História Meus amigos não me amam como você. - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias RuPaul
Personagens Personagens Originais
Tags Brian Firkus, Brian Mccook, Katya, Katya Zamo, Katya Zamolodchikova, Rupaul's Drag Race, Tracy Martel, Trixie Mattel, Trixya
Visualizações 20
Palavras 2.996
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Fluffy, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Capítulo 11


As mãos de Katya percorriam-se pelo corpo quente de Trixie. Sua pele era macia, quanto à de um bebê. Os lábios de ambas dançavam numa harmonia perfeita. Katya desejava tanto que aquele momento durasse bem mais do que só um único beijo, não podia deixar Trixie simplesmente dormir, com um beijo mal resolvido. Quebrou o beijo, onde caminhou com seus lábios para o pescoço da loira, que soltou um leve sussurro. Suas mãos rapidamente envolveram-se no corpo de Trixie, prensando-a toda em si. Deslizou suas mãos pelas curvas de Trixie. Seu corpo era perfeito, e tão desejado por Katya. Apalpou-a pela bunda que deu risos baixos. Afastou o corpo de Trixie, aproveitando à deixa tirou sua blusa. Esbanjando seu peito e seu abdômen branco depilado. A excitação da Katya se sobressaltou, rapidamente seu corpo voou por cima da Trixie, jogando-a sobre sua cama. Suas mãos foram de encontro aos seios de Trixie, os apertando vigorosamente, que gemeu baixo. Agonia de Katya era tanta que se enrolou até para conseguir abrir o botão da calça dela mesma. Mas logo que o fez, seu corpo suava, sua intimidade pulsava freneticamente, seu desejo de se deleitar do corpo de Trixie, era tão intenso e tão proibido, aquilo já servia da metade da excitação e o fogo que estava sentido. Tirou a roupa, enquanto Trixie gemia feito uma cadelinha no cio, parecia que estava desejando aquilo tanto quanto Katya. A loira não demorou muito, passou a língua pela intimidade da outra, que se encontrava totalmente excitada. Katya abocanhou toda intimidade de Trixie, enquanto a mesma delirava, gemendo. Trixie deslizou suas mãos até encontrar a de Katya, que estavam em seus seios, e num tom ofegante disse para a loira.

— Sdelay menya svoim!

Ela falou russo. Katya não parou para imaginar como Trixie podia ter formado aquela frase, porquê sabia falar aquilo e quanto tempo demorou para aprender a falar, mas isso claramente que Katya se excitasse ainda mais. Seu corpo rapidamente encontrava-se por cima ao da outra loira, beijou-a cheia de língua, enquanto seus dedos brincavam com a intimidade de Trixie.

Não tinha nada melhor do que isso. Finalmente Katya conseguiu o que queria, o que tanto imaginou, idealizou e sonhou. Trixie finalmente gemia em seu nome, implorando para que Katya fizesse dela mulher. Era tão instigante, ver Trixie delirando, seus olhos chegavam a revirar. A loira roçou toda sua intimidade a da outra, ambas gemiam freneticamente, não demorou muito para que Trixie chegasse ao seu ápice. Katya deitou-se ao lado da mulher e ambas sorriram uma para a outra. Trixie se aproximou de Katya cuidadosamente, deitou seu rosto sobre o colo do peito da loira, que não parava um segundo se quer de sorrir. Deitou-se ali, e ambas pegaram num sono profundo.

Quando Katya acordou Trixie não se encontrava na cama, rolou pelo lençol branco com enorme sorriso nos lábios, a cama já tinha o cheiro do perfume de Tracy, era tão doce, suave e tão sutil. Na cabeceira da cama havia um bilhetinho escrito à mão por Trixie. Tão clichê.

"Kitty Katya, bom, eu sai mais cedo, não quis te acordar. Precisei voltar para casa. Desculpe-me pelo que houve ontem durante a noite, eu não sei onde estava com a cabeça. Não me sentia assim há tempos. Espero que isso não nos afete. Te vejo na Wow hoje. Com carinho, Trixie."

Antes de qualquer reação impulsiva, Katya olhou todo seu quarto rapidamente, não havia mais nada de Trixie ali. Á que horas ela havia ido embora?

— Isso... Isso... Isso afetar nos afetar... —  Olhou para lados ainda incrédula do que Trixie havia escrito. Seu nervoso era tanto que começou a xingar. Levantou-se da cama, andando de um lado pro outro pelo quarto.

— Não, claro, nada vai afetar... Você vem aqui, fala mil coisas românticas, nos beijamos, transamos, e não, ah, que isso, não... Não imagina, Tracy!

A raiva que consumiu Katya foi tanta, que ela estava a ponto de ir atrás de Trixie. Mas pensou duas vezes antes, lembrou-se que teria de gravar o UNHhhh hoje, então de qualquer forma a veria novamente.

Aquela manhã parecia ser a pior e mais lenta de todas. As horas custavam a passar, e Katya estava ansiosa, nervosa e chateada. Desde a hora que acordara não saiu do seu quarto. Não teve reação ou vontade de se levantar. Ela tinha acreditou em Trixie e mais uma vez era só mentira, era só palavras saídas da boca de Trixie sem qualquer sentimento recíproco. Ouviu duas batidas na porta do seu quarto, o que a fez imediatamente se cobrir na cama.

Escondendo seu rosto. Era Pat. A mãe logo adentrou depois de bater na porta. Encontrando Katya virada pro lado, com rosto todo tampado. O quarto sem a presença de Trixie a fez estranhar o ambiente.

— Katya, querida? — a mãe chamou por ela. Que se manteve silenciosa. Fingia estar ainda dormindo.

— Katya, eu sei que você está acordada.

Katya bufou. Tirou a coberta de seu rosto.

— Bom dia. — ela disse com uma certeza fraqueza na voz.

— Onde está a sua namorada?

Katya soltou uma risada irônica revirando os olhos.

— De fato, eu desisto da Trixie.

Agora Pat sentou-se ao lado de Katya na cama.

— Por que? Você não a ama? Vai abrir mão tão cedo assim?

Katya apenas anuiu.

— Por que ela foi embora? Vocês não estavam bem?

— Sim... — a tristeza tomou Katya.

— O que houve?

— Bom, mamãe. Há tanta coisa nessa história. Trixie com a Fame, eu com a Alaska... Mas quando estamos juntas, esquecemos disso... Bem, eu esquecia. Não sei o que acontece com a Tracy. Ontem ela me implorou pra lutar por ela, pra fazer ela ser minha, e agora... E agora ela foi embora. Sem mais e nem menos.

— Onde vocês foram ontem?

— Fomos a Jacques Cabaret, onde eu costumava a me apresentar, mãe.

— Vocês beberam?

— Eu não bebo mais. Mas ela sim. Eu não sei o quão ela bebeu, mas ela bebeu.

Pat assentia a cabeça enquanto se levantava da cama, compreendendo o que Katya estava a falar.

— Posso falar meu ponto de vista sobre vocês?

— Sim, pode...

— Bem, Katya, eu não conheço a Trixie e não sei bem a índole dela. Ela me parece realmente sentir algo por você que ela não se deixa sobressair. O tom da voz dela muda quando fala do seu nome.

Quando estávamos na cozinha, assim que saiu, ela me disse cuidadosamente e com ternura que tinha um sentimento muito grande por sua vida, mas não me parecia ser o suficiente, não era exatamente isso o que ela queria me dizer e todas as vezes que ela falava sobre você, ela não me olhava nos olhos. E essa atitude de vocês na casa noturna me parece muito de uma jovem que tem medo do sentimento. Ela realmente tem medo de algo forte, de um elo que podem criar juntas. Ela implora pra você tirar esse medo dela. Mas ela tem medo, muitas vezes ela vai ir embora, até sentir que esse medo é uma grande babaquice.

Katya estava boquiaberta, perplexa. Sem qualquer reação. Como sua mãe podia entender tão profundamente de algo que acontecia com elas? Pat estava por fora e ainda sim tinha uma visão nítida dessa relação bagunçada entre Katya e Trixie. A mente da Katya voltou num subido ao passado. O primeiro dia em que conhecera Trixie no programa.

— Você é mesmo russa? - a loira indagou, parecia apreciar a beleza da outra.

— Russa. Porém contrabandiada para Boston, servindo de prostituta de luxo.

Trixie deu risada.

— Você não é russa, né?!

— Brian não. Katya sim.

— Seu nome é Brian?

— Sim. Brian Joseph McCook.

Ouviu apenas um grito estridente em seu ouvido.

— Eu me chamo Brian também. Brian Michael Firkus.

Podiam ouvir as duas gritar agora com essa coincidência.

— O destino realmente impõe quem vai ser sua melhor amiga aqui. — Completou Trixie num abraço caloroso com Katya.

Katya pode sentir uma dor tomar seu peito. O passado era tinha tanta força sobre ela. Cada memória. Mas enquanto sua mãe falava era ainda mais doloroso.

— Eu queria não sentir nada por ela. — disse Katya.

— Infelizmente não escolhemos amar alguém. Acha mesmo que eu escolhi amar seu pai? Na época seu pai era alto, magro, parecia ter anemia de tão magro que ele era, e ele de longe era o homem que eu escolheria pra apresentar para seus avós. E veja, tivemos três filhos e eu ainda o amo.

— Obrigada pelo sermão amoroso, mamãe. Estou melhor. — mentiu. — vou me arrumar, tenho que gravar o programa com a Trixie hoje.

— Veja só! Vai vê-la hoje. Converse com ela. Não a trate com ignorância. Não deixa seu ego te domar, Katya.

— Tudo bem. — respondeu notando sua mãe deixar seu quarto.

A vontade de Katya era de gritar e quebrar tudo em sua frente. Ela não sabia lidar com esse tipo de sentimento. Porém ela apenas checou seu celular, não havia nada de Trixie. Sentiu decepção.

Tomou seu banho e vestiu-se com um vestido brilhoso de paetês vermelhos com a a palavra "bonjour" escrito em branco. Colocou luvas longas pretas que chegavam até seu cotovelos. Sua cabelo estava volumoso e ondulado. Chegava a dar a ela um ar de sensualidade e mistério.

Colocou um longo brinco de correntes em suas orelhas, cada correntinha era de uma cor, dourada e azul e por fim, um scarpin vermelho. Analisou-se por um tempo a frente do espelho tentando arrumar sua melhor cara de quem não se importava com que houve durante a noite passada. Então começou a se maquiar, como sempre batom vermelhos e uma sombra preta com leve toque de azuis purpurinado sobre sua pálpebra. Katya estava pronta mas não queria ter que encarar Trixie. Não que estivesse chateada ou com raiva pela atitude de Trixie, mas realmente acreditava que não ia saber como reagir ao vê-la.

Tomou um café rápido sem dar muita ideia para o excesso de comida que estava sobre a mesa. Despediu-se de Pat com beijo sobre sua têmpora e se foi. Pegou seu carro e ao som de Born to die começou a dirigir. A música não era uma forma de suprir a angustia. Somente era uma música de momento para não viajar somente aos pensamentos. Katya carregava o cigarro nos lábios, não o acendera. Estava apenas lá como hábito. A viagem acabou sendo longa devido ao trânsito naquele dia, estava desesperante lotado e horrível. O calor do dia também não ajudava nada naquele momento. Seu carro estava um forno. Assim que chegaras ao estacionamento avistou o carro de Trixie estacionando a uma esquina antes da Wow. Katya observou a outra parecia estar vasculhando o carro, procurando por algo dentro dele. Katya não podia ver com precisão mais notara que o que Trixie estava a procurar em seu carro era algo dentro de uma das suas malas. Ela não voltou para casa de Fame. Katya saiu do carro. Estava pronta para encarar Trixie, ela tinha certeza disso. Acendeu seu cigarro e deu um trago profundo.

Caminhou rapidamente até onde estava ao carro de Tracy. Vasculhando alguma coisa dentro de sua mala enquanto parecia balbuciar algumas palavras não compreensíveis pela distância que estava Katya.

— Trixie Mattel. — a voz de Katya era rouca e profunda. O cigarro preso em seus lábios vermelhos. A outra levara um breve susto ao ouvir a voz de Katya aprofundar-se em seus ouvidos.

— Oh, Katya! Não faça isso. Pregou-me um susto.

— "Pregou-me"? — arqueou as sobrancelhas estranhando a formalidade. — Por que foi embora da casa dos meus pais? — Encostou-se no carro cruzando seus braços, sua expressão era uma raiva interna, seus olhos quase pulavam para fora, fez Trixie inevitavelmente a encara-la.

— Desculpe... Katya. Eu não posso fazer nada disso.

— E mais uma vez você vai fugir de mim.

— Não. Eu não posso fazer nada disso ainda comprometida com a Fame. Não me sinto bem. Eu preciso por um final nisso. Nela.

Katya se aquietou.

— Eu me lembro do que te disse ontem, exatamente todas as palavras. Eu não menti pra você.

Desta vez a expressão de Katya despencou. Trixie se lembrava e não era mentira.

— Você se lembra de tudo? — indagou Katya ainda desconfiada.

— Podemos conversar dentro do carro?

Katya anuiu e ambas adentraram no carro. Katya sentou-se e Trixie também a encara-la.

— Eu queria conversar com você, num lugar civilizado, ou sei lá, eu fui embora porque me fez mal saber que ainda devo algo a Fame. E mesmo sem usar a aliança de noivado...

Olhar de Katya sutilmente foi até o anelar de Trixie. Realmente sem aliança.

— Eu não quero que você vá embora de novo por uma escolha errada minha. Não quero ter que te perder novamente, Katya.

Ela suspirou dando um sorriso largo. Katya juntou sua testa com a da outra, podiam ouvir perfeitamente uma a outra suas respirações a se unirem.

— Vou te fazer minha, mesmo que por isso eu precise dar todas as minhas forças.

— Não vai ser fácil. — Trixie ressaltou.

— Eu sei. Mas se estiver aqui por mim, eu também estou por você.

(...)

— Oi, eu sou a feirante do Seregenti: Trixie Mattel. - ela disse naturalmente até ver Katya se levantar para rir.

— Você desiste rápido, hein, você desiste fácil, fofa. - sua voz era fina e engraçada.

Katya voltou e sentou-se ao lado de Trixie novamente.

— Isso foi horrível. - Katya comentou.

— Ok, vamos tentar novamente... Oi, eu sou associada da Delta Sky Lounge: Trixie Mattel.

— E eu sou uma semi atleta profissional: Katya! — surgiu um sorriso.

— E bem vindos ao "UNHhhh" — as duas gemiam de forma estranha e engraçada.

— O show que nos falamos sobre o que quisermos...

— Porque é nosso show e não... - as duas falaram em uníssono. — o seu.

E seguiu as duas conversando sobre as aleatoriedade que falavam quando estavam diante das câmeras.

Quem ali em sã consciência podias imaginar que através da tela da câmera Katya e Trixie estavam passando por centenas de coisas juntas. Katya fez o seu melhor para que o vídeo ficasse incrível e Trixie também. Apesar da energia de Trixie ser evidente não estar tão bem quanto Katya apresentava estar.

— E não esquecem de se inscrever, na Wow...

— Presents. - Katya continuou. Finalizando o vídeo do dia.

— E corta! Ótimo vídeo, meninas. - ambas sorriram satisfeitas.

— Mas tenha uma notícia pra vocês. - Disse Bob, dando a Katya e o Trixie um suposto roteiro. Para a próxima gravação. — Bem, eu estou deixando a Wow Presents amanhã, então vocês não me verão novamente. Vão ser direcionado pelo Pete. Vocês se lembram dele no programa?

— Eu me lembro dele. Como esquecer. - ela deu uma risada.

— Então, ele quem vai tomar conta de vocês a partir de semana que vem. Foi um prazer conhecê-las. Sentirei saudades dessas palhaças. — Katya fez um beicinho e o abraçou com carinho. - Sentiremos também.

Trixie apenas assentiu concordando com Katya, num sorriso fraco e nada consolidador.

— Katya, você vai embora agora? - ela perguntou se levantando de cadeira. Tomando o resto da sua bebida.

— Eu vou sim... Por que?

— Nada... Só não quero ir pra casa.

— Por que?

— Não sei, não me sinto bem. Não sei como dizer a Fame... Eu tenho medo de reação dela. Não do que dizer. Ela já me disse coisas absurdas que fariam com você se tivéssemos algo.

Katya gargalhou. Tirando suas luvas das mãos as amarrando em sua cabeça.

— Vá, qualquer coisa me ligue, ok?! - depositou um beijo sobre a testa de Trixie. Que sentou-se novamente sobre a cadeira deixando Katya ir.

Ao virar o primeiro corredor Katya deu de cara com Alaska. Ótimo. Ela pensou. Continuou caminhando a fim de ignorar existência de Alaska ali, porém foi interrompida com pigarro quando passou ao lado de Alaska.

— Olá, Katya.

— Oi, Alaska. - abriu um sorriso cheio de dentes. O olhar de Alaska foi de sua pernas até os lábios de Katya, a mesma mordiscou seus lábios.  — Você está tão... Bonita hoje.

— Obrigada.  — voltou a caminhar.

— Katya, não... - a segurou rapidamente pelos braços e a trouxe de volta para perto. - Sinto sua falta, meu amor... — Alaska tentou pressiona-la contra parede dos camarins que haviam naquele corredor. — Sinto falta desse seu cheio sujo e sensual que me excita. — ela falava ainda mais lento do que de costume.

— Alaska... — Katya a empurrou. — Fique longe de mim. Volte ao casal perfeito Shalaska de onde você nunca devia ter saído.

Desta vez Katya realmente andou freneticamente para se afastar de Alaska. Mas não ouviu Alaska sussurrar sorrateiramente:

"Você ainda é minha".

(...)

Trixie estava em casa. Parecia vazia pelo silêncio o que ambiente se encontrava. Ela se apoiou sobre o balcão da sala que ligava junto a sua cozinha. Pensou em rezar mas teve medo de Deus a julgar. Ergueu então sua cabeça e se assustou com Fame encostada sobre a parede, a cara de fúria e os braços cruzados. Trixie não conseguiu pronunciar nada.

— Então você e a Katya andam tendo muitos momentos nesses últimos dias, hu?! Vídeos, fotos nas redes sociais. — Fame sentou-se ao lado de Trixie num dos banquinhos que tinham abaixo do balcão.

— Katya... Katya e...

— Katya e?

Trixie respirou fundo. Ela precisava fazer isso.

— Eu sinto muito. N-n-nós não podemos ter mais nada. E-eu acabei percebendo qu-e... O que eu sinto pela Ka-Katya é muito superior a-ao que temos.

Trixie esperava uma reação histérica e exagerada vinda de Fame. Que a surpreendeu quando apenas respondeu-a:

— Entendo.

As duas ficaram encarando uma a outra e Fame logo se levantou, rapidamente saiu de casa batendo a porta. Trixie estranhou o comportamento mais não sabia o que Fame poderia fazer.

"Alaska, onde fica a casa dos pais da Katya?"



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