História Meu Vizinho. - Capítulo 5


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Categorias Fairy Tail
Tags Gale, Meu Vizinho, Nalu, Romance
Visualizações 361
Palavras 1.679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA FINALMENTE SENHOR.

Nossa vey, consegui, na verdade, não consegui totalmente ._. .

Como assim você pergunta, ou não, sei nem o que passa na sua cabeça e devo ser uma retardada que faz uma merda dessas :v.

Voltando ao assunto, isso era para ser a parte final, mas como sou uma verdadeira pau no cu.
Deixarei a parte final para, obviamente em 2018, logo no primeiro dia, ou eu poste antes, não sei.

Eu sei de uma coisa, que esse cap. Era para sair no aniversario de minha melhor amiga ;-;
Mas não consegui postar, então estou postando hoje, como presente para todos, já que é natal.

Eu só estou postando agora, por causa de um som filha da puta QUE ME ACORDOU ESSA MERDA.

Bem voltando ao assunto.

Boa Leitura.

Capítulo 5 - Quatro: Jantar Entre Empresas. ( part. 2)


 Meu Vizinho.

Quatro: Jantar Entre Empresas. ( part. 2)

 

O rosado soltou meu braço e se retirou do local com um sorriso maroto nos lábios, suspirei, me encostando na parede gélida do local que estava, coloquei minhas mãos no bolso do moletom e fechei meus olhos tentando cessar os pensamentos negativos que passavam pela minha cabeça sobre como esse jantar seria. 

Mas os pensamentos não paravam, era um atrás do outro, porém eles podem realmente acontecer, pode acontecer de alguém me reconhecer como secretaria do Natsu, que faria a reputação de Natsu ir para baixo por causa de falsas notícias que iriam rolar, eu poderia fazer alguma besteira na frente de muitas pessoas superiores a mim e entre outros. 

Além disso, não tenho vestido adequado para esses tipos de coisas, mesmo que eu já tivesse participado de algumas coisas sem ser da empresa do rosado em minha vida, as únicas que eu tinha eram sociais e casuais, não havia outra coisa além disso. 

Suspirei novamente e me retirei daquele local, lembrei que ainda teria aula, acho que na hora do curto tempo que temos, teria que ir atrás de Levy, já que ela é minha melhor amiga, é única, que poderia contar isso e pedir ajuda, torço que ela venha hoje, senão quero nem imaginar o que poderia acontecer. 

[...] 

Assim que o professor fechou sua aportilha, percebi que mesmo sem ele falar absolutamente nada alguns começaram a se levantar e outros a conversar, me levantei e sai rapidamente da sala, alguns só me seguiram com o olhar de curiosidade, saindo da sala fui em rumo a sala da pequena azulada para ver se ela veio e eu poder falar tudo. 

Chegando na porta do curso de literatura, abri a porta devagar por educação, trazendo alguns olhares de pessoas que estavam ali, mas a única coisa que eu pude prestar atenção naquela sala era na pequena azulada, que se encontrava no canto direito da sala na primeira carteira com seu celular em mãos enquanto olhava para o celular com um sorriso em seu rosto, me direcionei á ela parando ao seu lado, toquei em seu ombro levemente, recebendo seu olhar curioso e assustado a mim. 

Ela bloqueia seu celular me perguntando em seguida: 

—Lu-chan, o que faz aqui? —Perguntou simplista. 

—E porque eu preciso de sua ajuda, Levy-chan. —Digo e ela me olha curiosa. 

—Sobre o que é essa ajuda? —Perguntou e eu respirei fundo. 

—É sobre o Natsu. —Falo baixo apenas para ela ouvir, abaixando a cabeça com uma mínima coloração avermelhada em meu rosto. 

—Men. Ti. Ra. —Falou pausadamente se levantando em seguida, pegando meu pulso me levando para fora da sala. 

A azulada andava rapidamente pelos corredores da Universidade enquanto segurava meu pulso, eu apenas via as pessoas que paravam de conversar para nós olhar, seus olhares eram curiosos —as vezes penso que eles não têm mais nada para fazer dá vida deles. 

Levy me levou até um local qualquer, que pelo que eu percebi era o mesmo que Natsu havia me levado essa manhã —as vezes penso também que eu deveria tentar conhecer mais a Universidade—, a azulada soltou meu pulso e me olhou falando em seguida: 

—Bora desembucha. —Disse curiosa colocando suas mãos na cintura. 

—Bem ... —Respirei fundo e a olhei. —Você sabe que eu trabalho como secretaria particular do Natsu, certo? —Ela assentiu. —Também sabe, que uma vez no ano acontece um jantar entre empresas, certo? —Assentiu novamente. —Também que Natsu apenas convida suas ficantes por aí, certo?  

—Lu-chan, vá direto ao assunto. —Falou impaciente. 

—Tá. —Falei olhando para meus pés começando a brincar com meus dedos. —O Natsu, bem ele me convidou para o jantar entre empresas que acontecerá essa noite. 

Assim que falei, olhei para a Levy, vendo-a com os olhos arregalados e com a boca entre aberta, dando um sorriso enorme logo após, falando: 

—Quero sobrinhos. —Falou calma, enquanto eu corei fortemente. 

—Pare de pensar besteiras Levy-chan! E-ele a-apenas m-me c-convidou para ser n-namorada de f-fachada dele. —Falei gaguejando, vendo o sorriso de leve murchar. 

—Era para isso que ele te convidou? Que coisa pensava que era para te pedir em namoro. —Falou fazendo eu corar mais ainda.   

—Pare de besteiras! 

—Mas, por que precisa de minha ajuda? —Perguntou. 

—Bem, eu não tenho roupa adequada para isso e outras coisinhas. 

—Hm, entendi. —Falou. —Olha, no final quando acabar as aulas da Universidade, me encontrar no portão para irmos para minha casa. 

—Ok. —Falei. 

—Ótimo, que horas e isso mesmo? —Perguntou. 

—Às 19:30, então é provável ele me pegar às 18:00, só preciso avisar que é para ele me pegar na tua casa. —Digo e Levy apenas assentiu. 

—Acho melhor irmos, porque não sei nem que horas são e podemos correr risco de chegarmos na sala tarde. —Disse e eu apenas assenti. —Então tá, e não se esqueça. 

Ela saiu com eu atrás da mesma, só que cada uma foi a sua sala, e pelo que eu percebi estávamos indo na hora certa, já que algumas pessoas estavam indo a os seus respectivos cursos/ salas. 

[...] 

Me encontrava sentada em uma cama de lenções finos e alaranjados, minhas pernas se encontravam cruzadas, enquanto apenas observava a pequena azulada que estava atrás de algum vestido para mim. Chutaria que eram umas três e meia da tarde, faria umas duas horas que havia chegado na casa de Levy, meia hora de almoço e o restante só da azulada atrás do vestido. 

Respirei fundo e perguntei a mesma: 

—Levy-chan, não quer qu...  

—ACHEI! —Gritou me dando um susto. 

—Porra, Levy-chan, quer me matar? —Digo enquanto pondo a mão sobre meu peito sentindo meu coração batendo fortemente. 

—Me desculpe Lu-chan, mas é que eu achei o vestido perfeito para você poder usar naquele jantar. —Falou se virando para mim, me dando a visão do vestido que se encontrava em seus braços. 

O vestido é de tubo ele e longo com a parte do peito de renda, sua cor era um rosa forte, quase vermelho e não continha decote, era um vestido realmente perfeito para mim, como disse Levy. A azulada colocou o vestido sob a cama, praticamente ao meu lado, podemos se dizer e logo falou: 

—O que achou dele? —Disse me olhando com um sorriso em seu rosto. 

—Como você disse: ele é perfeito! —Digo retribuído seu sorriso. —Valeu a pena esperar todo esse tempo. 

—Ah, nem demorou tanto assim. —Disse cruzando os braços. 

—Não, imagina. —Digo e Levy faz bico como criança, me fazendo rir nasalmente. 

—Mas mudando de assunto, acho que é melhor você ir tomar um banho para eu poder te arrumar. —Falou fazendo eu assenti. 

[...] 

Haviam se passado algumas horas, nesse momento eu estava no banheiro de Levy, colocando o vestido, confesso que eu estaria honrada a usar aquele vestido, porque simplesmente ele é muito bonito, mas o ponto negativo dele, é um maldito zíper que se encontra atrás, então que teria que pedir a ajuda da azulada. 

Mas tirando esse fator o vestido é perfeito, cabia perfeitamente em meu corpo, confesso que ele realçava minhas curvas, mas não me importava, só não quero que ele chame tanta atenção, porém acho provável ele chamar atenção. 

Saí do banheiro, colocando meu cabelo —que por sinal estava sem penteado algum já que a pequena azulada dizia que meu cabelo é mais bonito solto—, coloquei ele sobre meu ombro e falei: 

—Levy-chan, poderia fechar para mim? —Perguntei olhando para a mesma, que se encontrava olhando para tela de seu celular, mas pareceu me escutar. 

—Claro, Lu-chan. —Falou, colocando seu celular sobre sua cama e se direcionando a mim. 

Me virei de costas a ela e abaixei a cabeça, sentindo o zíper fechando o vestido e logo a azulada falou: 

—Pronto, se vire para eu poder te ver. —Disse, levantei a cabeça e me virei a ela, vendo sua reação —que não dava para se explicar em palavras. 

—É aí o que achou? Está bom? —Perguntei meio insegura. 

—Querida, se você está boa? Se eu fosse homem eu te pegava na hora. —Disse e eu dei uma risada baixa. —Mas se quiser se olhar. —Apontou para a porta de seu guarda-roupa, onde continha um espelho. 

Me direcionei até ele, me olhando, não podia negar, mas eu estava realmente bonita, o vestido combinava comigo, não era muito longo, nem curto, é mais ou menos um pouco abaixo de meu joelho, a maquiagem simples que Levy havia feito estava maravilhosa. 
Estava um pouco perdida em meus pensamentos, que nem podia ter percebido a azulada atrás de mim com um par de saltos em mão. 

—Agora, só falta o salto. —Disse e eu sai e perto do espelho e sentei em sua cama. 

Ela me entregou o par de saltos, minha única sorte naquele momento, é que eu e Levy temos o mesmo número, coloquei o salto e perguntei a Levy: 

—Que horas? —Pergunto e a azulada pega seu celular. 

—São seis e pouco. —Disse e logo ouvirmos uma buzina. —Deve ser seu futuro namorado. 

—Para de besteiras Levy-chan! —Digo corando minimamente e ela riu. 

—Tá, tá, vamos descer. —Disse e concordei. 

Me levantei, indo em direção a porta, com logo atrás, abro a porta de seu quarto e Levy passa em minha frente, saio em seguida deixando a porta aberta, minha sorte é que o quarto de Levy é no andar de baixo de sua casa. A pequena já havia aberto a porta e conversava com alguém, que eu já desconfiava de quem poderia ser.

Fui até eles parando a conversa deles, como desconfiava era Natsu, é não posso negar, o mesmo estava muito bonito, ele usava um terno e seus cabelos estavam meio bagunçados/ meio rebeldes. O mesmo me olhos de cima para baixo, fazendo eu corar, vi um sorriso brotar em seu rosto e logo ouvindo-o falar: 

—Vamos Luce? —Perguntou destacando em meu nome, que por sinal foi pronunciado errado como na maioria das vezes. Mesmo assim apenas concordei com ele, o mesmo foi a sua Lamborghini vermelha. 

—Obrigada. —Sussurrei no ouvido de Levy a mesma apenas deu um sorriso. 


Notas Finais


Querem me matar né? Ou não e eu to me iludindo de novo :v

O jantar será apenas no próximo, que será a parte final.
Ava né também.

Bem voltando, o próximo e provável ser curto, ou não, porque vai ser apenas um jantar.

Mas para eu não ser tão pau no cu, direi o título provável do capítulo cinco: O crush de Levy.
Talvez esse não seja o título, porque eu mesma já estou pensando em uns paranauê que talvez vocês gostem, ou não e eu estou me iludindo a toa.

Mesmo assim acho que já dá para desconfiar do futuro boy de Levy, né? Vocês não são leros, se fosse eu, era bem provável eu só desconfiar no dia do capítulo ._.

Bem, uma coisinha antes:
BATEMOS CENTO E VINTE FAVORITOS.
Aí gente meu coração.
Só que eu não sei se faço algum tipo de especial, que do tipo um especial de pergunta suas aos personagens ou a mim.
Eu não sei.
Quem decide são vocês se sim ou não.
Porque eu sou apenas a pessoa que escrevE, vocês são o donos da porra toda, ou com mais respeito, do tipo meus chefes.
Então vocês que sabe.

Bem antes.
FELIZ NATAL CAMBADA.

Tá agora.
FUI.


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