História Meu Querido Professor - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Clefan, Clenan, Professor, Romance
Visualizações 59
Palavras 1.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aproveitem a leitura ♡♤

Capítulo 8 - O melhor braço ops (abraço)


Quando voltei a consciência ele já tinha me soltado e eu que continuava o abraçando. Sinceramente eu nem liguei muito pro abraço, só liguei pro fogo que subiu intensamente sobre mim quando eu senti aquele braço me envolvendo, senti a respiração dele acelerada mas fiquei triste em sentir as lagrimas dele escorrendo pelo meu braço. Com certeza ele era o cara mais gostoso que eu já abracei na minha vida. Eu estava tão alucinada e tentada que quando soltei ele deixei escapar um suspiro com as palavras " nossa que braço gostoso ". Massas como sou burra, ele estava na minha frente e deu uma risadinha, e perguntou..

- Pois não?

- Eu quis dizer que "abraço gostoso".

- Então me da outro? - ele disse.

- Com todo prazer... - respondi suspirando...

Omg!!!! Esqueci que tinha mais pessoas em nossa volta, e quando o soltei novamente todos estavam nos olhando... E Rak fazia um sinal de " vou te matar sua cretina "...

" Sinto muito " eu disse baixinho em direção a ela.. Ela só fez um sinal com a cabeça..

Depois de um tempo eu me toquei e fui pra perto de Marcos dei um abraço nele.. E depois fui pro lado de Julio, que me olhava com um olhar curioso tipo " de onde será que ela conhece o Renan? " e " porque um abraço tão demorado? "

Olhei no relógio e já eram 6:00 horas, eu fiquei o tempo todo perto de Julio vendo o Renan e o Marcos chorando e preparando as coisas do velório, me senti totalmente uma intrusa fazendo não sei o que olhando o cara mais lindo do mundo chorando e não podendo abraça-lo. Fiquei um bom tempo reparando que ele e Marcos eram parecidos, mas ele era totalmente o mais gato. Depois de mais ou menos uma hora de silêncio, Julio quebrou o silêncio.

- Em fim, de onde conhece o Renan?

- Bom, acho que você sabe que ele é professor de Historia. Ou não sabe?

- Sim sei.

- Então, ele é o meu professor.

- E porque um abraço tão demorado?

- Não sei, acho que fiquei meio comovida com ele chorando, só queria mostrar meu apoio.

- Mais qual é? Um apoio muito grande então.

- Não sei do que você está reclamando. Você ta com ciumes?

- É....não só acho desnecessário um abraço tão dado!

- Costumo ser sincera nas minhas atitudes, só queria confortá-lo.

- Um grande conforto.

- Sim.

Desde quando esse cara acha que manda em mim?! Odeio pessoas que tentam tomar posse de mim, nem minha mãe faz isso.

No velório.

Nem eu sei o que eu estou fazendo aqui, ver essas pessoas chorando só me deixa mais cansada, só a Rachel pra me fazer passar por isso. E Lise está lá sozinha na escola e eu estou no velório de um cara que eu nem conheço, vendo só mais pessoas estranhas entrar chorando. Não como nada desde as 4:30 ou seja, desde a hora que eu acordei. E ver Renan triste daquele jeito só me da mais vontade de ir e faze-lo sorrir, ou sei lá faze-lo feliz. Estou começando a tomar a dor de todo mundo.

Eu estava lá sozinha porque acho que Júlio ficou com raiva da minha resposta, então ele me deixou sentada lá no canto. Rachel estava com Marcos e eu com a solidão.

Bosta! Não acredito que estou chorando no velório de alguém que nem sei o nome, acho que sou emotiva demais...

- Olá mocinha, posso saber quem é você?- perguntou a mãe do Renan.

- Sou amiga da Rak, a namorada do Marcos..

- E o que faz aqui?

- Não sei também senhora, ela pediu pra eu vir com ela e bom. Acabei ficando só.

- Posso me sentar aqui com você?

- Claro.

- Sabe filha, eu precisava falar com alguém que não soubesse o que estou passando e acho que Deus enviou você.

- Ah sim- respondi sem graça.

- Posso desabafar?

- Claro... Estou ao seu dispor.

Nunca saiu tanta gentileza de mim, mas não sei.. Eu gosto muito de ajudar as pessoas e bom ela estava sofrendo muito...

- Então... Eu conheci o Jey à mais ou menos 40 anos atrás, quando eu tinha 18 anos nós nos casamos, eu não queria casar com ele porque não sei eu queria ser livre. Mas no dia do casamento ele jurou me amar, e me respeitar sempre. Na hora achei meio estranho alguém vir jurar amor eterno, eu achava que era jovem demais para o amor, mas descobri que eu estava enganada ele me ensinou a ser feliz.

- Nossa senhora, lindo isso sinto muito pela perda, sei que é difícil perder alguém que amamos...

- Eu vi você abraçando meu filho.

- Ah, sim ele é meu professor de história.

- Sério? Mas quantos anos você tem?

- 17. - disse sorrindo..

- Nossa filha mas não parece. Você parece ter uns 20.

- Todos falam isso! Acho que sou um pouco avançada pra minha idade.

- É sim, uma moça muito bela.

- Obrigada. Posso te fazer uma pergunta?

- Pode sim filha.

- Quantos anos o Renan tem?

- Ele tem 24 anos.

Uoooool 24 anos, por isso tão maduro e jovial ao mesmo tempo.

- Entendi.

Ela começou a chorar então eu a abracei e de longe avistei Renan me olhando surpreso, e do outro lado avistei Julio me encarando.

Sou sensível a algumas coisas. Depois de um tempo ela se levantou e agradeceu. Eu disse que eu estaria lá se ela precisasse de mim.

Me levantei e sai do cemitério em busca de algum lugar pra comer, eu estava com muita fome. Quando me sentei pra comer vi ele se aproximando .. Meu coração começou a bater mais forte. Será que ele estava me seguindo?

Ele chegou e se sentou perto de mim.. E agradeceu por eu ter falado com a mãe dele, disse que ela ficou mais calma. Eu apenas sorri e disse que não gosto de ver pessoas tristes ainda mais senhorinhas... Ele sorriu.

E ficou lá sentado me olhando comer... Claro que fiquei morrendo de vergonha, mas continuei comendo até que ele quebrou o silêncio.

- Você namora o Julio?

- Eu não! - respondi sorrindo.

Terminei de comer e me levantei, ele tambem se levantou, eu me despedi e disse que ia embora pedi pra ele avisar a Rak que eu tinha ido por causa do trabalho. Mas ele não quis, ele pediu pra me levar até minha casa. Eu aceitei, já que não fazia ideia de onde estava.

Quando chegamos finalmente na porta da minha casa ficamos parados por alguns minutos olhando um pro outro. Até que ele se aproximou, e me abraçou de novo... E pra finalizar, me deu ummmm BEIJOOOO é um BEIJOOOO na bochecha.

Desci do carro surpresa. Queria um beijo de verdade. Ai que cara devagar, sera que não percebeu que eu queria? Ou sera que não era o momento certo? Talvez ele só queria agradecer.

Ah qual é né, agora eu quero um beijo. 



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