História Meu Querido Meio Irmão - Capítulo 6


Escrita por:

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Categorias Camila Mendes, Cole Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart, Madelaine Petsch
Visualizações 14
Palavras 3.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


volteiii

Capítulo 6 - Capítulo Seis


A viagem de taxi pra casa com Mads e Cole naquela noite foi extremante desconfortável. Chuck tinha ficado louco e saiu no carro dele depois de saber que Cole era meu meio- irmão. A causa do que aconteceu naquela lanchonete continuou um mistério pra mim. No caminho todo de volta Cole não disse nada pra nenhuma de nós. Ele sentou na frente enquanto nós sentamos atrás.

Quando chegamos em casa ele subiu direto para o quarto dele, e bateu a porta tão forte que me fez pular. Eu pensei em ir falar com ele, mas meus instintos disseram pra simplesmente deixá-lo sozinho.

Quando eu acordei no sábado de manhã, Cole já tinha saído pra trabalhar na oficina o dia todo.

Minha mãe sentou no banco ao meu lado no balcão de granito em nossa cozinha. — Você quer me contar o que aconteceu na noite passada? Skeet recebeu uma ligação de um amigo policial dele dizendo que Cole estava numa briga em uma lanchonete e que você estava com ele?

Eu deixei meu café e esfreguei minhas têmporas. — Nós estávamos jantando... Cole, Mads eu e esse cara, Chuck, da escola. Cole e ele brigaram. Nós não sabemos o porquê, pois começou quando eu e Mads estávamos no banheiro. Então eu realmente não sei muito mais que você.

— Bom, seu padrasto está furioso e eu não sei o que fazer sobre isso.

— Ele precisa simplesmente deixar isso pra lá. Rapazes são assim às vezes e pode ser que não tenha sido culpa do Cole. Você precisa explicar isso pra ele.

— Não tem conversa com Skeet quando se trata de Cole. Eu não entendo isso.

— Nem eu.

Eu decidi que iria falar com Cole naquela noite e tinha esperado por ele vir pra casa o dia todo. A oficina fechava às seis, então eu esperei que ele estivesse de volta às sete, mas ele não veio pra casa.

 

*****

 

Incapaz de dormir, um sentimento de naufrágio veio sobre mim. Por volta da meia-noite finalmente eu ouvi passos e a maçaneta do quarto de Cole lentamente.

Pelo menos ele estava em casa.

Um minuto depois, veio o som da sua porta sendo aberta bruscamente.

— Que porra Cole? Você está fedendo a álcool, — eu ouvi Skeet gritar.

Eu pulei pra grudar meu ouvido na parede.

— Hey, Pa-pa, — Cole parecia arrastar suas palavras.

— Garoto, você só continua a me deixar orgulhoso. Primeiro você começa uma briga e me humilha na frente da comunidade inteira, e agora você tem a audácia de por os pés na minha casa, a essa hora da noite, bêbado? Bom, você vai desejar nunca ter vindo pra casa.

— Sério? O que você vai fazer? Me bater? Essa é a única coisa que você não fez. Eu estou pronto pra isso.

— Você iria amar isso, não iria? Não. Eu não vou te bater.

— Certo... Você não vai me bater. Você vai simplesmente me odiar... Como você sempre fez. Às vezes eu gostaria que você simplesmente me batesse e me deixasse em paz de uma vez por todas.

— Você é um perdedor, Cole.

— Diga algo que você não tenha dito antes.

— Ok, então eu tenho novidades pra você. Eu não vou ajudar você a pagar pela faculdade depois de tudo. Você está por sua conta. Eu decidi isso essa noite. Eu vou pegar o dinheiro que eu iria dar pra você e dá-lo todo para Lili.

O quê? Não!

Skeet continua, — Eu não vou desperdiçar meu dinheiro suado com um fodido que quer ser um escritor afeminado. Se você decidir que quer ter uma carreira de verdade algum dia, venha falar comigo. Até lá, eu não gasto um centavo com você.

— Você nunca planejou pagar pela minha faculdade e você sabe disso.

— Por que eu iria querer... Por alguém que não fez nada além de me desapontar desde o dia em que nasceu?

— Isso foi o começo, não foi... O dia em que eu nasci? Eu nunca tive a mínima chance, tive? Porque Mami não me abortou como você pediu pra ela.

— Isso é uma mentira do caralho. Ela disse isso pra você?

— Mesmo que ela não tivesse me dito, eu teria deduzido. Essa é a razão pela qual você lentamente vir me matando com suas palavras minha vida inteira, pra compensar isso?

Meu coração estava quebrando.

— Eu tenho feito isso? Então por que você ainda não está morto, Cole?

Eu engasguei horrorizada. Eu não podia mais ficar parada escutando isso. Eu corri para o quarto ao lado e fiquei ainda mais horrorizada por encontrar Cole sentado na beira da cama com sua cabeça nas mãos. O cheiro de álcool era pungente nele. Suas costas estavam subindo e descendo com os pesados suspiros que escapavam dele.

— Skeet... Pare! Pare, por favor! — Meu padrasto estava parado ali com seus braços cruzados me olhando com a expressão em branco. Naquele momento o homem em pé na minha frente poderia muito bem ser um total estranho. — Ele é seu filho. Seu filho! Eu não me importo com o que você acha que ele fez para merecer isso, não há nada que jamais poderia justificar falar com seu filho dessa forma.

— Lili, você não entende nossa história... — Skeet diz.

— Eu não preciso saber qualquer coisa pra entender que as palavras que saíram da sua boca essa noite machucam mais do que qualquer arma poderia. E eu não vou ficar parada e deixar você abusar dele desse jeito.

Nenhum deles disse qualquer coisa. O quarto estava silencioso. A respiração de Cole pareceu se acalmar assim como a minha.

Eu virei pra Skeet. — Você precisa sair.

— Lili...

— Saia! — Eu gritei com toda força.

Skeet sacudiu a cabeça e caminhou pra fora do quarto, me deixando sozinha com Cole, que estava ainda na mesma posição. 

Eu corri até meu quarto e voltei com uma garrafa d’água, coloquei na boca dele. — Bebe isso.

Ele engoliu tudo de uma vez então amassou a garrafa plástica e jogou fora. Eu me ajoelhei e tirei os sapatos dele.

Ele estava arrastando as palavras e murmurando algo que eu não conseguia entender.

Eu fiquei de pé e puxei os cobertores. — Deite-se.

Ele tirou a jaqueta, jogou de qualquer jeito no chão e engatinhou para seu travesseiro. Ele deitou de bruços e fechou os olhos.

Eu sentei ao lado da cama e ainda estava tremendo por tudo que testemunhei. Eu me senti tão mal por Cole e estava tão envergonhada por Skeet. Eu sabia que tinha que conversar com minha mãe na manhã seguinte. Como ela poderia não ter escutado e interferido essa noite?

A respiração de Cole tinha relaxado. Ele tinha dormido. Eu corri minha mão uma vez pelo seu sedoso cabelo preto, apreciando a oportunidade de poder tocá-lo livremente sem que ele soubesse. Meu indicador acariciou levemente o corte em seus lábios que ele obteve da briga com Chuck. Ficava bem em volta do seu piercing e eu estremeci quando deduzi que seu lábio provavelmente dever ter rasgado.

A razão pela constante raiva que ele exibe estava agora mais clara que nunca, e ainda assim eu sentia como se não soubesse nada sobre a vida de Cole.

Ele parecia tão inocente em seu sono. Sem o sorrisinho ou o brilho de raiva em seus olhos, era mais fácil ver através do seu áspero exterior a fim de pegar um vislumbre do garoto escondido debaixo – o mesmo garoto que agora eu percebo que foi danificado pelo homem que casou com a minha mãe.

Uma lágrima caiu pela minha bochecha enquanto eu ajustava seus cobertores antes de sair do seu quarto.

De volta a minha própria cama, eu pensei em como é irônico que esse cara que não fez nada além de tentar me afastar e intimidar era a única pessoa no mundo que eu senti que quis proteger.

 

*****

 

Quando eu acordei na manha seguinte, minha mãe e Skeet já haviam saído para uma viagem de uma noite a oeste do Estado.

Minha mãe tinha deixado uma nota no balcão da cozinha.

 

Skeet me surpreendeu nas primeiras horas da manhã com uma viagem antecipada de aniversário à Berkshire. Ele já havia carregado o carro quando eu acordei! Eu não queria acordar você. Será apenas uma noite. Nós estaremos de volta segunda à noite. Tem sobras pra você e Cole na geladeira. Ligue para meu celular se precisar de qualquer coisa. Amo você.

 

Que conveniente. Eu tinha certeza que meu padrasto arranjou isso para não ter que lidar com o que aconteceu noite passada. Imediatamente eu peguei meu telefone e mandei uma mensagem pra ela.

Lili: Aproveite sua viagem, quando você chegar nós precisamos conversar seriamente sobre o que está acontecendo entre Skeet e Cole.

Cole não desceu até às duas da tarde. Ele parecia como a morte enquanto arrastava os pés até a cafeteira, seu cabelo desgrenhado e seus olhos injetados.

— Bom dia, luz do sol, — eu disse.

Sua voz estava vacilante quando ele sussurrou — Ei. — Ele despejou café em uma caneca e tomou.

— Então, aparentemente, nossos pais saíram em uma viagem de uma noite. Eles estarão de volta segunda à noite.

— Isso é uma pena, — ele disse.

— Que eles saíram?

Ele tomou um gole de café e disse, — Não, que eles vão voltar.

— Eu sinto muito sob...

— Eu não posso fazer isso. — Ele fechou os olhos e levantou a palma da mão. — Eu não posso conversar com você. Toda vez que você fala soa como uma serra elétrica.

— Desculpe. Eu entendo que você está de ressaca.

— Bom, tem isso também.

Eu rolo meus olhos, e ele dá uma piscada fazendo meu coração vibrar.

Eu sento de pernas cruzadas no sofá adjacente à cozinha. — Quais seus planos para hoje?

— Bom, primeiro eu tenho que achar a porra da minha cabeça.

Eu ri — E depois?

— Sei lá, — ele disse dando de ombros.

— Você gostaria de pedir algo pra comer mais tarde? — Eu perguntei tentando parecer casual.

Ele parece apreensivo e esfrega a barba no queixo. — Hum...

— O quê?

Ele verifica seu telefone. — Não, na verdade, ugh... Eu tenho um encontro.

— Com quem?

— Com, hum...

— Você não sabe? — eu ri.

Ele coça a testa. — Me dá um minuto...

Eu sacudo minha cabeça. — Isso é triste.

— Oh! Com Kylie... É... Kylie.

Se pelo menos Kylie soubesse como ela é substituível. Eu só estava secretamente aliviada que ele não disse Madelaine, porque eu sei que ela ainda que tem em mente contatar ele apesar da cena que ele causou no nosso “encontro duplo”. Ela mandou pelo menos uma mensagem pra ele ontem, e o desespero dela me irrita.

No início daquela noite, eu estava encolhida no sofá com meu livro quando Cole desceu as escadas. Instintivamente eu sentei ajustando minhas roupas. Sua colônia se espalhando pela sala era afrodisíaco suficiente antes mesmo que eu virasse para olhar pra ele. Ele estava vestido com calças pretas e camisa marrom justa com as mangas dobradas. Seu cabelo estava arrumado em uma bagunça controlada, e tirando o corte que permanecia no seu lábio inferior, ele estava mais bonito do que eu já tinha visto. Na verdade até o maldito corte era sexy. A energia do ambiente parecia mudar toda vez que ele entrava. Todos os meus sentidos estavam hiperconscientes dele.

Eu me lembrei da mensagem dele na outra noite – tenha algum respeito próprio. Ugh. Eu me forcei a voltar para o livro desde que aparentemente eu parecia não poder esconder minha atração sempre que olhava pra ele. Só de pensar naquela mensagem de novo tinha me deixado de mal humor. Eu meio que tinha esquecido meu voto de nunca olhar pra ele de novo depois do que aconteceu com Chuck e Skeet.

Ele pegou as suas chaves. — Estou saindo.

— Ok, — eu disse tendo certeza de manter meus olhos no livro.

A porta bateu fechada, e eu respirei aliviada. Já tinha um bom tempo que eu não tinha a casa só pra mim, e embora um lado patético meu desejasse que Cole tivesse ficado, existe algo a ser considerado quando se trata de privacidade.

Eu acabei pedindo comida chinesa. Logo depois que eu abri a caixa de camarão frito, o alerta de mensagem do meu telefone soou.

Cole: Eu tive um flashback da noite passada.

LiliOh?

Cole: Você estava ajoelhada no pé da minha cama. Você se aproveitou de mim?

Lili: É melhor você estar de brincadeira. Não! Eu estava tirando seus sapatos, seu bebum.

Cole: Safada. Fetiche por pés?

Lili: Você não está falando sério...

Cole: ;)

Lili: Você supostamente não está em um encontro?

Cole: Eu estou.

Lili: Então por que você não presta atenção nela?

Cole: Porque eu prefiro incomodar você.

Uma ligação interrompeu meus pensamentos antes que eu pudesse responder a ele. Era Chuck. Droga. Eu não tinha certeza se eu deveria atender.

— Alô?

— Hey, Lili.

— Oi, e aí?

— Cole não está ai, está?

— Não. Por quê?

— Você deixou sua jaqueta no meu carro na outra noite. Posso ir até ai e deixar com você?

— Um... Claro. Acho que não tem problema.

— Ótimo. Eu devo estar aí em uns vinte minutos.

Eu desliguei e notei que Cole mandou várias mensagens enquanto eu estava falando com Chuck.

Cole: Na verdade meu encontro é com um cara.

Cole: Um cara! Quero dizer, não foi tipo, pensei que era uma garota e depois vi que era um cara.

Cole: Kkkkkk...

Cole: #NaoCaras #ColeAmaBucetas

Cole: Onde você está porra?

Rindo histericamente eu digito.

Lili: Desculpe, era o Chuck. Ele ligou. Eu deixei minha jaqueta no carro dele na outra noite e ele vem deixar aqui.

Alguns segundos depois meu telefone toca.

— O caralho que ele vai! Você não vai deixar aquele cara entrar em casa.

— Ele só vai deixar a jaqueta.

— Liga pra ele e fala que ele pode deixar na entrada.

— Eu não vou fazer isso. Não tem motivo. O que quer que tenha acontecido é entre vocês dois.

A ligação caiu. Não, ele desligou!

Ele tem muita coragem pra tentar me dizer o que fazer sem nenhuma explicação.

Dez minutos depois meus pés voam do sofá quando a porta da frente se abre.

Elec estava sem fôlego. — Ele apareceu?

Que porra?

— Ainda não. Por que você está aqui?

— Não parecia que você estava prestando atenção em mim. Então eu não tive escolha a não ser vir pra casa.

— Se você não me explicar por que você quer que eu fique longe do Chuck, como você espera que eu escute você?

Ele corre a mão pelos cabelos em frustração.

A campainha soa, e Cole corre primeiro até a porta e abre.

O rosto de Chuck fica branco. — O que você está fazendo em casa? Ela disse que você não estava aqui.

Cole arranca minha jaqueta das mãos de Chuck e bate a porta na cara dele. Então ele a tranca.

— Eu vou atrás dele, sai da minha frente, — eu digo.

Ele cruza os braços em frente à porta. — Você vai ter que passar por mim. E você não está escutando o carro dele indo embora agora mesmo? Ele é uma frutinha do caralho.

Eu exalo uma respiração e desisto, decidindo deixar passar. Eu não queria realmente ver Chuck, mas permaneci irritada pelo comportamento controlador de Cole. Ele não tem direito de interferir na minha vida quando ele só se fecha pra mim em troca.

O ar estava grosso com a tensão enquanto eu voltava para o meu prato de comida no balcão central. Nós não falamos nada por vários minutos antes de eu quebrar o gelo. — Tem comida chinesa no balcão se você quiser um pouco.

Cole ainda parecia furioso e não respondeu. Ele foi até o balcão, pegou o recipiente de macarrão frito e começou a devorar.

— Com fome? Você não comeu no seu encontro?

Ele sugou um macarrão. — Não.

— Ela ficou chateada que você praticamente a abandonou?

— Não, — ele diz de boca cheia.

Inclinando meu cotovelo contra o balcão, eu perguntei, — Se você não comeu, o que você fez? Ou eu realmente não quero saber?

— Hmm... Riley queria jogar boliche.

— Eu pensei que você tinha dito que o nome dela era Kylie.

Ele sorri culpadamente enquanto morde um rolinho primavera. — Ooops.

Incerta do que fazer com isso, eu rolo meus olhos pra ele e alcanço o ultimo rolinho primavera antes que ele o devore também. Eu dou uma mordida. — Eu vou ver um filme no Netflix se você quiser ver também.

Ele para de comer por um momento e simplesmente me fulmina com o olhar. — Qual é o seu problema porra?

— Desculpe?

— Não importa o quão mal eu te trate... Você continua tentando ficar perto de mim.

Eu senti como se vapor fosse explodir dos meus ouvidos. — Ninguém pediu pra você vir pra casa essa noite! Na verdade eu estava aproveitando que eu tinha a casa só pra mim.

— Sério? Você ia deitar no sofá com o seu vibrador ou algo parecido?

Meu coração cai. Meu vibrador.

Merda!

Estava na minha gaveta de roupa íntima. Eu tinha esquecido que tinha colocado lá depois que eu limpei minha mesinha de cabeceira. Já tinha um tempo que eu não usava e tinha esquecido ele.

Ele pegou isso também!

Ele continuou. — Olha pra sua cara. Você acabou de lembrar que ele tinha sumido? Como é que você tem se aliviado? Ou os seus dedos estão doloridos ou você seriamente está precisando aliviar a tensão.

Meu rosto deve ter adquirido centenas de tons de vermelho. — Imbecil.

Meu olho contraiu.

— Você está piscando pra mim de novo. Desculpe, eu não posso ajudar você. Talvez você deva assistir... Um tipo diferente de filme essa noite? Talvez isso te alivie. Eu tenho alguns se você quiser um emprestado para – você sabe – entrar no clima.

Suas palavras da outra noite de novo passaram pela minha cabeça. “Tenha algum respeito próprio.”

Eu decidi que chega dele por essa noite. Resolvi ser superior e fui para o meu quarto sem dizer nem mais uma palavra, mas não antes que eu pegasse o recipiente de macarrão e despejasse no colo dele. — Entra no clima, babaca.

Enquanto eu segui meu caminho escada acima para o meu quarto, sua risada rouca cortou por mim.

Naquela noite eu ainda estava furiosa enquanto eu me remexia nos lençóis. Quem ele pensa que é com esse comportamento passivo agressivo? Ele tentou virar o jogo, como se fosse eu quem estivesse procurando a atenção dele, quando tinha sido ele mandando mensagens pra mim durante o seu encontro antes de vir pra casa mais cedo para interromper o meu encontro com Chuck.

Meus pensamentos obsessivos continuaram até às duas horas da manhã, quando eu fui interrompida pelo que pareciam gritos vindos do quarto de Cole.


Notas Finais


odeio o Skeet


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