História Meu Único Daddy (Imagine Namjoon) - Capítulo 26


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Criminal, Namjoon, Prostituição
Visualizações 156
Palavras 1.641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláa!

Hoje foi um dia meio conplicado para mim por isso é que demorei tanto para postar o capítulo de hoje. De qualquer maneira espero que estajam todos bem!

Espero que gostem deste capítulo!❤️

Capítulo 26 - Sangue em todo o lado


[1 SEMANA DEPOIS]

Acordei, mais uma vez, depois de uma noite mal dormida. Tal como as outras vezes, não dormi praticamente nada, apenas meros minutos. As lembranças do que o Erik me fez não saiam da minha cabeça e assombravam-me sempre que eu tentava dormir. Aquele acontecimento do estupro aconteceu várias vezes nesta semana. Voltei a ser um brinquedo sexual. Todos os dias é a mesma coisa e eu estou a perder a esperança de que alguma vez vou conseguir sair daqui. Mas não vou desistir de sair daqui. Vou continuar a tentar. A porta abriu e Yeon entrou com o meu pequeno-almoço.

Yeon – Bom dia. – Disse com um leve sorriso. Ele não é má pessoa. Durante o tempo em que estive aqui ele foi muito amável comigo.

S.N – Bom dia. – Ele colocou a bandeja ao meu lado e assim que olhei para a comida senti uma grande vontade de vomitar. Tapei a boca e levantei-me a correr, indo até um dos cantos daquela sala, deitando para fora, tudo o que tinha no estomago.

Yeon – S.N! Estás bem? – Acariciou as minhas costas enquanto estava curvada.

S.N – Sim estou. – Endireitei-me e limpei os cantos da minha boca com a mão. – Só fiquei enjoada de repente. A mesma vontade de vomitar voltou e voltei a vomitar no canto.

Yeon – Não estás bem. Estás a vomitar muito. Isso não é bom.

S.N – Não. Estou bem. Não deve ser nada.

Yeon – Tens a certeza?

S.N – Sim. Eu estou bem. – Andei até ao colchão.

Yeon – Vou-te buscar um copo com água e algo para limpar isto. – Sem dizer mais nada, saiu da sala. Encostei-me à parede, com a mão na barriga e a olhar para o teto. Porque é que me senti assim de repente? Senti-a a minha garganta a arder, devido aos ácidos que passaram por lá. Respirei fundo e tentei acalmar-me. Yeon voltou com dois baldes, uma esfregona e uma garrafa de água. Como é que conseguiu transportar tudo isso até aqui? Colocou um dos baldes e a esfregona no chão e veio até mim. – Aqui tens a água. – Entregou-me a garrafa e bebi algum do líquido.

S.N – Para quê dois baldes?

Yeon – Um é para lavar o chão e o outro é para ti. – Colocou o balde no chão, ao meu lado. – Caso vomites outra vez.

S.N – Obrigada.

Yeon – Não tens de quê. – Pegou no balde com a esfregona mas antes que começasse a limpar eu fui até ele e impedi-o.

S.N – Não eu faço isso. – Tirei a esfregona de sua mão.

Yeon – Não. Tu vais comer o teu pequeno-almoço. Tens que comer alguma coisa. – Tirou-me a esfregona.

S.N – Mas não é justo tu lavares o meu vomitado. – Coloquei as mãos à cintura.

Yeon – Ainda vomitas outra vez. É melhor ser eu a limpar. Agora vai comer! – Falou autoritário, convencendo-me. Voltei-me a sentar e tentei comer alguma coisa, mesmo não estando com grande vontade. Ele começou a limpar e eu senti-me mal ao vê-lo e não ajudar.

S.N – Deixa-me ajudar.

Yeon – Não, é melhor não. E eu também já estou a acabar. Não há prolema. – Apenas deixei-o fazê-lo enquanto comia alguma coisa. Yeon acabou de limpar e veio até mim. Colocou a sua mão na minha testa. Fez uma cara de incerteza e depois deu-me um beijo na testa.

S.N – Estás a fazer o quê? – Afastei-me com uma cara confusa.

Yeon – Estou a ver se tens febre.

S.N – E é preciso dares-me um beijo na testa?

Yeon – Sim. Assim vê-se com mais certeza se tens febre ou não. A tua mãe nunca te fez isso.

S.N – Não. Normalmente ela só me dava um termómetro.

Yeon – A minha fazia sempre isso. Será que depende da zona? – Pareceu pensativo.

S.N – Provavelmente não. Acho que é a minha mãe que não queria fazer isso.

Yeon – Bem, mas não tens febre. Então deve ser outra coisa.

S.N – Da comida?

Yeon – Não, eu como a mesma comida que tu e eu estou bem.

S.N – Então é o quê?

Yeon – Não sei. Se calhar é outra coisa que nós não sabemos mas deve passar. – Olhou para a bandeja que já não estava junto a mim. – Não vais comer mais?

S.N – Não. Não tenho muita fome. Não me apetece comer.

Yeon – É dá para entender. Eu tenho que ir então. Eu venho-te ver durante o dia para ver se estás bem. – Pegou na minha bandeja e no balde com a esfregona.

S.N – Ok. Obrigada.

Yeon – Adeus. Fica bem e se precisares de vomitar outra vez, não te esqueças que tens ali o balde.

S.N – Sim. Até logo. – Dei um sorriso sem mostrar os dentes. Ele abriu a porta e foi-se embora. Agora só tenho que esperar que o Erik me venha buscar para mais um momento torturante.

[…]

Algumas horas se tinham passado. O Yeon veio cá algumas vezes, ver se estava tudo bem e estava, ainda não tinha vomitado desde aquela vez de manhã. A porta abriu-se e já me preparava para dizer que estava tudo bem ao Yeon mas vi Erik passar pela porta.

Erik – Como é que a minha putazinha está? – Disse sarcasticamente.

S.N – Estou bem.

Erik – Para quê aquele balde? – Apontou para o balde assim que o viu.

S.N – Nada que seja do teu interesse. – Olhava para ele com uma cara de zangada.

Erik – Acordaste para o lado errado da cama hoje não? – Disse num tom de ameaça.

S.N – Não. Foi apenas a tua cara que me pôs assim. – Recebi uma estalada como resposta.

Erik –Putas mal educadas como tu merecem uma lição de boa educação.

S.N – A sério? Porque é que ainda não recebeste nenhuma então? – Outra estalada, na bochecha oposta. Não queria ter filtro nas minhas palavras. Ia falar tudo como queria, mesmo que ele me batesse

Erik – Estás a abusar.

S.N – Quem está a abusar és tu da minha paciência. – Mais uma estalada. Senti a adrenalina subir e a raiva, por ele, aumentar.

Erik – Não te aviso mais.

S.N – Não tenho medo de gente cobarde. – Vi os punhos de Erik ficarem cerrados.

Erik – Já chega! – Gritou e obrigou-me a levantar, puxando-me pelo cabelo. Encostou-me, com brutalidade, contra a parede. Deu um murro no meu estômago. – Queres ser tão engraçadinha, então vais sofrer as consequências. – Senti a minha face doer por culpa do soco forte que ele deu perto do meu nariz. – Para a próxima já tens mais cuidado com as tuas palavras. – Deu com o joelho na minha barriga, uma e duas vezes até a minha boca começar a sangrar. – Será que assim aprendes a lição? – Apertou o meu pescoço e elevou-me, com apenas as suas duas mãos a segurar-me. Eu batia nos seus braços e esperneava-me mas o aperto estava cada vez a ficar mais forte. Pelos seus olhos conseguia ver que ele estava a gostar de me torturar. – Acho que isto não chega. – Soltou-me e eu caí de joelhos no chão. Tossi, tentando recuperar a minha respiração. Mais sangue saiu. – Vamos jogar outro jogo. Chama-se tu tentas e eu destruo. – Tentei-me levantar. – Tu tentas-te levantar e eu meto-te no chão outra vez. – Colocou o seu pé em cima de mim, voltando-me a colocar no chão. Tentei-me levantar outra vez mas ele fez a mesma coisa, aleijando as minhas costas. – Que divertido não é? – Deixei-me estar, deitada de barriga no chão. Tinha a respiração ofegante. Erik virou-me com o seu pé. – Está cansada? Eu também estava cansado de ouvir as tuas bocas! Aprendeste a lição?

S.N – Vai-te fuder. – Disse com alguma dificuldade.

Erik – Ok. Se queres mais, eu dou! – Começou a dar pontapés pelo meu corpo. Eu deitei-me de lado, em concha a tentar proteger a minha cabeça e a minha barriga, a máximo que conseguia proteger. Deu um pontapé na minha mão, nas minhas costas, nas minhas pernas. E com cada pontapé eu sentia mais dor. Mais sangue saía do meu corpo. – QUERES MAIS?! – Gritou. Várias lágrimas saíram por culpa da dor. Só queria que ele parasse.

S.N – Pa…ra. – Disse baixo, praticamente inaudível. Os meus sentidos começaram a falhar e não consegui manter-me acordada.

Namjoon P.O.V

Depois daquela mensagem, não recebi mais nenhuma, o que me deixava ainda mais preocupado. Há uma semana que não sei nada dela. Eu estou uma lástima, vivo dia e noite a pensar nela. Está insuportável viver sem ela aqui. Eu quero-a. Eu quero que ela esteja bem. Preciso que ela esteja bem! Já não sorriu, a minha esperança de tê-la está cada vez mais escassa. Os meninos dormiram aqui estes dias todos. Eles não me querem deixar, querem-me apoiar e tentar animar.

Eu olhava para o vazio sem pensamentos concretos em mente quando ouço um sinal de mensagem. Ignoro. Não me iria dar ao trabalho de ver quem me tinha mandado mensagem, eu sabia que não ia ser a S.N a mandar-me mensagem.

Taehyung – Namjoon, acho que te mandaram uma mensagem.

Namjoon – Sim, eu ouvi.

Taehyung – Não vais ver.

Namjoon – Quem quer que seja que me tenha mandado mensagem, não me interessa.

Taehyung – Pode ser importante.

Namjoon – Não faz mal.

Taehyung – Posso ver por ti? – Não respondi e dei-lhe o meu telemóvel. – Namjoon… Acho que tu precisas de ver isto. – Olhei para Taehyung que tinha os olhos muito esbugalhados e a mão por cima da boca aberta. Os seus olhos brilhavam, por conta das lágrimas que se iam formando.

Namjoon – O que foi? Quem me mandou mensagem? – Ele entregou-me o telemóvel e o meu mundo caiu com aquilo que vi. O Erik mandou uma fotografia de S.N desacordada. Mas ela estava cheia de hematomas. Ela tinha sangue na boca e umas marcas negras e vermelhas espalhadas pela cara. O seu corpo tinha várias feridas abertas, com sangue. Várias marcas vermelhas também se eram vistas. O seu pescoço estava marcado e arranhado. Havia sangue no chão, ao lado dela, sangue em todo o lado. Esta é a pior coisa que eu alguma vez poderia ter visto.


Notas Finais


Obrigada por terem lido.
Desculpem qualquer erro.
Vejo-vos no próximo capítulo!
Bjs. ❤️

Outros trabalhos:
História "A Volta Ao Mundo" - imagine Jungkook: https://www.spiritfanfiction.com/historia/a-volta-ao-mundo-imagine-jungkook-10510679
One Shot "O Desejo" - Yoongi: https://www.spiritfanfiction.com/historia/o-desejo--yoongi-one-shot-13192894
Sentimentos transformados em pensamentos: https://www.spiritfanfiction.com/historia/sentimentos-transformados-em-pensamentos-13479865


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...