História Meu Único Daddy (Imagine Namjoon) - Capítulo 24


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Criminal, Namjoon, Prostituição
Visualizações 139
Palavras 1.255
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii! Meus queridos bolinhos criminosos!

Como vão as coisas? Bem? Assim espero :)

Ando a publicar diariamente, não sei se vou conseguir continuar mas vou tentar, por isso, se calhar podem esperar outro capítulo amanhã ;)

Espero que gostem deste capítulo! ❤️

Capítulo 24 - Presente indesejado


Fanfic / Fanfiction Meu Único Daddy (Imagine Namjoon) - Capítulo 24 - Presente indesejado

À medida que os passos iam se aproximando eu encolhia-me um pouco no colchão. Senti o colchão se afundar do meu lado esquerdo, eu estava de costas para a pessoa. A sua mão foi colocada em cima do meu ombro e começou a abanar-me levemente.

Yeon – S.N, acorda. – Levantei-me rapidamente vendo o homem, surpreendido, que estava sentado ao meu lado. – Não me assustes assim, mulher. – Assusta-se tão facilmente para um homem que ainda ontem parecia que queria matar alguém.

S.N – Estou acordada. – A minha expressão continuava a mesma, monótona.

Yeon – Já pude ver isso, obrigado. – A expressão de chateado de ontem foi logo vista, depois dessa frase dita. Levantou-se e aproximou-se da cadeira que tinha uma bandeja com comida. – Trouxe-te o pequeno-almoço. – Apontou para a comida.

S.N – Já pude ver isso, obrigada. – Repeti a sua frase, brincando um pouco com ele. Olhou para mim sem graça e trouxe-me a bandeja. – Comer na cama. Bem colchão… Que chique. – Dei um sorriso falso.

Yeon – Hoje estás especialmente chata e sarcástica.

S.N – Obrigada. – Comecei a comer o meu pequeno-almoço.

Yeon – Não devias. O Erik vai ficar irritado.

S.N – Não quero saber mais! Ele que faça o que quiser e me liberte logo! – Ele não respondeu e ficamos calados durante um bocadinho, até eu quebrar esse silêncio. - Quais são os planos dele para mim hoje?

Yeon – Eu não sei. Ele não nos diz essas coisas. Ele é muito espontâneo, faz o que quiser, quando quiser.

S.N – Parece que vou ter que estar preparada para tudo. – Falei, entregando a bandeja a Yeon.

Yeon – É parece que sim. – Andou em direção à porta. Não podia perder esta oportunidade, por isso saltei do colchão e corri até ele. – Estás a fazer o quê? – Disse quando me viu demasiado perto dele.

S.N – Ah, eu? Parecia que tinhas um bicho no ombro. – Passei a mão pelo seu ombro, para “afugentar o bicho”. – Já está. – Dei um sorriso meio falso.

Yeon – Obrigado… - Continuei no mesmo lugar, atrás dele, a olhar para a parede do nosso lado. – Mais alguma coisa…?

S.N – Ah não. Só estou a apreciar a parede. – Não sei como é que pensava que essa desculpa ia resultar.

Yeon – Ok… Mas podes-te desviar um pouco?

S.N – Porquê? Aqui dá para ver a parede muito bem.

Yeon – Tu queres ver o código não é? – Olhei para ele com um beicinho nos lábios. – Não posso deixar que o vejas. – Bufei.

S.N – Argh! Mas porque não? Vá la, deixa eu só ver um bocadinho.

Yeon – Não podes. Ele matava-me se soubesse disso. Desculpa, mas não.

S.N – Ok. Mas eu não vou sair daqui. – Cruzei os braços.

Yeon – Como queiras. – Agachou-se, deixou a bandeja no chão, e pegou-me ao colo, virou-me para que não visse a porta.

S.N – Mete-me no chão! – Batia nas partes do seu corpo que as minhas mãos e braços chegavam.

Yeon – Só um momento. – Parecia que não ficava nem um pouco afetado com as minhas agressões. Ouvi a porta abrir e então tentei sair do colo dele com toda a minha força. Ele saiu da sala, ainda comigo no colo. Como ainda estávamos basicamente colados à porta, Yeon colocou-me, com facilidade, dentro da sala e fechou a porta rapidamente. Dei pontapés e murros àquela porta estúpida, e depois do meu pequeno ataque de raiva sentei-me encostada à porta, com as mãos na cabeça.

S.N - Eu vou conseguir descobrir qual é o código! – Disse determinada, falando comigo mesma.

Namjoon P.O.V

Depois de eu ter enviado aquela mensagem, demorou apenas uns 5 minutos para que ele me respondesse com uma mensagem irritante.

Namjoon – “Calma Namjoon. Cada coisa a seu tempo.” Ele pensa que eu tou a brincar com ele?! – Perguntei retoricamente para os rapazes que comiam o pequeno-almoço enquanto eu não largava o telemóvel.

Jimin – Mas já sabias que ele não te ia dizer onde ela estava. Estavas à espera de quê?

Namjoon – Isso é verdade mas…

Seokjin – Mas ele é um idiota mesmo e tu tens que comer. – Interrompeu-me e tirou-me o telemóvel da mão, colocando-o em cima da mesa. Tentei pegar nele mas Seokjin foi mais rápido e tirou-o da mesa.

Namjoon – Eu tenho que lhe responder!

Seokjin – Só depois de comeres. Tens que comer! Para além de mais todas as respostas que vais receber dele não vão ser ajuda nenhuma, nem vale a pena. – Ele meio que tinha razão…

Namjoon – Mas não tenho vontade nenhuma de comer.

Seokjin – Comes e depois eu devolvo o telemóvel. – Parecíamos uma mãe e um filho adolescente obcecado pelo telemóvel.

Namjoon – Está bem. - Desisti e comecei a comer, mesmo sem vontade. Assim que acabei de comer, pedi o telemóvel de volta e ele deu-me. Comecei a escrever uma resposta.

Yoongi – Agora vais enviar o quê?

Namjoon – Vou enviar “ Quanto queres para o resgate?”

Hoseok – Está melhor do que a outra.

Namjoon – Já enviei. Agora só tenho que esperar que ele responda e vou tê-la de volta.

Yoongi – Mas ele disse que não ia deixar a S.N ir embora tão rápido. Acho que não vai aceitar o resgate tão facilmente. – Ele também tinha razão.

Namjoon – Vale a pena tentar. – Olhei para o telemóvel à espera da sua resposta. – Ele está a escrever!

Taehyung – Ele é rápido.

Namjoon – Ele disse “Tal como já lhe disse, você só vai ter a S.N quando eu me fartar dela. E ainda nem a tenho à 24h, acha que já me fartei dela?” – Comecei a escrever um simples “sim”. – Mandei um “sim”.

Jungkook – Acho que era uma pergunta retórica…

Namjoon – “Pois acha mal. Ainda nem me diverti com ela. Ainda nem vi o que ela é capaz na cama.” Este cabrão está a provocar-me. – Comecei a sentir muita raiva. – Respondi, “Seu otário, cabrão! Não te atrevas a tocar nela.” – Rapidamente, ele começou a escrever. – “Venha cá me impedir. Ah espere, você não sabe onde é que ela está.” – Logo quando ia começar a escrever, ele começou a escrever outra vez. – “Acabei de receber informação de que ela está alimentada. Já tem as energias todas, significa que já está pronta para o que eu lhe vou fazer. Parece que tenho que ir. Tenho que me despachar com ela para você a puder ver. Ou então não. Adeus Namjoon.” – O meu sangue fervia com o tamanho de raiva que estava a sentir. Os meus punhos estavam cerrados e os olhos fechados. Estava a contar até dez e a respirar fundo.

Seokjin – Calma. Ele só está a tentar afetar-te. Não o deixes ganhar o prazer de te irritar.

Namjoon – Mas ele está a ganhar.

S.N P.O.V

Estava encostada à parede, sentada no colchão, e na minha cabeça só passavam vários planos de como podia sair dali, todos planos que iriam falhar. Eu tenho que descobrir o código mas é impossível! A porta abriu-se e o demónio entrou na sala.

Erik – Bom dia senhora S.N. – Disse com um sorriso no rosto, que só me dava mais vontade de cuspir na sua cara. – Dormiu bem?

S.N – Dormi extremamente bem. – Levantei-me do colchão e andei até ele. – Mas infelizmente a minha estadia aqui acabou. Tenho que ir embora. – Tinha um sorriso falso e tentava jogar o seu jogo.

Erik – Ah, mas você tem toda a razão. A sua estadia aqui acabou. – Olhei para ele, surpreendida com a sua fala. – Porque você vai para outro dos nossos quartos. E você vai gostar especialmente do próximo quarto pois vai ganhar um presente em conjunto com o quarto.

S.N – E qual é esse presente? – A porta abriu, dois homens, fortes, entram e agarraram nos meus braços.

Erik – Eu!


Notas Finais


Podem esperar um capítulo meio cruel amanhã/quando publicar o proximo capítulo.

Obrigada por terem lido.
Desculpem qualquer erro.
Vejo-vos no próximo capítulo!
Bjs. ❤️

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Sentimentos transformados em pensamentos: https://www.spiritfanfiction.com/historia/sentimentos-transformados-em-pensamentos-13479865


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