História Meu Querido Professor - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Proibido, Escola, Originais, Professor, Sexo, Traição
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Palavras 1.480
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura 🌝

Capítulo 5 - Capítulo 5


— Você vai negar que também sente curiosidade?

—Eu não seria tão estúpida ao ponto de negar isso.

Os olhos de Miguel me encararam por um momento a mais e tudo o que ele conseguiu fazer foi esticar seus dedos e colocar uma mecha do meu cabelo para traz de minha orelha. Os dedos dele tocaram então minhas bochechas, as curvas de minha mandíbula e então correram para os meus lábios. Meus olhos se fecharam por um momento sentindo o toque dele de encontro a minha pele, tentando gravar em algum lugar profundo aquela sensação tão boa.


Pude sentir a respiração dele próxima de minha boca mas nem se quer se mexeu. Nossas batidas cardíacas ecoavam descompensadas e ansiosas.

Ele tocou um lábio contra o outro. Envolveu meu lábio inferior com os seus enquanto sua mão apoiava no meu queixo.

Senti que ele se afastou o suficiente apenas para fitar meu rosto.

Abri meus olhos porém não fui capaz de falar nada. Meu mundo acabara de parar e começa a girar em um outro sentido. O rosto dele estava próximo demais. Seus olhos mostravam mais do que eu queria ver.


Quando ele tocou minha boca mais uma vez, somente fui capaz de colar meu corpo ao dele, implorando que ele não me deixasse cair ali. Ele tomou os meus lábios com suavidade. Cada toque descobrindo e matando aquela curiosidade que me preenchia. Meu sangue parecia borbulhar dentro de minhas veias.

Ele aprofundou o beijo, me prendeu mais forte entre seus braços e não fui capaz de segurar um gemido que acabara de sair de minha boca. Minhas mãos se arrastaram sobre o peito dele e pararam em seu pescoço, não pude deixar de acariciar, puxando-o  para mais perto de mim.

Pov. Prof° Miguel.

Me afasto dela mais uma vez, vendo agora ela de olhos abertos, lábios úmidos e avermelhados, seus olhos eram tão brilhantes e chamativos, uma das coisas mais bonitas que já tinha visto.

Ela se aproximou de mim, segurou meu rosto e me beijou, juntando nossos lábios.

—Aline...

Sussurrei seu nome quase como uma jura e sem pensar a ergui em meus braços, carregando-a para a mesa dos professores. As provas caíram no chão mais de nada nos emportamos. Nada importava. Aqueles lábios tão convidativos me deixaram simplesmente sedado de qualquer outra coisa ao redor.

Suas mãos agarraram meu pescoço, acariciaram minha cabeça, arranharam minha nuca. Eu corria minhas mãos por seus cabelos, sua cintura, seus braços. Com isso tirei dela um gemido profundo quando simplesmente a puxei contra meu corpo, deixando-a na ponta da mesa, fazendo-a sentir meu desejo.

Aline encerrou o beijo olhando-me nos olhos. Seus cabelos estavam bagunçados, seus olhos brilhavam, tudo o que eu queria era que aquele momento não acabasse. Aquele beijo tinha um sabor que eu jamais tinha conhecido. Era doce, era uma droga, um vício que não queria que chegasse ao fim. Era melhor do que todos os meus desejos mais intensos e proibidos.

Sem mais pensar, eu agarrei ela e a puxei para mais perto. Nossas bocas se encontraram loucas e agitadas. Suas pernas puxaram de encontro ao meu corpo.

Meu mundo se resumia naquele momento apenas aos impulsos que nossa mente implorava e o corpo agia.

Meus dedos arrastaram-se por suas pernas, apertando sua coxa, não pude deixar de sorrir quando novamente pude ouvir um de seus gemidos.



Ambos sabíamos o que ia acontecer naquele momento.

Porém era intenso demais, saboroso demais... Nenhum ousou parar. Não agora.

Naquela sala, eu pude sentir seus dedos vibrarem de encontro a minha pele assim, tão entregue.

Me afastei de sua boca, meus dedos ganharam vida quando puxei sua blusa  pelas bordas sobre a cabeça dela, deixando-a apenas de sutiã. Joguei sua blusa em um canto qualquer e logo me puxou pela camisa desabotoando desajeitadamente um por um dos botões também jogando em um canto qualquer. Beijei seus ombros, beijei seu pescoço e nenhuma área dali ficou sem conhecer meus lábios, ela também retribuiu o carinho, foi uma das melhores sensações que tinha sentido.

Ela não conteve um gemido quando abri seu sutiã de cor branca, puxando-o entre seus braços, finalmente colando nossos peitos nus um ao outro deixando mais que evidentes os mamilos rígidos dela.


Senti sua pele se arrepiar junto com a minha .

—Você precisa me pedir para que eu pare...—Improrei baixo, ainda beijando teus ombros.

—Não posso...

Aline sussurrou e suas unhas correram sem pena por minhas costas, criando um arrepio que jamais tinha sentido.

—Eu sei...

Segurei seu rosto mirando seus lábios e desajeitadamente tirei meus sapatos e os joguei para longe. Aline correu sua mão entre nossos corpos e seus dedos pararam nos botões de minha calça.

Um breve estalar brotou entre nós, os dedos dela congelaram ali e não pude deixar de notar o fundo de teus olhos.

—Sim? —pergunto ainda mirando-a fixo.

Seus olhos eram como  lâmpadas brilhantes e carregadas de expressão. Eu literalmente poderia ficar horas simplimente vendo o jeito dela sorrir. Mas ali, tudo correndo tão depressa, eu sabia que queria mas porém também queria a sua segurança.


Aline não me respondeu. Beijou meus lábios com certa força e abriu minhas calças e as abaixou juntamente com minha cueca box preta. Não contive um gemido, passei minhas mãos por sua cintura e agarrei o cós de sua calça puxando para baixo junto com a calcinha. Vi sua sanidade e seu medo saírem junto com o tecido .

Puxei ela contra meu corpo, agarrei seus seios entre meus dedos e ela quase gritou. Seus gemidos era como a melhor música que eu já tinha ouvido.

Aline agarrou meus braços e quando a puxei para ponta, pude ver que ela quase parou de respirar. Antes de penetrala rocei meu membro em sua vagina lentamente porém forte ao mesmo tempo, por fim a penetrando.

Fiquei imóvel por alguns segundos apenas para segurar sua cintura e para mais uma vez beija-la porém agora com calma, com nescessidade, tentando gravar em alguma parte de si aquela avalanche de sensações.

Aline gemeu contra meus lábios e agarrou meus braços, arranhando-os com as unhas.

Apenas empurrei o quadril, sentindo-a encharcada e quente.

Gemendo juntos, afogando-nos um no corpo do outro como se o amanhã não existisse.

As unhas de Aline cravaram-se contra minhas costas quando eu a puxei pelo quadril e então entrei completamente dentro dela.

Ofegantes, apavorados, gritando em silêncio nós nos perdendo pele contra pele.

Eu jamais tinha sentido tudo aquilo. Meu peito batia acelerado, minha respiração ecoava em minha cabeça e sua pele havia se tornado um vício que eu nunca mais queria me livrar.

Não era certo. Não parecia certo. Mas nada importava. Nada precisava fazer sentido.

Ela envolveu uma de suas pernas na minha cintura e eu me encontrei no lugar qual nunca mais queria sair.

Aline mordeu-me a boca, arqueou o corpo jogando a cabeça para trás e não pude perder a oportunidadee deliciar-me com a boca nos teus seios.

-Miguel... Eu...

Ela gemeu meu nome agarrando-se aos meus ombros.

Nós nos moviamos com calma, conhecendo, saboreando cada novidade, cada pedaço de pele ainda não traduzido.

—Não me peça pra parar... Não agora... —Imploro beijando seu queixo.

—Não pediria isso... — sussurra ela ofegante. — Pelo contrário... Não pare... Não me deixes assim... Eu vou...

As palavras que ela acabará de pronunciar foi tudo o que eu precisava ouvir para simplimente observar cada curva de seu corpo.

Agarrei forte suas coxas, segurei firme seu corpo e caminhei com ela até a lousa que avia ali.

Suas costas bateram forte contra a lousa e não lhe dei tempo. Agarrei alto uma de suas coxas e a fiz apoiar a outra perna no chão.

—Aline... — murmurei mirando o seu rosto enquanto empurrava fundo dentro da mesma.

Aline estava com a cabeça jogada para traz, os lábios abertos e inchados, as unhas cravadas em meus braços.

—Miguel me abraça... Não me deixe cair...

Aline  suplicou baixinho, perdi-me entre os sons de sua boca e o som de nossos corpos se chocando. Era uma mistura de cheiro, de sabor, de cor, de prazer... Era maravilhoso.

Pude sentir ela tremer em meus braços, logo ela começou a tensionar e eu sabia que seria o fim para nós dois. 

Segurei firme em sua coxa com uma das mãos, logo a outra segurou seu rosto buscando teus lábios, a beijei calando seus gritos enquanto ela atingia o ápice.

Não demorou para eu sentir minhas pernas bambas, o calor subindo por minhas veias. Ela morde meu lábio sugando-o com força, puxando-o para mais perto se era capaz. Acabei gozando dentro dela, gemendo alto e deixando ambos tontos e fora de si.

Saio de dentro dela  e seu corpo pesa sobre mim, apenas a puxo para que sentassemos no chão.

Ela repousa sua cabeça em meu ombro e eu a envolvo com os braços.

Ofegantes e praticamente sem noção de nada além daquilo que acabamos de provocar juntos, apenas nos mantínhamos ali, por longos e deliciosos minutos.

Sai de meu transe quando Aline me beijou o ombro e lentamente se levantou.

Permaneci ali, a vi se levantar e caminhar até onde suas roupas estavam. Ela se vestiu e veio até mim trazendo também minhas roupas.

—Aline, você está bem? — pergunto colocando minha calça.

—Sim, eu preciso ir.














Notas Finais


Até mais🌚🌝


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