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História Meu vício. - Capítulo 1


Escrita por: e iizkmagiic


Notas do Autor


MANO???? KKKKKKKKKKKKKKK. DESCULPA JAUN E ARTHUR, MAS ERA O MEU DEVER FAZER ISSO AQ.

e gente ;_; desculpa pelos diálogos rasos.

Capítulo 1 - KKKKKKK capítulo 1 e único. (acho)


João on.

   Eu sentia aquelas mãos firmes e quentes passeando pelo meu abdômen, eu sentia o meu corpo inteiro em chamas. Eu não sabia como tudo isso tinha começado, mas eu sabia que nós estávamos errados, eu sabia e eu não conseguia parar. Arthur tinha se tornado um vício, ele tinha se tornado o MEU vício. 

Eu amava estar com ele, estar com ele era o único momento em que eu me sentia completo.. e a culpa me consumia por inteiro, cada pedaço de mim e eu me sentia um lixo, afinal, ele namorava Rayssa, minha melhor amiga. Eu sou cortado dos meus pensamentos quando o mesmo me levanta bruscamente colocando-me em seu colo.

 - Por que está tão pensativo ¿ Algo te incomoda ¿ - Ele falava enquanto estava destribuia beijos e mordidas por toda a extensão do meu pescoço.

- Está tudo bem, não se preocupe. - Menti.

- Certeza ? Sua cara de cachorro abandonado 'tá me fazendo perder o tesão.

Seguro o seu rosto com as minhas duas mãos e aproximo nossos lábios roçando-os entre si e falo em um sussurro:

             - Podemos resolver isso agora.

            - Gostei da ideia. - Ele fala em um tom de divertimento.


E em um movimento selo nossas bocas famintas uma pela outra, eu peço passagem com minha a língua  e é cedida pelo mesmo rapidamente.  Arthur rapidamente coloca suas mãos em meus quadris forçando-o para baixo formando uma pressão gostosamente gostosa em nossas intimidades. Arthur vai passando a língua pelo lóbulo da minha orelha me causando arrepios, era meu ponto fraco e ele sabia muito bem. Do lóbulo da orelha ele subiu até chegar a hélice.

 - Você está me provocando. - Digo com uma voz dengosa.

- Estou? - Ele sussurra com sua voz grave.

  - Está.

  - 'Tá funcionando? - Ele pergunta em um tom brincalhão. Ele me levanta de seu colo me jogando na cama do motel - onde estávamos -.

  - E muito. KKKK. - Eu ri envergonhado.
 

Ele sobe em cima de mim abrindo o zíper da minha calça jeans e a puxando levemente para baixo, o ajudo retirando a calça e a cueca. Ele me olha com um olhar travesso e aproxima seu dedo indicador e médio perto de meus lábios.

- Abra e lamba. - Ele passa levemente o indicador em meus lábios e logo em seguida pede passagem para adentrar, eu concedo a passagem na hora. Rapidamente ele coloca seu dedo médio e começa a brincar com a minha língua e seguidamente ele faz um sinal para mim começar. Começo a lamber e a sugar os dedos o provocando e pelo visto funcionou, ele travou o maxilar me olhando fixadamente. Ele tira lentamente os dedos de minha boca e abre minhas pernas. Com os dedos já lubrificados ele vai em direção a entrada de meus ânus e faz uma leve pressão penetrando os dedos.

Sinto a temperatura de meu corpo aumentar e minhas bochechas ficarem coradas. Logo sendo penetrado sinto sua outra mão chegando perto de meu membro, dando a entender que ele começaria a me masturbar. Sinto seu dedo indicador passando pela glande de meu pênis lentamente e em seguida sinto suas mãos percorrerem pelo corpo de meu pênis lentamente me proporcionando um prazer intenso.
 

- A-ah.. - começo a mexer meus quadris em direção aos dedos de Arthur.
 

- Você é um pervertido. - Ele aumenta a velocidade me fazendo quase chegar em meu ápice. - Você tinha que ver sua cara agora, me deixa num puta tesão.
 

- F-faz mais e fale menos. - Falo entre gemidos com a voz sôfrega e ele ri da minha condição.

E de de repente comigo quase no ápice ele para.
 

- Por que parou? - Pergunto indignado.
 

- Se quiser mais, você vai ter que fazer por merecer. - Olho pro mesmo e ele aponta pro seu membro duro. - Use essa boca gostosa e chupe meu pau com vontade. -  Ele fala pausadamente e chegou a ser engraçado. Ele senta na ponta da cama, eu levanto e ajoelho em sua frente, ficando no meio de suas pernas e vejo ele com o membro já exposto.


E sem errolação começo a lamber toda a extensão e a sugar, e o que não cabe eu masturbo. Levo minha mão até suas bolas fazendo massagem e estimulando. Sinto os músculos deles se contorcerem e ele gemer meu nome intensamente, aquilo era música para meus ouvidos. E poucos minutos depois sinto um líquido na minha boca.
 

- Porra João, estou sem forças. - Levanto e olho pro mesmo com um olha travesso. Sento no colo do mesmo e ele segura minha cintura.
 

- Uma pena, não aguentou nem a preliminares.
 

- Não brinque comigo. - Solto uma risada alta e ele se levanta comigo no colo e me joga na cama.

De bruços, com os quadris empinados e a cabeça encostada no travesseiro. Ele pincela seu membro em minha entrada e vai penetrando devagar, ele começa os movimentos para trás e para frente e vai aumentando a velocidade. Ele era muito bom nisso. Ele começa a desferir vários tapas em minhas nádegas já totalmente avermelhada e começou com seus vocabulários sujos. Como eu amava isso, era o único momento em que eu me sentia só dele e ele só meu.. eu o amava, mas não era recíproco. Um bolo começou a se formar em minha garganta e a vontade de gritar, mas eu continuei ali, de quatro e gemendo, como ele queria.

Sou despertado de meus pensamentos com um celular tocando, e eu sabia de quem era o celular e quem estava ligando. Arthur levanta rapidamente e vai atender seu celular, uns minutos depois ele volta juntando suas roupas.

-Vou ter que ir.. a Ray, ela quer me ver e..
 

- Vai deixar dinheiro na mesinha também ?
 

- João, já conversamos sobre isso..
 

- Até quando eu vou ser o seu segredo ? Já somos adultos, não dois adolescentes com encontrinhos casuais. Podemos sentar e conversar com ela, ou algo do tipo..
 

- Não acho que ela entenderia..
 

- Esse é o problema.. você não quer deixa - lá
 

- Não jogue tudo nas minhas costas. É difícil terminar um relacionamento assim... ela não merece isso, 2 ANOS JOGADOS NO LIXO. Por erro meu.
 

- Eu que estou jogando tudo em suas costas? - Meus olhos já estavam cheios de lágrimas. - Nós dois erramos, NÓS DOIS.
 

- Porra! Não chora. - Ele tenta se aproximar. - Eu sei que nós erramos.
 

- Você gosta de mim? - Perguntei em um sussurro.
 

- Eu gosto.. mas eu amo a Rayssa. Eu não quero perder ela.. Droga, mas também não quero perder você.
 

-  Eu entendo.. você está confuso.
 

- João..
 

- Vai embora.  - Falo me levantando e indo pegar minhas roupas. - É o melhor a se fazer.
 

- Não faça isso, por favor. João, eu preciso de você.
 

- Ora, uma hora ou outra isso iria acontecer. Não podemos continuar desse jeito. Volte quando souber o que quer. Porque eu sei o que eu quero. -  Falei tentando parecer forte.
 

- PORRA. - Ele grita. Parecia frustrado e apavorado.
 

- Só vai.. embora.
 

- Não vou insistir.. - Eu quero que ele insista.. e fique comigo, mas não sou eu quem ele quer. Mas eu posso conviver com isso, vai doer mais passa..
 

- Adeus. - Me viro de costas com o meu peito queimando, como doía.

Alguns minutos se passa e ouço a porta fechar atrás de mim, assim que ouço minhas pernas não tinham mais forças. Desabei no chão. A escolha foi minha.


Notas Finais


bebam água.


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