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História Meu vizinho adorável - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Olá Pessoal, voltei rapidinho!! Como o capítulo anterior deixou muitas coisas no ar, resolvi postar o próximo logo!
Então está aqui, esse aqui vai ter umas ceninhas um tanto quentes!!
A coisa vai esquentar entre esses dois!
Aproveitem a leitura e não esqueçam de comentar!
Bjo

Capítulo 8 - Aii Meu Deuss!!!!!


Fanfic / Fanfiction Meu vizinho adorável - Capítulo 8 - Aii Meu Deuss!!!!!

Naquela noite fiz meu pequeno jantar e não pude deixar de ouvir os sons do apartamento ao lado, conversas, risadas, música. Parecia que realmente estavam se divertindo. Eu queria explodir tudo, estava com ódio dele, ódio de mim. Qual era a desse cara? Em uma noite é um fofo, me beija, parece se importar e depois aparece com uma mulher na minha frente! Não podia acreditar que ele era tão cafajeste assim. Porém, tudo indicava, que sim, ele era um cafajeste. Podia parecer um homem super profissional naquela entrevista que tinha lido, mas não passava de mais pegador, idiota e sem sentimentos.

            Eu era uma burra mesmo, deixei que ele me beijasse, desejei que ele me beijasse, deixei que ele me tocasse, que ódio!!! Lágrimas de frustração começaram a se acumular nos meus olhos, mas não iria me permitir chorar por causa disso! Iria seguir em frente e fingir que nada disso tinha acontecido. Bonnie tinha razão, esse era o resultado de começar uma suposta “amizade” com alguém que você mal conhecia. Coloquei os fones de ouvido em uma música bem alta para não ouvir as conversas e risadas que estavam vindo do apartamento do lado. E resolvi dormir na sala, para não ouvir mais nada que viesse naquele lado do prédio. Afinal, no outro dia entraria no plantão bem cedo. Era melhor eu descansar e esquecer meu vizinho otário.

            Novamente, tive alguns sonhos conturbados em que vez ou outra o Damon aparecia, mas no geral dormi melhor que a noite anterior. Acordei mais cedo, e fui trabalhar, como sempre. De volta ao modo Elena, a responsável e médica competente. No hospital fiz de tudo para não pensar naquele asqueroso Damon. À noite, quando estava no posto médico realizando as evoluções dos pacientes, notei que haviam algumas mensagens no meu celular. Dei uma olhada e meu coração deu um salto no peito: Damon! Como ele tinha coragem de ainda me mandar mensagem? Era um folgado mesmo! Revoltada, abri para ver o que era:

“ Oi vizinha! De novo fora de casa?”

            Será que ele tinha ido no meu apartamento? Ahhh mais se ele achava que iria continuar de onde paramos estava muitíssimo enganado. Estava parada decidindo se iria responder ou não, quando uma das pacientes começou a ter uma intercorrência, e nenhuma reposta foi enviada. Era uma garota de 16 anos, gravida de 6 meses, ela chegou com um quadro de falta de ar e queda de saturação de oxigênio. Estávamos fazendo o possível para que não fosse necessário entubá-la, isto é, coloca-la na ventilação mecânica. Se isso fosse necessário, o bebê dela não iria sobreviver.

- Doutora, a paciente do leito 6 teve uma queda brusca de saturação. – A enfermeira me avisou.

            Era a adolescente grávida, respirei fundo, a frustração crescendo no meu peito:

- A ventilação não invasiva (VNI)  não deu certo? – Eu perguntei

- Não, tentei de tudo, mas as a VNI não está tendo resultados satisfatórios, a saturação não subiu e ela está ficando confusa e desorientada. – A fisioterapeuta me explicou.

            Fui examinar a garota, o estado em que a encontrei partiu meu coração, ela estava tão nervosa e com tanto medo, ali sozinha sem nenhum parente. Meus olhos se encheram de lágrimas, tive muita pena dela e também senti medo. Não queria perder essa menina de jeito nenhum. Mas teria que escolher entre a vida dela e a do bebê. Tive que escolher a dela, pois sem a ventilação mecânica ela não iria sobreviver. Então realizamos os procedimentos para entubação. Ela foi entubada e sedada. Um obstetra foi chamado para acompanhar o bebê, mas todos sabíamos que ele não sobreviveria devido aos sedativos usados para mantê-la na ventilação mecânica.

            Não preciso dizer que terminei meu plantão muito triste, não tinha conseguido evitar a piora do quadro daquela paciente e se ela sobrevivesse ao quadro de Síndrome de Insuficiência Respiratória Aguda, com certeza perderia seu bebê.

            Só saí do hospital 36 horas depois, exausta e muito triste. Já era sexta à noite. Contudo, não havia nenhuma empolgação pelo fim de semana que teria livre. Voltando para casa, enquanto dirigia não pude impedir as lágrimas de rolarem pelo meu rosto. Fiquei com muita pena da garota, depois vi a preocupação e o desespero da mãe dela, dos familiares, o medo da morte, de perder um ente querido. E eu ali, conversando com eles, sem poder tranquiliza-los de todo e tentando fazer meu papel da melhor forma possível. Chorei durante todo o caminho, desci do carro chorando, entrei no prédio com a cabeça baixa, disfarçando as lágrimas que teimavam em continuar descendo. Era como seu eu colocasse todas as frustrações para fora. Não conseguia parar.

            Cheia de sacolas nas mãos subi as escadas desajeitadamente, tentando conter as lágrimas. Quando estava terminando os lances, deixei minha mochila cair e isso fez um barulho considerável. Olhei para aquilo e comecei a chorar mais ainda, meu notebook estava lá dentro, com toda a minha dissertação de mestrado. Antes que eu pudesse recolher minha mochila, que tinha saindo rolando alguns degraus abaixo, a porta do meu vizinho se abriu e ele apareceu com um olhar e sorriso divertido no rosto:

- Olha só! Você voltou! Sabia que uma hora ou outra você iria aparecer!

            Quando olhei para ele, seu sorriso morreu no rosto, Damon deve ter notado que eu não estava bem e nem a fim de brincadeiras:

- O que foi Elena, o que aconteceu? – Ele perguntou se aproximando preocupado.

            Eu enxuguei meus olhos de forma apressada e fui em busca da minha mochila:

- Nada.

- Deve ter acontecido alguma coisa, você está chorando! – Ele disse baixo, cada vez mais preocupado.

- Eu não estou chorando! – Neguei, de forma inútil já que lágrimas escorriam pelo meu rosto.

- Espera, deixa eu te ajudar! – Ele disse pegando um pouco de coisas das minhas mãos e tentando segurar a mochila que eu segurava, não estava mais com a expressão debochada típica dele.

-Não, eu não quero sua ajuda! Você é um falso, é um macho pegador, sem coração e que gosta de brincar com as mulheres, mas não vai brincar comigo! – Explodi, descontando toda a frustração acumulada nele – Fique longe de mim!

Ele me olhou preocupado e devagar soltou a mochila das minhas mãos:

- Esta tudo bem! – Ele disse devagar.

            Eu já estava aos soluços nesse momento, não conseguia dizer mais nada, só pensava na garota no hospital, em todas as tentativas frustradas de impedir a entubação e garantir a sobrevivência do bebê, e também pensando no papel de boba que tinha feito com o Damon. Ele calmamente, colocou a mão nas minhas costas e me encaminhou até a porta do meu apartamento:

- Eu já falei que não quero sua ajuda!!! – Eu insistia, soluçando

- Eu sei, onde está a chave da porta, vamos entrar e a gente conversa direito lá dentro. – Ele disse de forma condescendente.

            Eu, de forma contraditória, entreguei a chave para ele, Damon abriu a porta, levou minhas coisas para dentro. Eu entrei ainda com crise de choro, cai no sofá com as mãos no rosto, respirando fundo e tentando me acalmar, mas era inútil. Ele se sentou ao meu lado, passou a mão pelos meus ombros e me puxou em direção a ele, eu comecei a resistir:

- Não, não – eu dizia entre os soluços

- Fique calma Elena, eu sei que não é o momento, mas só quero deixar claro que Rose é só uma amiga, nós não temos nada, ela mora em outra cidade e veio me visitar, foi só um encontro entre amigos...- Ele sussurrou enquanto me abraçava.

- Isso não me interessa. – Menti ainda chorando, ao mesmo tempo em que sentia um alívio enorme invadir meu peito. – Não quero nada com você, estou me lixando para suas aventuras amorosas.

- Eu sei...eu sei...só que eu precisa explicar. – Ele respondeu devagar, e calmo ainda com os braços em meus ombros.

            Ele continuou tentando me abraçar e depois da explicação sobre a Rose, não resisti mais, me permiti ser abraçada, consolada e mimada por ele. Encostei minha cabeça em seu peito e chorei. Depois de uns 10 minutos de choro intenso, eu sequei meus olhos vermelhos:

- Eu acho que acabou agora, me desculpa...- Eu disse sem jeito, voltado a realidade.

- Não precisa se desculpar, eu vou fazer um chá para você. – Damon respondeu gentil

- Você deve estar me achando uma louca. – Eu afirmei já com vergonha de toda a cena.

- De jeito nenhum! – Ele falou já na minha cozinha – onde você coloca o chá?

- Na verdade, prefiro cappuccino, tem uma mistura aí nesse armário a direita. – Apontei para ele.

            Damon seguia minhas instruções para encontrar todos os utensílios de cozinha e preparar o cappuccino do jeito que eu gostava:

- Agora, se não estiver enganado, você estava voltando do trabalho, então vai tomar um banho, lavar essa cara de choro e depois você pode voltar renovada, tomar seu cappuccino e me contar tudo.

            Eu dei um sorriso sem graça e fiz como ele tinha falado. Estava me sentindo bem melhor depois das mil lágrimas. Tomei um banho demorado, passei um hidratante bem cheiroso, vesti uma roupa confortável e voltei para sala, Damon estava lá sentado tranquilamente no sofá, com as xícaras de cappuccino a sua frente, na mesinha de centro, ele me deu uma boa olhada e exclamou:

- Agora sim!! Bem melhor. – E me entregou uma xícara.

Eu peguei e sentei relaxada ao lado dele, saboreando aquele líquido quente, que descia pelo meu esôfago com uma sensação gostosa de reconforto:

- Hoje eu quase perdi uma paciente no hospital, uma adolescente, grávida. O bebê dela não vai sobreviver com certeza.

            Então eu contei por cima a minha frustração com a paciente,  a angústia e o medo que tive de perde-la. Damon ouviu em silêncio, me olhando fixo, com aqueles olhos azuis brilhantes. Depois que terminei meu relato, ele disse:

- Elena, você é uma pessoa muito especial, sabia? Não são todos os médicos que tem essa sensibilidade e se importam de verdade com os pacientes.

- As vezes eu preferia ser assim, a gente sofre menos. – Confessei.

- Nunca! – Ele me disse sério – Nunca diga isso, você é perfeita do jeitinho que você é.

            Senti uma contração na barriga, mil borboletas dançavam ali. Meu Deus, como resistir a esse homem sendo fofo:

- Ahh...obrigada! – Respondi sem graça desviando o olhar.

- Espera aqui, eu tenho uma ideia.- Damon disse de repente.

- O quê?...

            Antes que eu terminasse a frase, ele saiu do meu apartamento, voltou poucos minutos depois com uma garrafa de vinho nas mãos:

- Esse é um ótimo vinho tinto, estava guardando por uma ocasião especial. – Ele me mostrou a garrafa- E sabe? Hoje é um dia muito especial, estou aqui, com minha vizinha linda, uma mulher super competente e profissional. Temos que comemorar isso!

            Eu ri, feliz da vida com o elogio,  ele pegou duas taças na cozinha, serviu o vinho e trouxe para mim. Como meus sentimentos podiam variar tanto? De um ódio cego por ele, para uma admiração crescente. Peguei a taça e ele propôs um brinde:

- A você!

            Eu dei uma risada e respondi:

- A você também, que não é tão cafajeste como eu imaginava!

- Você pode se surpreender Elena! – Damon respondeu dando um gole em sua bebida.  

            Rimos juntos e conforme a noite foi passando e a garrafa de vinho foi terminando, nós continuamos batendo papo. A conversa seguiu em todas as direções, o choro não voltou e o clima foi ficando cada vez mais leve. Damon finalmente começou a me falar sobre ele, me contou sobre seu trabalho, sobre a amizade antiga com o Enzo, que tinha um irmão, chamado Stefan, mas a relação dos dois era complicada. Faziam tudo um pelo outro, mas as vezes se estranhavam um pouco. Ele me disse que dali a duas semanas iria fazer uma viagem para fora do país a trabalho. E que havia alguns anos que não tinha um relacionamento sério com ninguém.

            A confiança entre nós estava aumentando, minha visão sobre ele estava começando a mudar. Ele não era tão infame assim. Na verdade, Damon estava sendo encantador comigo naquela noite, mostrando um lado dele que jamais tinha imaginado. De alguma forma, ele passou os braços pelo meus ombros e seus dedos começaram a acariciar minha nuca. Eu relaxei, fiquei ali, ouvindo a voz dele e sentindo suas mãos fazendo aquela massagem relaxante na minha nuca, no meu couro cabeludo. Deitei a cabeça em seu ombro. E ele me aconchegou ainda mais perto do seu corpo. O vinha da minha taça já tinha terminado, deixei-a de lado e fechei os olhos, saboreando aquele momento. Fiz como Caroline aconselhou, não pensei, não raciocinei, só queria aproveitar aquele tempo que estávamos passando juntos.

            Damon me abraçou por um longo tempo, e continuou aquela massagem relaxante. Eu estava impregnada pelo calor dele, cada terminação do meu corpo em um estado pleno e satisfeito. O cansaço das 36 horas começou a me atingir e minhas pálpebras já não se mantiam abertas por muito tempo:

- Você está cansada não está? – Ele fez a pergunta sussurrando em meu ouvido, causando um arrepio em meu corpo inteiro.

- Sim...- Eu respondi de olhos fechados.

- Quer que eu vá embora para você descansar? – Ele questionou mais uma vez em meu ouvido..

Eu gemi:

- Hummm...não, fica, fica aqui comigo. – Pedi com os olhos abertos agora, fixos nele.

- É claro.- Ele respondeu com os olhos brilhando

            Eu fechei mais uma vez os olhos e me aconcheguei ainda mais em seu corpo, meio sentada, meio deitada, ele me abraçou mais forte e senti uma pressão em meu quadril, ele estava com uma ereção. Meu corpo queimou, meu rosto ardeu, ele estava excitado e apesar da moleza causada pelo sono e cansaço acumulados, eu também.

- O que você quer que eu faça? – Ele murmurou – Sou seu para fazer o que a doutora desejar.

Com os olhos fechados eu respondi, um tanto hesitante:

- Só continue o que estava fazendo...

            Ele deu um sorriso e beijou meu pescoço, languidamente, foi traçando uma trilha de beijos devagar. Eu gemi, cada centímetro do meu corpo mergulhado em sensações inexplicáveis. Eu podia parar aquilo naquele exato momento, mas não queria...eu queria mais. Então, tomei coragem, me virei, segurei-o pelas laterais da camisa e trouxe a cabeça dela para junto de mim. Ele cedeu na mesma hora, e sua boca tomou a minha. Senti um choque e uma onda de prazer tremendos. O corpo dele se colou ao meu, o beijo foi ficando mais intenso, a língua dele entrou na minha boca e eu a suguei como se minha vida dependesse disso.

            O modo como ele estava me beijando era íntimo e empolgante, não consegui reprimir os gemidos baixos que subiam pela minha garganta. Isso o encorajou e ele pressionava ainda mais seu corpo contra o meu. Os dedos dele começaram a percorrer meu decote. Eu seguia com os olhos fechados, aproveitando cada sensação. As batidas do meu coração se tornando cada vez mais ferozes. Damon abaixou minha blusa e levou os lábios para curva do meu ombro. De forma muito gentil, sua mão envolveu a curva do meu seio. Eu virei meu rosto e pressionei a boca em seu rosto e comecei a beijar seu pescoço também, ele gemeu e me apertou ainda mais:

- Ahhh Elena, você está me deixando louco!!

            Eu me senti confiante e corajosa e continuei o beijando bem ali. Ele tomado pelo desejo, mudou a posição e me recostou nas almofadas do sofá, então abaixou a cabeça sobre os meus seios, e lutava com meu decote, tentando abaixá-lo  ainda mais, acho que eu ouvi um barulho de algo se rasgando, mas não me importei. Então ele liberou um seio meu e o capturou com sua boca e o beijou.  Tive uma descarga elétrica pelo meu corpo nesse momento, o calor se acumulando no meu baixo ventre, no meio das minhas pernas. Eu apertava o pescoço dele, bagunçava seu cabelo e arqueava meu corpo, dando mais acesso a boca de Damon. Fazia tanto tempo que não sentia algo assim, não tinha palavras para descrever ou explicar.

- Eu...eu não deveria fazer isso...eu mal te conheço – consegui dizer arfando e com a voz trêmula

            Ele me olhou e deu o seu sorrisinho torto característico, enquanto tirava completamente a sua camisa, revelando um torso musculoso e bem definido. Não exagerado como aqueles bombados, cheios de anabolizantes, mas lindo e bem torneado. Eu suspirei e mordi os lábios:

- Devo parar? – Ele perguntou se aconchegando a mim – Não quero fazer nada contra a sua vontade e não vou ficar chateado com você se pedir que eu vá embora.

            Então era aquilo, a decisão era minha, era isso que eu queria?? Eu pressionei o rosto no ombro dele e aspirei sentindo o cheiro do seu perfume másculo e inebriante:

- Fique! – Pedi – E por favor, faça com que eu não me arrependa!

            Os olhos dele escureceram de desejo e com a voz mais rouca do que o normal ele disse:

- Você não irá se arrepender, eu prometo!

            Então, ele enfiou o rosto no meu pescoço e me beijou ali, se separou de mim por alguns instantes e tirou minha blusa e meu sutiã, fechei os olhos para esconder a timidez, mesmo assim senti seu olhar me queimando como fogo:

- Você é linda! – Ele sussurrou e deixando escapar um grunhido de desejo cobriu meu mamilo com sua boca outra vez e o sugou.

            Meu Deus, Meu Deus!!! Ai Meu Deus!! Por dentro eu gritava, por fora mordia os lábios para abafar os gemidos. A ponta da língua dele traçava movimentos circulares nos meus mamilos, saboreando, me provocando, o calor da sua boca fazendo a minha pele arder em chamas. Damon alternava de um seio para o outro e eu, parecia que iria explodir de tamanha a excitação.

            Damon se acomodou entre as minhas pernas e eu senti aquele volume rígido dentro da calça dele. Eu desesperada de desejo arqueava meu corpo em direção ao dele e ele pressionava o quadril contra o meu, me fazendo arquejar e sentir cada vez mais aquela íntima pressão. O membro rígido dele encostando exatamente onde eu mais precisava. Eu me sentia viva, embriagada, vibrante, queria mais, queria tudo dele.

            Então ele desceu a mão experiente pela minha barriga e desabotoou o botão do meu short, eu ofegava e mexia os quadris, incapaz de ficar quieta. Ele enfiou a mão dentro da minha calcinha, a mão dele passou suavemente pelos meus pelos pubianos e seus dedos seguiram avançando com cuidado, me fazendo erguer ainda mais os quadris e me contorcer:

- Damon... – Eu gemi o nome dele

- É aqui? É aqui que você quer minha mão Elena? – Ele sussurrou no meu ouvido

            Eu arquejei junto ao pescoço dele. Os dedos dele continuaram a roçar e provocar, até encontrarem o ponto mais sensível de todos. Eu tremia, senti o calor me invadir, minha pele quente, vibrando, sentindo coisas, que fazia muito tempo estavam adormecidas. Ele colocou um dedo dentro de mim. Eu olhei nos olhos dele e estes ardiam de uma forma que nunca tinha visto antes, um azul puro, intenso, refletindo uma experiência que estava me deixando perplexa.  Damon começou a movimentar os dedos, me manipulando e abocanhou um dos meus seios com a boca. Aquilo era demais para mim, não conseguia resistir mais, eu o queria, o queria muito dentro de mim, teria esperado, mas as mãos e a boca dele eram muito hábeis. Então fui arrebatada por uma onda de sensações, arrastada por meio de um calor intenso, senti minhas paredes vaginais se contraindo e eu tive um orgasmo assustador.

            Depois que as sensações passaram, abri os olhos e fiquei ali, exausta, olhando para Damon, que tirou suas mãos de mim e deu um gemido abafado. Ainda trêmula devido as sensações, estendi minhas mãos para tocar nele, ele segurou minha mão e a beijou:

- Elena – Damon disse – Por hoje estou satisfeito, eu queria apenas te dar prazer...por ora basta.

            Eu quis protestar, eu o queria dentro de mim, mas o orgasmo sobre-humano, o cansaço de 36 horas seguidas de plantão, fizeram com que eu mal conseguisse manter os olhos abertos para falar com ele, então eu sussurrei um pedido:

- Fica comigo. Fica aqui, a noite toda.

            Ele sorriu satisfeito e sem dizer nada, me carregou no colo e me levou para minha cama.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E então gente?!! Elena não conseguiu resistir aos encantos desse adorável vizinho hein!
Cada dia vemos um lado mais fofo de DAmon!
Por favor comentem! Os comentários nos dão forças para continuar e eu preciso saber o que estão achando!
E para quem está acompanhando minha Fic, muito obrigada.
Bjoo!!


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