História Meu Vizinho hétero - Sasunaru - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Visualizações 26
Palavras 958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo III


Fanfic / Fanfiction Meu Vizinho hétero - Sasunaru - Capítulo 3 - Capítulo III

Batemos um grande papo, quando ele me fez uma pergunta que eu jamais pensaria que ouviria. Não ali, não dele.

— Você não está me reconhecendo mesmo não, é? 

— Não! E por que eu deveria? A única vez que eu te vi foi ontem.

— Tem certeza, Naruto? — Falou ele num tom sarcasmo. 

— Como sabe meu nome? Você não é nenhum daqueles assassinos em série, não? — Falei rindo, mas meio desconfiado. 

— Você realmente não se lembra de mim! 

— Acaba logo com esse mistério e diz logo quem é você!

— Lembra do seu amiguinho? Aquele que você sempre brincava no bosque perto do lago? Que você foi na festa de nove anos dele? Então... Sou eu!

— Que? Não acredito? É Sasuke Sarutobi! Não é? 

— Não! É Sasuke Uchiha! O Sarutobi era o vizinho no final da rua!

Como assim? Ele tinha mudado muito. Como eu poderia imaginar que aquele garotinho ainda estivesse morando na memsa casa. 

Essa casa pra onde me mudei, era mais pra passarmos as férias. E sempre quando era dezembro, nós íamos pra lá. E dezembro é o mês que Sasuke faz aniversário.

— Minha mãe disse que você tinha ido pra outro país! Por que está aqui? E ainda por cima trabalhando de eletricista? — Perguntei rasgado mesmo. 

— Meu pai faleceu a pouco. E eu tive que voltar pra ajudar minha mãe. Talvez se eu tivesse ficado lá, ela estaria com depressão ou até morta de tristeza.

—Nossa! Que triste! Meus pêsames. 

— Valeu! Mas agora tenho que ir pra atender outras casas. Está tudo em ordens. 

— Adorei o papo contigo!

— Quem sabe quando eu acabar meu expediente eu não venha aqui. 

—Que bom! Comprei duas pizzas ontem e não vou conseguir comer. Estou com dó de jogar fora. 

— Ótimo. Vou estar aqui as oito. 

—Tudo bem!



                          °°°°



Ainda estava chocado com o que tinha escutado minutos atrás. Parece que tudo foi um sonho, e que mais tarde irei acordar lamentando por não ser verdade.

Mas felizmente tudo aconteceu mesmo. E eu tenho muita história pra contar. Porque ja ocorreu tanta coisa entre ele e eu que eu poderia reservar uns quatro capítulos só pra isso. 

Lembrei da vez que fui picado por uma cobra no bosque. Sim, foi no bosque que eu disse. Ele me socorreu. Foi tão emocionante que me senti "donzela" nos braços do meu "herói". 

Ele repetia pra mim "Vai ficar tudo bem, eu vou cuidar de você" éramos como dois irmãos. Acho que nem irmãos tem esse afeto que tínhamos quando criança. 

Parei um instante, sentei-me no sofá, coisa que eu fazia quase que toda hora e fiquei tentando relembrar de algo que martelava lá dentro pedindo pra sair. E não valeu o esforço. O que tinha pra sair. Ficou no vácuo do meu cérebro. 

Fui tomar banho  de novo, comi algo de novo, mexi no celular, Também de novo e me lembrei que agora tinha Netflix e Globo play em casa. 

— Ai que glória! Filmes a vontade! 

Dessa vez me deitei no sofá, peguei o controle em mãos e relaxei o máximo que pude. Aliás esse era meu dever por direito

Se não me engano, assisti "O GRITO" um dos piores da história dos filmes de terror que fizeram parte da minha vida. Me arrependo até hoje de ter assitido aquilo. Ainda posso ouvir os ruidos de mentiras. 

Fome. Isso é o que me define em quase todos os significados da minha existência. Tudo isso porque, se eu estou triste. Sinto fome se estou feliz, sinto fome, se estou com medo, sinto fome. Se estou ansioso, vishe esse aqui é bem pior, sinto fome em dobro. 

E eu acho que se algum dia se alguém quiser me matar, esse é meu conselho. "Me mate num enorme balde de batatas fritas". Não importa como. Apenas me mate, O.k? 

Acabei de assistir e parti pra cozinha, só pra ver o que tinha de bom pra comer. E encontrei a coisa que mais amo na vida. Batatas fritas. 

Não me lembro de ter pego isso no supermercado, talvez eu peguei por impulso, e nem percebi. 

Sério. Na rua até pareço um zumbie andando de tanta preguiça. Agora me imagine em um mercado. Lendo rótulos, vendo preços. É ora acabar mesmo. 

Se pudesse pagar alguém pra fazer isso por mim, juro por Deus, que pagaria. Mas fazer o que? A grana ta curta, e por mais que meus pais me mandem a mesada no fim do mês, vai ser bem difícil sobreviver. 

Uma coisa que achei estranho, foi que as contas no fim do mês não vieram, nenhuma. Ai pensei que mamãe teria se encarregado de mandar as correspondências para a casa dela. Assim eu não precisaria pagar nenhuma. 

Limpei a pouca bagunça que fiz na sala. Limpei também o que não estava sujo. E tomei mais um banho. 

Não se irrite. Eu tomo banho a cada dez minutos mesmo. 

Coloquei as pizzas em pratos normais, e os ponhei no microondas. Deixei alguns minutos. E pronto, já estava tudo pronto. E já faltava cinco minutos pras oito ai que ansiedade! Ai que fome. 

A campainha tocou. Vibrou no meu tímpano. Corri até a porta e abri a mesma. Dei um sorriso de simpatia e falei :

— Você veio? 

— Sou um homem de palavra. 

— Gosto assim .— Dei um sinal pra ele entrar, e ele logo entrou. Passou por mim e senti seu perfume entrar por meu nariz. Era um cheiro delicioso. 

Ele sorriu, se sentou no sofá, pediu para eu sentar ao seu lado e começou falar. 

— Por que você não voltou mais? Fiquei te esperando todos anos seguintes para o meu aniversário... Mas você nunca mais apareceu! 




Tô be continue...


Notas Finais


Comentem, me seguem, compartilhem e favoritem manas beijinhos no ombro manas até mais.


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