História Meu querido treinador - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 23


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 64
Palavras 2.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Caramba!!!


Me desculpem fazer vcs esperarem!!! Me desculpem mesmoooo!!!

Cheguei - joga confete - com mais um cap desta fic, que esta em seu perfeito finalzinho e agradecendo vcs pelo carinho!!!!!

( o proximo capítulo, será o fim, espero q estajam prontxs!!)

Espero q estejam bem, e tomando água!! Me aguardem q jaja chego com o próximo....


N sei se esr cap está grande, mas espero q esteja bomm

Boa leitura.

Capítulo 23 - Confições


Fanfic / Fanfiction Meu querido treinador - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 23 - Confições

Sorri, liberando mais um pouco de malicia pelos olhos. Minha boca foi de encontro com a sua para mais um sessão de beijos. Raspei minhas unhas por seu peito nu, rebolando o máximo em sua intimidade já rígida.  

Escutei um suspiro alto vindo da boca de Jeon, segurava com força minha cintura. Sorri, largando seus lábios e caminhando minha língua por seu pescoço. A pele macia estava arrepiada e eu estava adorando. 

- Não faz isso comigo. - balbuciou um pedido. 

- Apenas começou querido. - Retruquei saindo de cima dele.

O mesmo me encarou de forma estranha e eu ri. ME virei colocando o meio de minhas pernas diante de seu rosto. 

- 69 é? - indaga. 

- chupe sua gatinha, daddy! - ordenei, dando se cara com Seu pau duro.

Jungkook não pestejou, apenas segurou minha virilha, chupando deliciosamente meu clitóris. Revirei os olhos segurando o lençol, lutando para não gemer gritando. 

Agarrei seu pênis, o fazendo puxar ar entre os dentes e ali comecei a brincadeira. Indo E vindo, dando e recebendo. Suguei sua glande, deixando um pouco de saliva ali, conjecturando o maior a baixo de mim, chupando-me com força .

A agonia e o prazer invadiam meu corpo, que tremia em cima do mais velho. Eu estava quase que forçadamente gozando. Lambi seu pênis inteiro, acariciando suas bolas e por fim beijei ali seu órgão.

Sai de cima dele, o escutando rosnar. Sorri de lado, ainda com as pernas bambas, esquivando-se de qualquer toque que viesse. O garoto se sentou, colocando suas costas na cabeceira da cama.

O chamei com o dedo indicador, indo em direção á sacada. Vento gelado me fez arrepiar e meu corpo se encolheu, aos poucos senti a presença quente de Jeon atrás de mim.

Segurou minha cintura, me colocando à mercê de seus comandos. Suas mãos firmes e grandes, enrolaram meu quadril me fazendo arfar. Um ardente invadiu-me por completo, sentia-me como uma tocha ou como próprio fogo.

- Você é linda, entretanto é ainda mais gostosa! - alisei seu peito nu, o vendo sorrir.

- Está uma noite bonita, não acha? - levantei a sobrancelha.

- Está, porém fica difícil gostar dela, comigo ansiando tanto por você! - beijei meu pescoço. - Você é ainda mais im previsível do que imaginei, Naomi.

Sorri, perante sua confissão. Imprevisível era algo que eu sabia ser altamente, a vida me fez ser assim. O peguei pela mão, o trazendo até uma poltrona ali, sentando-o devagar. Suas íris brilhavam, enquanto escureciam de imagens inadequadas.

Subi em seu colo o encaixando ali mesmo. O tesão e a ansiedade nos adentrava sem pestejar nada. Gememos arrastado, enquanto eu ditava os primeiros movimentos.

- Ah, porra! - segurou firme minha cintura, se apoderando da pele. - Eu estou enloquecendo.

- Apenas aproveite, cretino! - fechei meus olhos, umidecendo os lábios.

O barulho emitido por nossos físicos era evidentemente erótico e ousado. O vai e vem era ousado. Tudo era ousado.

Busquei apoio cegamente em seu ombro, conjecturando sugar meus seios, os juntando em uma mão apenas. Arfei, gemendo alto em seguida.

Jeon investia em baixo, com gemidos abafados por conta da minha pele. Suas frases sem nexo estavam ficando frequentes, assim como os meus berros prazerosos.

- Caralho! Seja menos... - me entrecortei. - Ah, porra. - gemi.

Ele riu soprado, fechando os olhos devagar, segurando minhas costas, enquanto eu arranhava forte seus ombros grandes. Meu ápice estava dando sinal de vinda, e eu pendurei a cabeça para trás.

- Estou quase lá também. - disse. - Está apertando demais!

E sem que eu ao menos avise, meu orgasmo chega, junto ao dele. Investindo devagar apenas para parar, me deitei em seu peito, sentindo o vento gelado voltar em meio ao calor que eu estava sentindo. Suspirei, fazendo um circulo em seu peito, enquanto o cheirava disfarçadamente.

- Você é cheiroso... demais! - eu disse, quase aos sussurros, perante à vergonha de admitir.

- E você é um anjo. - balbuciou, levantou meu queixo, para que eu o olhasse cara a cara. - Um anjo boca dura e extremamente pecaminoso, mas um anjo.

Ri baixo, e ele beijou minha testa. Por que depois da baixaria toda, vem o romântismo? É bizarro.

Alisou meus cabelos bagunçados, e eu não pude parar de encará-lo, sem piscar, como uma psicopata. Era como ver um quadro esculpido pelo artista mais talentoso, vendo a realidade transparçar por olhos tão escuros como a noite.

- Caramba, pare de me seduzir! - lhe dei um tapa fraco no peito. - Cara, você é louco!

- Eu devo mesmo parar? - sorriu sugestivo. - Sei que não.

- Não mesmo. - sorri selando seus lábios e deitando novamente em seu peito.

Era algo confortável, como um travesseiro. Seus toques eram delicados, quando seus dedos alisaram minha pele desprevenida. Adormecei, a ultima coisa que estava me fazendo parecer completa e desesperadamente bem, era meu querido treinador, Jeon Jungkook.

Aquele filho da mãe, que atormentou a minha vida durante poucos meses, enquanto eu porventura me deixava levar com suas provocações. Agora estamos aqui, levados à tentação de nós mesmos tendo por direito um ao outro.

°.♡.°


Paris _ France - 3:34 Pm.



- Finalmente em casa! - Joguei minhas coisas na cama. - Pylar? - chamei, e não obtive resposta.

Dei de ombros, dando com força as costas na cama macia. Eu estava exausta, ainda mais pela noite incrível que passei. Pylar não estar no dormitório me deixava pouco triste, mas era necessário aproveitar a ação solitária. Encarei o quarto, vendo um bilhete cor-de-rosa na porta.

"Não esqueça que quando você chegar, estarei em horário de aula. Quando eu voltar ao final da tarde, vou querer saber todas as novidades!"

Ri e fui tomar um banho, apenas para descarregar o peso da viagem. Me despi, sentindo as sensações da noite passada, mordendo meus lábios a procura de lembrar-me mais. Foi incrível.

Segurei a toalha, a enrolando no meu corpo, sendo cuidadosa ao escolher um pijama para dormir. Eu iria para aula apenas daqui dois dias, que eram para eu aproveitar lá na Austrália, porém acabamos vindo mais cedo.

Deitei-me na cama, cobrindo meu corpo cansado, me descando de qualquer pensamento. Aos meus olhos fecharem não pensei em mais nada, a não ser em como fiquei orgulhosa de mim.



"Estaremos esperando você no nosso lugar. Entrei no quarto, mas você nem se mexeu, então nos encontre lá!"

Sério? Mais um post-it? Agora a comunicação funciona assim? Pelo menos ela não quis me acordar, talvez eu estivesse mesmo cansada.

Arrumei meus cabelos embaraçados e fui ao banheiro. Coloquei um jeans normal, acompanhado por um moletom grosso e uma touca. Estava mais frio que o normal naquela noite. Sai do dormitório marcando às 9 horas.

Abafei minha respiração no moletom, procurando aquecer minhas mãos, subindo as escadas do prédio abandonado, que ao chegar ao terraço estava iluminado por luzes coloridas em forma de bolinhas, com garrafas de bebidas e sucos, alguns salgadinhos que cheiravam a queijo.

Sorri, ao ver meus amigos juntos ali, me esperando. Pylar estava sorrindo, enquanto buscava se aquecer na pequena folgueira que haviam feito. Jimin estava de boné, com o típico moletom grande, se levantando rapidamente quando me viu.

- Eu já estava arrancando os cabelos de saudade ! - me abraçou correndo.

- Só se passou de uma viagem de cinco dias Park. - ri ao leo, com a expressão mais jubiante que já havia feito.

- Dane-se, você faz falta. - replicou.

- Seja-bem vinda de Volta Naomi, você fez um ótimo trabalho! - Py me abraça.

- Obrigada gente, eu nunca estivesse tão feliz quanto estou agora. - sorri.

Meus amigos me levaram até um banquinho perto do fogo baixo, enquanto me contavam as novidades mais chocantes que passei sem saber. Pylar me disse que deram um festa para o clube de natação, onde todos foram e ela acabou conhecendo um garoto super legal. O nome dele é Seokjin, ele é um veterano do clube de natação.

Jimin me disse que seu amigo mais novo, que iria entrar para uma universidade, havia acabado de terminar o namoro, que fora pago pela sua mãe. Quem em sã consciência consegue magoar alguém, fingindo ser namorada? É um tanto surreal.

Não fiquei por fora de nada. Eu contei como havia sido a viagem e como eu estava orgulhosa de ter ganhado, e claro estávamos bebendo e comendo bastante. O relógio do campus tocous anunciando ser meia-noite.

Logo meus amigos deram partida, já que teriam aula ao amanhecer. Avisei-os que estava bem e que iria esperar a fogueira acabar para enfim, ir para o dormitório. Bebi mais um pouco, mas estava sóbria, observando as estrelas brilharem no céu.

Fora uma noite muito agradável para mim, e como qualquer coisa boa, tudo tem um fim. Estava mais que feliz, com a reação dos meus amigos com minha volta e nada poderia me deixar melhor do que eu já me encontrava.

- Precisa de companhia? - Indagou, batendo na porta de ferro que estava quebrada.

- Não, mas pode se sentar aqui. - ri, pela minha resposta. - como sabia que eu estava aqui?

- Senti seu cheiro. - sentou ao meu lado, e eu lhe dei a língua. - É mentira boba. Eu vi a fumaça e sei que só você, seu amiguinho e sua colega ficam aqui.

- Bem, você ja veio aqui, Jeon. - murmurei lembrando do dia. - Mas estava bêbado demais para se lembrar.

- A bebida foi só uma desculpa. - ele me encarou, pegando a cerveja da minha mão dando um gole. - Aquele dia eu estava totalmente sóbrio.

- O quê? - O interroguei, o vendo torcer sua boca em um sorriso profano.

- Eu não bebi uma gota de álcool naquele dia. - revelou. - Realmente foi só uma desculpa.

- M-mas...você me beijou! - afirmei, um pouco alto. - Seu Pervertido!

Bati minha mão sobre seu peito e a única coisa que ele fez foi segurar meus punhos e rir.

-Por que está rindo? - interroguei o moreno, indignada.

- Queria saber qual seria sua reação ao me ver alterado. Achei que depois de um tempo, iria querer transar comigo, mas isso não aconteceu.

Cessei os tapas, me soltando das suas mãos. - E o que Você queria com isso?

-Na verdade eu esperava mesmo por isso, mas quando te beijei, não vi em você algo para ser aceso, porque simplesmente você estava me ajudando. - engoliu mais o líquido azedo. - Então eu te beijei e por algum motivo, eu inventei um desmaio.

- Você é um completo filho da puta! - o encarei. - Eu tive que te carregar feito um escravo até seu quarto, fiquei com dores no ombro e nas costas e você me diz que estava fingindo? - ele assentiu.

Eu gritei, como jamais havia gritado. Só parei quando ele colocou sua palma sobre minha boca me mandando calar-me. O mordi, muito brava, porém estava quase rindo da situação.

- Shi! - mandou. - Nao, fique calma!

- Você é mais idiota do que pensei. - parei, me levantando, enquanto ia até o culler no frio e lhe lançava um garrafa de cerveja, enquanto eu me contentava com um suco.

- Me desculpe por isso!

- Então foi por isso que decidiu ser legal comigo? - ele me encarou sem enteder. - Foi porque eu te ajudei, que você decidiu me ajudar?

- Eu resolvi nos ajudar. - se levantou. - Do que adiantaria ficarmos sempre brigando? Eu sei que se fosse por você, essa nossa guerra nunca iria acabar.

Revirei os olhos, levantando a sobrancelha de forma contraditória. Era verdade.

- Tudo bem. Desta vez eu te perdoou, porém se quisesse um beijo ou até mesmo fazer sexo, era só ter me provocado! - eu babuciei.

- Não funciona mais assim, Naomi. - me abraçou. - E nem vai mais funcionar.

O abracei, ainda de olhos arregalados tentando ter alguma outra reação. Eu sentia seu perfume rente as minhas narinas e, estava ficando tonta. Me afastei, me virando para encarar o céu.

- Sabe, eu me peguei esses dias te admirando. - Confessei. - E olha que engraçado, me observei completamente apaixonada por você! - senti suas mãos agarrarem meu quadril, apoiando sua cabeça na minha.

- Bem, posso lhe dizer que o sentimento e recíproco. - me apertou mais. - Você me faz ser apaixonado todos os dias...






...




Notas Finais


Me desculpem pelos erros!!

Sigam meu perfil e acompanhe minha estórias e imagines!!
@Im_haters


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