1. Spirit Fanfics >
  2. Meu secreto amor ( Michaeng) >
  3. Razões e emoções

História Meu secreto amor ( Michaeng) - Capítulo 36


Escrita por:


Notas do Autor


Amores vou me explicar pela demora tá!! Então esse capítulo era pra ter saído no sábado, mas não sei oque tá acontecendo com a minha conta, tentei enviar mas não foi e de repente apagou todo o capítulo.... Eu fiquei tão.... P**** tive que escrever tudo de novo e novamente aconteceu a mesma coisa... Espero que dessa vez dê certo....

Capítulo 36 - Razões e emoções


Fanfic / Fanfiction Meu secreto amor ( Michaeng) - Capítulo 36 - Razões e emoções

               Myoui Mina

Chaeyoung estava ainda sentada sobre meus joelhos. Nossas bocas estavam coladas uma a outra e pareciam não quererem mais se separar. O beijo intenso e cheio de saudades o deixava melhor a cada toque. Seus dedos cravaram meus cabelos em uma tentativa de não permitir que se soltassem. Minhas mãos a puxavam para mais perto ainda de mim, mesmo nossos corpos tão colados eu a apertava mais forte. Chaeyoung tinha os lábios macios e carnudos e eram extremamente chamativos. Eu me deliciava cada vez que os tocava e não tinha vontade alguma de os deixar, era viciante seu beijo. Mas que qualquer outra droga que cheguei a provar.

Minhas mãos desciam por sua pele descoberta graças a roupa que usava. Um short curto e um cropped que deixava seus ombros e barrigas expostos me faziam ficar mais louca para vê-la fora desse conjunto. Senti ciúmes por ela estar vestida dessa forma, com certeza deve ter recebidos vários olhares de desejos, Chaeyoung é só minha e não permito que ninguém se aproxime com segundas intenções... Essa mulher garota incrível é minha toda e inteiramente minha.

— Mina. Sua voz saiu em um arrastado. — amor. Minha boca só deixou a sua uma única vez para poder recuperar o ar.

— oque foi?. Respondi lentamente e deixei que ela falasse oque tinha pra dizer. Chaeyoung afastou um pouco o rosto do meu e pude vê em seus olhos o desejo que ela sentia assim como eu.

— tem uma pessoa aqui, quero que você a conheça. Olhava para seus lábios enquanto ela falava. Chaeyoung não sabia, mas eu não estava prestando atenção em nada no que ela estava dizendo. Selei seus lábios em um selinho demorado.

— vem, vamos.

— precisa ser agora?. Segurei em sua cintura a impedindo de sair das minhas pernas e novamente a beijei.

— sim precisa. Disse rápido e saiu das minhas pernas. Senti a decepção tomar conta quando a vi já com a mão na maçaneta da porta, antes de vê-la sumir porta a fora, agi rápido.

Puxei Chaeyoung pelo braço e a encurralei contra a porta não permitindo que ela saísse, sem perder tempo ataquei novamente sua boca, dessa vez foi um beijo mais intenso, avassalador, feroz, cheio de desejos. Chaeyoung não me impediu, ao contrário ela enlaçou meu pescoço e eu vi que poderia começar a pôr meu plano em prática.  Puxei uma de suas pernas e levantei para poder me encaixar mais perfeitamente ao seu corpo.

Chaeyoung entrou com as duas mãos por baixo da minha camisa longa e encravou suas unhas nas minhas costas. Gemi baixinho pela dor que senti, chupava e beijava seu pescoço a fazendo arfar em desejos, se eu estava pegando fogo com seu toque na minha pele, imagine ela que estava sendo torturada agora pelos meus beijos, mordidas e chupões que estavam sendo dados no seu colo quase bem perto dos seus seios.

— Mina por favor. Sua voz arrastada e baixa não me fazia recuar, ao contrário avancei mais forte quando comecei a descer minhas mãos para as partes mais sensíveis. — Mina, vamos parar um pouco, por favor. Deixei seu pescoço e chupei a ponta da sua orelha.

— tem certeza que quer parar?. Disse sussurando ao seu ouvido, logo em seguida passei minha língua por toda a região.

— na-não estamos sozinhas aqui.

— podemos fazer rapidinho, sem barulho, bem rapidinho meu amor.  Sussurava ao seu ouvido lenta e sexualmente, meu desejo é vê-la pegar fogo, tudo parte dos meus planos.

— rapidinho?. Perguntou no mesmo tom que o meu.

— sim, rapidinho. Respondi e logo em seguida comecei a minha sessão de torturas. 

Desejo? Saudades? Tesão? Amor? Eu não sei explicar bem oque era, mas esses sentimentos estavam agora nos dominando. Desejos esses que se misturaram e uma esfera de luxúria estava se formando naquele pequeno ambiente. Minha língua explorava cada pedaço do seu corpo a fazendo arfar mais descontroladamente, desci devagar com minha boca deixando rastros até chegar na sua barriga desnuda. Me ajoelhei para poder ter acesso e fazer tudo e ao mesmo tempo ter o prazer de vê sua reação em cada detalhe que será feito.

— Mina por favor, me leva pra cama agora. Mordi sua barriga e dasabotei seu short, entrei com minha mão por dentro e acariciei a área que já estava úmida. — Mina, não brinca comigo. Sorri maliciosamente, não ia ser agora e nem tão pouco rapidinho como havia falado.

— você tá tão molhada Chaeyoung. Minha voz saiu sensual e ela revirou os olhos quando de imediato a penetrei com dois dedos. Olhei pra cima pra poder encara-la e nesse momento ela estava com os dedos em sua boca em uma tentativa miserável de segurar os gemidos. As estocadas estavam ficando mais fortes, levantei rápido e ela dessa vez levantou a perna e envolveu meu quadril com ela. Chaeyoung era só gemidos e eu estava me elevando por ser eu a causadora desses gemidos que por sinal estavam sendo abafados.

A saudade que senti todos esses dias da mais nova me fez perceber que é destruidor ficar longe dela, e como passei três dias sem seus beijos e carinhos, nada mais justo que matar a saudade da melhor maneira possível não é mesmo?.

Levei minha boca aos seus seios e os chupei com bastante tesão. Não tinha tirado nem uma peça de sua roupa que ainda estava colada ao seu corpo, mas conseguia alcançar tudo que queria sem ter que deixá-la nua. Com um sorriso cínico fui parando meu trabalho com ela, Chaeyoung estava quase chegando ao seu ápice e não poderia deixar, eu precisava deixá-la muito, e muito excitada para poder continuar com todas as forças na noite que ainda iria começar.

— Mina, oque tá fazendo?. Ela disse e sua voz ainda estava fraca, graças a sua excitação extrema.

— guardando o melhor pra depois. Depositei um beijo na sua testa e retirei minha mão de onde estava.

— você não tá falando sério não é? 

Sorri cinicamente e sai do quarto sem dizer nada. Sabe quando você tem vontade de fazer algo mas não sabe como a pessoa vai reagir? Então foi isso que fiz, estava agora sentindo um medo profundo, será que fiz errado? Fiz alguma bobagem? Brinquei com fogo e vou receber de volta de uma maneira surpreendente? Só terei a resposta logo mais, quando novamente estivermos sozinhas.

Cheguei na cozinha e me surpreendi com um rosto novo sentado a mesa juntamente com Jihyo e Daniel. Cumprimentei todos a mesa mas não conhecia a garota de cabelos curtos e sorriso encantador. Olhei pra ela várias vezes, ela é realmente uma garota linda.

— oque a Chaeyoung tá fazendo?. Jihyo perguntou e começou a colocar umas taças a mesa.

— precisou ir ao banheiro, já tá vindo.

Assim que calei a mais nova entrou na cozinha, Chaeyoung estava diferente, parecia incomodada com alguma coisa, e eu sabia exatamente oque era. Ela sentou ao meu lado mas antes apresentou a morena.

— Mina é, essa é Eunha, estudamos juntas, nos conhecemos na faculdade.

— muito prazer Mina, Chaeyoung falou muito de você.

— o prazer é meu Eunha.

Depois dos cumprimentos, iniciamos uma conversa aleatória e boba, a noite não estava quente, mas ali, naquele pedaço de espaço estava um calor forte. Uma de minhas mãos foram parar embaixo da mesa nas pernas da pessoa ao meu lado. Subi devagar passando minha unha, olhei de soslaio e Chaeyoung estava com a cabeça baixa, vi na hora que engoliu seco e aproveitei do momento para avançar um pouco mais com a mão. Encostei na parte proibida e ela deu um solavanco forte que o talher que segurava caiu no chão e chamou a atenção de todos na mesa.

— você tá bem amor?. Chaeyoung arregalou os olhos e se abaixou para pegar o garfo.

— Tigrinha você tá bem?.

— si-sim é que escorregou. Ela coçou a garganta e sentou novamente. Chaeyoung tentava prender os cabelos e eu me inebriava com a visão do seu pescoço. A tensão sexual estava tomando conta daquele lugar e tudo que queria era levá-la para aquele quarto e acabar de uma vez com tudo.

— por que Tigrinha?. Eunha perguntou e eu fui Interrompida de novamente subir com a minha mão quando Chaeyoung as retirou com urgência de sua coxa.

— é que meu pai me deu esse apelido, é uma coisa nossa. Ela disse baixo e eu pude vê que Chaeyoung não estava se sentindo bem com o novo rumo da conversa.  A morena de cabelos curtos notou que ela não estava confortável e mudou rápido o assunto surpreendendo a todos, até mesmo a mim.

— e a sua maquete Chae? Ela já está sendo feita?. 

Chae? Pera aí, essa garota nova chamou minha namorada de Chae? O apelido carinhoso que somente eu sei e eu que criei? Sinceramente eu não estava gostando nem um pouco dessa aproximação e amizade repentina de Chaeyoung.

— sim, comecei, amanhã vou pegar outros livros na biblioteca para poder dar continuidade.

— ah, se precisar de ajuda sabe que pode contar comigo não é? Sou ótima em matemática e ainda estudamos o mesmo curso. Cerrei meus olhos e levei um pouco de água até minha boca. Observava toda aquela cena de interação das duas.

— bom, a conversa tá ótima mas preciso ir gente,  Daniel e eu vamos pegar o plantão da madrugada.

— unnie achei que tivesse de folga hoje.

— eu também achei, mas infelizmente não, temos que ir, amanhã bem cedo estaremos aqui para tomar café com você. Jihyo beijou a cabeça de todas e saiu com Daniel deixando apenas nós três na mesa.

— então Eunha, de onde você é?. Tentava me interagir mais com a garota nova se ela era agora a nova amiga da minha namorada, teria que aceitar também como uma nova membro do nosso grupo.

— sou de geumcheon-gu, mas não tenho um endereço fixo ainda, meu pai é militar e sempre estamos nos mudando.

— ah, então você não vai ficar por muito tempo?. Levei mais um pouco de água até a boca esperando uma resposta.

— bom, espero que dessa vez eu possa ficar, gostei muito daqui e a Chae está me...

— Chaeyoung. A corrigi com um sorriso forçado.

— desculpa?. Ela disse meio duvidosa.

— é que Chae é como eu a chamo, só eu.

— Mina? Para com isso. Chaeyoung me repreendeu e eu agi como se nada tivesse acontecido, ironicamente na verdade.

— ah, me desculpa.

— não se desculpe Eunha, você não fez nada de errado.

— é, não se desculpe, você pode chama-la de Chaeyoung, Chaeng, mas não de Chae, esse só eu. Chaeyoung colocou a mão na cabeça e balançou negativamente. Eu não estava sendo rude, a pessoa que precisa saber ouvir e entender para não achar que estou sendo irritante.

— desculpa Eunha, Mina é um pouco ciumenta, ela não é chata desse jeito.

— é não sou não, não me leve a mal é que realmente tenho ciúmes, mas você pode chama-la do que quiser, inventar outro apelido, menos Chae.

— tudo bem, vou chama-la de Chaeng então. A garota falou de um jeito fofo e nós três começamos a rir. — bom meu pai me mandou uma mensagem, já está chegando pra me pegar.  Ela se levantou da cadeira e nós duas a acompanhamos.

— eu espero lá fora com você Eunha. Chaeyoung se manifestou e eu não gostei muito da idéia, mas fazer oque, eu estava com ciúmes poxa.

— foi um prazer te conhecer Mina.

— igualmente Eunha. Respondi educadamente e a vi sair porta a fora junto com a mais nova.

Enquanto estava sozinha, decidi lavar as pequenas coisas que tinham na mesa, não era muito, só tínhamos tomado uma sobremesa gelada que Jihyo tinha feito. Chaeyoung deve estar cansada do trabalho, faculdade e ainda teria minha noite com ela, então iria poupar cada esforço que a mais nova ainda fosse fazer naquele finalzinho de noite. Depois de lavar, enxugar, e guardar toda a louça, fui até o quarto e já me enfiei dentro do banheiro para um banho.  Não demorei muito já que estava começando a ficar frio. Me aproximei do guarda roupa e tirei de lá uma camisa longa que reconheci sendo minha, nas suas coisas tinham roupas minhas como na minha casa também tinha suas, só falta agora morarmos juntas.

Deitei na cama de barriga pra cima e comecei a responder alguma mensagens, principalmente da Sana, minha prima tinha um instinto protetor um pouco exagerado, sempre que estava fora eu teria que avisar onde estava, com quem, e que horas iria voltar pra casa, ou então ela seria capaz de mandar a polícia atrás de mim.

Sha sha sha :  Mina onde você tá? Já está sumida por horas e nem sequer da um sinal de vida, eu vou te matar...

Eu : relaxa esquilinha, tô na Chaeng, você sabe que eu estava aqui, porque todo esse escândalo?.

Sha sha sha : você não vem dormir em casa? Vai me deixar sozinha novamente?

Eu : desculpa esquilinha, tô com saudades da minha namorada e quero passar a noite com ela...

Sha sha sha : fala sério Mina, vocês se vêem todos os dias, isso é tão grude, vem pra casa, você não enjoa?.

Eu : impossível meu amor, o amor não enjoa....

Sha sha sha: acho que vou vomitar....

Eu: Por que você não chama a vizinha gostosa para dormir com você?

Sha sha sha: yahhh Claro que não, vem cá, a Chaeyoung sabe que você acha a vizinha gostosa??

Eu: não e nem vai saber, esse é nosso segredo hahaha.....

Sha sha sha: eu não tenho segredos com ela, vou mandar agora mesmo o print dessa conversa você ferrada Myoui Mina....

Eu: se fizer isso, a vizinha vai saber que você tem um amor platônico por ela, vou espalhar para toda a faculdade que você é  apaixonada por Chou Tzuyu e todos vão colocar na internet....

Sha sha sha : ok acabou a brincadeira, Vamos guardar esse segredo somente para nós duas, mas se você  a chamar  de gostosa novamente eu acabo com você....

Gargalhei alto por ela ter desistido tão rápido de me chantagear, Sana é esse tipo de pessoa, ela gosta de contrariar e brincar com os outros mas quando é sua vez ela chora e perde na mesma hora eu amava o jeito que   a deixava assim, ela sempre desistia rápido de qualquer que fosse o assunto. Olhei no relógio e a demora da Chaeyoung já estava começando a me deixar ansiosa, não sei oque tanto elas conversam, só se conhecem a dois dias e isso já está assim? Imagine se for mais tempo, pelo menos uma coisa eu deixei claro, tenho ciúmes do que é meu e isso sempre gosto de mostrar pra não ter que ultrapassar os limites caso precise.

Bloquiei meu telefone e quando já ia levantar pra vê o porquê de tanta demora, ela entrou no quarto e eu sentei na ponta da cama já com os pés no chão.

— porque demorou tanto?.

— o pai da Eunha demorou pra chegar, tinha parado pra abastecer.

— humm, e essa Eunha? Ela é bem bonita não é?. Joguei uma verde pra ela e a mais nova apenas suspirou. — pra onde você saiu com ela Chaeyoung? E ainda mais vestida desse jeito? Você tá gata demais pra ter saído só com uma " amiga " . Fiz aspas nos dedos e ela me encarou enquanto  tirava o tênis e os brincos.

— Mina você deixou bem claro seus ciúmes não foi? Oque mais quer que eu fale?. Ela respondeu grosseiramente.

— porque tá falando desse jeito? Do que você tá com raiva?. Cruzei minhas pernas em posição de índio em cima de sua cama.

— não tô com raiva.  Chaeyoung começou a se despir na minha frente e meu coração pulou para fora de mim rápido, tudo estava voltando novamente.

— então me dá um beijo. Ela pegou suas roupas e colocou tudo em um cesto, Chaeyoung estava agora só de lingerie, e por sinal ainda era preta com rendas fazendo assim destacar sua pele branca. 

Me afastei um pouco mais para o meio da cama quando ela começou a se aproximar, Chaeyoung subiu na cama e veio engatinhando até mim parando logo em seguida, ela me empurrou para trás já sentindo seu corpo cair em cima do meu. Suas mãos estavam uma de cada lado da minha cabeça e um dos seus joelhos entre minhas pernas. Nossos olhares estavam fixos um no outro e minhas mãos já estavam deslizando pela sua cintura. Mordia meu lábio inferior descontroladamente quando ela começou a beijar meu pescoço. Coloquei uma mexa de seu longo cabelo atrás de sua orelha e Chaeyoung avançou para o início do beijo.

No começo foi calmo, como o nosso primeiro beijo, aquele beijo calmo que te faz delirar, nossas línguas se encontraram uma a outra e ele foi mudando de calmo para mais voraz, cheio de desejos e seduções que poderia nos manter assim, sem limites para nos distanciar, minhas mãos escorregavam lentamente de suas costas para sua bunda perfeita que estava coberta com a pequena peça com renda. Chaeyoung puxou para mais perto do meu sexo seu joelho e eu pude sentir a excitação crescer rapidamente, meus dedos foram voluntariamente para para o seu sutiã onde consegui abrir rápido. E o deslizei pelo seu braço. Sem separar nossos lábios já alcancei seus seios e comecei então a acariciar para manter o desejo. Chaeyoung cessou o beijo e se afastou cobrindo os seios desnudos novamente com o sutiã.

— porque colocou de volta? Não vai precisar deles agora. Soltei as palavras e tentei alcançar novamente sua boca mas ela se afastou.

— e quem disse que vai acontecer alguma coisa hoje?.

— oque?. Ela encostou novamente nossos lábios mas depositou apenas um selinho finalizando com um beijo na ponta do meu nariz.

— isso é tudo que você vai ter hoje e o restante dos dias, ainda tô pensando no fim de semana.

— não tô entendendo nada Chaeyoung. Ela se levantou e pegou a toalha indo em direção ao banheiro.

— Chaeyoung oque tá fazendo?.

— vou tomar um banho, preciso dormir.

— o-oque? Mas e a nossa noite? Como assim dormir?.

— você acha que pode fazer oque fez Mina? Acha que pode viajar por três dias me deixando sozinha, então você volta, me seduz, tortura e me larga no quarto me matando de desejos e vai embora como se nada tivesse acontecido? E pra fechar a noite da um show de ciúmes... Ela falava tudo com a voz sexy, e isso me deixava mais excitada do que já estava.

— acha mesmo que pode fazer tudo isso e terminar a noite com sexo?. Chaeyoung novamente se aproximou de mim, seu dedo subiu do meu umbigo lentamente até parar nos meus lábios onde o passava por eles. 

Verdadeiramente estávamos em um jogo de sedução.

— então me desculpa, e me deixa me redimir com você. Segurei em sua mão e chupei seus dedos. — prometo que não vai se arrepender. A puxei abruptamente pela cintura a fazendo se chocar contra mim. Mesmo ainda sentada na cama, pude deixá-la entre minhas pernas.

— não Myoui Mina, não é tão fácil assim, você brincou com a pessoa.

— então vai me castigar?. Comecei a beijar seu pescoço mas logo fui Interrompida novamente.

— na verdade você já está de castigo, não vai tocar em mim nem hoje, amanhã e o fim de semana, ainda vou pensar se você poderá ganhar uns beijinhos, mas sexo mesmo, não.

— OQUÊ? 

— ishii, não grita. Ela pôs a mão na minha boca e saiu rapidamente entrando no banheiro. Sai rápido da cama e a segui, assim que girei a maçaneta para abrir a porta, ouvi sua fala que veio direto como uma flecha de frustração.

— nem tente, está trancada.

— Chaeyoung você só pode tá brincando não é? Fala sério....

— nunca falei tão sério.

— Chaeyoung. Bati na porta mas ela não me deu ouvidos, ligou o chuveiro e começou a cantarolar baixo me deixando ali, plantada e sem acreditar no que tinha acabado de ouvir. Voltei pra cama e sentei na ponta de braços cruzados, não ia me dá por vencida, iria tirar essa idéia idiota da  sua  cabeça em segundos assim que a envolver nos meus braços e joga-la nessa cama arrancando com força sua toalha.

Esperei.... Esperei..... E  Esperei.... Com certeza ela estava brincando comigo, já que até pra sair do banho estava demorando.  

— Chaeng, você realmente está me castigando dessa forma?. Falei assim que ela saiu do banheiro, não esperei nem mesmo que tirasse a toalha dos cabelos. 

Chaeyoung tinha saído do banho já vestida, e pra piorar ainda a situação, estava com um baby Doll vermelho de seda. Ela secou os cabelos na toalha e não se importou se eu estava tentando conversar. Depois de seu trabalho demorado, Chaeyoung sentou no seu lado da cama e pegou o livro que estava na escrivaninha, e colocou seu óculos de grau. Isso era desumano oque ela estava fazendo comigo.

— Chae. Disse baixinho e manhoso. Sabe quando um cachorrinho quer carinho? Então, era assim que estava agindo.

— hum? Respondeu sem me encarar, ela não tirava os olhos do livro.

— amor, me desculpa vai, olha oque você tá fazendo?.

— oque? Não tô fazendo nada.

— Chae você tá cheirando a sabonete, está usando seu óculos de grau, seu cabelo está do lado, com o marcador de texto na boca e ainda por cima está usando esse baby Doll extremamente sexy, não faz isso comigo vai, você tá me deixando louca. 

— não se preocupe, eu também fiquei daqui a pouquinho passa. 

Ela colocou o livro de lado e começou a me olhar. Chaeyoung virou a cabeça de lado e eu estava agora com uma certa admiração, ou ela realmente não queria nada naquela noite, ou estava sendo mais forte que qualquer outra pessoa que eu poderia conhecer.

— você fica linda quando faz esse biquinho sabia?.  Ela disse carinhosamente e eu aproveitei do momento para me aproximar um pouco, mas logo frustrada novamente.

— não se aproxime Mina, você está de castigo. Ela pôs o pé no meu peito me impedindo de avançar. 

— Chaeyoung para com isso, é uma brincadeira muito idiota sabia?.

Ela não disse nada, cruzou os braços e continuou a me encarar. Revirei os olhos e peguei seu pé entre minhas mãos e lembrei de um dos seus pontos fracos. Massagem. Chaeyoung não conseguia resistir, principalmente quando era nos pés.. começei então o trabalho profissionalmente e sorri internamente quando a vi começar a se entregar. Ela se deitou na cama mas não retirou os pés. Após terminar com um começei no outro, ela estava com os olhos fechados e eu pude vê seu peito arfar forte, talvez eu estivesse enganada e ela não era tão forte como pensei.

— eu amo suas massagens.

— ama é? Muito?.

— uhum, amo muito. Sua voz tinha saído de durona e estava agora saíndo arrastada. Beijei os pés de Chaeyoung e fui subindo pela panturrilha até chegar novamente na altura dos seus lábios. Como dessa vez não tinha sido impedida de continuar, pensei então que finalmente ela ia deixar a ideia de lado e se entregar de uma vez por todas. 

— boa noite Mina. Ela virou de lado se cobrindo toda. Balancei a cabeça em negação mas não disse nada, deixei Chaeyoung com seus joguinhos, mas mesmo assim ainda não tinha me dado por vencida.

— não vou ganhar nem um beijinho de boa noite?.

— não, já te beijei o suficiente, pra quem não tá merecendo você ainda ganhou muito.

Suspirei derrotada e também deitei de lado, peguei uma mexa do seu longo cabelo negro e levei até meu nariz para exalar o perfume maravilhoso que saía dele. Mesmo sendo rejeitada por ela, só em estar na mesma cama já me deixava um pouco conformada. 

— não tente nada ok? Ou vai dormir no sofá. 

Os minutos foram se passando lentamente e eu não conseguia dormir. Pensava em tantas coisas, mas a mais forte era que Chaeyoung estava do meu lado e acabou com meu jogo de sedução da maneira mais cruel possível. Virava na cama de um lado para o outro tentando encontrar a posição certa e não conseguia.

— você é impossível Mina. Chaeyoung falou e eu me assustei, até então achei que ela estivesse dormindo. Ela se virou rápido e num piscar de olhos já estava sentada sobre minha barriga.

— desistiu do castigo?.

— dane-se, vá a merda esse castigo. A morena encostou rápido sua boca na minha em um beijo descontrolado, eu estava tentando com todas as formas acompanhar o ritmo mas ele parecia estar desesperado.

— sem risadinha Mina, não quero um sexo apaixonado, quero que seja selvagem para não me arrepender da minha decisão.

Chaeyoung não havia ingerido álcool algum, pelo menos não que eu saiba. Acatei ao seu pedido sentei na cama junto com ela. Beijava sua boca desesperadamente. O clima foi ficando mais intenso quando os gemidos que já estavam começando se misturou com o barulho da chuva lá fora que também tinha começado. Puxei sua parte de cima e joguei para longe, sem perder tempo abocanhei um de seus seios onde estava intercalando entre lambidas e chupões.

Duas coisas me ficaram claras essa noite e irei lembrar sempre, até porque é impossível de esquecer algo tão inexplicável.

A primeira: Nunca seduza uma mulher pra depois deixa-la com vontade e sair sem dizer nada sem terminar seu trabalho.

Segundo: Seduza e você irá experimentar algo novo, incrível e inexplicável, você só terá essa descoberta se fazer o primeiro passo.

Mais uma vez Chaeyoung me pegou de supresa. A menina boba e inocente tinha duas personalidades incríveis. Chaeyoung é uma menina que você tem vontade de colocar em uma caixinha para protegê-la de todas as maldades que possa existir. Porém, quando essa menina vira mulher, ela é capaz de te deixar sem saber oque fazer ou oque pensar. Tudo nela era uma descoberta nova pra mim, todos os dias eu conseguia descobrir algo novo e a cada dia a vontade de tê-la para sempre crescia a cada respirar.

Não sei dizer ao certo quanto tempo passamos em amor, aliás em sexo selvagem, e dessa vez foi bem selvagem, ela me mostrou esse lado que estava escondido e eu me perguntava como ela conseguiu esconder isso tão bem de mim. 

Abri meus olhos lentamente sem ajuda do despertador, procurei pela mais nova do meu lado mas ela não estava, suas pernas ainda estavam coladas a minha. Olhei então para a ponta da cama e ela estava lá, dormindo inocentemente.  Me perguntei como fomos parar nessa posição, Chaeyoung dormia com a cabeça do lado dos meus pés, assim também como os seus estavam ao lado da minha.

Me ergui com dificuldade e senti meu corpo todo pesar, eu estava toda dolorida, sentia dores nas costas, pernas, braços e pescoço, não sei se é pela noite mal dormida ou pelas várias posições que fizemos nessa noite. Acabei me dando conta que estava nua e a blusa que vestia tentando esconder a marca que ainda estava presente no meu pescoço, não estava comigo e sim com ela, seu baby Doll vermelho não sei exatamente onde ele foi parar. Tentei me aquecer um pouco ainda na cama para poder levantar e encarar a faculdade logo em seguida.

— Mina para de se mexer, eu quero muito continuar dormindo. Ela disse brava, tinha esquecido de como ela é chata e preguiçosa pela manhã.

— Chae, precisa acordar ou vamos nos atrasar pra faculdade.

— eu não vou.

— claro que vai, você não pode faltar Chaeyoung.

— Mina cala a boca e me deixa dormir.

Novamente revirei os olhos e sai da cama. Entrei no banheiro e água estava extremamente gelada, não liguei o aquecedor porque resolvi deixar pra ela a primeira água quente que caísse. Sai do banho tremendo de frio e comecei a sorrir quando a vi sentada na cama ainda com os olhos fechados e toda descabelada, sua blusa estava torta e sua feição estava bem longe de simpátia.

— eu tô toda dolorida Chaeyoung, e toda marcada também.

— problema todo seu. Ela deixou a cama e passou por mim se arrastando para entrar no banheiro. Vesti a mesma roupa que estava ontem e sai do quarto. Assim que abri a porta vi a pessoinha que tinha um lugar imenso no meu coração.

— bom dia meu amor. Peguei Luhan no colo e beijei seu rosto. — você dormiu bem? Tá com fome?. Perguntei mas ele não respondia, o levei no colo até a cozinha e o deixei sentado no balcão enquanto pegava um pouco de água. — você quer água? Dei um pouco da minha pra ele que bebeu logo em seguida.

— Mina?. Ouvi Chaeyoung gritar e voltei para o quarto com ele no colo.

— tô aqui.

— pega minha toalha por favor.  Chaeyoung saiu do banheiro com o humor bem melhor do que quando entrou. Beijou Luhan que estava agora andando na sua cama.

— em que posso ajudar? Temos que ser rápidas, ainda vou passar em casa pra trocar de roupa e pegar meus livros.

— Jihyo já deve tá chegando, você pode preparar ele pra ir pra escola? Enquanto isso eu faço o nosso café.

— ok.

 Puxei o pequenino e o levei para o banheiro. Luhan começou então a dar seus sinais de irritação, ele começou a ficar nervoso e agitado ainda dentro do banheiro. Chaeyoung já estava na cozinha preparando o café. Como ele estava muito agitado e chateado, ele não parava quieto, o medo de deixá-lo cair no banheiro era grande. Luhan começou então a gritar mais forte e chorar também. Eu não sabia como reagir, não tenho experiência com crianças. Comecei então a conversa com ele calmante, e foi quando foi ficando mais calmo, aproveitei então para pegá-lo no colo e levar até o seu quarto para o vestir.

— quer ajuda?. Chaeyoung apareceu atrás de mim e eu apenas balancei a cabeça em negação.

— não amor, tá tudo bem agora. 

Fiz um bom trabalho quando consegui o deixar calmo e colocar seu uniforme. Depois de tudo nos juntamos a mesa, Jihyo e Daniel já haviam chegado e nos sentamos. Iniciamos o café, mas foi bem rápido. Peguei Chaeyoung pela mão a arrancando da mesa, estudar ela não gosta, mas comer e dormir era profissional. Entramos no carro e ela ainda tinha nas mãos duas torradas. Acelerei o carro rapidamente, e só tirei o pé do acelerador quando recebi vários olhares da mais nova. 

— Mina, Chaeyoung, quanto tempo. Encontramos Tzuyu no corredor, e mesmo estando atrasada, parei pra falar com ela.

— verdade Tzuyu, você anda muito sumida.

— é que estava preparando tudo pra festa de sábado e quero pedir uma ajuda pra vocês.

— claro oque seria?.

— bom a festa vai ser a fantasia, e queria pedir para que vocês trouxessem alguns amigos pode ser? Não posso convidar muita gente conhecida, você sabe como é ne, e preciso que tenha umas 30 pessoas aqui, 20 já marcaram presença só falta 10.

— você acha 30 pessoas pouco Tzuyu?. Chaeyoung perguntou tão surpresa como eu.

— um pouco, mas é que eu preciso despistar meus seguranças e fotógrafos, e quanto mais pessoas, melhor pra mim.

— tudo bem pode contar conosco.

— muito obrigada, agora preciso ir, Ah e e não vai ser aqui, te mando o endereço em 10 min Mina.

— tudo bem, até sábado então.

— até sábado. Ela entrou no elevador e eu no apartamento puxando Chaeyoung pela mão.

Corri para o quarto e fui direto para o meu closet, me desfiz da roupa que estava enquanto procurava uma no closet. Me abaixei para pegar uma peça que tinha caído e derrubei uma caixa que tinha e tudo que estava dentro caiu, quando comecei a juntar as coisas encontrei lá dentro, algo que tinha guardado e não lembrava. Um saquinho com um pó branco estava nas minhas mãos, comecei então a admirar o pequeno saco e minha boca começou a salivar pelo desejo de usar oque tanto luto para não ter.

— amor você não disse que estávamos atrasadas?. Chaeyoung entrou no quarto e eu me assustei, minha única reação foi colocar de volta na caixa.

— você me assustou. Sai do closet e ela estava sentada na minha cama com a mão e a boca cheia de uvas.

— você come demais sabia.

— você não me deixou comer direito, e eu tô com fome. Sorri e balancei a cabeça. Chaeyoung consegue me ajudar com tanta naturalidade, ela não fez nada, nem sequer sabe do que guardo escondido, mas conseguiu fazer com que eu me distraísse e não voltasse naquele closet.

— por que você não se veste logo?.

— por quê? Por acaso te deixo nervosa? Me aproximei devagar e me curvei para alcançar seus lábios onde os juntei carinhosamente. 

— sim, me deixa muito nervosa. Ela enlaçou meu pescoço e me puxou me fazendo cair em cima do seu pequeno corpo.

Lembrando : tivemos uma noite intensa de sexo, e agora quem estava só de lingerie era eu e novamente deitada em cima dela, com nossas bocas coladas em um beijo lento e cheio de desejos novamente.

— por falar Isso. Disse entre o beijo.

— Oque?.

— você fode muito gostoso. Desci meus lábios para seu pescoço e ela prendeu meu quadril com suas pernas. — e seu gemido me deixa tão excitada, quer saber mais?.

— quero.

— adorei quando começou a me xingar.

— não se acostume, foi uma fraqueza minha.

— uma fraqueza muito gostosa por sinal. 

Minha língua entrou na sua boca com a missão de encontrar a sua para que pudessem fazer o trabalho juntas. Chupava e mordia seus lábios com severidade os deixando inchados. O grosso tecido de sua calça jeans encostava no fino da minha calcinha e estava ajudando a me deixar louca de desejos.

— você se importa de atrasarmos mais um pouco?. Sua voz rouca soou me deixando com os cabelos da nuca em pé.

— somente se for por uma boa causa.

— te garanto que é.

Atrasadas a 1h, mas não nos importamos muito com Isso. Estávamos indo todo o caminho tranquilamente, Chaeyoung estava sentada com os joelhos dobrados no banco, enquanto mexia no telefone com uma mão e a outra estava enlaçada a minha. Nosso hábito de andar de mãos dadas. Ela cantava baixo suas músicas que não eram bem meu estilo mas não me importava em ouvir, desde que ela estivesse do meu lado.

— amor porque você não volta a cantar?. Perguntei naturalmente e em questão de segundos, Chaeyoung soltou minha mão e sentou direito no banco.

— Não. Respondeu seco, sem vontade de continuar a conversa.

— Chaeng você sabe que precisa superar esses traumas, amor você ama cantar, tem uma voz linda e com certeza todas as pessoas iriam amar te vê no palco.

Ela deixou o telefone nas pernas e olhou para o lado da janela. Estacionei o carro na minha vaga preferida, tirei o cinto e me virei para poder tentar conversar.

— Chaeyoung.

— Mina por favor, nós tivemos uma noite e um começo de dia incrível, não vamos estragar isso com esse assunto, você sabe que eu não canto mais e não vou voltar.

— é que eu queria muito te vê cantar Chae, e sei que você ama e seus pais iriam ter....

— eles não estão aqui Mina, por favor não toca mais nesse assunto, por favor. Ela começou a juntar as coisas pra sair do carro mas a impedi rápido, não podia deixar acabar nosso dia dessa forma.

— ei, não fica assim, desculpa se te deixei irritada e triste, eu sinto muito Chae.

— tá tudo bem, mas por favor não me peça Isso novamente, é difícil pra mim ok?. Sua voz estava embargada e eu me condenei por fazê-la chorar.

— ok. Sequei seus olhos e dei um selinho rápido. Puxei Chaeyoung para meus braços e ela soluçou.

Se eu pudesse tirar toda essa dor e tristeza que ela sente e transferir para mim, eu não pensaria duas vezes. É doloroso demais quando você vê alguém que você tanto ama sofrer tanto e não poder fazer nada, é algo muito difícil. Beijei sua cabeça e a apertava mais forte.

— desculpa por ter deixado essa marca no seu pescoço. Ela falou e se afastou, não muito mas o suficiente pra vê a marca.

— ah, isso? é, bom eu...

— você oque?.

Fomos Interrompidas pelas batidas no vidro do carro. Olhei para o lado e estava Sana e Momo nos esperando, baixei os vidros e olhei sério mas as duas nem se importaram se estavam atrapalhando ou não. Não continuamos a conversa, Chaeyoung e eu saímos do carro, enquanto recebíamos um olhar das duas que estavam abraçadas nos esperando.

— porque não estão na aula? Chaeyoung perguntou e elas olharam uma pra outra.

— esqueceu Chaeng? Alguns os alunos vão ser chamados na quadra para serem apresentados para os projetos.

— ah é.

— e vocês quase perdem, Mina você e eu também vamos ser chamadas hahah.

Momo enlaçou meu braço e fomos caminhando, Chaeyoung estava ao lado da Sana, minha prima estava com os braços nos seus ombros e eu olhava direto só pra poder me certificar se ela estava bem. 

— ah tenho uma notícia, vamos pra uma festa a fantasia no sábado.

— oque? Onde? De quem?. Momo perguntou eufórica.

— nada mais nada menos que a festa de Chou Tzuyu.

— a sua vizinha gostosa? 

— ela mesma.

Sana e Chaeyoung riram da eufória que Momo fazia. Continuamos o caminho até a quadra e explicava tudo.... Uma festa a fantasia... Oque será que pode acontecer?.










Notas Finais


Espero que tenham gostado e que também tenham me perdoado.... Deixei esse capítulo mais intenso, e cheio de seduções. Na vida eu sou a Chaeyoung, digo não mas volto atrás....
Então oque acharam? Deu pra me redimir?. ❤️❤️❤️❤️❤️ Se cuidem meus amores e novamente me perdoem a demora


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...