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História Meu vizinho idiota. - Ironstrange. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Espero que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Meu vizinho idiota. - Ironstrange. - Capítulo 1 - Capítulo Único

Anthony praguejou em voz alta, enquanto rolava na cama, escutando o barulho alto e estrondoso que escapava do cano da moto de seu vizinho. O som parecia ressoar por todo seu quarto, fazendo seu colchão vibrar, deixando os objetos que haviam em cima de suas prateleiras chocalharem perigosamente.

Aquele motoqueiro maldito estava o deixando louco. Ele sempre chegava de madrugada e não permitia que o Stark tivesse um sono tranquilo. E o pior era que Stephen Strange era o maior babaca do mundo e o Stark o odiava com todas suas forças e sentia vontade de estrangulá-lo.

- Puta que pariu! - A voz alta de Stephen chegou aos tímpanos de Tony, que colocou o travesseiro contra a cara, tentando inutilmente abafar os ruídos.  - Merda!

Aquilo não podia ser possível, o moreno pensou amargamente, apertando os lábios rosados em linha reta, enquanto se erguia lentamente de sua cama, enquanto os fios desgrenhados e escuros de seu cabelo cobriam seus olhos. Ele ia acabar cometendo um assassinato no estado de nervos em que se achava.

Á passos largos, o homem se caminhou até a janela alta e larga de seu quarto, abrindo-a com ímpeto. O vento gélido invadiu o cômodo, batendo contra o rosto pálido de Tony, que ergueu os braços na altura de seu peito para proteger seu tronco da baixa temperatura, sentindo os pelos de seu corpo se eriçar.

O moreno estreitou os olhos, tentando enxergar melhor através da madrugada calma. Seu olhar se fixou na casa vizinha que era igual á sua, mas com as paredes pintadas em um forte tom de azul.

Quando se acostumou por fim á escuridão, o empresário conseguiu ver claramente uma silhueta alta e masculina contra o céu. O homem de rosto belo e harmônico cambaleava como um bêbado pelo quintal de sua residência, enquanto se apoiava contra o portão pequeno de madeira que cercava a propriedade.

Anthony rolou os olhos, franzindo o nariz em um gesto de reprova. Stephen bebia quase todos os dias da semana e não era novidade para o Stark vê-lo fraco daquele modo. O moreno nem sabia como o Strange conseguia chegar inteiro em casa naquele estado.

O homem parou de caminhar e o Stark observou atentamente, enquanto o outro se dobrava em dois e vomitava na grama bem aparada. Aquilo era patético. Tony desejava que seu vizinho acordasse morrendo de ressaca, mesmo que aquilo fosse maldade de sua parte.

Stephen limpou a boca na manga de sua blusa e quando terminou com aquela cena nojenta e olhou exatamente na direção do vizinho, que arregalou os olhos de susto ao ser flagrado o espionando.

O moreno limpou a garganta, sentindo as suas faces, orelhas e pescoço arderem fortemente e desviou o olhar, coçando a nuca de modo nervoso. O Strange abriu um sorriso malicioso, fazendo seus lábios se retorcerem ligeiramente para cima, enquanto suas bochechas se esticavam.

- Olha só quem estava me espiando. Se não é o Anthony! - O mais velho falou com a voz grossa e arrastada. - Eu sempre desconfiei que você tinha uma queda por mim.

O empresário quase caiu para trás. Ele podia sentir qualquer coisa pelo seu vizinho, exceto amor e desejos sexuais – Pelo menos, era o que o moreno dizia á si mesmo, tentando se enganar. O Stark soltou uma risada debochada e alta.

- Meu querido, eu não estava te espiando. Você me acordou com todo esse barulho. - Tony disse um tanto irritado o que pareceu divertir Stephen. - Aliás, você seria o último homem da face da Terra pelo qual eu teria uma queda.

O Strange levou uma de suas mãos ao próprio peitoral, encarando Tony com aqueles olhos incrivelmente profundos e brilhantes que pareciam deixar o outro desnorteado.

- Assim vai acabar me ofendendo. - O homem disse em tom irônico, fingindo estar magoado. – Não me faça chorar.

Ah! Mas bem que queria mesmo ofendê-lo, Anthony disse em sua mente enquanto estreitava lentamente os olhos, fazendo uma cara emburrada que apenas ampliou o sorriso cínico de Stephen. Maldito sorriso cheio de dentes brancos. Maldito jeito de dominador...

- Eu por acaso tenho cara de palhaço?! Do que está rindo?! - O mais jovem perguntou por entre os dentes, cerrando os punhos com demasiada força. Ele parecia ser capaz de cuspir fogo naquele momento.

- De palhaço... Não, mas de idiota, com toda a certeza você tem. - Stephen sabia que Tony ODIAVA quando alguém falava que ele parecia um idiota e usou aquilo contra o Stark apenas para provocá-lo ainda mais e pareceu dar certo.

Anthony arqueou as sobrancelhas bem delineadas e escuras para baixo, trincando o maxilar com força e rangeu os dentes. Aquele babaca iria engolir cada uma de suas palavras e o Stark ia fazer questão de fazer com que o maior se arrependesse.

- O que disse? – O moreno colocou as mãos na cintura, erguendo lentamente o queixo como se estivesse desafiando deliberadamente seu vizinho.

- Que você parece um idiota. – O homem repetiu lentamente, fazendo o sangue de Tony latejar com fúria por de dentro de suas veias.

Aquilo foi a gota da água para o empresário. O coração dele estava fora de compasso, esmagando-se contra suas costelas. O moreno fechou a janela com um estrondo, não a quebrando por muito pouco. Anthony caçou uma camiseta qualquer e a vestiu, calçando um par de chinelos velhos e desceu as escadas de sua casa como um furacão. Ninguém tinha o direito de mexer com ele. NINGUÉM!

O homem abriu a porta da frente com as mãos trêmulas, não se importando nem um pouco que estivesse parecendo um louco. Com as pernas bambas, o Stark atravessou a pequena distância entre sua casa e a de Stephen correndo, sem nem mesmo parar para pensar no que estava fazendo.

Antes que pudesse processar toda a situação, Anthony estava simplesmente pulando a pequena cerca na qual Stephen ainda se apoiava. O Stark queria derrubar o moreno de cara no chão e bater nele até que o homem ficasse roxo. Respirando o mais profundamente que conseguiu, o empresário foi quebrando a distância entre ele e o homem.

Ao escutar os sons dos passos de seu vizinho, o Strange se virou em direção á ele, observando-o com atenção, passando os olhos por todo seu corpo. Tont não era de se jogar fora, ainda mais com aquelas pernas altas, ombros largos e curvas bem definidas que ficavam ressaltadas com a blusa branca colada e o short pequeno.

- Tony?! Mas que surpresa. – Stephen disse um tanto grogue. – Sempre soube que queria vir me visitar. Aliás, por que não fez isso antes hein gatinho? Seria um prazer te receber. Ainda mais com essas roupas que está.

- Surpresa é o meu...  – Tony corou ligeiramente, mas não se deixou abalar pelas palavras de Stephen. - Olha, escuta bem... Se você ficar bancando o engraçado para cima de mim, eu juro que corto essa sua língua. Por que tem que ser tão estúpido? Não me deixa dormir e ainda me provoca desde que chegou aqui. O que te fiz para ser tão idiota comigo?

O Strange ficava encarando o empresário enquanto ele falava avidamente, quase que atropelando as palavras. O mais velho notou que o moreno tremia de frio e que ele estava próximo demais de si. Tão perto que Stephen via claramente os cílios grandes e espaçados do moreno assim como suas pintinhas. Anthony era ainda mais lindo de perto.

A verdade era que Stephen sempre teve um certo tipo de atração estranha pelo menor. O Strange era homossexual assumido, mas fazia um tempo que não amava ninguém. Porém, assim que se mudou do Texas para Nova York e viu Tony chegando em casa não pode deixar de notar o homem.

Dois anos se passaram e a beleza do Stark apenas crescia, deixando o Strange louco. Stephen costumava observar Tony da janela de seu quarto quando o empresário ia dormir, pois gostava do modo como ele parecia sereno, quase que um Anjo na Terra e o homem amava aquela pureza dele.

Talvez fosse o excesso de álcool em seu sangue que o estivesse tornando corajoso, porém ele sabia que tinha de falar a verdade, pois não poderia ter outra oportunidade como aquela.

- Quer mesmo saber o motivo? – O maior perguntou olhando o menor bem no fundo de seus olhos, fazendo o moreno engolir em seco, enquanto abraçava á si mesmo como se tentasse se proteger de algo.

- Eu não sei se quero ouvir o que você tem á dizer. – Tony declarou parecendo não ter muita certeza do que dizia, mas seu olhar o traia. – Mas vai lá... Conta o motivo de você ser sempre um filho da mãe comigo.

Stephen avançou mais um pouco, fazendo o jovem se assustar com o gesto. O empresário era menor do que ele e muito mais frágil também. O Strange ergueu ambas as mãos, colocando-as na cintura do Stark, que prendeu o fôlego.

- Eu sou um idiota com você, por que me sinto atraído por você. Sempre te irrito para chamar sua atenção, para que me note, para que fale comigo. Eu nunca tive coragem o suficiente para admitir isso na sua frente, pois fiquei com medo de ser rejeitado. Mas... Eu te quero . Eu te quero, porra!

Tony sentiu seu queixo despencar. Aquilo deveria ser uma brincadeira de muito mal gosto de seu vizinho. Ele deveria estar totalmente alcoolizado e viajando em suas idéias. O empresário não iria acreditar naquilo. O Stark não queria ser feito de idiota ainda mais por Stephen. Não ia permitir que o maior brincasse com ele daquele modo.

- O que? – O moreno soltou uma pequena risada debochada, tentando esconder o nervosismo. – Olha... De tudo o que já me disse, essa foi a coisa mais ridícula! Acha que irei mesmo cair nesse papo?! Está ficando pirado e me larga! – Tony gritava de modo eufórico, sentindo lágrimas frescas queimar contra seu olhar e seus lábios tremeram enquanto ele tentava se desvencilhar das mãos de Stephen.

- Não estou mentindo. – O mais velho falou aquilo em um tom de voz mais alto do que pretendia, fazendo Anthony encolher os ombros. – Droga... Quando resolvo ser sincero é assim que reage?  Acho que deveria ter ficado calado.

O empresário estava confuso. Não deveria se aproximar demais de Stephen, mas o Strange parecia verdadeiramente magoado com que havia sido lhe dito. Mas o empresário não era de confiar logo de cara nas pessoas, pois já havia passado por poucas e boas nos últimos três anos o que apenas fez com que ele ficasse sempre com um pé atrás.

- Como espere que eu acredite? – O moreno sentia vontade de chorar e nem ao menos sabia o motivo, mas não ia desabar na frente de Stephen. Odiaria que seu vizinho o visse fraco.

- Por favor, apenas me dê uma chance e posso provar que não estou fingindo nada.

Anthony balançou negativamente a cabeça, retirando as mãos de Stephen de sua cintura e recuou, impondo uma distância segura entre si e o homem de vinte que o olhava como se sentisse uma dor insuportável.

- Fica longe de mim! – Tony falou e se virou para correr, porém, foi impedido pelo Strange, que o segurou com cuidado pelo pulso, fazendo o moreno encará-lo com receio. Era como se o homem pudesse feri-lo apenas com aquele simples toque. – Por favor, me deixa ir. Não posso ficar. Não quero ficar.

- Só me deixa tentar te fazer feliz. – Stephen estava praticamente suplicando, quase fazendo o coração de Tony derreter. – Por favor. Eu... Não quero te magoar.

O empresário sentiu uma lágrima teimosa descer lentamente por seu rosto. Já haviam feito tantas promessas vazias á ele antes... Palavras nada significavam. Tony fechou os olhos, lembrando-se de seu último relacionamento. O Stark não precisava ter o coração partido novamente.

Um soluço lânguido escapou por seus lábios, fazendo seus ombros sacudirem ligeiramente, enquanto sua garganta parecia se estreitar e o empresário chorou abertamente, odiando á si mesmo por um momento, pois deveria estar parecendo um bebê idiota. O moreno sentiu seus joelhos tremerem e achou que iria cair no gramado, mas ele foi segurado nos braços firmes de Stephen.

- Não... – O Stark dizia mais á si do que ao outro, tentando se acalmar.

- Vamos entrar. Você precisa de cuidados.

Tony não protestou daquela vez. O moreno apenas encostou a cabeça no ombro de Stephen, permitindo que ele o carregasse meio cambaleando e meio andando para dentro de sua casa.

-X-

Tony sentia sua cabeça doer miseravelmente. Era como se estivessem lhe dando marretadas no crânio, fazendo-o resmungar em voz baixa, enquanto se mexia muito lentamente em algo macio e confortável. O empresário captou o cheiro bem forte e adocicado de café no ar, o que fez seu estômago doer, pois estava com muita fome.

O moreno abriu os olhos lentamente, se surpreendendo com a luz clara que invadia o ambiente. O Stark estreitou os olhos, tentando se acostumar com tamanha claridade e olhou brevemente em volta, notando com um toque de pânico que não estava em sua sala de estar. Mas que merda era aquela?

O homem tocou ligeiramente em suas têmporas. Era como se ele tivesse se enchido de cachaça na noite anterior, tornando tudo um borrão estranho e turvo. Então, de repente, o empresário se lembrou de que havia sido carregado nos braços de Stephen e a vergonha o tomou por completo. Por que ele havia chorado na frente do outro? Aquilo fora um tremendo erro.

O  Stark choramingou baixo, erguendo-se com cautela do sofá pequeno no qual repousava. O Strange  o havia coberto e lhe dado um travesseiro. O moreno tentou se sentar, mas uma pontada aguda em suas partes íntimas o fez gemer de agonia e se deitar. Por que seu corpo todo estava tão estranho?

Ele espiou ligeiramente o lençol e notou uma marca pequena e vermelha... Aquilo era sangue?! Uma poderosa vertigem se apossou do homem, enquanto ele capturava seu lábio inferior por entre os dentes. Suas pernas tremiam ligeiramente, fazendo seu estômago dar um nó estranho, enquanto Stiles ajeitava suas madeixas com os dedos.

Anthony suspirou pesadamente, afundando os ombros enquanto forçava sua mente á trabalhar. Por que havia aquele sangue?  Por que ele se sentia tão dolorido? Será que ele e Stephen...  Tony tapou a boca com sua mão trêmula, enquanto muito lentamente as peças do quebra-cabeça iam se encaixando.

O Strange e ele haviam tido uma noite de amor. Mas o empresário estava tão atordoado que mal conseguia se lembrar. Ele devia ter tomado algo e ficado bêbado, o que explicaria sua tontura e enjôo e vontade de tomar um bom banho frio. Tudo em que o Stark conseguiu pensar foi: PUTA MERDA!

Por que logo com o Strange? Por que ele com tantos outros homens? O empresário tinha que falar com o homem ou iria enlouquecer. Anthony não queria que o moreno pensasse que havia se entregado á ele por que o amava ou algo do gênero, pois o homem não sentia NADA por Stephen... Certo?

A apreensão parecia corroê-lo por dentro e o empresário roeu nervosamente suas unhas. O moreno notou então que estava nu. Completamente nu! O homem cobriu seu membro com o lençol, sentindo-se mortificado. Puta que pariu! Mil vezes puta que pariu!

Nada daquilo podia ser real. Não devia ser real. Um tanto quanto grogue, Anthony foi andando dolorosamente até a cozinha, tapando-se com o lençol. Cada passo era mais cruel que o outro, parecendo consumir suas forças.

Assim que chegou ao cômodo que desejava, o menino se deparou com Stephen fritando ovos grandes e apetitosos com um pouco de bacon e panquecas com um ótimo aspecto. E enquanto o Strange preparava o café da manhã, Tony ficou o observando atentamente, analisando-o como se esse fosse uma obra de arte raríssima.

Stephen usava apenas uma calça larga de pijama, que parecia destacar sua bunda imensa. E que visão, o Stark pensou maliciosamente com si mesmo, espantando-se por tal coisa. Por que ele olhava tanto as costas largas do outro? Costas marcadas por vergões vermelhos de unhas compridas... As unhas do próprio Tony.

O moreno percebeu que o mais velho parecia satisfeito até demais, pois sorria sozinho. E sua pele parecia demarcada de modo selvagem, com chupões ao longo de seu pescoço largo e abdome, bem como perto do peitoral. O Stark pareceu apreciar a idéia de que fora ele que causara tudo aquilo.

E então, pela primeira vez na vida, o empresário se deu conta de que talvez nunca tivesse odiado o Strange de verdade, por mais estúpido que o moreno tivesse sido. Talvez o empresário só quisesse que o homem o notasse e falasse com ele e confessasse o que sentia, pois em seu inconsciente, o Stark já devia saber de toda a verdade por trás das piadas sujas e brincadeiras de péssimo gosto.

E ele também notou que queria Stephen por perto, pois também o amava mesmo que se recusasse a acreditar naquilo. Tony não podia mais lutar contra aquilo. Não podia resistir mais aos seus desejos secretos. Aproveitando a distração de Stephen, o empresário largou o lençol no chão polido da cozinha, se dirigindo até o maior.

O Stark abraçou o mais velho por trás de modo apertado, envolvendo seus quadris largos com seus braços, puxando-o para mais perto de si, encostando sua bochecha nas costas nuas de Stephen, roçando sua pele nua contra a dele, ronronado suavemente como um gato manhoso.

O Strange se surpreendeu com o gesto tão carinhoso do menor, sentindo um calor gostoso o invadir. Ele sempre soube que seu lugar era perto daquele moreno, entre seus braços e que nada podia tirá-lo de Tony. Stephen ampliou seu sorriso.

- Bom dia. – Falou soltando uma pequena risada. – Finalmente acordou. Você dorme tal qual uma pedra. Estava ficando preocupado, pensando que tinha morrido e só pudesse acordar com um beijo de amor verdadeiro.

- Não seja bobo. Você sabe muito bem o motivo de eu estar tão exausto. A culpa disso é totalmente sua. Fez com que eu ficasse acordado durante toda a madrugada. – Tony disse de modo provocante, com seus lábios colados contra o pé do ouvido de Stephen, que ficou arrepiado da cabeça aos pés.

O moreno se movimentou ligeiramente nos braços de Anthony, sentindo o membro grande e rígido do outro contra o fino pano de sua calça, o que o atiçou imediatamente. Era claro que ele sabia o motivo do empresário estar daquele modo. Afinal, os dois tiveram várias “rodadas” na noite passada e uma melhor do que a outra.

- E o que pretende fazer quanto á isso?– Stephen tentava não  gemer enquanto sentia o empresário roçar sua poderosa ereção contra sua perna, provocando-o, deixando-o maluco bem lentamente.

- O que acha? Devo devolver na mesma moeda? – Tony mordia lentamente o lóbulo da orelha de Stephen, chupando-a com certa violência, deixando aquela área do Strange bem avermelhada, fazendo o moreno ficar com as pernas bambas.

O membro do Strange começava a pulsar de modo desesperado, apertando-o dentro de suas calças. Ele precisava muito de Anthony. Tinha que ter novamente o moreno e com urgência, pois aquilo era o que mais o agradava.

- Faça comigo o que quiser. – Stephen falou sem conseguir conter um pequeno grito de prazer ao sentir a mão pálida e delicada do empresário contra uma de suas nádegas, enquanto o moreno a apertava com vontade, dando um tapa extremamente forte em seguida, deixando o traseiro do homem marcado com seus dedos delgados.

Anthony virou Stephen de frente para si, tirando sua calça de pijama sem a menor cerimônia, pois não gostava de adiar nada. Para seu choque e admiração, o moreno já se achava sem cueca, o que iria facilitar bem seu pequeno trabalho.

- Está gostando do que está vendo? – Stephen perguntou um pouco metido, fazendo Tony corar levemente.

- Na verdade eu estou amando meu querido! – O empresário respondeu em tom malicioso, vendo o seu vizinho ficar ruborizado também, o que o deixou com o tesão ainda maior.

O moreno se ajoelhou graciosamente no chão, ficando de frente para o membro já ereto de Stephen que olhava curioso e excitado para o menor, que sorriu com vontade, abrindo bem seus lábios rosados para poder abocanhar o sexo imenso do vizinho, inserindo-o em sua boca sem nenhuma dificuldade.

- Tony... Isso é tão... – Os dedos do homem puxaram sem um pingo de delicadeza os cabelos do menor, enquanto Tony impulsionava seu quadril para frente, fazendo seu membro penetrar ainda mais na boca do menor.

O moreno usava sua língua e seus dentes de modo habilidoso, sugando toda a extensão do maior, chupando-o com vontade, sentindo sua pele quente contra sua boca, deixando Stephen perto do paraíso. O Strange soltava gemidos altos e animalescos, enquanto o empresário o explorava lentamente.

Tony mordeu com cautela a cabeça do membro de Stephen, enquanto com ambas as mãos, o menor apertava seus ovos, massageando á ambos e segurava para deixar o mais velho ainda mais excitado do que antes. O Strange sentia um puxão na região de seu ventre, quando o empresário chupava devagar seu pré-gozo. Ele não ia agüentar por mais tempo.

- Anthony, eu vou... – Stephen estava muito perto de ter orgasmo, porém, Tony parou na mesma hora, deixando o homem descontente com aquilo. – Por que parou?

- Por que não quero que acabe assim! – O empresário ergueu dois dedos seus, os colocando perto dos lábios do maior. – Agora chupa meus dedos com vontade, por que preciso te preparar.

- Tu-tudo bem. – Stephen tomou a mão de Anthony na sua, levando-a de encontro aos seus lábios enquanto o olhava nos olhos, então sugou seus dedos, deixando-os bem úmidos com seu rastro quente de saliva.

- Porra, Stephen. – Tony fechou momentaneamente seus olhos, enquanto seu vizinho chupava seus dedos. Ele iria deixar o maior sem andar por um belo tempo, mas aquilo valia muito a pena, pois gostava do modo como podia fazer com que o Stange se lembrasse dele.

O homem parou o que fazia quando Anthony tocou seu rosto com cuidado, fazendo-o se afastar um pouco. O médico se sentou na bancada da cozinha, enquanto o empresário apertava suas coxas grossas, arranhando-as na parte interna. Aquilo era uma delícia.

O Stark então tocou na entrada rosada e um pouco apertada do maior, fazendo-o arquear as costas com a pequena invasão, enquanto tombava a cabeça para trás. O mais jovem inseriu seus dedos de uma só vez, sentindo as paredes internas do médico se contraírem.

- Isso, me toca. – Stephen pediu com a voz manhosa, gemendo gostoso. – Faça-me apenas seu.

- Seu desejo é uma ordem.

Tony aumentou a fricção com os dedos, enquanto sua outra mão passeava de modo safado pelo corpo do maior, arranhando seu abdome. O Stark sorriu e tomou um dos mamilos avermelhados de Stephen em sua boca, chupando-os e mordendo, os tornando duros. O homem soltou um palavrão em voz alta, mexendo-se contra a boca e os dedos do empresário.

- Você é gostoso. – Stephen disse ofegante, segurando os ombros de Tony com cuidado, fazendo o moreno acelerar a velocidade de seus dedos. – A-assim mesmo. OHHHH!

O jovem deu um olhar fatal para o mais velho, enquanto esse gritava pelo nome do empresário, desfazendo-se por fim, melando seu próprio corpo com seu sêmen. Tony retirou seus dedos do Strange, lambendo seu sêmen sem o menor pudor, deixando Stephen mortificado e maravilhado ao mesmo tempo. A língua do moreno fazia cócegas em sua pele sensível, fazendo-o se contorcer de prazer.

- Agora vem a melhor parte! – Tony falou, puxando Stephen ainda mais para si e se encaixou no meio de suas pernas. – Está pronto?

- Sim. Mais do que pronto. Quero te receber dentro de mim. – As palavras do Strange eram sinceras e o empresário gostou muito daquilo.

O empresário mordeu o ombro de Stephen, deixando-o roxo e sem mais delongas, penetrou nele, fazendo a cintura de ambos se colidirem com fúria, produzindo um pequeno estalo. A pele de ambos se esfregava, enquanto o médico entre gemidos rebolava no membro de Stark, arranhando suas costas com força.

O empresário gemia contra a orelha de Strange, enquanto lhe dava fortes estocadas, acertando sua próstata com precisão, fazendo o maior se derreter, entregando-se de corpo e alma ao jovem, rolando os olhos. Anthony dava chupões em seu vizinho, enquanto ia cada vez mais rápido, fazendo o membro do mais velho roçar contra sua barriga.

- Tony... Ahhhhhhhh, Tony. Você me deixa louco.

- Você é tão apertado... Hmmmmmm! – A voz do menor soava rouca de tanto desejo.

Anthony e Stephen sentiram seus músculos irem relaxando bem devagar e ambos chegaram ao ápice ao mesmo tempo, suando frio e sorrindo, enquanto gritavam o nome um do outro, abraçando-se com força, deixando tudo ainda melhor. Os dois estavam exaustos e corados, mas se sentiam extremamente bem.

O Strange repousava serenamente sua cabeça no ombro de Tony, que lhe afagava as costas. Então, Stephen se virou e inclinou a cabeça, beijando o menor com amor, intensidade, paixão, carinho e devoção. O empresário correspondeu ao beijo do mesmo modo, afagando gentilmente os cabelos despenteados do mais velho.

Após alguns minutos, os dois se separaram do beijo, apenas olhando um para o outro. Tony estava nas nuvens assim como Stephen. Eles nunca haviam se sentido tão felizes em suas vidas. Aquela manhã havia sido picante e íntima. A temperatura entre os dois era alta. O Strange afagava a bochecha do Stark suavemente, sorrindo.

- Eu te quero muito, Tony.

- Eu te quero muito mais, Stephen.

E apenas aquilo bastava para ambos.



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