História Meu Tutor - Capítulo 33


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Categorias Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Tags Drama, Romance
Visualizações 193
Palavras 1.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


:)

Capítulo 33 - Nocaute Técnico


No caminho, Alexandre ficou absorto em pensamentos, mas sempre se virando para beijar minha mão ou olhar para mim, encostei a cabeça no banco e fiquei olhando as arvores e prédios passarem por nós como um borrão.

- Está tudo bem? – Ele passou um braço pela minha cintura e me puxou mais pra perto de seu corpo.

- Tudo...Eu só estou um pouco cansada. – Ele sorriu e beijou o topo da minha cabeça.

- Compreensível. Você ficou andando para cima e para baixo a noite toda.

- É... – Eu dei um sorrisinho amarelo e depois toquei meus lábios nos dele.

- Ei... – Ele me afastou um pouco para me olhar. – Não fica chateada pelo gesto de Andreia, ela sempre fez isso desde quando era muito pequena. Eu a considero minha irmã mais nova. – Essa última parte fez eu soltar o ar dos pulmões, essa troca de carinho entre irmãos é normal. – Alexandre me puxou para seu colo me sentando de lado, encostei a cabeça em seu ombro e depois beijei seu pescoço, ele apertou mais meu corpo contra o dele.

- Você quer ir para casa de Amora?  - Ele me pergunta, abaixando a cabeça para me fitar.

- Quero ficar com você. – Ele sorriu. Não sei quanto tempo demoramos, mas fui despertada quando já estávamos na garagem do prédio, levantei do colo de Alexandre e ele me ajudou a ficar em pé. Subimos silenciosamente para o apartamento. Ele deixou a chave em cima do aparador da sala e começou a desabotoar o smoking, por alguns segundos eu fiquei o olhando de braços cruzados e encostada no sofá.

- Gostando do espetáculo? – Ele sorri.

- Adorando, mas eu quero esse espetáculo lá na minha cama comigo. – Aponto para o quarto com o polegar e ele ri.

- A sua mercê, Senhorita Antonelli. Ele encurva um pouco as costas e vai subindo as escadas.

Engraçado, ele parece tão leve. Ouço o barulho da agua quando entro no quarto e presumo que ele ligou a banheira. O encontro no banheiro terminando de tirar a roupa, tenho um vislumbre maravilhoso de sua bunda durinha.

- Uau... – Aplaudo e ele sorri, sarcástico.

- Você não está mais tímida. – ele sorri e vem até mim, começa a tirar minhas joias, as deixa em cima da bancada e depois puxa meu vestido pela cabeça. Dá um passo para trás amassando o vestido e jogando de lado.

- Isso sim que é ... Uau! – ele sorri para meu corpo despido e depois começa a tirar minha lingerie, entro na banheira e deixo um espaço para ele entrar atrás de mim. Alexandre envolve meu corpo com os braços e me aperta.

- Obrigada pela noite maravilhosa. Há muito tempo que eu não me divertia tanto. – Alexandre estava tentando desajeitadamente fazer um coque no meu cabelo, rindo, pego suas mãos e coloco apoiadas em minhas pernas enquanto faço o coque em meu cabelo.

- Linda. – Ele beija minha nuca e depois morde devagar. – Seu cheiro é tão bom, sabia? – ele roça a barba rala em meu pescoço e depois passa a língua devagar, fecho os olhos e deito a cabeça em seu ombro, dando livre acesso a mim. Ele começa acariciar meus ombros e depois desce as mãos devagar para meus seios, apertando-os e me provocando. Passo as mãos pelas suas pernas e fico as acariciando enquanto ele segue com uma mão pela minha barriga em direção ao meu sexo. Ele começa a me acariciar devagar, arrancando um gemido baixo de minha garganta. Conforme Alexandre aumenta o ritmo, meu quadril ganha vida própria, procurando pelo meu prazer.

- Tenho vontade de fazer Amor com você o tempo todo. – Alexandre enfia os dedos em meu coque e vira minha cabeça, me beijando com vontade. Devolvo o beijo na mesma medida. Ele envolve meu quadril com as mãos e me puxa para cima, me fazendo sentar em seu pau com força, um grito de tesão e assombro rompe nosso beijo, ele sorri maliciosamente, então começa a guiar meus quadris para frente e para trás, até ganharmos nosso ritmo. Quando ele sente que já consigo me movimentar sozinha, Alexandre começa a passar a mão pelo meu corpo, me fazendo ficar arrepiada e como se fosse possível mais excitada ainda.

- Isso meu Amor senta assim, vai ... – ele aperta meus quadris de novo e começa a me puxar para baixo, mas não muito forte, apenas o suficiente para me fazer ir a loucura. Ele acaricia minhas costas e os sussurros de prazer que solta de vez em quando são minha perdição. Eu nunca pensei que transar ouvindo sacanagens fosse tão excitante. A sensação quente e gostosa do orgasmo começa a crescer pelo meu peito e vai descendo, me movimento mais rápido e Alexandre começa estocar de volta ao mesmo tempo em que pressiona minha cintura para baixo, fazendo seu pau entrar totalmente em mim.

- Ai Nero, isso... faz assim. – Fechei os olhos quando fui atingida pelo orgasmo, eu não consegui ouvir ou perceber nada ao nosso redor, éramos só eu e ele, entregues ao nosso prazer. Ele parou de estocar ofegante e me levantou, sorrindo maliciosamente pra mim.

- Sabe... eu ainda não gozei ... e to sonhando com essa sua boca linda há um tempão... – Ele abaixou o quadril fazendo seu pau ficar escondido pela agua, passou as mãos por ele e depois levantou e sentou na beirada da banheira e sem sutileza alguma, agarrei seu pau, ele fechou os olhos por um breve momento e depois puxou meu coque desgrenhado para trás, fazendo me olhar em seus olhos. Olhei com a maior cara de safada que consegui e depois voltei para seu mastro, passei a língua na cabeça e fui colocando na boca devagar. O liquido pré - ejaculatório deu o ar da graça e sem pudor algum eu o engoli. Era salgada mais tinha gosto de Alexandre o que me deixou satisfeita, enfiei seu pau na boca e comecei a sugar enquanto passava a língua. Alexandre empurrou um pouco o quadril contra minha boca, me fazendo engolir mais. Levei uma das mãos até seu saco e comecei a acariciar, um gemido de satisfação saiu de seus lábios. Ele estava quase gozando usei a mão livre para masturba-lo enquanto chupava e isso foi sua perdição, em poucos segundos ele começou a gozar em minha boca. Engoli tudo sem pestanejar.

- Você é demais, anjo. – Ele deu um leve sorriso e volto para banheira. Ficamos ali parados conversando e nos acariciando por algum tempo. Depois ele me enrolou em um robe e colocou uma toalha nos quadris, escovamos os dentes e eu sequei ao máximo que pude meu cabelo com a toalha e desisti quando vi que não teria jeito. Tirei o robe e deixei no chão mesmo, deitando-me nua ao lado de Alexandre que estava deitado, totalmente nu também.

Esse relacionamento sem vergonha alguma de nada estava me deixando cada vez mais feliz e excitada o tempo todo, porque ele tinha um corpo que caralho, era de fazer qualquer mulher gozar só de olhar.

Nós beijamos por um tempo, curtindo a boca um do outro, ele passou as mãos pelo meu cabelo antes de rolar para cima de mim. Me beijou de novo, depois no pescoço, comecei a rir e sussurrei baixinho:

- segundo round?

- Ah, meu Amor... essa noite vai ser nocaute técnico. – Nós gargalhamos alto, então voltamos a nos beijar com ardor.


Notas Finais


Aproveita que amanhã vem treta.


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