História Meu Único Daddy (Imagine Namjoon) - Capítulo 25


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Criminal, Namjoon, Prostituição
Visualizações 121
Palavras 1.548
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláa!

Como estão? Espero que estejam bem! :)

Eu senti que o capítulo anterior não dizia praticamente nada. Não havia desenvolvimento da história, peço desculpas por isso. Senti-me um pouco mal por ter publicado um capítulo que não era tão bom. Mas o de hoje já tem informações e desenvolvimento da história.

Esepro que gostem tal como eu gostei de escrever ❤️

Capítulo 25 - Sem forças


Fanfic / Fanfiction Meu Único Daddy (Imagine Namjoon) - Capítulo 25 - Sem forças

Erik virou as costas e começou a andar em direção à porta, colocou o código e a porta abriu. A luz do lado de fora ofuscou-me os olhos e quando a minha visão se habituou, vi um celeiro sem animais, só um barracão com feno espalhado pelo chão e alguns materiais para animais. Num dos cantos do celeiro estavam um homem e uma mulher mortos. Conseguia ver o sangue a sair das cabeças deles por onde a bala tinha sido colocada. Dei um grito curto e baixo, mas não foi baixo o suficiente pois Erik reparou.

Erik – Que foi? – Disse olhando para a mesma direção onde eu olhava. – Ah. Ainda bem que viste aquilo. É para veres o que te pode acontecer se não me obedeceres. Aqueles os dois meteram-se no meu caminho e acabaram assim. – Disse simplesmente, deixando-me incrédula e mais assustada. Eu não conseguia desviar o olhar daquelas pessoas, pois estava chocada. Só desviei porque os homens de Erik me obrigaram a andar para a frente. Saímos do celeiro e a primeira coisa que me chamou à atenção foi a casa no meio da quinta, um pouco afastada do celeiro. Tinha dois andares e parecia ter vários quartos. Mesmo sendo uma quinta, continuava sem ver animais. Não haviam animais nesta quinta. Entrámos dentro da casa e a primeira pessoa que vi foi Yeon, que baixou a cabeça quando olhou para mim. Andámos até ao andar de cima e entrámos dentro de um dos quartos. Os homens largaram-me e eu vi os meus braços vermelhos por causa do aperto forte deles. – Podem ir. Eu tomo conta dela a partir daqui. – Olhou para mim com um olhar malicioso o que fez o meu coração bater mais rápido, com medo. Quando os homens saíram, Erik trancou a porta e passou a chave por baixo da porta, impedindo-nos de sair. – Então, agora és toda minha. – Deu um passo em frente e eu um passo atrás. – Não tens ninguém para te proteger. – Mais um passo. – Como te sentes? – Outro. Isto está-me a fazer lembrar de quando o Namjoon me fez recuar. – Eu vou-me sentir muito bem. – Quase tropecei numa cadeira ali colocada, pois não tinha noção do que estava atrás de mim. – A brincadeira começa agora. – As minhas costas encontraram um obstáculo e Erik aproximou-se mais de mim. Antes que ele conseguisse-me tocar eu fugi para o lado oposto. – Queres jogar à apanhada, primeiro? Por mim tudo bem. – Correu atrás de mim e eu fugia dele. Peguei na primeira coisa que consegui pegar e atirei-lhe. Infelizmente ele desviou-se. – Eu vou-te apanhar. – Ele troçava da situação e do quão inútil era eu a tenta-lo impedir.

S.N – Deixa-me em pás! – Gritei-lhe e ele só riu. Continuávamos a correr, ele atrás de mim e eu a cada vez me desesperar mais. Fechei os olhos por causa do desespero e acabei por tropeçar na mesma cadeira de à pouco. Ele ganhou um grande avanço e conseguiu-me apanhar. Deu-me um abraço por trás, prendendo os meus braços. Eu dava coices que não lhe acertavam em lugar nenhum. Este não era com certeza o meu dia de sorte.

Erik – Apanhei-te! – Ouvi sua risada sarcástica rente ao meu ouvido e eu fui atirada com brutalidade para a cama. Erik tirou a sua camisa, mostrando o seu tronco nu e os seus abdominais trabalhados. Apressou-se para se colocar em cima de mim antes que eu saísse dali. Eu fazia força para que ele saísse de cima de mim, mas ele prendeu os meus braços apoiando as suas mãos neles. Ele fazia força com os seus braços aleijando os meus. Comecei a dar pontapés mas ele afastou as suas pernas, ficando com cada uma ao lado do meu corpo. Era inútil lutar. – Estás a dar muita luta. Adoro! – O seu sorriso ia ficando cada vez maior ao ver o meu esforço e desespero. Não lhe queria dar esse gostinho. Começou a beijar o meu pescoço, descendo gradualmente pelo meu corpo. Não havia maneira de eu sair daqui. Parei de me mexer e apenas aceitei o meu destino. Erik olhou para mim meio incrédulo mas ainda com o mesmo sorriso. – Olha, desistiu. Ainda melhor. – Tirou a minha camisola e o meu soutien. Apalpou os meus dois seios e despiu as suas calças, em conjunto com os seus boxers. Quando fez menção de tirar os meus calções eu congelei. Parecia que a situação só me estava a entrar na cabeça agora. Parecia que só me tinha apercebido nesta altura. Ele retirou os meus calções e logo depois as minhas cuecas. Ele mordeu o seu lábio infrior com força e acariciou o seu membro descoberto. A sua franja loira tapava os seus olhos azuis. Ele voltou a colocar-se em cima de mim e olhou para os meus olhos. – Tão bonita mas tão má. – Entrou com brutalidade e sem avisos, fazendo-me dar um grito. Eu fechei os olhos com força, só queria que esta dor acabasse logo. Por favor que acabe depressa.

Yeon P.O.V

Quando ouvi o grito de S.N, fiquei com ainda mais pena dela. Eu sei o que ela está a sofrer e sei o que lhe está a acontecer. Saí daquela casa indo para a quinta, não queria ouvir o sofrimento dela. Eu tenho coração, ao contrário daquele monstro. Eu quero ajudá-la mas não há maneira de eu puder fazer isso. O Erik mantem-me refém á dois anos. Ele sabe onde eu estou e sabe tudo o que estou a fazer a toda a hora. Ele ouve as minhas conversas. Eu não tenho quase privacidade nenhuma.

De certeza que querem saber a minha história com o Erik. Bem, tudo começou num jogo de poker, estávamos eu e ele. Eu sabia que não tinha hipóteses contra ele. Já sabia como ele jogava, mas eu também tinha um truque na manga. Tirei as cartas que precisa de dentro casaco e ganhei-lhe o jogo. Nunca vou esquecer a sua cara de surpreso e chateado. Mas foi um momento de felicidade que durou pouco. Nesse mesmo dia, Erik, perseguiu-me até casa e raptou-me. Prendeu-me durante dias, não me dava comer nem água praticamente nenhuma. Tinha a certeza que ele ia-me deixar preso naquela sala, dentro do celeiro, até eu morrer. Mas um dia ele entrou dentro da sala.

Flashback on

Erik – Tens um aspeto horrível. – Troçou de mim. Eu estava magro, pálido e, muito provavelmente, com os olhos negros e inchados. – Queres sair daqui não é?

Yeon – Sim. Eu quero. Por favor, deixe-me sair! – Implorava com o resto das forças que tinha.

Erik – Muito bem. Vou-te dar duas opções. Ou ficas aqui a morrer de sede ou eu liberto-te, podes comer e beber o quanto quiseres mas ficas a trabalhar para mim para sempre. – Era uma escolha difícil mas eu queria viver.

Yeon – Trabalhar para si.

Erik – Assim será. – O seu sorriso vitorioso foi visto e ele libertou-me, levou-me para a casa e deixou-me comer e beber.

Flashback off

Foi como assinar um contrato com o demónio. Suspirei com a lembrança.

Ele não vive aqui, nesta casa. A casa dele fica a alguns km daqui e a casa é muito maior, é uma mansão. Aqui é só onde ele faz os seus crimes. Ele não é muito conhecido sobre os crimes, apesar de ele fazer isso durante muito tempo. Talvez seja porque ele não deixa rastos, ele mata quem acha que é uma ameaça. Foi o que aconteceu àquele casal no celeiro. Eles estavam a passear pela floresta até que chegaram a esta quinta. Decidiram ver o que tinha dentro do celeiro e dentro da casa mas não gostaram quando viram facas com sangue, pistolas e demasiado dinheiro. Eles tentaram fugir mas o Erik já os tinha visto. Não foi preciso muito tempo para ele mirar e atirar na cabeça de cada um. Coitados, não tinhas hipóteses.

Eu não sou o único que é refém dele. Há alguns que começaram a trabalhar para ele recentemente, outros na mesma altura que eu e também antes de mim. Mas também há gente que se voluntariou. Gente que tem o coração tão frio como o próprio Erik. Os que se voluntariam são os únicos que não são controlados por ele. Os que se voluntariam são basicamente o braço direito do Erik. Ele confia em cada um, eles são leais.

Nem todos estamos aqui nesta quinta, só alguns. A maior parte está na mansão dele e só são “utilizados” quando o Erik pede. Espero que a S.N aguente, espero que ela seja forte e espero que ela não cometa nenhum erro que lhe possa custar a vida.

S.N P.O.V

Ele deitou-se ao meu lado com a respiração descontrolada, igual à minha. Virei a cara para o lado contrário do Erik e deixei que uma lágrima caísse.

Erik – Foi fantástico meu amor. – Beijou o meu ombro. Não tinha forças para lhe responder. Estava frágil. – Estou ansioso para voltar a fazê-lo. – Saiu da cama e mandou uma mensagem a alguém. – Veste-te. – Assim o fiz. Peguei toda a roupa e vesti-a. Ele também se vestiu. Passado pouco tempo, um dos seus homens abriu a porta. – Podes levá-la. – Ele entrou no quarto e agarrou-me. Começou a guiar-me de volta para a sala do celeiro. Eu não me debatia, deixava-me levar. Agora não estou em condições para tentar fugir. Agora não, mas vou ter.


Notas Finais


Obrigada por terem lido.
Desculpem qualquer erro.
Vejo-vos no próximo capítulo!
Bjs. ❤️

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