História Meu Único Daddy (Imagine Namjoon) - Capítulo 27


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Criminal, Namjoon, Prostituição
Visualizações 140
Palavras 1.651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Meus comprimentos a toda a gente maravilhosa que está a ler esta fanfic!

MUITO OBRIGADA POR 150 FAVORITOS! A sério, agradeço muito a cada um de vocês! Será que conseguimos chegar a 200 favoritos antes de o final da fic?

Por falar em final. Afinal a fic vai com certeza chegar aos 30 capítulo e talvez chegue aos 40 com os bonús. (Sim, vou fazer dois bonús ;) )

De qualquer forma. Espero que estajam todos bem!!!

Espero que gostem do capítulo!❤️

Capítulo 27 - Vou-te tirar daqui


Yeon P.O.V

Estava sentado no sofá da sala, esperava que o Erik saísse da sala do celeiro para eu puder ver se a S.N estava bem. Ela ter vomitado assustou-me muito. O que ela pode ter? Espera… Ela foi violada pelo Erik… Será que ele usou proteção? Não. Óbvio que não, ele é um monstro ele não quer saber disso. Merda, e se a S.N estiver grávida daquele monstro? Não, não pode ser. A primeira vez que fizeram sexo foi à uma semana atrás. É impossível ela estar a sentir sintomas da gravidez com apenas uma semana desde que fez relação sexuais. Gravidez não deve ser. Então o que é? Que doença ela pode ter apanhado? E se for uma doença mortal?

Erik entrou dentro de casa. As suas mãos tinham marcas vermelhas. Aquilo é san…sangue?! O que é que ele fez à S.N?! Ele viu que eu estava sentado a olhar para ele.

Erik – Vai tratar dela. – Ordenou e eu logo levantei-me, indo em direção à porta de saída. – Leva os primeiros-socorros. – Este cabrão deve tê-la mesmo magoado muito para estar a dizer isso. Cobarde. Fui até à casa de banho, procurei os primeiros-socorros e saí da casa a correr até ao celeiro. Assim que abri a porta fiquei horrorizado com o estado dela.

Yeon – S.N! – Corri até ela e ajoelhei-me ao seu lado. Peguei na sua cabeça, e abanei-a levemente. – Acorda! – Tentei ouvir a sua respiração e graças a deus ela ainda respirava. – O que é que ele te fez? – Fiz caricias no seu cabelo enquanto olhava para a sua face ensanguentada. Saí do celeiro e voltei para dentro de casa. Precisava de encontrar Bong. – Bong! Bong onde estás?!

Bong – Estou aqui menino. Aí, o que foi? – Espreitou, colocando a sua cabeça para fora da porta da cozinha.

Yeon – Ainda bem que te encontro. – Fui até ela. Empresta-me umas calças e camisola tuas?

Bong – Para quê que queres a minha roupa? Queres mudar de sexo e queres ver se roupa de mulher te ficam bem?

Yeon – Não é o momento certo para estares a gozar. Dá-me logo as roupas por favor!

Bong – Está bem, está bem. Deixa-me só ir buscá-las. – Ela subiu para o andar de cima e eu aproveitei e peguei num pano e uma taça com água. – Tens aqui. – Peguei nelas, com pressa.

Yeon – Ok, obrigada! – Comecei a andar em direção à porta.

Bong – Mas espera. Para quê que queres as roupas?

Yeon – Depois explico. Agora não tenho tempo. – Saí de lá e voltei para a sala do celeiro. A S.N ainda estava inconsciente no meio da sala. Molhei o pano na água e passei ao lado de todas as feridas, que estavam destapadas, tirando todo o sangue que lá estava. Passei betadine nas feridas com um algodão e coloquei um penso nas feridas mais pequenas. Nas feridas maiores coloquei gaze. Passei o pano molhado por todo o seu rosto, refrescando e retirando algum do sangue que ali estava. Ela tinha uma ferida na cana do nariz e nos lábios. Passei delicadamente o algodão e coloquei um creme, para ajudar a sarrar mais depressa, nessas duas feridas. Nas marcar do seu pescoço e nódoas negras que ela tinha pelo corpo, coloquei um creme para tratar disso. Tentava ser o mais cuidadoso possível, não queria magoá-la, mesmo ela estando a dormir. A sua camisola estava tingida com sague. Trouxe a muda de roupa para trocar por esta que está muito suja. Sei que ela não me deixaria fazer isto se estive acordada mas vai ter que ser. Com cuidado abri o fecho dos seus calções e tirei-os. As feridas que ela tinham na perna já estavam tratadas por isso apenas coloquei as calças de fato de treino que a Bong me emprestou. A sua camisola era o que estava mais marcado. Tirei, com cuidado a camisola de seu corpo. Tentei não olhar muito para o seu corpo, não lhe quero faltar ao respeito nesse assunto. A sua barriga tinha alguns cortes e nodas negras, tal como as suas costas tinham. Tratei primeiro da sua barriga, coloquei um penso em cada ferido e o creme nas marcas. Virei-a ao contrário, com cuidado, e comecei a tratar das suas costas, fazendo o mesmo processo. Coloquei-lhe a sweatshirt que a Bong me deu. Peguei-a ao colo, colocando os meus braços por baixo das suas costas e pernas, levei-a até ao colchão e deitei-a ali, tapei-a com a manta que ali estava. Acariciei a sua cabeça e afoguei os meus dedos no seu cabelo.

Que pena que tenho dela. Ela não merecia isto. Não merecia estar aqui presa e ser maltratada. Merecia estar bem onde estava. Olha o estado dela! Está toda marcada e com uma possível doença. Está inconsciente por culpa de um merdas com problemas na cabeça. Eu não posso deixá-la sofrer mais. Eu vou ajudá-la a sair daqui, mesmo que ele me mate por isso. Pelo menos tive algum propósito. Pelo menos ajudei alguém a viver. Dei um beijo na sua testa e pensei para mim: “Eu vou ajudar-te.” Saí da sala com a taça, o pano e a roupa de S.N. Levei tudo para dentro de casa e peguei no balde com a esfregona, peguei também um bloco de notas e uma caneta. Chamei a Bong de novo.

Bong – O que foi agora?

Yeon – Podes pôr estas roupas a lavar?

Bong – Sim, ok. – Viu o estado das roupas e ficou meio surpreendida. – O que é que ele fez com ela? – Sussurrou.

Yeon – Eu depois explico. Agora não dá jeito.

Bong – Ok, vai lá tomar conta dela. Mas… Ela está bem?

Yeon – Está inconsciente e tem muitas feridas.

Bong – Esperemos que ela acorde. – Como podem perceber, a Bong também é um dos reféns daqui, também está a ser vigiada pelo Erik. Bem, para dizer a verdade, não é bem pelo Erik mas sim por um dos “homens de confiança” dele. Por isso é que é muito provável que o Erik ainda não saiba que ela tenha vomitado, muitas vezes eles fazem pausas e não ouvem certos momentos.

Yeon – Sim. Vou indo, até! - Voltei para ao pé dela e vi se ela já estava acordada. Ainda não, ela está inconsciente já à algum tempo, 45 minutos talvez? Comecei a limpar o chão e uma vez, ou outra via se ela se mexia ou acordava. Nada, nem um sinal de que está consciente. Continuei a limpar o sangue do chão até ouvir o colchão mexer. Olhei para ela. Ela tinha-se mexido, tinha-se virado. Deve estar quase a acordar, graças a deus. Deixei a esfregona de lado e ajoelhei-me ao lado dela. Olhava para a sua cara, à espera que ela abrisse os olhos. A sua mão mexeu um pouco e então os seus olhos abriram muito devagar. – Ainda bem que acordaste. – Sorria para ela. Tentou se levantar mas resmungou de dor.

S.N – Está-me a doer muito a cabeça. Doe-me corpo todo na verdade.

Yeon – É, estás bem marcada.

S.N – Estive a dormir durante quanto tempo?

Yeon – 1 hora, quase. – Ela assentiu com a cabeça como se estivesse a tentar perceber tudo.

S.N – Estas roupas são de quem?

Yeon – Uma mulher que trabalha aqui também. – Ela tirou a manta de cima de si e levantou um pouco a camisola.

S.N – Quem me fez isto?

Yeon – Tu não te lembras do que aconteceu?! – Estava em choque, ela perdeu a memória do que aconteceu com o Erik?

S.N – Eu lembro que o Erik me agrediu mas eu desmaiei e não me lembro de ninguém a tratar-me das feridas.

Yeon – Ah, isso. – Era óbvio que ela estava a falar de tratar as feridas, nem sei porque pensei que ela estava a falar de quem lhe agrediu. – Eu tratei das tuas feridas.

S.N – Também trocaste as minhas roupas?

Yeon – Sim… - Estava com medo de que ela se chateasse por tê-la despido.

S.N – Obrigada. – Sorriu sem mostrar os dentes. Estava enganado mais uma vez. – Mas… Porque estás a tratar de mim? Porque é que tu és o único que me vem ajudar se há mais gente aqui a “trabalhar”? – Fez aspas com as mãos.

Yeon – O Erik, pôs-me a tratar de ti. Ele encarrega um dos seus “trabalhadores” a cada um dos seus prisioneiros. E tu estavas muito mal, não podia deixar-te estar daquela forma deitada no chão frio.

S.N – Bem. Ainda bem que foste tu que ficaste a tomar conta de mim. Talvez se fosse outra pessoa, não seria tão simpática como tu.

Yeon – Aqui também trabalham muitas outras pessoas simpáticas. Bem, algumas pessoas simpáticas.

S.N – Está bem, então. – Lembrei-me do bloco de notas e tirei-o do bolso, em conjunto com a caneta. Comecei a escrever a mensagem que queria. – O que estás a fazer? – Fiz sinal para ela fazer silêncio. Entreguei-lhe o bloco de notas com a mensagem. Eu escrevi: “Não fales sobre isto em voz alta e responde sempre a escrever. Eu vou ajudar-te a sair daqui.” Ela olhou para mim com uma cara surpresa e confusa. Pegou a caneta que estava na minha mão, escreveu uma resposta e entregou-me. “Como?” Escrevi uma resposta e dei-lhe. “Não sei mas vou-te tirar daqui.”

Namjoon P.O.V

Eu fiquei chocado, furioso, triste, preocupado, e mais algumas emoções más, depois de ter visto a S.N. Como é que ele foi capaz de lhe fazer isto?! Como? Será que ela está viva? Será que conseguiu sobreviver a isto?

Taehyung – Namjoon! – Estalou os dedos, tirando-me do transe em que estava.

Namjoon – Como é que ele foi capaz? Porquê? – Algumas lagrimas saíram dos meus olhos. Isto não vai ficar assim! Eu vou dar cabo daquele homem! Jungkook! – Gritei por ele que apareceu a tropeçar nos degraus das escadas, por ter vindo a correr.

Jungkook – Sim?

Namjoon – Não sei porque ainda não fizemos isto mas descobre de onde ele está a mandar estas mensagens.

Jungkook – Ele muito provavelmente não tem a localização ligada.

Namjoon – Não interessa! Tenta! Temos que tentar!


Notas Finais


Obrigada por terem lido.
Desculpem qualquer erro.
Vejo-vos no próximo capítulo!
Bjs. ❤️

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