História Meu Tutor - Capítulo 31


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Categorias Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Tags Drama, Romance
Visualizações 333
Palavras 1.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


:))

Capítulo 31 - "Família emprestada"


Sentei-me confortável no banco e Alexandre entrou logo atrás de mim e sentou-se a meu lado.

- Esse casal são seus amigos a muito tempo? – Viro-me para encara-lo. Era desconcertante ir a um lugar que eu não conhecia ninguém, pelo menos a “historia” do casal eu ia ter que conhecer. Alexandre segurou as minhas mãos e começou a brincar com meus dedos despreocupadamente.

- Sim. Na verdade eram amigos dos meus pais. – um lado dos seus lábios se ergueu em um sorriso irresistível. Se eu não tivesse que conhecer mais sobre aquele assunto eu já estaria no colo de Alexandre, dando vários beijos naquele sorriso encantador. Será que os pais dele vão estar lá? Faço a pergunta e ele nega com a cabeça, dando um sorriso triste.

- Meus pais já faleceram, anjo. – Alexandre franziu o cenho como se essas palavras trouxessem alguma lembrança desagradável.

Um nó se formou em minha garganta ao me lembrar do meu pai e da minha mãe e eu tive que fazer um esforço enorme para engoli-lo. Respirei fundo e soltei um “sinto muito” para ele.

- Não se preocupe. Isso já faz muito tempo. Tenho uma irmã que é casada mora fora, logo você irá conhece-la – ele se aproximou e tocou meus lábios com os dele.

- Esse casal juntamente com seu pai foram os que me ajudaram a ser quem eu sou hoje. Então eu praticamente os considero meus pais... emprestados.  – ele sorriu, agora um sorriso sincero. Sorrio de volta esperando ele continuar. – eles moram em Petrópolis há vários anos e sempre que posso venho visitá-los.

- E quantos anos de casamento?

- Bodas de ... – ele fecha os olhos tentando recordar. Tento ajuda-lo.

- Prata? Ouro?

- Não, é um nome de uma pedra. – ele pensa mais uns instantes. – de nácar

- Nossa eu nunca ouvi falar. – ele encolheu os ombros com cumplicidade.

- Nem eu.

Eu nunca tinha ido a Petrópolis. Era uma cidadezinha do interior com alguns prédios antigos, a cidade não estava muito movimentada quando passamos direto, pelo centro. Mais adiante,   Marcos entrou em uma estrada de chão e o carro passeou por ali por um tempo até chegarmos a casa principal. Era uma fazenda antiga rodeada por arvores, as cores predominantes era Amarelo e branco. Estiquei um pouco o pescoço para olhar melhor, dava para ver um lago enorme atrás da casa, a lua pairava sobre ele, como se estivesse contente em iluminar uma noite tão bonita. Sorri para Alexandre e ele fez pressão na minha mão. Alguns carros já estavam parados por ali e o volvo de Alexandre se sobressaia.

Alexandre teve que segurar minha mão para eu me equilibrar naqueles saltos, o chão era de paralelepípedo, o que não facilitou muito seu trabalho. Subimos as escadas e antes de bater à porta, segurou meu rosto e cobriu minha boca de beijos depois meu olhou.

- Você está bem? – seus olhos tinham uma preocupação cautelosa. Tentei meu melhor sorriso.

- Estou ótima, amor. – Ele arregalou os olhos com minha demonstração de afeto e depois sorriu. – Já enfrentei muitas coisas em Nova York, espero que enfrentar sua “família” seja mais fácil baby. – dei uma risadinha quando o chamei de “baby” meu pai sempre me chamou assim soava tão meloso, mas naquele momento achei apropriado.

- também espero. – ele riu e abriu a porta sem bater, entramos numa grande sala cor de creme, com portas retratos e quadros pendurados, havia flores para todos os lados. Uma pequena lareira estava acesa na sala, fazendo o ambiente ter um calor agradável. Alexandre puxou minha mão devagar.

- Venha estão todos perto do lago.

Nós atravessamos a sala e chegamos em uma enorme cozinha, o cheiro de comida caseira tomou conta do ambiente e eu percebi que estava tão frustrada com meu encontro com Murilo que nem comi nada. Passamos direto pela porta e lá estavam todos.

A maioria eram mais velhos, algumas garotas que estavam ali viraram de repente quando viram Alexandre. Uma delas veio correndo em nossa direção e quase me joguei para trás com o impacto que deu quando ela se chocou contra o corpo de Alexandre o abraçando. Ele a abraçava também.

Quem é essa garota? Meu lado ciumento que estava adormecido acordou pronto para brigar e afim de arranhar a cara de alguém.

Despois de uns instantes constrangedores, onde Alexandre abraçava e conversava baixinho com a garota, todos da festa viraram para olhar pra mim, ele percebeu e veio ao meu socorro, trazendo a garota agarrada a ele. Olhos grandes e castanhos, pele tão branca que parecia porcelana, cabelo preto e curto, usando um vestido de cetim rosa claro.

- Giovanna essa aqui é Andreia filha de Marta e Ary. – ele fez um gesto apontando pra ela com as pontas dos dedos e vice-versa quando me apresentou.

- É um prazer conhece-la. – Ela ruborizou.

- É um prazer também, Andreia. – Ela sorriu e depois pegou minha mão timidamente e a de Alexandre, nos puxando para sentar com os outros.

Não tinha muitas pessoas ali, algumas conversavam animadamente e outras apenas observavam o lago grande e imponente diante de nós.

Uma senhora elegante se aproximou de nós, ela tinha o cabelo curto, castanho claro, seus olhos eram tão grande quanto os de Andreia, presumi ser Marta. Alexandre a abraçou, sussurrou algumas coisas em seu ouvido, fazendo-lhe rir, depois se virou para me apresentar.

- Marta essa é Giovanna. – ela me abraçou e lhe desejei parabéns pelas bodas de Nácar, sendo isso o que fosse.

- Obrigada querida. É um prazer te conhecer. – ela se virou e fez um gesto chamando um homem que estava logo atrás dela, alto, cabelos quase que totalmente branco, mas muito, muito eu já disse muito charmoso, me arriscaria dizer que parecia o “Richard Gere” na sua melhor fase, ele sorriu ao ver Alexandre e o abraçou com força também, mas não um abraço carinhoso, um abraço típico masculino. Dessa vez quem me apresentou foi Marta.

- Que bom ver que Nero finalmente está se relacionando com alguém. – Alexandre franziu a testa e desaprovou com a cabeça, Ary apenas riu. - Era nítido que estava apenas implicando com ele. – É um prazer pequena Giovanna. – Lhe cumprimentei e logo depois fui apresentada a todos que estavam ali.


Notas Finais


Será que estou aprontando algo? será que não?


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