História Meu vizinho é um Idol! -Lee Minhyuk- (MONSTAX) - Capítulo 1


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Categorias Monsta X
Personagens Min Hyuk
Visualizações 21
Palavras 678
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drabs, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - -1


Fanfic / Fanfiction Meu vizinho é um Idol! -Lee Minhyuk- (MONSTAX) - Capítulo 1 - -1

☀️


Acordo com o som chato do despertador tocando. Me sento na cama e tento desliga-lo porém o mesmo continua apitando, sem paciência apenas jogo o objeto no chão que ao partir no meio, para de fazer barulho. Calço minhas pantufas e vou até o banheiro lavar o rosto. Olho-me no espelho e penso o tanto que esse espelho é forte por aguentar ver meu rosto toda manhã. Deixo as pantufas ao lado da pia e pego minha toalha indo para o box. Tomo um banho quente me enrolo na toalha e saio para procurar alguma roupa. Como ficarei o dia todo em casa vesti um moletom azul e um short de pano simples. Sentei-me na cama e prendi meu cabelo para passar o creme facial.

É basicamente essa a minha rotina toda manhã. Desde que fui demitida da lanchonete está sendo difícil achar outro emprego e passo o dia inteiro fazendo vários nada.

Depois de passar o creme solto meu cabelo e o penteio. Vou até a cozinha pois estava morrendo de fome. Pego umas bananas e faço uma vitamina. Quando ia jogar as cascas no lixo da pia percebí que estava transbordando de tanto lixo empurrei as cascas na sacola e a tirei para jogar lá fora. Peguei a chave na estante da sala e fui do lado de fora para jogar meu lixo do lado de trás do apartamento. E foi o que fiz, joguei o lixo fora e na volta pro meu apartamento fui impedida de passar porque havia um ser parado no meio do corredor cheio de caixas nos braços.

–Cutuquei o homem–Pode me dar licença, preciso passar.

O moço se virou e eu pude vê-lo melhor. Era jovem estava de máscara e de boné preto. Uma de suas mãos levava o celular até a orelha e volta a falar no celular me ignorando completamente.

–Aish você é surdo?!?

Agora eu tenho certeza que ele escutou pois virou-se falando na mesma altura.

–E você é cega? Estou falando no celular!

–Faça isso em outro lugar e me deixe passar!

–YAH!

–Yah o quê???

Ele iria voltar a falar novamente no celular mas eu o tomei de sua mão e desliguei a chamada.

–Você é louca??

–Agora não tem desculpa, me deixe passar –tentei empurra-lo mas acabei derrubando as caixas que ele segurava–Ops.

–Olha o que fez –aproveitei que ele abaixou para pegar as caixas e passei por cima dele–Yah volte aqui e me ajude a arrumar isso!

Fingí demência e fui até meu apartamento.

Que garoto arrogante eu só queria passar. Tranquei novamente a porta, fui até a cozinha e peguei meu copo de vitamina indo pra sala. Sentei-me no sofá e liguei a TV em algo interessante.

Escuto batidas na porta e deixo meu copo de lado indo até a mesma e abrindo dando de cara com o homem do corredor.

–O que você quer? Eu tava ocupada...

–Assistindo Bob esponja? –droga, a voz irritante vindo da TV entregava tudo–

–não é da sua conta. Fala logo o que quer.

–Você é bem estressadinha não é

–Eu sou estressadinha? Diz o cara que gritou comigo sendo que o errado era ele.

–E você foi muito certa desligando uma chamada de um desconhecido sem saber se era de importancia.

–Se veio para arrumar mais confusão tenha um bom dia –estava prestes a fechar a porta em sua cara e voltar pro meu desenho mas o mesmo impede–

–Eu só queria saber onde fica esse quarto –Diz mostrando o chaveiro com um número–

–Olha o número da minha porta –esse garoto é cego ou o quê, não sabe nem olhar os números das portas–

–67...–olhou a porta do lado–68.

–Achou, pronto agora se me dá licença tenho um desenho pra acabar.

Entrei e tranquei novamente a porta indo pro sofá porém já estava encerrando.–Ah não cara já acabou. Perdí de ver meu desenho por causa daquele arrogante. Espera–parece que a ficha caiu só agora–ele vai ser meu vizinho?! O que eu fiz pra merecer isso Deus o que eu fiz??




Notas Finais


Eu estava em grande bloqueio de criatividade. Escrevia histórias e apagava. Mas estou tentando fazer novamente se der certo eu consigo terminar essa fic.
O que acharam? Devo continuar?


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