História Meu Tutor - Capítulo 29


Escrita por:

Postado
Categorias Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Tags Drama, Romance
Visualizações 363
Palavras 1.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura :)

Capítulo 29 - Convite


Na parte da tarde fui levar os processos que já havia revisado, mas um minuto me detive na porta. Eu não sabia como agir diante da nossa noite, se deveria entrar e falar “querido, os processos já revisados” ou “Alexandre, tem uns processos aqui, já revisados”, fiquei debatendo isso mentalmente até que decidi agir como sempre ajo. Bati na porta e ele estava inclinado falando baixo ao telefone, quando ouviu o barulho do meu sapato, limitou-se a me encarar. Apontei para os papeis e ele fez um sinal para eu colocar em cima da mesa. Coloco e saio sem olhar para traz

Estranho, pensei. Eu sabia que ele ia se portar como sempre, mas nenhuma palavra? – dei ombros e voltei para minha mesa. – ele deve estar em uma ligação importante.

Alguns minutos depois surge diante de mim um Alexandre sério e compenetrado, parou em frente à minha mesa, eu estava em pé organizando um arquivo parei para ouvi-lo.

- Eu vou precisar me retirar uns dias, não se preocupe. Nos vemos de novo no final de semana, devo voltar sábado, querida. Ele deu a volta na minha mesa e colou os lábios nos meus. Depois de um beijo carinhoso, ele passou o polegar pelos meus lábios e sussurrou – te vejo no sábado?

É logico que você me vê no sábado eu jamais negaria isso.

Tive vontade de gritar essa frase, mas me Conti.  

- Sim. Ele me deu mais um beijo e antes de sair falou:

- Fique na Amora o resto dessa semana, a companhia dela tem feito bem a você, como não estarei em casa você ficara muito sozinha.

- Tudo bem! – ele piscou e saiu, sem nem olhar para trás.

Fiquei encarando estarrecida o elevador.

Que merda foi essa?

Na Quarta-feira que se arrastou, Alexandre mandou uma mensagem dizendo que teve que ir a são Paulo de última hora, mas estava com saudades. Tentei ser amável, já que ele também estava tentando. Fiz meu trabalho todo automaticamente. Meu corpo estava aqui e minha mente lá com ele.

O que será que ele fazia tanto em são Paulo?

Essa pergunta ficou rodando minha cabeça a sexta-feira inteira. 

Cheguei no Apê e Amora não havia chegado, resolveu dar uma esticada em happy hour ela até insistiu para que eu fosse, mas não estava muito afim, sentei no sofá com uma xícara de café na mão enquanto ficava olhando os segundos passarem no relógio de pulso.

Eu estava enlouquecendo, em que mundo eu iria ficar agarrada assim a uma homem?

Estou simplesmente sentada em um sofá, em plena sexta-feira à noite, olhando as horas e contando os segundos para ele voltar. Meu celular pisca e vejo que é mensagem de Alexandre.

“Boa noite anjo, espero que esteja tudo bem, estou com saudades.”

Sorrio – Não mais que eu.

“Está tudo bem sim e por ai?”

Menos de um minuto e meu celular piscou novamente.

“Está melhorando. Quer ir comigo amanhã a festa de um amigo? Aniversário de casamento.”

“Alexandre você sabe que estou tentando evitar que nos vejam juntos.”

“Confia em mim. Só aceita tá?”

Fiquei encarando sua mensagem por um tempo. O medo crescente de todos descobrirem estava assombrando minha cabeça. Logo chegou outra mensagem dele.

“Só diz sim anjo.”

Sorri – Impossível negar algo pra ele.

“Sim, eu confio em você sei que dará um jeito.”

“Pode ter certeza, me encontra em casa as cinco.”

“Roupa...?”

“Esporte fino, anjo. Não pedirei para ficar linda, já que é impossível você ficar menos que isso.”

“Muito lisonjeiro Senhor Nero. Te encontro amanhã obrigada pelo convite.”

“Até amanhã meu anjo, durma bem”

Fiquei encarando o celular e resolvi ler as mensagens de novo.

De ogro de terno a príncipe encantado. Estou adorando essa modificação.

Sábado de manhã, acordo com gritos histéricos era Amora.

- Acorda Giovannaaaaaaaaaaa! – sua voz gritando ecoou em meus ouvidos e me fez pegar o travesseiro para abafar um pouco, olhei no relógio de pulso, eram seis horas ainda.

- Você está bem Amora? desde quando é uma pessoa tão matinal?

- Não tenho perfil fixo, deusa. – ela estalou a língua de depois riu. – Quero ir caminhar no calçadão bora?

- Ainda estou dormindo, você está falando apenas com uma parte do meu cérebro. Me chama daqui umas três horas. – fechei os olhos de novo, sentindo a cosquinha gostosa do sono tomar meu corpo. O grito de Amora ecoou de novo e eu abri os olhos frustrada.

- Vamos, vamos, vamos...Por favor! O tom de suplica dela era tanto que sentei na cama.

- Me dá meia hora. – coloquei os pés no chão parecia que eu tinha levado uma surra. 

- você tem quinze minutos, te encontro na portaria. Tchau. – Amora saiu e eu fiquei olhando pra porta.

Tomei um banho correndo, prendi o cabelo em um coque alto e desajeitado, me enfiei em uma roupa de academia e fui correndo para o elevador, Amora estava lá conversando com o porteiro e me esperando.

- Boooom dia! – Como ela pode estar com esse humor?

- Bom dia Amora, Bom dia José! Tentei sorrir e ela puxou minha mão para começarmos nossa caminhada. – O que houve? Você está com um bom humor irritante. – Ela sorriu.

- Não houve nada gata. Só quero andar e conversar um pouco. – ela enfiou o óculos de sol no rosto e eu fiz o mesmo.

- Estou com saudade do meu boy, acho que deve ser por isso que não estou conseguindo dormir direito a noite, me faz falta o calor dele.

- Agora eu entendi o motivo de estarmos esse horário na rua. - Amora gargalhou.

- Estou me sentindo sozinha, ainda bem que você está ficando lá me casa esse tempo.

- Ele volta quando?

- Acho que no domingo ele estará aqui! Ainda bem, porque eu sei que seu tempo lá em casa está com os dias contados. – ela sorriu de forma maliciosa.

- Amora... – tentei conter a cara de boba, mas foi inevitável.

- Nem precisa se explicar, eu sei que não dá pra resistir ao charme de Alexandre Nero o gostosão. – ela mudou a voz e eu acabei sorrindo. – Uma fina camada de suor começou a cobrir meu corpo e de Amora enquanto andávamos. De repente uma mão conhecida me puxou pelo cotovelo com força, Amora deu um grito.

- O que você pensa que está fazendo idiota. Tira a mão dela. – ela gritou e empurrou Murilo com força.

- Eu quero falar com ela. – Ele apontou pra mim com a mão livre.

- Que merda, Murilo. – soltei meu braço com força. – o que você pensa que está fazendo? – Eu gritei a última parte e algumas pessoas que passavam pelo calçadão nos olharam com curiosidade.

- Desde quando você me ignora desse jeito? – O peito dele subia e descia com força.

- Desde quando você foi um babaca e um cretino comigo! – A adrenalina corria solta pelas minhas veias.

- Giovanna, vamos conversar, eu estou mudando, a gente tem tudo pra dar certo me dá só uma chance de provar isso.

Amora o encarava incrédula, não acreditando no que estava ouvindo.

- Eu quero sair contigo, me desculpar. Isso me incomoda tanto quando você. – ele sorriu pra mim e eu preferi nem responder. Sai andando, puxando Amora e deixando ele parado olhando para nós.   

- Que porra foi essa, Murilo surtou? – Amora falava enquanto se abanava. – Eu hein, pensa o que, eu quase que enfiei a mão na cara dele.

- Amora pelo amor de Deus, não fala nada disso pro Nero, é perigoso ele querer ir atrás desse garoto. – ela cruzou os braços e bufou de raiva.

- E se ele for atrás de você de novo, é perigoso Giovanna.

- Ele não virá ok? E se ele vier eu falo com Nero, prometo! – Ela pensou um pouco, mas acabou concordando.

- quer ir beber alguma coisa hoje de noite?

- Não vai dar Amora, já tenho compromisso.

- Nero?

- Porque você acha que todos meus compromissos são com ele? – Tentei soar indignada, mas não colou. Entramos no elevador do prédio.

- Porque simplesmente você não me dispensaria por ninguém a não ser ele. - Ela Gargalhou.   

- Você tem razão. – Olhei para o relógio de pulso, e parecíamos que já estávamos a três horas ali dentro, a claustrofobia começou a crescer dentro do meu peito, abanei meu rosto. Que calor infernal.

- Giovanna eu nem vou falar nada! -  ela levantou as mãos e saiu primeiro que eu do elevador andando de costas e apontou o dedo pra mim, brincando. – Mas você vai me contar tudo amanhã! Ela riu e praticamente foi para o quarto batendo palmas.


Notas Finais


Tem alguém aqui? O que o Nero faz tanto em são paulo?
PALPITES?!?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...