História Meu Tutor - Capítulo 30


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Categorias Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Tags Drama, Romance
Visualizações 308
Palavras 653
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi...

Capítulo 30 - "Dança comigo"


As quatro e meia, eu já estava descendo de novo pelo elevador, optei por um vestido tubinho preto com mangas bufantes, saltos pretos e joias que meu pai tinha me dado no natal. Marcos estava na portaria me esperando entrei no carro e logo ganhamos as ruas do rio. Aquele fim de tarde estava perfeito, um pôr do sol impecável se formava no céu, onde logo daria lugar a lua. Não demorou para Marcos estacionar em uma das vagas que pertencia a Alexandre.

No elevador ajeitei meu cabelo, que estava de escova, foi a forma mais rápida de penteado que consegui fazer sozinha. – Lisos. – Fui para o saguão e toquei a campainha. Depois de uns minutos apareceu Alexandre, segurando um copo de whisky, com os olhos cansados, de smoking e sorrindo pra mim. Sorri de volta e com a mão livre ele me puxou pela cintura para um beijo apaixonado.

Nossa! Eu poderia facilmente me acostumar com isso.

No meio do beijo ele começou a balbuciar:

- eu senti sua falta, anjo...- Colou os lábios nos meus e ficou assim, me apertando por alguns instantes e eu o apertando igualmente forte, pois estava com tanta saudade, até mais do que ele aposto.

- Dança comigo? – Ele deixou o copo em cima da mesa de canto e me segurou pela cintura.

- Olha que eu danço muito bem! – Sorri e ele retribuiu, apertou um controle e a melodia doce começou a soar pela sala. Alexandre pousou uma mão na minha cintura e começou a me rodar.

- Como foi em são Paulo? – Tentei manter a curiosidade longe.

- Está melhorando anjo. – ele sorriu, mas esse sorriso não chegou a seus olhos. Eu não queria tocar em algum assunto estressante para estragar nossa noite. Resolvi mudar de assunto drasticamente.

- Você vai muito para o exterior também?

- Frequentemente, só para a Espanha e França?

- Você fala espanhol? – Que pergunta idiota!

- Si, hablo español. – ele enrolou um pouco a língua e sua voz soou tão sensual que perdi o fio da meada por alguns segundos.

- Qué hombre importante – Ele riu e encostou os lábios nos meus e depois se afastou.

- Je parle français aussi – Me rodou um pouco e depois riu. Eu estava adorando sua brincadeira.

- Donc, je tombe em amour – Ele parou e me beijou rapidamente, com os olhos brilhando, sorrindo disse:

- Sprechen sie seutsch? – Ele riu da minha expressão. Eu estava tentando traduzir o que ele tinha dito.

- Na verdade eu não falo muito alemão... – Alexandre riu e apertou minha cintura, subiu as mãos pelas minhas costas e me beijou apaixonadamente. Depois de brincar com minha língua e sorrir junto a meus lábios, nos separamos um pouco.

-Você é um anjo sabia? – Nossa! Eu nem tive resposta pra isso. Fechei os olhos e o beijei de novo. Ele mordeu meu lábio devagar e então sorriu. – Nós temos que ir. – Alexandre apertou o controle novamente e a música parou. No elevador ele disse que o motorista iria nos levar.

- Marcos? Perguntei.

- Sim – ele assentiu e ajeitou o smoking.

- Eu quase não te vejo andando com ele. – Ajeitei a barra do meu vestido e passei a mão pelo cabelo.

- Você quase não vê porque faço questão que ele te leve para a faculdade, escritório e pra casa e eu também gosto de dirigir, mas francamente ... O transito do rio tem me desanimado muito. – ele riu e depois segurou minhas mãos que estavam insistentes, tentando ajeitar meus cabelos.

- Para anjo, você está linda! – Alexandre beijou a palma da minha mão e eu fiz um carinho em sua barba.  

- Vem, vamos ir para uma festa chata com gente esquisita. – ele riu e apertou meu corpo contra o dele.

A mão de Alexandre circulou minha cintura apertando devagar, e eu senti que nada no mundo poderia me afastar do calor do seu corpo. Nada!


Notas Finais


Um capítulo pequenino só pra não passar batido amanhã ... posto mais... Boa noite amores.

P.s Thawanny voltou 😎😎


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