História Meus amigos não me amam como você. - Capítulo 12


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Categorias RuPaul
Personagens Personagens Originais
Tags Brian Firkus, Brian Mccook, Katya, Katya Zamo, Katya Zamolodchikova, Rupaul's Drag Race, Tracy Martel, Trixie Mattel, Trixya
Visualizações 48
Palavras 2.888
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Fluffy, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Capítulo 12


Estava relaxando sobre a banheira que havia no banheiro do quarto do seus pais. Katya aproveitou que os mesmos não estavam em casa para poder se jogar numa banheira cheia de sabonete líquido bem relaxante.

Estava sonolenta enquanto a água morna entrava pelos poros dos seus corpos no fundo havia uma música instrumental suave, somente de um piano junto ao um violino. Ela apreciava a música cantarolando alguma música que não se encaixava muito bem ao ritmo do piano e violino.

Ouviu seu celular vibrar sobre a pia do banheiro, mas estava muito distante para poder alcança-lo então apenas ignorou ao chamado voltando ao seu momento relaxante, mas novamente foi interrompida com a companhia da casa sendo tocada repentinamente por menos de segundos.

- Achei que tinha levado as chaves, mamãe. - ela dizia consigo mesma saindo da banheira, se enrolando numa toalha. Secou brevemente seu corpo e vestiu-se. Desceu as escadas correndo, a campainha não parava se quer um segundo.

- Achei que tivesse leva... - abriu a porta e em segundos estava boquiaberta. - Fame?!...

A outra forçou um sorriso.

- Olá Katya, como vai?

- Eu estou... O que veio fazer aqui?

- Temos contas a ser pagas.

- O que? - estranhou.

- Não faz a cínica, sua falsa escrota do caralho! Você acha que eu ia vir nesse fim de mundo pra que?

A feição de Katya estava confusa. Franziu o cenho fazendo uma certa careta de incompreensão.

Ela não imaginava que Fame poderia fazer algo para prejudica-la.

- Você é surda ou se faz? - Mas uma vez Fame sobressaiu com a sua voz. Num subido Katya só pode sentir as mãos da outra cravada sobre seu pescoço e as unhas rasgando sua pele sendo arrastada pela parede da sala.

Ela tentou empurrar, se defender de Fame, mas foi totalmente em vão. Katya havia força para se proteger o suficiente, mas não sendo enforcada, era totalmente involuntário.

Fame descontava todo seu ódio no pescoço de Katya. Seu rosto estava tão vermelho quanto o de Katya. As mãos parecia estar enforcando-a por livre e espontânea vontade. Katya estava a cada milésimo sem ar, seus pulmões não ajudavam naquele momento.

- Você vai comer a mulher dos outros no inferno! - dizia Fame furiosa, suas pupilas dilatavam.

Katya sucumbiu-se, as mãos de Fame não estavam mais em seu pescoço depois de ver Katya deslizando para o chão. Fame parou para apreciar seu momento de vingança em ver Katya frágil derrubada ao chão.

- Quem é você agora? Sua escrota, irritante. - A fúria que estava em Fame realmente a cegavam.

Katya estava fraca não conseguia se levantar, mesmo tentando. Ela começou a chutar Katya sobre seu tórax, barriga e onde seus pés queriam ir. Realmente a fúria a descontrolou.

- Isso é pra você aprender a parar de ser uma vagabunda, invejosa que se mete na felicidade alheia pra roubar a mulher do outros. Desgraçada, vai pro inferno que é o seu lugar!

- Fame? - a voz a distância, ofegante e suave. Era Trixie. - Katya!!!!! - Ela correu para dentro da casa. Puxou Fame pelos braços que tentou novamente avançar para cima da Katya.

- Me solta, Tracy! Me solta, eu vou matar ela. Eu vou acabar com a vida dela. Você não vai me impedir de fazer isso.

- PARA! PARA! VOCÊ É DOENTE! - Segurava com força os braços de Fame.

- VOCÊ NÃO ENTENDE QUE ELA SÓ VEIO PRA ACABAR COM A GENTE? ELA TEM QUE PAGAR POR ISSO! - Fame conseguiu se livrar das mãos de Trixie depois de muita persistência. Voltou para cima de Katya desacordada.

- PARA, FAME!!!! NÃO!!! NÃO!!! - Trixie gritava apavorada. Ela não tinha o que fazer. Não tinha forças para segurar Fame, para impedia-la. Suas mãos tremiam, seu rosto estava vermelho, lágrimas começavam a escorrer pelo seu rosto. Era raiva, era dor. Não sabia com salvar Katya. Ela olhava para todos os cantos, não tinha nada que podia tacar Fame. Ela não tinha outra escolha, era ela com sua mínima força para salvar Katya. Então quando se deu conta, já estava escorada sobre as costas de Fame. Socando toda a região. Trixie gritava:

- VOCÊ NÃO VAI MATAR A KATYA!!! VOCÊ É DOENTE! VOCÊ É UMA PSICOPATA!

Fame tentava se livrar de Trixie que agora arranhava todo seu rosto, impedindo-a de enxergar o que fazia. Só ouviu o barulho alto do corpo Trixie bater sobre a parede e ela cair sobre o chão.

- Não se meta nos assuntos que não te envolvem.

- É claro que me envolve. Eu não vou deixar você matar a Katya, não vou deixar você matar porque... Porque eu a amo. - houve um silêncio de ambas partes, só podia ouvir a respiração falhada de Katya na sala.

- Você o que? Você o que, Trixie?

- É isso o que você ouviu. Eu demorei muito pra notar isso, mas eu a amo. Eu amo a Katya.

Isso quebrou Fame por dentro. Sua respiração congelou ela não expressou mais nada e seu corpo ficou imóvel.

- Você ama essa drogada? VOCÊ... AMA... ESSA... DROGADA? - A fúria voltou a tona. Virou-se para atacar Katya quando sentiu novamente outro corpo sobre ela.

Novamente Trixie levantou-se rapidamente do chão, adentrou sobre a frente de Fame. Impedindo-a de avançar para cima de Katya.

- Eu vou ligar pra polícia! Você vai ser presa. Eu estou brincando! Saia daqui. Vá embora! Esqueça a Katya. SAIA DAQUI AGORA!!!!

- Eu vou embora, Trixie. Mas ainda não acabou.

Isso foi o finalmente o basta. Fame desistiu. Saiu porta a fora furiosa.

Trixie respirou profundamente quando viu Fame ir embora. Era um alívio misturado com um sentimento de angustia. Seus olhos se inundaram em lágrimas, ela chorava desesperadamente. Ajoelhou-se ao lado de Katya a abraçando com uma dor infinda em seu peito, tudo doía dentro dela. Ela causou todo aquele sofrimento, ela causou aquela dor em Katya. Não conseguia conter o choro.

Ligou para que hospital mais próximo que não demorou para atende-la. Ela constatou caso de emergência. Trixie estava desesperada.

- Katya? Katya... Você pode me ouvir? Por favor, me escuta. Não... Não fecha os olhos. - ela suplicava com o choro doendo em seu peito. Ela estendeu seu corpo e deitou-se ao lado de Katya no chão. Não podia tirá-la dali pois sabia que em caso de qualquer lesão sobre o corpo de Katya, um toque seria fatal.

Ela não podia fazer nada a não ser esperar e ver Katya deitada no chão, inconsciente, os olhos mais fechados do que abertos.

- Por favor, você está me ouvindo? Eu quero que saiba de uma coisa... Talvez essa não seja hora para isso, mas Katya, eu amo você.

(...)

Trixie estava sentada sobre a cadeira de visita no quarto de Katya no hospital. Os olhos de Katya se abriram lentamente, seu corpo inteiro doía. Olhou de um lado para o outro tentando entender onde estava.

- Trix? - sua voz era amena e fraca.

A loira se despertou. Levantou-se da cadeira desesperadamente e em segunda já estava ao lado de Katya.

- O que houve? Eu estou morrendo de sede.

- Eu... - Trixie não conseguia explicar.

Apenas ignorou a primeira pergunta de Katya e estendeu até ela uma garrafinha de água com canudo.

- Seus pais já estão a caminho. Eu não posso... - seus olhos marejaram. - eu não queria ter causado isso. Me perdoa, Katya. Me perdoa, por favor.

Engoliu a água com dificuldade enquanto ouvia Trixie desesperadamente pedir por perdão.

- Eu achei que ela jamais faria isso. Eu não imaginei que ela seria capaz mesmo de machucar você. Ela sempre dizia que faria, mas eu achava que era mentira, brincadeira... E veja, você está detonada por minha causa. Me desculpe.

Katya assentiu sua cabeça.

- Eu... também... Eu também amo você. - Katya sorriu devagar. Realmente seu corpo doía. - mas nesse momento eu queria estar muito boa pra poder botar minha boca na sua depois de dizer isso.

Trixie deu uma leve risada com o que Katya disse. Até machucada ela conseguia ver o lado bom das coisas sem perder o senso do ridículo.

- Mas eu posso. - respondeu. Selou com todo cuidado os lábios de Katya que não perdeu a oportunidade de brincar passando sua língua em torno dos lábios de Trixie e logo depois os mordiscou.

- Ai, Katya! - ela resmungou fazendo um biquinho. - Fiquei com tanto medo de você...

- Morrer. - acrescentou. - Eu aprendi que numa situação de enforcamento não vale a pena lutar contra, só aumenta a raiva. O segredo era fingir que eu já estava frágil pra ela desistir. Porém não deu tão certo quando fui bicudada.

- Eu não sei, só de lembrar da cena. Foi horrível. Tive medo de te perder... E olha que você não é nem minha.

- Ainda. - Katya piscou para ela.

A outra apenas sorriu, procurou pela mão de Katya sobre cama daquele quarto. O ar de hospitais sempre a fazia muito mal. Remetia muito seu passado, mas não deixaria Katya sozinha naquele momento. Sentia-se profundamente culpada com o que houve, seu coração estava partido não tinha o que pudesse fazer por Katya que a fizesse achar que era o suficiente parente ao que houve. Katya não relutou, ela desistiu. Ela aceitou apanhar, ela também sabia estar errada mas não usou a força para fazer justiça. Nessa história a bruxa má era Trixie.

Ficou com Katya até a mesma pegar novamente no sono. Os remédios que lhe foram dados eram realmente muito forte e causava uma enorme sonolência. Trixie nunca tinha visto Katya tão calada na vida como estava presenciando naquele momento. Chegava a ser assustador vê-la calada, sem rir de tudo, sem insinuar o sexo em tudo, de fato realmente estava destruída.

Respirou fundo e depositou um beijo sobre a têmpora de Katya e deixou o quarto do hospital. Ela precisava de ar, de respirar, de não desmoronar novamente quando Katya acordasse.

Ela andou por todo corredor do hospital até chegar a porta de entrada que servia como porta para de emergências também. Trixie avistou ainda de longe Alaska sentada numa das cadeiras de espera no canto do hospital com outras centenas de pessoas. Havia acontecido algo grave naquele dia, já que o hospital estava lotado de pessoas chorando e resmungando pelos cantos.

- O que está fazendo aqui? - Trixie parou-se frente a Alaska. Os olhos da morena estavam inchados e vermelhos.

- Eu vim vê-la. Como ela está?

- Katya está bem. - Trixie sentou-se de braços cruzados observando o ambiente. - como sabe que estava aqui? Como soube que...? O que você tá fazendo aqui, Alaska?

A morena espremeu seus lábios, segurando um suposto choro.

- Acho que a culpa é minha dela estar aqui.

- Como assim?

- Fame me ligou, me perguntou onde era a casa dos pais da Katya, me disse o que houve com vocês e eu também fiquei furiosa. Eu dei o endereço, mas não imaginei que ela faria isso. Se eu soubesse... Se eu soubesse...

Trixie deu risada incrédula do que ouvia.

- Você acha que a culpa é sua? - ela ria. - Alaska se toca! O mundo não gira em torno de você. Katya não precisa do seu lamento.

- Eu sei bem disso. Mas vou ficar.

- Não. Você não vai. Ela não precisa que você tenha pena dela. Katya não é digna de pena. Ela não precisa de pena nesse momento.

- Trixie... - ela tocou o joelho da loira como forma de consolo. - a Katya não te ama. Ela está comigo há mais de um ano. Foi comigo que ela juntou a vida. Ela é minha namorada, eu não vou deixá-la.

Trixie respirou fundo. Tentou não surtar com que Alaska dizia para ela naquele momento.

- Eu não tô com cabeça pra discutir sobre sua ignorância, Alaska. Mas a última pessoa no mundo que ela vai querer ver, é você.

(...)

O tempo foi passando naquele hospital. Trixie não sairia dali apesar de Patrícia ter pedido a ela que fosse para casa e descansasse.

Ela ficaria ali enquanto Katya estivesse acamada. Trixie notara tanto sofrimento no hospital, de longe era o lugar que ela queria estar naquele momento. Hospital causavam a ela a pior das sensações que já sentiu na vida.

Aos seus doze anos ela sofreu um acidente de carro, junto com sua mãe e seu pai. Seu pai saiu totalmente ileso, mas sua mãe estava totalmente machucada, e como se aquilo não fosse totalmente suficiente, todo aquele sofrimento e dor, seu pai a deixou junto com sua mãe. Ferida e acamada. Ele se foi embora sem qualquer motivo ou explicação para tal atitude. Foi uma experiência de infância horrível e aquilo nunca mais saiu de sua mente. Toda vez que Trixie via alguma mãe entrando pela porta de emergência do hospital ela reza, ela não sabia por quem, mas pedia que se Deus houvesse ali tivesse piedade para salvar a vida da mulher. Trixie não era religiosa, nunca foi, mas ela acreditava firmemente que havia uma força boa que estava sempre por nós quando nós necessitassemos dela.

Ela rezou por Katya também e estranhamente o seu "pedido foi realizado".

- Vocês estão junto com a Yekaterina Pe...Trovna... Zam...

- Sim. Somos os pais e essa é... a Trixie.

- Bom, ela receberá alta amanhã de manhã. Ela reagiu bem aos remédios e não tem nada grave que a mantenha aqui. Aconselho que não falem sobre o assunto que a causou isso. Pode ser que ela tenha traumas, então se ela apresentar sinais de fúria, perda de apetite, depressão ou coisas anormais do dia a dia dela, aconselho um psiquiatra.

- Obrigada, Doutor! Vamos espera-la aqui de qualquer forma.

O médico respondeu com um sorriso no rosto e os deixou.

- Trixie, pode nos dizer agora o que houve? - Perguntou Pat encarando Trixie que parecia estar noutro mundo. - Trixie?

- Ah... Eu sinto muito. A culpa é toda minha senhora McCook.

- Alaska está aqui, vi ela na outra sala de espera.

- Ela disse que não iria embora antes de sabe como a namorada dela está.

Pat deu uma risadinha irônica.

- Bem, senhora McCook e senhor McCook, eu aceito total a culpa e espero que me perdoem por isso. Katya foi agredida, isso já sabem. Mas foi porque eu contei a minha noiva, ex... Ex noiva que eu a amava. Que eu amo a Katya, e ela surtou. Ela saiu de casa, não brigamos ela simplesmente só disse que me entendia e saiu. Foi embora porta a fora. Eu tentei ligar para Katya dezenas de vezes e ela não me atendia. Ela nunca deixou de me atender foi o que me despertou. Eu sai de casa desesperada, e quando cheguei em sua casa, Fame... - ela voltou a chorar. A dor daquele momento consumiu seu peito. - eu sinto muito, eu sinto muito, eu sinto muito.

- Está tudo bem. Você foi salva-la. Está tudo bem. - Os pais de Katya abraçaram Trixie num abraço carinhoso e acolhedor.

(...)

Katya já havia tomado alta e estava em casa finamente com seus pais. Depois de muita insistência Trixie voltou para casa para resolver o que tinha pendente com Fame.

Obviamente não teriam nada a dizer ao acrescentar mais sobre a relação das duas. Trixie ao chegar em sua casa notou o quão a casa estava vazia, não tinha mais nada de Fame lá. Nem roupas, sapatos, nem se quer suas galinhas de pelúcia. Trixie também não esperava por isso, acho que ela quem sairia da casa. Ela sentou-se sobre o sofá e pegou num sono de paz depois do que houve no dia anterior.

Katya estava sendo mimada por Pat, sua mãe era aquele tipo de mãe coruja que estava ali sempre, mimando, cuidando e defendendo. Às vezes esquecia que Katya já era bem velhinha para tais cuidados, apesar da mesma adorar todo esse mimo vindo da mãe. Ela estava tomando uma sopa rala de legumes que Pat fizera para ela.

A mãe estava sentada na cama a observando comer. Com medo de Katya derramar

em cima de si.

- Então, como você está? Está bem?

- Eu estou, mamãe. Pode ir. Está tudo bem.

- Não estou falando fisicamente. Estou falando da menina Trixie. Você está bem com isso?

- Só tenho medo da Fame machucar ela.

- Katya você podia ter se defendido. Você sabe bem como fazer isso.

- Eu podia! Sim, claro! Mas ela voou no meu pescoço, não tive reação nenhuma. Eu podia... Mas não sei o que aconteceu.

Pat ficou em silêncio.

- Você sabia que estava errada, por isso não reagiu.

- É... pode ser que seja isso.

- Cuidado, Katya. Cuidado. - Pat deu um leve beijo sobre a bochecha de Katya e saiu do quarto. Deixando-a sozinha por fim.

Katya começou a analisar o que Patricia havia dito. "Cuidado, Katya, cuidado." Por um segundo ela não entendeu o que isso poderia significar, esse tomar cuidado era por causa do terremoto que viria ainda. De fato não tinha acabado indo. Mas Katya agora estava acordada, a surra a trouxe de volta pra realidade. Estava encantada demais.

Ela lutaria por Trixie, agora ela sabia o que era lutar por amor, e entender esse sentimento que era confuso em sua mente estava clareando finalmente. Ela recarregaria suas forças, ela precisava. Pois não poderia imaginar o que ainda estaria por vir.



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