar pior.

Eu nem conseguia falar enquanto mais lágrimas desciam por meu rosto. Balancei a cabeça em descrença por ver o quanto estava perdendo a compostura.

Pigarreei.

— A que horas você tem de ir?

— Um táxi vai chegar a qualquer minuto. Vou levar pelo menos uma hora para chegar ao aeroporto, com o trânsito.

Uma nova lágrima caiu.

— Droga! — Eu disse, limpando-a.

— Já volto. — Ele disse.

Ele saiu para levar a bagagem para o andar de baixo. No momento em que ele retornou para o quarto onde eu estava, uma buzina tocou do lado de fora.

— Merda. Espere. — Ele disse, saindo do quarto.

Olhei pela janela e vi Sasuke carregando o porta-malas do táxi. Quando ele fechou a porta, quase pude sentir a batida em meu coração.

Sasuke disse algo ao motorista e voltou para o andar de cima. Eu ainda estava olhando pela janela quando ouvi seus passos, atrás de mim.

— Pedi que esperasse. Não vou embora até que olhe para mim.

Virei-me. Ele deve ter visto o desespero espelhado no meu rosto.

Seus olhos se encheram de água.

— Merda. Não quero te deixar assim.

— Tudo bem. Não vai ficar mais fácil daqui a pouco. Você vai perder o voo. Vá.

Ignorando meu aviso anterior de que não queria ser tocada, ele segurou meu rosto e olhou bem fundo nos meus olhos.

— Eu sei que é difícil para você entender. Ainda não me abri com você em relação ao meu relacionamento com Fugaku. Sem que você saiba tudo ou sem que entenda o real problema da minha mãe, não vai fazer sentido. Só tenha certeza de que, se eu pudesse ficar com você, eu ficaria — ele me beijou de maneira casta nos lábios e continuou: — Sei que, por mais que eu tenha avisado, você me entregou um pedaço do seu coração na noite passada. E, por mais que eu tenha tentado impedir, te dei um pedaço do meu. Sei que você percebeu isso hoje de manhã. Quero que o mantenha com você. E quando decidir entregar o resto do seu para outro cara, um dia, por favor, tenha certeza de que ele te merece.

Sasuke me deu um último beijo desesperado. Meus olhos estavam ardendo. Quando ele se afastou, agarrei sua jaqueta, tentada a nunca deixá-lo partir. Ele esperou até que minhas mãos o soltassem para que se virasse e fosse embora.

Sendo assim, ele saiu da minha vida tão rápido quanto entrou.

Eu fiquei parada em frente à janela; mas me arrependi no momento em que ele olhou para mim pela última vez, antes de entrar no táxi com um pedaço do meu coração, que ele sabia que tinha tirado de mim. Quanto ao resto do coração, que foi deixado para trás: estava partido.

[…]

Mais tarde, naquela noite, meu telefone apitou. Era uma mensagem de texto de Sasuke, com um link.

Sasuke: Você é maravilhosa, realmente. Não se esqueça disso. E essa música sempre vai me fazer me lembrar de você.

Demorei algumas horas antes de sentir coragem de clicar no link. O nome da música era All I Wanted, do Paramore. Era sobre desejar alguém que não se pode ter e querer reviver o pouco tempo que passaram juntos, desde o começo.

Eu repeti a música várias vezes em um ciclo tortuoso que incluía inalar seu cheiro, que permanecia em sua blusa, que eu ainda estava usando, e nos meus lençóis.

Sasuke só entrou em contato comigo mais uma única vez em sete anos.

E isso foi em uma noite qualquer, quase um ano depois de ir embora de Konoha, eu estava com a Ino. Eu estava exatamente pensando nele quando uma mensagem de texto chegou e foi como um choque para meu coração.

Sasuke: Ainda sonho com seu pescoço. Ainda penso em você todos os dias. Por alguma razão, só precisava que você soubesse disso, esta noite. Por favor, não responda.

Não respondi.

Apesar de sentir as lágrimas caindo facilmente enquanto lia a mensagem, não respondi. Ele não fazia contato há muito tempo, então, entendi que ele deveria estar bêbado. Mesmo que não estivesse, não teria mudado nada. Entendo isso, agora. Na verdade, tornei-me expert em enterrar meus sentimentos por Sasuke. A distância tornou isso possível. Nas poucas vezes que desapontei a mim mesma, me deixando levar pela curiosidade de checar online, vi que ele não estava nas redes sociais.

Fugaku também tinha parado de ir à Tokyo, agora que Sasuke tinha se tornado um adulto.

Mesmo depois de muitos anos, meu coração ainda doía, sempre que me permitia pensar naquela única noite que passamos juntos. Então, controlei-me o máximo que pude para não ir até lá – O que os olhos não veem o coração não sente, certo? Este lema é só uma solução temporária – até que você seja forçado a ficar cara a cara com aquilo do que fugia. Mas foi assim que as paredes mentais que construí para me esconder vieram abaixo, com apenas um golpe.


Notas Finais


É isso, até o próximo capítulo!


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