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História Meu vizinho infernal - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Olá! :3

Queria agradecer pelos comentários e pelos favoritos ;-; eu fiquei tão feliz aaa

Espero que gostem do novo capitulo, refiz ele duas vezes até conseguir gostar :v sou muito chato quanto a isso, infelizmente ;u; Desculpem pela demora

Boa leitura :3

Capítulo 2 - O tão esperado nome


Stuart observava o céu estrelado pela janela de seu quarto. Haviam se passado dois dias desde os acontecimentos com o filho mais novo do vizinho e sinceramente, o azulado não sabia muito bem o que pensar de toda aquela nova situação.  

No dia seguinte àquela noite, o Pot acabou descobrindo que o garoto Niccals frequentava Sodsworth Comprehensive School e possuía uma péssima reputação. Não que ele estivesse interessado na vida do vizinho, longe disso... É! Longe disso!  

Suspirou pesadamente e observou a casa ao lado, as luzes apagas e as cortinas fechadas lhe davam um mal pressentimento, ainda mais depois de ter visto um homem de cartola – que presumiu ser o pai do Niccals mais novo – de pele estranhamente esverdeada, como se estivesse doente, sair por naquela manhã sabe-se lá para onde. Acabou sendo cumprimentado pelo mesmo e acabou retribuindo com um aceno silencioso de cabeça, ainda receoso. Aquele olhar gélido que provinha de seus olhos escuros, lhe davam arrepios. 

Resolveu deixar isso para lá, não era problema dele de qualquer forma. E só porque alguém parecia um personagem de filme de terror, não quer dizer que fosse alguém tão ruim assim... Não é?!  

E com estes pensamentos, o Pot foi se deitar, à espera de um novo dia. 

 

Os ruídos que ecoavam pelo chão de madeira, estalando repetidas vezes fez Stuart despertar. Seu raciocínio parecia mais lento que o normal e enquanto o som parecia martelar por seus ouvidos, prendeu a respiração ao ter o vislumbre de uma sombra humanoide na parede que observava, até então, com descaso. 

“Puta que pariu” - Stuart queria gritar, mas sua voz parecia não existir naquele momento. Estava mudo pelo medo que sentia.  

Aquela coisa, seja lá o que fosse, possuía algo semelhante a chifres e por algum motivo irracional, a sombra parecia ter olhos... 

“Por favor, Deus...” - Fechou os olhos rapidamente, apavorado. Estava com tanto medo que poderia ter feito xixi na cama. 

A mão gélida foi posta em seu ombro e ele se amaldiçoou por vestir regata em uma noite tão fria. Seu corpo quente entrou em contraste com o choque térmico que lhe causava arrepios e enquanto rezava mentalmente, a respiração foi sentida em seu ouvido. 

—Você é um fodido cagão, em.  

Stuart apanhou os óculos escuro na cômoda ao lado da cama e com incrível rapidez o colocou, antes de se virar para o possível assassino. 

—Mas que merda... Hm?! - A mão cor de oliva abafou sua voz e os olhos coloridos o observavam curiosos. 

—Você poderia não fazer muito barulho, imbecil? - Sussurrou o Niccals, ameaçadoramente. 

O azulado concordou com a cabeça e logo pode respirar novamente. Seu coração parecia se aquietar depois do susto que passou. 

—Porque fez isso? Tem ideia do que passei? 

—Claro que tenho e você tem sorte de eu não ter uma câmera. - Riu maldosamente, olhando ao redor.  

O quarto de Stuart era uma bagunça sem fim, mas não parecia ter sujeira. As estantes, por mais que possuíssem camisetas, tênis e alguns quadrinhos em cima, ainda estavam visivelmente brancas e sem poeira.  

No chão, algumas capas de filmes de zumbis e CD’s de bandas que o Niccals conhecia, mesmo que não curtisse tanto assim o som. 

—O que faz aqui? Como entrou? 

—Bom... - Se espreguiçou ouvindo o estalar de seus ossos. - Você deixou a janela aberta, o que é uma ideia de merda, sinto lhe informar. Estava voltando de uma festa e... 

—Uma festa em plena quinta-feira?  

—É quase fim de semana. - Argumentou, mesmo que não tivesse tanto sentido. - Além do mais, a culpa foi sua por deixar essa merda aberta. 

Stuart abriu a boca para responder, mas ficou quieto. Os óculos não estavam lhe dando uma visão muito clara naquela escuridão, mas agradeceu mentalmente pelo menino não comentar nada. 

Engolindo em seco, o azulado resolveu perguntar o que estava lhe incomodando fazia alguns dias: 

—Qual seu nome? 

—O que? 

—Eu queria saber o seu nome... - Brincava com os dedos, nervoso. Não sabia muito bem o que estava acontecendo, mas gostaria de se dar bem com o Niccals. 

—Murdoc, Murdoc Niccals. - Apertou os lábios ao pronunciar o sobrenome. 

—Murdoc... - Stuart testou o ressoar do nome que saiu de seus lábios e sorriu. - Eu gostei.  

O garoto de pele oliva virou em direção a janela, o rosto quente demais para uma noite fria como aquela: 

—Tanto faz, idiota. 

—Onde vai...? 

—Não sabia que me queria aqui mais tempo. - Virou para o azulado com um sorriso malicioso. 

Stuart mordeu o lábio inferior, tímido com o comentário e enquanto tentava compreender o motivo daquele nervosismo, observou Murdoc desaparecer em sua janela, não antes de ouvir um singelo “boa noite”. Sorriu minimamente e deitou, se cobrindo e retirando os óculos escuros neste meio tempo.  

—Boa noite, Murdoc. - Murmurou, fechando os olhos e deixando o sono o levar pela segunda vez naquela noite.  

 


Notas Finais


Os próximos capitulo serão mais extensos, eu prometo ;u; é que até então era o desenrolar deles se conhecendo e tal... E por sinal, aparecerá um personagem muito querido tbm no próximo capitulo ;u;


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