História Meu vizinho - Capítulo 1


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Categorias Os Vingadores (The Avengers), Thor, Tom Hiddleston
Personagens Personagens Originais, Tom Hiddleston
Visualizações 97
Palavras 1.319
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - CAPITULO UNICO


Fanfic / Fanfiction Meu vizinho - Capítulo 1 - CAPITULO UNICO

Wanessa entrou no elevador do prédio e se recostou no canto. Não havia ninguém ali. O elevador subiu alguns andares e parou um pouco antes de ela chegar ao seu destino. As portas se abriram e entrou seu vizinho. Aquele que ela vinha paquerando desde que se mudou, a meses atrás. Ele piscou para ela e encostou do outro lado em que ela estava, Wan retribuiu o "oi" silencioso com um sorriso, ela ficou nervosa por estar sozinha ali com aquele pedaço de mal caminho. Ele estava de terno aberto, sem colete e um blusão azul clarinho que contrastava em seu terno e calça azul escuro. Passado alguns minutos o elevador deu um solavanco e parou, as luzes piscaram e acenderam meio fracas. Com o balanço, Wan foi impulsionada para frente. Ela iria cair se não tivesse se apoiado em seu vizinho que logo a protegeu. Ele segurou seu corpo, abraçando-o firme. Ela ficou bem próxima a ele, vendo tão de perto seu rosto lindo que teve vontade de beijá-lo. Tom, a olhou com um misto de preocupação e reconhecimento. Ele havia tendo uma queda por ela, mas tentava não dar pistas. Ele achava que ela tinha namorado, então ele não teria chances, então a admirava só de longe. Ele percebeu o desejo no olhar da menina e a pôs de pé, segura, mas percorreu os olhos por ela, mais perto.

- Você está bem? - ele perguntou com a voz máscula e sexy antes de se afastar.

- To legal, Obrigada por me segurar - Wan estava com as pernas bambas.

Tom checou os botões do elevador, vendo se podia abrir a porta, olhou a caixa de fios mas não sabia mexer naquilo, então não arriscou. Ele não podia negar que estava excitado por ficar trancado naquele cubículo com Wan.

- Estamos presos aqui - ele comentou.

- Hmm - ela murmurou pensativa. Tom notou que ela não ficou apavorada, o que foi um bom sinal.

Ela se sentou no chão e bateu ao seu lado

- Bom, não tem o que fazer a não ser esperar. Venha, vamos passar o tempo...

Tom a olhou com malicia. Pensando nas coisas que gostaria que fizessem para passar o tempo. Ele lambeu os lábios, vendo a menina sentada no chão... Se ele fosse até lá ela estaria na altura certa para um bom oral. Ele foi até o aparelho em que se comunicava com a sala técnica do prédio e esperou ser atendido.

- Olá. Estamos presos no elevador. Pode mandar alguém?

- No momento não tem nenhum técnico. Posso ligar para um deles virem. Lamento o ocorrido. Vamos nos agilizar para que saiam logo. - a atendente fez uma série de perguntas para quando o técnico chegasse já soubesse quais foram os problema. - Qualquer problema a mais, entre em contato novamente.

- Obrigado - Tom ia desligar, apressado, já que sabia que eles tinham um tempo de sobra, mas surgiu uma dúvida - As câmeras daqui funcionam?

- Não, vamos trocar elas semana que vem.

Ele sorriu desligando o aparelho na cara da mulher.

- E ai? - Wan perguntou

- Vamos ficar um bom tempo aqui - Tom caminhou até a frente dela, vendo ela ficar corada ao parar perto dela com as mãos no bolso. Wan olhou de baixo para cima e focou em sua virilha. Ela engoliu em seco. Tom adorou aquilo. Sorriu de lado e se abaixou.

- Como vamos passar o tempo? - ele perguntou baixo, se aproximando dela. Teria que ser direto ou não teriam muito tempo. Wan percebeu isso e logo se jogou para ele. Abraçando seu pescoço e beijando aquela boca linda.

- Nossa como eu queria isso. - ele suspirou durante o beijo.

- Eu também quero você. Já faz um tempo que eu venho comendo você com os olhos.

Wan ofegou quando ele a beijou no pescoço. Tom se sentou e puxou ela para seu colo. Ela foi de bom grado, passando as mãos nos cabelos dele, o beijando e rebolando em no colo dele. Tom murmurava excitado. Ele desceu os lábios para os seios dela, mordendo os mamilos por cima da blusa fina de algodão. Ele brincou com eles até o tecido ficar molhado e transparente. Wan jogava a cabeça para trás, gemendo, mexendo mais os quadris.

- Você está tão duro. - ela apalpou o pênis de Tom por cima da calça.

- Abra - ele pediu e ela fez rapidamente. Abriu o zíper e colocou as mãos dentro da cueca, sentindo um pênis grosso e quente em sua mão. Com uma mão ela afastou a cueca e com a outra ela passou a masturbar. Ouvindo o gemido masculino, delicioso que escapava daquele homem gostoso. Tom decidiu compartilhar a masturbação, tocando o meio das pernas dela, por baixo da saia. Sua calcinha já estava molhada. Ele pôs o tecido para o lado e arrastou os dedos por entre os lábios, separando e seguindo para o clitóris, onde ele fez pressão e brincou com os dedos lubrificados. Ela gemia inquieta, mas a mão lustrava o pau dele, subindo e descendo, brincando com os dedos em volta da cabeça inchada e muito vermelha.

Tom a ergueu um pouco e substituiu os dedos dele pelo pênis, direcionando para a vagina dela, delicada e sensível. Ele arrastava a cabeça do pau, lambuzando com a excitação dela, masturbando o sexo feminino. Wan fechava os olhos alucinada por aquilo estar acontecendo. Tom estava igualmente animado.

- Eu não sei se vai parecer grosseiro, o que eu vou falar, mas acho que a essa altura não vai pegar mal... - ele começou - Mas você é tão gostosa... Posso comer você?

Wan deu uma risada sensual.

- Você pode e deve me comer - ela pegou o pênis dele e o direcionou para a entrada da vagina, forçando para baixo. Ela teve que morder os lábios para não gritar pelo tesão que teve ao se sentir ser alargada por aquele pau super avantajado. Ela se apoiava nos ombros dele e descia, descia e não parecia acabar. Até que chegou ao fundo e ela gemeu. Tom se deliciou com a sensação forçando o pau para cima, para mais fundo. Wan rebolou em cima dele, começando a se mover para cima e para baixo, aumentando o ritmo. Tom a ajudava, segurando sua cintura e acompanhando o vai e vem que ela fazia. Os dois gemiam alto, não ligando se alguém ia escutar. Tom a beijava nos lábios, no pescoço, mordia sua pele e sugava os seios dela, provando e apreciando o sabor. Wan quicava em seu colo, sendo penetrada diversas vezes, sentindo o pênis grosso massagear seus pontos mais sensíveis. Os músculos começaram a travar, e seu sexo se apertava cada vez mais em torno dele, contraindo deliciosamente até se contrair uma vez mais forte, e o orgasmo a atingiu. Logo Tom gozou dentro dela, a enchendo de gozo, com jatos fortes que tocavam sua carne sensível os dois orgasmos sendo sentido. Ela ainda rebolava, querendo recomeçar tudo de novo. Mas então eles ouviram o barulho da porta. Alguém já estava ali, tentando tirar eles. Tom a ajudou a levantar, saindo de dentro dela, o sexo melado de esperma. Ele o secou com um lenço que tirou da calça, e secou o sexo dela também. Ajudando Wan a voltar ao normal, alinhando a saia e a blusa. O tecido ainda estava transparente e o seio dela aparecia. Tom tirou o terno e vestiu nela. Ela agradeceu, sentindo o perfume dele. Ele puxou ela para perto e abraçou seu corpo.

- Adorei isso - Ele disse

- Eu também - Ela falou ainda sem fôlego - Podemos repetir quando quiser.

- E se eu quiser todos os dias? - ele perguntou rindo.

- Então vai ter.

Eles sorriram e se beijaram. E antes de saírem do elevador marcaram um encontro para mais tarde. A noite prometia...  



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