História Meus amigos não me amam como você. - Capítulo 13


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Categorias RuPaul
Personagens Personagens Originais
Tags Brian Firkus, Brian Mccook, Katya, Katya Zamo, Katya Zamolodchikova, Rupaul's Drag Race, Tracy Martel, Trixie Mattel, Trixya
Visualizações 43
Palavras 3.423
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Fluffy, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Capítulo 13


Poderia pensar que as coisas andavam tão bem que isso logo acabaria ou de repente tudo virasse de cabeça para baixo pois sabia que todas as vezes que ousou em sentir a felicidade tocar em seu peito era consequentemente castigada pela destino por isso.

Acreditou até que poderia ser um dos seus carmas, a infelicidade. Katya tentava sempre achar uma maneira prudente e positiva para as coisas que aconteciam de ruim na sua vida, a agressão de Fame sobre ela só fez Trixie mais próxima e muito mais amorosa do que parecia estar antes. Ela acreditava que Trixie estava realmente desenvolvendo um sentindo maravilhoso por ela. Katya estava muito perto de ter Trixie para ela, de fazê-la sua como a mesma havia lhe pedido.

O sentimento poderia haver nessa relação mas Katya sentia que ainda não havia mostrado o que queria, não tinha feito Trixie ter a certeza de que ela era sua escolha certa.

Neste dia Katya estava em sua casa, fechando para se apresentar em outras cidades porque simplesmente não queria mais estar na casa dos seus pais e ter que aguentar todos os dias os mesmos sermões e a mesma sopa desde que voltara do hospital. Katya conversou com Trixie de as duas viajarem e aproveitando a viagem poderem conseguir algum dinheiro em cima disso. O programa de Katya e Trixie estava rendendo com muitas visualizações e inscrições, o número de seguidores nas redes sociais das duas aumentavam a mil por dia.

Durante toda essa conversa entre Trixie e Katya sobre onde poderia ir ou o que elas fariam quando Katya podesse finalmente se levantar da cama sozinha. Acabaram decidindo ir para Austrália, um dos lugares que Katya sempre quis conhecer, bem, na verdade Katya queria ir a Rússia, mas Trixie acabou convencendo-a que só de pisar lá já estaria condenada a morte, que entre Rússia e Estados Unidos ela era preferia a Suíça.

As semanas passavam rapidamente, Katya estava entusiasmada para a viagem que fariam, não tinha tanta certeza de como seria, mas idealizava ela e Trixie tomando uma maravilhosa água de coco num das praias da Austrália.

Estava tudo certo, ela havia comprado as passagens, alugado um quarto de hotel exageradamente grande, já que foi o que Trixie a pediu e também fechou com uma casa noturna para se apresentarem. Estava tudo muito bem organizado e pronto para decolarem de um país para o outro. Iriam viajar na manhã do dia seguinte. Katya muito mal dormiu pela ansiedade que dominava ela durante a noite. Quando o dia amanheceu, Katya se despertou do seu sono fraco, antes do relógio começar a despertar freneticamente Katya já estava acordada.

Ela saltou da cama para o chuveiro, deliciando-se num banho morno e animado, ela dançava e cantava enquanto a água limpava seu corpo.

"See me with the hands, hands, come on bitch! Se me, se me, se me with the hands..."

Assim que saiu do banho, Katya se enrolou numa toalha vermelha bem aveludada, e voltou ao seu quarto, onde vestiu-se com um vestido justo até as coxas do seu corpo com a estampa de Contact. Seu filme predileto.

Ela se vestiu assim para irritar Trixie que odiava vê-la em roupas curtas, mostrando demais o que não devia. Katya adorava provocar esse lado enciumado de sua amada. Era engraçado todas as vezes que Trixie a via com algum vestido muito curto, ela sempre dizia: Katya, seja uma puta, mas seja uma puta educada." e na maioria das vezes Katya respondia com um arroto ou alguma piada que só ela mesma podia rir. Ela gostava do ciúmes.

Checou suas malas e jogou todas de qualquer maneira dentro do seu carro, agora sua missão era buscar Trixie em sua casa. Katya se preparou psicologicamente pois sabia que quando chegasse na casa de Trixie ela ainda estaria escolhendo que tipo de calcinha vestir adequadamente para um voo de primeira classe.

(...)

Ouviu o barulho da campainha sendo apertada duas vezes. Trixie deu saltinhos enquanto corria, estava entusiasmada com a viagem também. Tanto ela quanto Katya mal esperavam para saber o que aconteceria.

— Oi, eu demorei? — Katya indagou logo que Trixie abriu a porta, sorrindo de canto a canto.

— Você chegou na hora certa! — Puxou Katya pelos braços. — Entre, venha!

— Você quer comer algo? Tomou café?

— Você seria um ótimo café da manhã, posso comer você?

Trixie soltou grito estridente e logo depois deu uma risada.

— Você é engraçada demais. — disse a loira dando as costas para Katya e seguindo no corredor da casa.

— Ei, não me dá as costas não. — Katya andou de pressa até alcança-la.

Rapidamente envolveu suas mãos ao redor do quadril largo de Trixie, era um pouco complicado de Katya tocar a nuca da outra devido a sua altura. Então a mesma resolveu apenas beijar toda as costas da outra.

Cada beijo era sutilmente depositado sobre a pele branca de Trixie. Os beijos acabaram fazendo a outra se virar para Katya e imediatamente seus lábios já estavam unidos. As mãos de Katya eram ligeiras e maliciosas que em poucos segundos já estavam cravadas sobre a bunda da Trixie. Katya roçou sua virilha junto a da outra e murmurou naquele beijo.

— Se você não sair daqui, é capaz de que te coma agora. — mesmo que Katya quisesse desfrutar de todo corpo de Trixie não estava na hora e nem no momento, só tinham uma hora para saírem da casa de Trixie e irem para o aeroporto. Trixie a obedeceu assim que ouviu o que Katya acabava de lhe dizer. Ela abriu um sorriso malicioso, talvez ela quisesse tanto quanto Katya, mas entendia que precisavam partir.

Da casa de Trixie até ao aeroporto as duas planejavam lugares onde queria visitar na Austrália, o primeiro lugar sugerido por Trixie foi Sidney, era um dos lugares que ela tinha curiosidade de conhecer de tanto assistir Procurando Nemo. Trixie adorava desenhos infantis e tudo que tivesse relações com infância, ela era uma criança presa num corpo de um adulto. As duas conversaram durante toda a viagem até chegar ao aeroporto. Katya estava agitada e queria ser rápida, pois detestava a ideia de se atrasar, ainda mais para algo realmente importante.

— Anda, Tracy! Pega suas coisas. — Disse ela, apressando Trixie que estava completamente embaralhada com as malas em suas mãos. Como sempre ela exagerou na quantidade de malas em que levava.

As duas adentraram no Aeroporto. Era grande, espaçoso e se via pessoas de todos os tipos, altos, baixas, magras. Por um breve momento Katya pensou consigo: "Aeroporto é um ponto para o suicídio".

— Katya? — cutucou a outra que delirava com seus pensamentos.

— Hu? Oi? Hein? O que foi?

— No que estava pensando?

— Ah... Nada. Só coisas. — Fez uma certa careta engraçada.

— Ok... — Deixou as malas por cima dos bancos enquanto procurava seu passaporte na bolsinha que carregava sempre consigo.

— Cadê seu passaporte? Pra eu ir verificar se está tudo certinho.

Katya arrancou-o de dentro do boné vermelho que usava e entregou a Trixie. Ela estava muito atraente por sinal com aquele boné. Katya sentou-se deixando Tracy resolver o que ainda faltava para conseguirem viajar.

Ela sentou-se na cadeira, desconfortável e plástica. Fechou seus olhos para ver se conseguia amenizar pelo menos a metade da ansiedade que estava a tomando. O problema da ansiedade de Katya que qualquer sentimento a trazia a tona. Excesso de tristeza, felicidade, esperança, entusiasmo, medo, todos os sentimentos em exagero fazia-na voltar aos tempos de perturbação com a ansiedade, mas agora ela sabia muito bem controlar esse sentimento, ela sabia se controlar pois agora sabia quem ela era, o quão valiosa ela era.

— KA-TY-AAAAAAA!!!!!! — Ouviu uma voz totalmente nasal ecoar dolorosamente dentro do seu ouvido fazendo-a se dispersar. Droga!

— Oi? — Ela abriu um dos olhos e se assustou com Courtney sorridente a encarando. — Nossa... Que surpresa... — sua voz não demonstrava tanto entusiasmo.

— Pra onde você vai? — disse Courtney efusiva.

— Estou indo pra suas terra com a Trixie. Resolvemos tentar nos inscrever no American Idol.

Courtney forçou uma risada e sentou-se ao lado de Katya.

— Você não me parece muito bem. O que foi?

— Só estou cansada. Não consegui dormir.

— Entendo... — houve uma pausa prolongada enquanto Courtney olhava todo o aeroporto.

— Onde está a Tracey?

— Ela foi verificar se estava tudo certo com os passaportes.

— Ok, então posso te contar o que houve depois de transamos naquele dia?

— O que houve? Não sou pai do seu filho, não vem com essa, nem essa capacidade eu tenho. Sou tão pura quanto Maria mãe de Jesus.

Courtney franziu o cenho e depois riu, o que Katya dizia quase nunca fazia sentido.

— Eu acho que a cocaína comeu todo seu cérebro e a maconha toda sem senso.

— Na verdade, foram comidos há muito tempo e não foram por drogas.

— O que? — Courtney gargalhou. — Ok... Logo depois que você foi embora, eu acredito que a Alaska tenha visto suas redes sociais... Ela me ligou para falar que...

— O que você tá fazendo aqui? — Trixie se aproximava das duas sem desconfiar do que se tratava do assunto. Notou que Courtney estava próxima de Katya e ao lado da mesma havia outra cadeira vazia, o que não a impediu de entrar no meio das duas e sentar-se na cadeira que Courtney ocupava.

— Eu estou indo para Austrália também.

Katya e Trixie ficaram boquiabertas.

— O que? Por que?

— Talvez seja porque meus pais estão lá? Minha família?

Katya fazia várias caretas enquanto ouvia Courtney. Sua cabeça viajou até o avião imaginando como seria a viagem junto com ela. Courtney era muito tagarela, falava demais e quando não estava falando estava comendo, quando não fazia ambas coisas juntas. Ela suspirou fundo, o entusiasmo decaiu de cem por cento para cinquenta.

(...)

O avião começou a decolar enquanto Trixie estava agarrada a Katya. A loira havia medo de altura e sentir o avião deixar o solo era pior das sensações que já sentiu antes.

Katya ao contrário de Trixie estava adorando ver o avião perder o chão, o ficar mais próxima do céu, e ver como todos nós somos minúsculos dentro de um avião. Courtney acabou conseguindo trocar seu lugar com outro passageiro depois de chorar muito para ele dizendo que tinha problemas cardíacos e precisava estar próxima de suas amigas caso ao acontecesse algo grave. Por mais estranho que fosse, Courtney estava quieta na dela, sem dizer nada, os fones tiravam ela da realidade visando mundo através do vidro.

Não demorou muito para que elas pegassem no sono.

"Você acha mesmo que a Trixie vai ficarcom você? Acorda Katya, ela me ama. Você é só um passa-tempo que ela encontrou na rua."

Havia fúria e ódio naquela voz. As pupilas tremiam ao encarar Katya. Até Fame desvanecer e em seu lugar aparecer Alaska aos prantos e agachada perante Katya. Ela implorava.

"Katya, me perdoe! Katya, meu amor! Me perdoe. Eu te amo, eu amo você, Katya!"

Ela via Alaska suplicar pelo seu amor, agachada a sua frente como amor fosse algo a ser implorado para que se tenha.

"Alaska, o que tivemos durou menos do que piolho na cabeça de criança".

O rosto de choro se transformou em algo assustador. Dos olhos não escorriam mais lágrimas, escorriam sangue, sua feição mudou para um ódio que deixou sua fisionomia assustadora.

"Se você não pode ser minha, você não vai ser dela." Subitamente Alaska rasgava o pescoço de Trixie a jorrar sangue."

— Trixie! — Katya despertou. Seu coração pulava do seu peito. Que sensação horrível era aquela. Respirou fundo e segurou Trixie pelas mãos, a encarou certificando de que a mesma estava viva.

— Trixie... — deitou-se sobre o ombro da amada aliviada de ser apenas um sonho.

(...)

O dia estava ensolarado e iluminado na Austrália. Quando o avião pousou no chão Katya e Trixie puderam sentir todo o entusiasmo voltar a tona. Elas desceram do avião acompanhando Courtney que sugeriu as amigas que ficasse no hotel juntas a ela. Katya e Trixie acabaram aceitando sem muito pensar sobre essa ideia.

Ligaram para o outro hotel que iriam ficar antes de serem convidadas por Courtney, desfizeram o pedido de hospedagem. Trixie estava irradiando felicidade, com sorriso orelha a orelha. Seus dedos estavam entrelaçados ao de Katya enquanto caminhavam para pegar o táxi que as deixariam no hotel. Courtney não falara muito desde que entraram no avião. Assustadoramente ela se calou.

Pegaram o táxi que em pouco tempo deixou-as no hotel. O hotel era um escândalo! Portas longas de vidros, haviam algumas esculturas, grandes árvores que deixavam o ar do hotel refinado. Adentraram passando pela grande porta de vidro espelhado. O hotel tinha o aspecto caloroso de antiguidade, o que Katya amava, havia taxidermia, o chão era de madeira legítima bem encerado, dava pra sentir o cheiro da madeira aprofundar dentro das narinas.

— Dois quartos de casal, por favor. — Disse Courtney a recepcionista.

— Quantas noites passaram aqui?

— Sem previsões! — Katya interrompeu. — Você vai ficar quanto tempo, Court?

— Apenas três noites. — Respondeu Katya e também a recepcionista. Logo foram lhes entregue a chaves.

— Quartos AB-67 e quarto AB-68. Cada duas letras que pegarem em suas chaves corresponde ao andar do seu quartos. Os quartos com as suas numerações de ficam no segundo andar. Tenham um bom dia! — um sorriso forçado surgiu no rosto da recepcionista.

Provavelmente ela devia fazer todo dia as mesmas coisas e explicar tudo até decorar as falas de trás pra frente das coisas que diria ao atender alguém. Subiram no elevador para o segundo andar do hotel. Até o elevador era em vidro espelhado.

Procuraram pelos quartos até encontrar bem ao fim do corredor. 67 e 68. Finalmente depois de um longo dia exaustivo, Katya e Trixie estavam na Austrália. Katya abriu a porta e se jogou no chão de quarto, suas malas amorteceram a queda.

— Doente... — Murmurou Trixie entrando no quarto, passando por cima de Katya jogado no chão que resmungava de sono. — Esse quarto é enorme!

Era um lindo quadro branco com cortinas vermelhas que tocavam o chão. Um sofá acolchoado branco no canto direito do quarto, com uma televisão de setenta polegadas presa a parede com quatros antigos, as paredes eram bege, passavam um ar de tranquilidade, a cama era alta e havia um ninho de travesseiros sobre ela. Havia um pequeno bar no quarto com vinhos e champanhe e outra bebidas que Trixie não conhecia.

— Katya, saia desse chão, sua doente! Deita aqui, nessa cama, que parece ter sido feito por asas de pôneis alados.

Com muito esforço a outra se levantou do chão. Bocejando de sono ela se jogou ao lado de Trixie na cama e seus olhos automaticamente se fecharam.

Se lhe perguntassem onde estavas, Katya não saberia dizer. Uma das mãos de Trixie cautelosamente tocaram a face da outra que dormia, ela a acariciava com ternura e carinho. Arrastou um pouco do seu corpo para perto de sua loira, até surpreender-se com o braço de Katya se envolver em sua cintura. Katya resmungou baixinho:

— Estou caindo de sono, mas você sabe que não vou deixar você dormir sem estrear essa cama aqui, não sabe?! — a voz era baixa e abafada enquanto os lábios de Katya beijava todo o colo do peito de Trixie que estava calada apenas sentindo o que os lábios de Katya podiam fazer.

A mão de Katya logo se encontrou apalpando a bunda de Trixie. A bunda de Trixie era seu ponto fraco, só de olhar poderia gozar imediatamente. Os lábios de Katya trilharam para o maxilar de Trixie, onde passou a ponta de sua língua sobre os lábios da outra. Trixie envolveu seu corpo ao de Katya, suas pernas estavam entre as de Katya e sua mão tocava seu peito, conseguia sentir o coração de Katya batendo acelerado. Subitamente o corpo de Katya já estava por cima ao de Trixie, ela a encarou por um breve momento e só de ver que Trixie era dela naquele momento seu corpo se arrepiou inteiro. Seus lábios voltaram a se amassar num beijo caloroso cheio de tesão. Suas mãos não paravam, ao mesmo tempo que estava tocando o corpo de Trixie também estava desesperadamente para deixá-la nua.

— Tira isso, anda! 

Katya ordenava enquanto um sorriso gigantesco surgia nos lábios de Trixie. Ela tratou de se livrar das peças de suas roupas o mais rápido possível que conseguia. Katya deitou-se novamente ao seu lado na cama, foi muito mais ligeira do que Trixie para se livrar das roupas. Observava Trixie retirar sua blusa, última peça faltava, isso a excitava, olhar Trixie se despir. Suas mãos logo já estavam acariciando toda as costas de Trixie. Katya ajoelhou-se na cama e caminhou até Trixie, envolvendo seus braços pelo corpo pálido dela, suas mãos foram deslizando até chegar a sua intimidade, as mãos de Katya eram firmes e bruta. Delicadeza não era seu forte. Trixie pode sentir os dedos ásperos de Katya masturbando sua intimidade que logo se encontrava totalmente umedecida. Ela soltou um leve ruído quando sentiu os dedos de Katya penetrando em sua bocetinha.

— Você já está toda molhadinha. — Katya sussurrou sobre o ouvido de Trixie que se arrepiou dos pés a cabeça. Mordiscou suavemente sua orelha e retirou os dedos da intimidade da outra, trouxe sua mão até os seios de Trixie. Apalpou-os com vigor, fazendo-na tombar sua cabeça até tocar os ombros de Katya, numa sensação maravilhosa de prazer e certa submissão. Katya aproveitou e beijou toda região de seu pescoço, fazendo Trixie deitar-se na cama novamente. Apreciou todo o corpo da mulher sobre a cama, era excitante pensar que podia dominar Trixie sem ouvir uma queixa por isso, ou estar alucinando, sonhando, ou simplesmente pensando. O corpo dela estava diante de si e Katya podia fazer dela sua putinha sem ela ter do que reclamar. Começou a beijar sua barriga, era delicada e branca, seu quadril era largo onde Katya podia segurar firmemente suas mãos, e os beijos levaram Katya a chegar ao prazer de Trixie, que estava ávida com a espera, ao tocar seus lábios sobre a bocetinha úmida e rosada de Trixie ela soltou um gemido prolongado, revirando os olhos. Fez Katya entrar num estado de excitação totalmente brutal, até agora ela queria fazer Trixie sentir-se desejada, mas ignorou toda essa ideia quando ouviu aquele gemido invadir seus ouvidos e excitar dos os cantos do seu corpo como combustível para atiçar seu lado mais ninfo.

Katya era ninfomaníaca mas estava tentando não assustar Trixie com isso. Se havia algo que Katya adorava era transar, várias e várias vezes por dia. Ela não se cansaria jamais. Foi totalmente bruta ao chupando toda a região lubrificada, o corpo de Trixie inquieto sobre a cama, gemendo ofegante com a intensidade que as chupadas era recebidas. Katya estapeava suas pernas, cravando suas unhas, seu corpo agia com tanta brutalidade que sua boca estava grudada a bocetinha de Trixie, que não podia respirar, ela fazia Trixie se contorcer na cama, ela não sossegava um segundo na cama até Katya parar o que fazia imediatamente sabendo que Trixie estava próxima a chegar ao seu ápice. Subiu com seu corpo ao dela, invadindo com sua língua para dentro da boca de Trixie, já estava seca. Rodeou sua língua pelos lábios de Trixie, enquanto seu quadril movimentava fazendo suas bocetas se roçarem num prazer intenso que até ela começou a soltar ruídos de prazer, o gemido de Katya era totalmente diferente ao de Trixie. Ela era tão rápida no que fazia que não se lembrava de gemer feito uma puta ansiada. O rosto de Trixie já estava completamente corado e Katya suava, seu corpo estava completamente molhado de suor.

Logo Katya reduziu aos movimentos e iniciou um movimento onde batia sua virilha junta a de Trixie que naquele instante não resistiu e gemeu loucamente quando seu ápice tomou seu corpo, gozando como nunca tinha gozado antes, seu corpo vibrou sobre a cama, delirando. Um prazer diferente de que havia sentindo antes. Ela delirava com os olhos e pode sentir Katya chegar juntamente a ela no ápice. Sem exageros em demonstrar isso, Katya apenas soltou com dificuldade um palavrão.

— Caralho... — e se deitou ao lado de Trixie na cama, que a abraçou com carinho e deitou sobre o peito de Katya, úmido de suor, mas não se importou com isso. Ela sorriu antes de fechar os olhos e se entregar ao cansaço de uma foda que nunca tinha conhecido antes.


Notas Finais


Ps pra não bugarem: o sexo é sim no feminino, mas vocês podem usar imaginação de qualquer modo. Escrevi assim porque Trixie e Katya mesmo referenciam suas genitálias como "pussy" e não "dick". Mas se quiserem imagina noutra forma, fiquem a vontade.


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