História Meu Único Daddy (Imagine Namjoon) - Capítulo 29


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Criminal, Namjoon, Prostituição
Visualizações 135
Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláa mais uma vez hoje!

Espero que estejam todos incrivelmente bem!

Já disse tudo no "capítulo" anterior mas vou dizer aqui também. Muito obrigada por toda a felicidade que vocês me estão a dar. Cada comentário, favorito, cada visualização e adicionar a história à biblioteca, é tudo muito especial para mim e não consigo-vos dizer o quão grata eu estou! Amo-vos muito meus bolinhos criminosos!❤️

Vamos lá para o capítulo, espero que gostem! ❤️

Capítulo 29 - Planos


Fanfic / Fanfiction Meu Único Daddy (Imagine Namjoon) - Capítulo 29 - Planos

Jungkook – Ok… Vou precisar do teu telemóvel.

Namjoon – Toma. Leva o que precisares. – Entreguei-lhe o telemóvel.

Jungkook – Vou só buscar o computador portátil. – Subiu as escadas e em pouco tempo desceu com o computador na mão. Sentou-se no sofá e posou o computador na mesa de centro. – Agora só tenho que ligar isto… - Disse enquanto ligava o telemóvel ao computador. Ele tinha o computador aberto numa aplicação de localização. – Mas preciso que ele mande mensagem. Se não mandar eu não consigo localiza-lo.

Namjoon – Então só mandamos uma mensagem e esperamos que ele responda. – Peguei no telemóvel e escrevi uma resposta para a foto que ele tinha mandado. Mandei apenas um dedo do meio.

Jungkook – Tens que mandar uma mensagem em que saibas que ele te vai responder. Assim é provável que ele não te responda. – Voltei a pegar no telemóvel e escrevi “Assim que te vir, és um homem morto.”

Namjoon – Pronto. Assim está melhor?

Jungkook – Sim. Ele deve responder à ameaça. – Pousei o telemóvel na mesa.

Namjoon – E agora?

Jungkook – Agora temos que esperar que ele responda. – Aproximou-se do computador, prestando muita atenção ao mapa que ali estava mostrado.

Namjoon – Vais ficar aqui, a olhar para o computador.

Jungkook – Tenho que ver se ele responde. A qualquer momento ele pode responder e a localização dele vai mostrar aqui. Se eu não ficar a ver podemos perder a nossa oportunidade.

Namjoon – Está bem. Queres alguma coisa?

Jungkook – Agora não.

Namjoon – Ok. Se quiseres diz que eu trago-te. – Aconcheguei-me no sofá, enquanto olhava para o computador. Isto é provavelmente a nossa única opção.

S.N P.O.V

Continuávamos a falar pelo bloco de notas.

S.N – Mas não corres perigo se me ajudares a fugir?

Yeon – Sim, mas eu cá me arranjo. Não te preocupes comigo. Eu vou conseguir-te tirar daqui mesmo que me custe a vida. – Olhei para ele assim que li a sua mensagem no papel, ele deu um sorriso gentil. Não acredito que ele é capaz de sacrificar a sua vida por mim.

S.N – Porque estamos a falar por papel?

Yeon – Porque há pessoas que ouvem as minhas conversas e se ouvissem esta conversa a minha vida já era.

S.N – Mas se estás a ser escutado, como é que me vais ajudar?

Yeon – Eu planeio tirar a escuta e assim talvez até me consiga libertar contigo.

S.N – Mas, se consegues tirar a escuta porque ainda não o fizeste?

Yeon – Porque não é todos os dias que queres cortar a tua pele e tirar algo lá de dentro. – Ele levantou a manga da camisola e vi um alto no seu braço, junto ao ombro. Fiz menção de tocar na sua pele para pedir a sua autorização e ele deixou. Toquei no alto de ele tinha, não era muito evidente mas dava para ver que tinha algo ali. Pegou no bloco de notas e começou a escrever. – É como uma capsula mas um pouco maior.

S.N – Como é que meteram-na lá dentro? – Talvez a resposta seja óbvia.

Yeon – Cortaram o meu braço e depois cozeram-no. Todos que são obrigados a estar aqui têm uma.

S.N - Como é que isso funciona. – Apontei para a capsula.

Yeon – Bem, na verdade o que tenho no braço é um dispositivo de localização. Com isto eles sabem onde eu estou e, como está ligado à escuta que tenho eles também me conseguem ouvir. Se eu tirar a escuta que está presa a mim, eles ficam a saber porque a capsula avisa-os. Também os avisa se a capsula for retirada do meu corpo. – Olhei para ele que abaixou a gola da camisola mostrando algo preso com fita-cola preta. Eles levam isto muito a sério.

S.N – Eles não brincam.

Yeon – Pois não. Eles não querem correr nenhum risco. Mas bem. Mudando de assunto para o plano. Sabes o número de telemóvel de alguém que seja de confiança e que te possa ajudar?

S.N – Sim, sei.

Yeon – Ótimo. Assim podemos contactar essa pessoa e podemos-te tirar daqui.

S.N – Como é que vamos conseguir ligar a essa pessoa.

Yeon – Eu vou arranjar maneira de trazer um telemóvel aqui para dentro. Depois podes falar à vontade com essa pessoa. Uma coisa boa desta sala é que não tem nem câmaras nem escutas. Podes fazer e dizer tudo o que quiseres, ninguém te ouve, só tu. – Quando ia escrever a minha resposta, ouvimos o barulho da porta a abrir. Yeon tirou-me o bloco de notas e a caneta rapidamente da mão e guardou-os dentro do seu bolso. Eu olhava assustada para a pessoa que tinha acabado de entrar. Será que viu alguma coisa?

Erik – Ah, ótimo já estás acordada. – Disse assim que me viu sentada na cama. – Estás com mau aspeto. – Apenas revirei os olhos. Não me estava a apetecer ser agredida duas vezes no mesmo dia. – Estás aqui ainda a fazer o quê? – Falou dirigindo-se a Yeon. A maneira como ele o estava a tratar. Ele realmente não merece ter a vida que tem.

Yeon – Sim. Ia-me embora agora. – Pôs-se em pé, pegou no balde com a esfregona e saiu da sala. Erik aproximou-se e baixou-se até ficar da minha altura. Agarrou no meu queixo e virou a minha cara para os dois lados para ver os estragos que tinha feito. Levantou também a minha cabeça para ver as minhas marcas no meu pescoço.

Erik – Fiz um bom trabalho. – Sorriu vitorioso com aquilo que viu e levantou-se, colocando-se direito em pé. Nojo de quem agride alguém e diz que fez “um bom trabalho”.

S.N – Vai para o inferno. – Disse olhando para o seu rosto.

Erik – O que disseste? – Perguntou sério.

S.N – Nada. – Revirei os olhos, desviando o olhar.

Erik – Ainda bem. Parece que aprendeste a lição. Agora tens um exemplo mais vivo do que o que te pode acontecer se me faltares ao respeito. E da próxima vez eu acabo o meu trabalho e não vais ficar aqui para contar a história. Entendeste? – As ameaças deles faziam-me arrepiar e assustavam-me mas eu mantinha a cara de forte e chateada.

S.N – Como queiras.

Erik – Ainda bem que é assim. Não tenho que explicar de novo. Amanhã não te faço nada, também tenho coração. – Duvido disso. Coração e sentimentos é aquilo que ele não tem. – Só te foço alguma coisa se tu mereceres por isso é melhor seres uma boa menina e não te portares mal. – Mantive-me calada. – Bem, só queria dizer isto. Agora vou sair, é só para saberes que se me quiseres, não me vais puder ter porque eu não estou aqui. – Pois claro. Quanto mais longe melhor! Dirigiu-se até à porta. – Adeus! Dorme bem! – Ficou à espera da minha resposta, mas como não lhe respondi ele fez uma cara de zangado. – Diz-me adeus!

S.N – Adeus Erik! – Sorriu e fechou a porta. – Até nunca por favor! Ele que tenha um acidente de carro e morra a ir para o hospital! – Disse em voz alta tudo o que a raiva me permitia pensar, mesmo que ninguém me fosse ouvir. De repente comecei a ficar com náuseas e não demorou muito até arregalar os olhos e esticar-me para agarrar no balde que Yeon tinha deixado para mim. O vomitado saiu todo da minha boca.

Jungkook P.O.V

Já estamos à espera de uma mensagem dele à duas horas. Namjoon acabou por adormecer e ele faz bem, não tem andado a dormir como deve de ser. Eu já estava a ficar com os olhos cansados de estar a olhar para o computador durante tanto tempo. Ouvi um “bing” vindo do computador e apareceu um ponto vermelho no mapa. Fiquei surpreso ao ver que a sua localização era tão no estremo de Seoul, enquanto nós estamos praticamente no meio.

Jungkook – Ele está numa quinta em Nowon-gu?!


Notas Finais


Obrigada por terem lido.
Desculpem qualquer erro.
Vejo-vos no próximo capítulo!
Bjs. ❤️

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Sentimentos transformados em pensamentos: https://www.spiritfanfiction.com/historia/sentimentos-transformados-em-pensamentos-13479865


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