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História Meu querido meio irmão - Capítulo 12


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Notas do Autor


É só pra sair da minha cabeça.

Capítulo 12 - Capítulo doze


Melissa

Eu estava com meus amigos na casa do Liam, estávamos brincando e jogando conversa fora. 

- Vocês perderam. - Niall comentou, eu estranhei. 

- O que Ni? - Perguntei curiosa. 

- O professor Calahan, de literatura está planejando um trabalho. - Louis respondeu por ele. Eu revirei os olhos.

- O professor e as ideias malucas dele. - Brinquei.

- Dessa vez não é só uma ideia. O diretor adorou a ideia. O trabalho valerá 60% da nota do ano. - Liam respondeu.

- O quê? Como assim? - Perguntei incrédula. E uma grande questão foi levantada ali na sala do Liam. O que seria esse trabalho? 

(...)

Cheguei em casa e encontrei James e minha mãe sentados na sala olhando tv. Eu sorri na direção deles.

- Oi gente. - 

- Oi querida! - Falaram em uníssono, eu sorri mais ainda. 

- E o Zayn? - Perguntei, James respondeu que ele estava lá no quarto dele.

 Eu fui até lá. Dei três batidinhas na porta e não obtive resposta. Então entrei assim mesmo. Assim que entrei, no mesmo momento o Zayn saía do banheiro com uma toalha no pescoço e outra na cintura, quase caindo. 

Nos míseros segundos que eu tive até raciocinar e fechar meus olhos assustada, pude notar duas coisas: Um tanquinho cheio de tatuagem e, um volume considerável na parte debaixo. 

- Melissa! - Zayn exclamou surpreso. Eu me virei pra direção da porta com as mãos nos olhos.

- Desculpa! Eu sinto muito! - Falei rápido. - Me desculpa Zayn! - 

- Eu vou só pegar uma roupa. - Escutei alguns barulhinhos e depois uma porta se fechando. Tirei a mão dos meus olhos. E senti minhas bochechas quentes.

- Caramba.. - Cochichei e sorri. Ok, primeiro que eu não sou nenhuma santa aqui, eu reparei no seu volume. E só de pensar sobre isso, eu me arrepiava.

- Desculpa, Melissa, eu não a escutei entrar. - Comentou constrangido. Eu me virei em sua direção e neguei com a cabeça.

- Não! Não! Foi culpa minha eu não deveria ter entrado aqui.. - Ele sorria de um jeito diferente. Era um sorriso de canto.

Esse menino me causava um tipo de reação que eu não sabia muito bem explicar. Era estranho e bom.

- A que devo a honra? - Se jogou no sofá. Eu olhei em volta e vi o cômodo arrumado.

- Vim vê-lo. - Disse simplesmente. E só então, notei o que eu falei e arregalei os olhos. - Quer dizer... Ãn.. - Me enrolei, ele riu.

- Você não quer sentar? - Eu me sentei no sofá mais distante dele. 

- O que significam? - Perguntei interessada.

- O quê? -

- As suas tatuagens. - Ele se analisou. 

- Depende. Essa aqui. - Mostrou o símbolo do yin e yang. - Ela me lembra que tudo é questão de equilíbrio. - Explicou, eu assenti. Fui até o sofá dele e me sentei ao seu lado olhando suas tatuagens. 

- E essa aqui? - Apontei para o triângulo em seu braço.

- É o símbolo de um álbum do Pink Floyd. - Sorriu na minha direção. Eu parecia uma criança, mas eu adorava tatuagens. 

- E essa aqui? - Perguntei apontando para o raio, ele riu.

- Foi uma aposta. Eu estava bêbado. - Eu gargalhei.

- E essa? - Apontei pro ZAP!, ele sorriu.

- É que eu sou um grande fã de quadrinhos. - Eu ri.

- Claro! Faz sentido. - Ele riu. - Qual a sua preferida? - Ele ficou sério.

- É uma frase que eu tenho em árabe na costela. - Comentou, eu o encarava na expectativa. - Você quer ver? - Eu assenti feliz. Ele ergueu a sua blusa e me mostrou. 

Eu toquei a sua tatuagem de leve, ele se assustou. Talvez pelos meus dedos estarem um pouquinho gélidos. Eu analisava a tatuagem lentamente.

- O que significa? - Voltei o olhar para seu rosto. Zayn estava me analisando. Seus olhos congelaram nos meus.

- Seja verdadeiro com quem você é. - Comentou, eu sorri.

- Puxa.. Incrível! Doeu? - 

- Pra caralho. - Riu, eu o encarei séria. - O quê? - Perguntou.

- Nada. -

- Ah qual é? O que aconteceu Melissa? - Ele parecia levemente preocupado.

- É que eu não curto muito palavrões. - Eu fiquei sem graça ao lhe falar isso, ele sorriu.

- Desculpe, eu não falarei mais! - Eu voltei a olhar em seus olhos e sorri. 

- Obrigada. - 

E ficamos assim por um leve momento. Era fácil eu me perder nessa imensidão dos olhos cor de mel do Zayn. Eu analisava cada detalhe de seu rosto, assim como ele fazia com o meu. Seus olhos, seus cílios, sua boca. Tudo parecia tão convidativo agora. Zayn se aproximava de mim lentamente, assim como eu, ele queria um beijo. E droga! Por que parecia tão certo? Nossos lábios estavam a poucos centímetros de distância, eu sentia seu hálito quente em minha pele. Zayn analisava meus lábios, assim como eu analisava o lábio dele. 

E então, eu me afastei. Eu não podia. Zayn me encarou confuso.

- Me desculpa, eu não posso. - Falei rápido e levantei de onde eu estava. - Eu tenho que ir.. - E fui correndo para dentro de casa. Subi as escadas correndo e me tranquei no meu quarto.

Droga, eu quase beijei meu meio irmão. E droga, como eu queria ter finalizado!

 

Zayn

Eu passei a tarde toda dormindo, estava com muita preguiça. Então, decidi ir tomar um banho quente. 

Assim que saí do banho, enrolei a toalha na cintura e saí secando meus cabelos. Dei de cara com a Melissa, e por pouco, minha toalha não cai. Caralho! Essa menina quer me deixar maluco! 

- Melissa! - Exclamei surpreso.

(...)

Eu estava sentado no sofá quando a Carter perguntou das minhas tatuagens, eu sorri em vê-la se interessando por aquilo que eu gosto, e me apressei em responder todas.

- Qual a sua preferida? - Perguntou curiosa, eu fiquei sério. 

Eu não havia uma tatuagem preferida. Mas, havia uma em especial que tinha maior significado para mim. 

- É uma frase que eu tenho em árabe na costela. - Ela me analisava esperançosa. - Você quer ver? - Ela assentiu feliz.

Levantei minha blusa em uma altura que ela poderia ver, sem nenhum problema. Ela abaixou seu olhar para analisar minha tatuagem. E o meu olhar, seguiu fixo nela. Mano, como uma garota assim, poderia me encantar de tal maneira? Eu estava tão concentrado nela, e em seus detalhes, que levei um susto quando seus dedos gelados tocaram na frase. 

- O que significa? - Eu mantive meus olhos em seus olhos. Eu sentia a intensidade daquilo.

- Seja verdadeiro com quem você é. - A respondi. Ela sorriu.

- Puxa.. Incrível! Doeu? - 

- Pra caralho! - Eu ri, mas parei assim que vi ela ficar séria. Falei algo errado? - O quê? -

- Nada. - Ela ainda estava séria

- Ah qual é? O que aconteceu Melissa? - Eu estava começando a ficar preocupado.

- É que eu não curto muito palavrões. - Ela baixou seu olhar sem jeito. Eu sorri! Porra! Olha a ingenuidade dessa menina.

- Desculpe, eu não falarei mais. - Atraí novamente seu olhar pro meu.

- Obrigada. - Ela sorriu na minha direção.

Ficamos assim, nos encarando por breves minutos. E, parecia uma eternidade. E não, eu não estou reclamando. Por mim, eu viveria nessa eternidade sem nem reclamar. Seus olhos azuis se encontravam nos meus, castanhos, e era uma grande explosão. 

Pude analisar cada detalhe em seu rosto, seus olhos e sua boca eram as minhas partes preferidas. Principalmente quando ela sorria. Seu sorriso poderia se tornar a oitava maravilha do mundo, e eu nunca iria contestar. 

Comecei a me aproximar dela lentamente, e soube que ela queria o mesmo que eu, assim quando ela começou a se aproximar também. Eu intercalava meu olhar em seus olhos e na sua boca, assim como ela.

Sua respiração estava levemente ofegante e, então notei o efeito que eu tinha sobre ela. Mal sabia ela, que ela causava esse mesmo efeito sobre mim. 

Até que de repente ela se afastou, eu a encarei confuso.

- Me desculpa, eu não posso. - Foi se afastando. - Eu tenho que ir.. - E saiu pela porta. Me deixando sozinho.

- Caral... - Não completei a frase. - Caramba! - Me corrigi.

Essa garota quer me deixar louco! 

Eu nunca quis tanto um beijo como eu quis o dela hoje, parecia tão certo. Queria saber qual gosto tinha os lábios dela. E droga! Por que ela se afastou? Será que sou eu?

 



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