História Meus Contos... Minha História... - Capítulo 33


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Notas do Autor


Chegou 2020! Bora lá ler este capítulo novo.
Tomara que vocês gostam. 💙😄✌🏿

Capítulo 33 - Capítulo 33 - Festival


 

•°•  Capítulo Anterior  •°•

•°• ✾ •°•

 

Na casa de Heartfilia's...

- E então, o que os dois padres querem comigo? – disse o Jude.

- Por acaso a sua filha está em casa? – perguntou o padre Jonas continuando olhando em toda casa.

- Não, mas ela não irá demorar muito para voltar. – explicou ainda nervoso.

- Entendo. Mas vou direto ao assunto, por acaso você se lembra o que aconteceu com a sua esposa? – ele olhou para o Jude.

- Padre Jonas...

- Perdoe-me por eu dizer isso, mas eu não quero tocar neste assunto e nem de perto da minha filha sobre isso, por causa do que houve. – tentando evitar o assunto.

- Porque está fugindo do assunto, Jude? Por acaso sabe quem matou a sua esposa por acaso?–levantou da cadeira e foi até o balcão onde ficava as fotos.

- Eu não... – ficou ainda mais nervoso.

 

- Você se machucou? – perguntou o Jonathan ao olhar para ela.

- Estou bem. – foi se afastando dele rapidamente e olhou para o lado. – Por acaso você estava… – tentando encontrar as palavras, até que o Jonathan tinha interrompido.

- Eu vim ajudar. – pegou o galho que estava no chão. – Parece que isto é seu. – lhe entregou para ela e ela pegou com dúvida. – Eu sei que os seus amigos disseram coisas o que aconteceu, mas eu peço perdão. – baixou a cabeça e a Lucy ficou sem jeito.

 

- Estes vermes... Estão planejando em fazer festa durante a nossa presença eles são uns idiotas. – comentou o Jackal.

- Você está louco para acabar com eles como explodir todos eles, não é? – disse o general.

- Por acaso está querendo me provocar, é? – ficou furioso até que alguém jogou a cadeira de madeira contra a parede.

- Chega. – apertou os punhos. – Já chega. – foi caminhando até a janela.

 

- Não podemos baixar a guarda, fiquem disfarçados se algo em movimento suspeito surgir, entenderam? – disse o padre Jonas.

- Sim. – os guardas tinham entendido.

 

•°•  Capítulo Atual  •°•

•°• ✾ •°•

 

Todas os cidadãos estavam se preparando para o festival, colocaram lenhas no meio do chão para que eles possam colocar o fogo, colocaram mesas e cadeiras para que eles possam se sentar, trouxeram bebidas, eles foram entregando máscaras para todas as pessoas que representa cada animal e também flores para eles pôr na cabeça como uma tiaras, colocaram instrumentos em cima do palco que era feito de madeira, os músicos cumprimentaram o padre John que foram sendo recebidos, no entanto, as pessoas foram chegando uma por uma no festival.

- Nossa, dessa vez o pessoal fez um bom trabalho para fazerem o enfeite do festival. – comentou a Lúcia admirando o lugar em que as pessoas estavam fazendo no vilarejo.

- Vamos logo, temos que ver qual moças irão se interessar por mim. – comentou o James colocando sua máscara.

- Você não resisti mesmo, né. – disse a Roberta que provocou um pouco ele. – Fala sério. – foi indo na frente e colocou sua máscara.

- Esses dois não tem jeito. – disse o Jack.

- Devemos chamar a Lucy? – perguntou a Eli.

- Acho que sim. – Jack confirmou.

- Para onde vocês vão? – perguntou a Lúcia.

- A gente já volta. Não iremos demorar. – Jack tentando inventar uma desculpa e eles foram até a casa de Lucy.

 

•°• ✾ •°•

 

Na casa da Lucy, ela estava se arrumando até que usava um vestido que batia no joelhos, seus cabelos estavam presos de rabo de cavalo, usava tom de rosa nos lábios, sombras com as cores claras, seu vestido era rosa de Sakura, olhou pela fotografia que mostrava sua mãe, ela com a mesma cores do vestido.

- Mãe... – ficou admirando a foto. – Sinto sua falta. – suas lágrimas estavam na mostra em seu rosto.

- Senhor, você vai chamar sua filha para o festival? – disse a Nádia ao tomar o próprio chá.

- Sim, irei chamá-la agora. – foi subindo nas escadas. – Lucy. – chamou pela filha. – Minha filha, você... – quando ele foi entrando no quarto viu sua filha segurando a fotografia.

- Pai. – ficou surpresa ao ver seu pai no seu quarto. – Isso... Deixe-me explicar. – tentou esconder a fotografia, mas era tarde demais.

- Mãe... – ficou admirando a foto. – Sinto sua falta. – suas lágrimas estavam na mostra em seu rosto.

- Senhor, você vai chamar sua filha para o festival? – disse a Nádia ao tomar o próprio chá.

- Sim, irei chamá-la agora. – foi subindo nas escadas. – Lucy. – chamou pela filha. – Minha filha, você... – quando ele foi entrando no quarto viu sua filha segurando a fotografia.

- Pai. – ficou surpresa ao ver seu pai no seu quarto. – Isso... Deixe-me explicar. – tentou esconder a fotografia, mas era tarde demais.

- A gente já não teve essa conversa? – mencionou a fotografia que ela segurava. – Me dê ele. – ordenou que sua filha lhe entregasse.

- Mas pai... – ele insistiu que ela devolvesse que acabou dando para ele. – Pai, eu... – ficou sem palavras que acabou baixando a cabeça se a lamentando.

- Sente-se. – pediu que ela se sentasse na sua cama.

- Pai, por favor. – ficou nervosa. – Deixe-me explicar—ela foi interrompida que o seu pai deu um pare com a mão.

- Não será necessário que você se explique. – se ajeitou para se sentar na cama. – Eu já sei de tudo. – olhou para a fotografia e depois olhou para filha. – Você sente a falta dela, não sente? – perguntou e a sua filha concordou com a cabeça. – Compreendo. – colocou a mão sob no ombro de Lucy, no entanto, na casa de Lucy, escutaram alguém batendo em sua porta. – Parece que temos alguns visitantes. – comentou.

 

•°• ✾ •°•

 

- Sim? – a Nádia atendeu a porta. – Oh, é você Jack. – reconheceu o rapaz. – Como você está lindo. – elogiando ele.

- Obrigada, Nádia. – ficou quase corado.

- Por acaso vocês dois estão juntos para irem ao festival? – perguntou Nádia por curiosidade.

- Nada disso, Nádia. Do que está pensando. – disse o Jack sem jeito e a Eli ficou envergonhada.

- Não é o que está me parecendo. – olhando para os dois.

- Vocês querem beber chá? – disse a Thalia.

- Não será necessário, Thalia. Obrigada. – disse o Jack. – A propósito, a Lucy está? – perguntou.

- Sim, está. Mas neste exato momento, está de conversa com o pai dela. – explicou a Nádia.

- Entendi. – Jack e a Eli tinham entendido.

- Não iremos incomodar. – disse a Eli.

- Que tal nós esperarmos na frente da porta dela, então. – comentou o Jack.

- Tudo bem, vão lá. – Nádia deixou que subam nas escadas.

 

•°• ✾ •°•

 

- Lucy, minha querida. – colocou suas mãos no rosto dela. – Sua mãe não quer te ver você assim triste pela morte dela. – a expressão de Lucy estava surpresa. – Ela queria que você superasse tudo isso que aconteceu com ela. E também... – viu sua filha tirando suas mãos no rosto dela.

- Mas, pai... Eu não... – balançou a cabeça.

- Escute-me. – segurou as mãos dela. – Você não deve ser assim, tá bom. Você tem amigos que te entendam os seus problemas, confie neles. – tentando dar conselhos para sua filha.

- Eu sei disso. – falou baixo. – Mas o que eu devo fazer sem ela aqui comigo... – suas lágrimas estavam caindo. – Eu não sou nada. Nada sem ela. – foi tentando controlar suas lágrimas, mas seu pai abraçou ela.

- Está tudo bem. – foi consolando sua filha, enquanto abraça ela. – Vai ficar tudo bem. – olhou nos olhos dela. – Sua mãe está te observando onde você for e onde você estiver com alguém, sabe. – colocou a mão no ombro.

- Pai. – foi abraçando forte com o seu pai, até que seus amigos apareceu naquela cena que fez ela se afastar.

 

•°• ✾ •°•

 

 

- Oh, são vocês dois, Jack e Elizabeth. – ao ver seus dois amigos no seu quarto.

- Viemos aqui para te ver. – comentou o Jack.

- Oh, é mesmo? – foi limpando suas lágrimas. – Desculpem. Eu chorei por um momento inesperado, só isso. – inventou uma desculpa.

- Ah, também viemos para te levar para o festival. – disse a Eli.

- Festival? – gaguejou surpresa. – Vocês estão brincando, não estão? Né? – viu que eles não estavam brincando com ela. – Esqueci totalmente. – desviou o olhar.

- Se você esqueceu, então porque está vestida já toda preparada para sair? – perguntou a Eli.

- Sobre isso... – tentando encontrar algumas palavras.

- Bom, não iremos obrigar você vir ou não, a escolha é sua, Lucy. Pois somos seus amigos. – disse o Jack sendo direto, então ele e a Eli tinham saído da casa dela.

- E então, minha filha, o que você fará? – perguntou para ver qual era resposta de sua filha.

- Eu... Eu... – ela ficou em dúvidas ao mesmo tempo pensando em algo sobre se ela iria ou não para o festival.

 

•°• ✾ •°•

 

- Bom, será que a Lucy... – a Eli foi tentar dizer algo, porém o Jack deu pequeno sorriso de canto. – Jack? – confusa.

- Espere. – ele percebeu até que viu alguém atrás deles.

- Esperem por mim! – a Lucy apareceu atrás deles. – E então, vamos juntos para o festival juntos. – ficou sem jeito.

- Porque não? Vamos lá. – eles foram para o festival.

 

•°• ✾ •°•

 

- Eles já foram? – perguntou para a Nádia.

- Sim. – o Jude foi para sala procurar por uma coisa.

- Sr. Jude, o que o senhor está procurando? – perguntou Nádia.

- Estou procurando algo que a Layla quer que eu a entregue para a Lucy para que ela sentisse a presença da mãe. – explicou.

- Mas você não deu a ela no dia do aniversário dela?

- Isso também, mas isto é algo que a minha esposa preparou para este dia especial para ela. – olhou nos lado e não apareceu em nenhum lugar. – Onde será que está? – pensando.

 

•°• ✾ •°•

 

Enquanto isso, todos estavam curtindo a festa, no entanto, o padre John estava observando todos os cidadãos se divertindo bastante que até surgiu umas mulheres quase bebadas dando em cima dele que ficou com pena delas, Lucy, Jack e Eli tinham chegado e viu seus restos de amigos dançando na pista e alguns andando no carvão quente.

- Lucy, você chegou. – disse o James se aproximando.

- Oi, James. – mostrou o sorriso para ele.

- Ué... – vou o estado do rosto dela. – Aconteceu alguma coisa? – perguntou.

- Nada. – balançou os braços. – Eu só tive uma conversa com o meu pai. – explicou.

- Entendi. – ele tinha entendido. – Vem, os outros estão dançando. – foi arrastando eles para dançar.

 

•°• ✾ •°•

 

Na casa de uns vizinhos, os Etheriouns, alguns dos membros estavam se alimentando o sangue das pessoas que moravam nesta casa, no entanto, um deles estava observando pela janela o que estava acontecendo naquela festa.

- Ei. – o rapaz de cabelos pretos se aproximou da pessoa. – Você deve se alimentar. – entregou a taça que possuía uma gota de sangue das vítimas que ele estacou.

- Beba você. – ele não tirava os olhos pela janela até que sentiu uma coisa que deixou seu corpo agir de um modo estranho que ele colocou a mão no peito. – O que será isso? – pensando.

- Mestre? – estranhou.

- Porque o meu peito está agindo assim? – se estranhou até que viu algo atraente que estava entre eles dançando. – Aquela humana... Quem será? – pensando. – Decidi! – se levantou.

- Mestre. – rapaz olhou seu mestre se levantando.

- Vamos agora! – fez que todos ficassem surpresos. – Vocês estão prontos para o grande ação? – perguntou olhando para cada um deles.

- Sim! – todos confirmaram.

- Eu mal vejo a hora de esperar para me alimentar daqueles vermes? – comentou o Jackal largando o corpo da vítima no chão e a sua boca estava coberto de sangue.

- Estou contigo nessa. – disse o Ezel socando os punhos no ar.

- Quantas vidas iremos devorar? Quantas? Quantas? – o Franmalth estava todo curioso e o Jackal tentou calar a boca dele, no entanto, o chefe olhou para os três com a expressão de raiva.

- Perdoe-nos. – curvaram se pedindo desculpas.

- Já chega! – todos ficaram quietos. – Coloquem as máscaras. – ordenou e todos foram saindo da casa. – General. – chamou por um de seus membros.

- Sim. – veio o rapaz de cabelos loiro.

- Você e o seus companheiros irão para direita, Kyouka, você levará alguns com você para o leste, Keyes, você, Tempester, vão para o norte, enquanto a mim, irei para o sul. Quando chegar o momento certo, aí sim, vocês podem alimentar com quem quiser. – explicou os seus planos.

- Sim, senhor. – tinham entendido o plano dele.

- Dispensar! – todos foram para os lugares exatos como ele ordenou.

 

•°• ✾ •°•

 

- Aleluia que chegaram. – disse a Lúcia aliviada. – Porque demoraram tanto? – perguntou.

- É uma longa história. – Lucy estava tentando evitar o assunto.

- A propósito, cadê a Roberta? – perguntou o James.

- Bem, sobre isso... – Lúcia apontou onde estava sua outra amiga que viram ela dançando com um rapaz.

- Quem diria que ela está dançando com alguém. – comentou o Jack.

- Concordo. – confirmou a Eli.

- Vamos gente. – James foi empurrando eles para dançar, Lucy ficou envergonhada na dança que até esbarrou em alguém que no entanto, ela viu a pessoa da máscara.

- Desculpa. – foi se desculpando e viu a pessoa indo em frente. – Essa pessoa... – pensando.

- Ei, Lucy. O que houve? – perguntou o Jack.

- Eu não sei é que... – tentou se explicar até que apareceu alguém que ficou segurando o vinho na mão.

- Com licença, linda moça. – disse o rapaz que foi pegando a mão da Lucy e foi beijando para cumprimentar.

- Oh, essa não... – alguns tinham reconhecido qual era a jogada do rapaz.

- O que quer, Cleiton. – Lucy retirou o seu braço. – Você... Você por acaso bebeu? – sentindo cheiro de bebida que vinha do rapaz.

- Ora, minha doce Lucy. Não seja assim. – tentou pegar a mão dela, mas ela afastou.

- Ei, cara. É melhor você ficar longe. – disse o Jack defendendo a sua amiga.

- Você. – apontou para o Jack. – Não se meta. – deixou todos surpresos. – Lucy, eu gostaria de fazer um convite para você. – olhou para ela.

- Oh, meu Deus. – tentando se esconder. – O que é? – cruzou os braços.

- Você gostaria de dançar comigo? – estendeu a mão para ela aceitar o pedido dele.

- Lamento por dizer, Cleiton. Mas ela irá recusar o pedido. – disse o Jack.

- Eu quero ouvir da boca dela e não de você, seu bastardo. – foi falando bobagens para o Jack.

- “bastardo”? Quem você está chamando de bastardo aqui, hein? – ficou furioso.

- Acalme-se, Jack. – Eli tentou segurar seu amigo.

- E então, Lucy, gostaria de dançar comigo? – perguntou novamente para ela. – É só uma dança. – fez biquinho com a boca.

- Seu peste. – quando o Jack ia bater nele, Lucy tinha falado algo.

- Eu aceito dançar com você. – fez que eles ficaram em choque e também surpresos com a resposta.

- Lucy, o que você... – quando seus amigos iam dizer algo, Lucy foi puxando seus amigos para o outro canto para poderem conversar a sós.

- Eu sei o que vocês vão me dizer, porém só irei dançar só uma música com ele e acabou, entenderam? Não será demorado. – explicou para eles. – Devem confiar no que estou fazendo. – olhou para cada um deles. – Vocês podem confirmar em mim. – pediu que eles confiassem na decisão em que ela decidiu.

- Nós sempre confiamos em você, mas não confiamos nele. – mencionaram ao Cleiton.

- Se ele piorar a situação, eu darei o meu próprio jeito. – levantou os punhos para o alto. – Bom, vou indo. – quando ela ia dar o passo ela virou e olhou para seus amigos. – E obrigada por confiarem em mim. – sorriu para eles. – E então, não vamos dançar? – perguntou para o rapaz.

- Com certeza. – foi levando ela para dançar. – Fico muito feliz por aceitar a dançar comigo. – foi rolando ela no ritmo da dança. – A propósito, você está muito bonita. – elogiou ela, mas ela ficou quieta. – Parece que você é tímida, no entanto, gostei. – sussurrou no ouvido dela.

- Cleiton, pare de dizer bobagens. – tentou se separar na dança.

- Ora, que isso. – fez o motivo de segurar no ar, que fez ele perder quase o equilíbrio. – É uma pena de que eu não sou seu futuro noivo, afinal de contas. – comentou que deixou a Lucy surpresa, por causa que ela sentiu a mão dele perto da sua bunda.

- Está falando bobagens de novo, Cleiton. – deu um pequeno empurrão. – É melhor você me largar agora, senão eu vou gritar. – a expressão dela estava furiosa.

- Lucy, minha doce. Não me trate assim. – quando ele ia arrumar a mecha de cabelo da Lucy, ele foi impedido por alguém que segurou o braço dele.

 

•°• ✾ •°•

 

- Estou interrompendo alguma coisa? – e era o futuro noivo da Lucy.

- Jonathan? – Lucy ficou surpresa ao vê-lo ali.

- Você? – Cleiton ficou espantado ao vê-lo na sua frente. – O que quer? – perguntou.

- Eu gostaria de dançar um pouco com ela, pode ser? – Jonathan fez de que os dois ficassem surpresos com as palavras dele.

- Se você não está vendo que eu estou ocupado com ela dançando, não? – segurou ela pela cintura.

- Cleiton... Para. – tentou se afastar novamente.

- O que estou vendo é que ela está exausta por dançar tanto com você. – comentou e colocou os braços atrás.

- O que foi que disse?! – perguntou furioso.

- Já basta, Cleiton! – gritou com ele. – Você não pode decidir por mim! Eu sei cuidar de mim! Eu também tenho meus direitos de decidir! – deixou o Cleiton chocado. – Jonathan, eu gostaria sim de dançar com você também. – foi sendo direta que foi com ele.

- Lucy. – Cleiton segurou o braço dela.

- Solte-me, Cleiton. – insistiu. – Solte-me agora. – ele soltou o braço dela que acabou indo com o Jonathan.

- Vocês viram isso? – disse o James.

- Pois é, a Lucy foi muito corajosa na parte dela. – comentou o Jack.

- Concordo, então vamos ver com quem iremos dançar? – disse a Eli e todos foram para pista ver com quem eles irão dançar com quem, quando ela estava procurando por alguém para dançar se bateu com o ombro com a pessoa por acidente. – Oh, desculpe. Eu não queria... – quando ela ia terminar de se desculpar, viu uma mecha de cabelo da pessoa que ela achou tão familiar.

- Não precisa se desculpar. – a pessoa de máscara se curvou a ela. – A propósito, gostaria de dançar? – perguntou.

- Claro. – aceitou, mas ficou sem graça. – Eh... – ela queria puxar assunto, porém, não teve nenhuma ideia para ter a conversa.

- Está nervosa? – perguntou.

- Não. – desviou o olhar, mas ela sentiu ele suas mãos em volta da cintura.

- Fique tranquila, não irei fazer mal alguma com você. – tentando tranquilizar a Eli. – E então, o que você e os seus amigos estavam fazendo? – perguntou por curiosidade.

- Bem, nós estávamos... – olhou para máscara novamente até que percebeu alguma semelhança nos olhos da pessoa. – Por acaso você...

- Eu o que, senhorita?

- É... Nada não. – baixou a cabeça.

- Está tiara e o vestido calhe bem em você, está bonita, Elizabeth. – elogiando.

- Obrigada. Eu... – ficou sem jeito. – Isso está me deixando sem graça... – mas ela percebeu alguma coisa. – Espere... Como... Como você sabe o meu nome? – parou de dançar e olhou para pessoa.

- Porque parou de dançar? – tentando fugir do assunto.

- Eu quero saber de uma coisa.

- Diga.

- Aqui não. Vem. Vamos conversar em outro lugar. – foi para o outro lugar para conversar com a pessoa. – Agora sim, possamos conversar. – ficou de frente a ela. – Tudo bem. – ficou tranquilo. – Sei que você tem muita coisa para me dizer e também—mas foi interrompido.

- Quero saber como você sabe o meu nome, fale. – insistiu.

- Uau. – chocado. – Estou surpreso, devo admitir. – colocou a mão atrás da cabeça. – Mas o que me deixa mais surpreso é que você não está me reconhecendo, Elizabeth. Estou desapontado. – deu meia volta.

- Como assim? – confusa.

- Nossa, então não me reconheceu mesmo. – baixou a cabeça. – Você se encontrou com um certo rapaz perto da cachoeira e que também ficou nervosa na presença dele. – explicou.

- Como você sabe disso? – surpresa. – Como você sabe que eu me encontrei com uma pessoa perto da cachoeira? – perguntou. – Por acaso você estava lá? – caminhou lentamente na direção da pessoa.

- Sim, eu estava lá. – confirmou.

- Mas... – ele se aproximou dela.

- Sei que você ainda está confusa, mas sou eu, Elizabeth. – deixou a Eli mais confusa.

- “eu” quem? – se estranhou.

- Bom, não tem outro jeito, então. – ele foi tirando sua máscara e revelou seu rosto que deixou a Eli chocada ao reconhecer a pessoa.

- Oh, meu Deus... – ficou pasma com seu rosto de pálida. – Você... – apontou para ele.

- Então me reconheceu? – ainda a Eli estava parada como surpresa. – Finalmente nos encontramos, Elizabeth. – sorriu para ela. – E eu sei que você está confusa e tem muitas perguntas para fazer, porém—foi interrompido.

- Porque não me disse era você, quando estava dançando comigo? – perguntou. – Você sabe a ideia que eu tive para mim poder encontrar você novamente? – deixou ele chocado.

- O que disse? – confuso.

- Nada. – desviou o olhar.

- Tem certeza disso? – perguntou. – Então, porque você está me evitando? – perguntou por curiosidade.

- Hein? O que? – chocada. – Não. – desviou o olhar novamente. – Porque está me dizendo isso? – colocou sua mecha de cabelo de trás da orelha.

- A última vez que nos vimos, você está um pouco tímida. – comentou. – No entanto, quero saber o que mudou? – perguntou. – Sabe de uma coisa, eu—ele foi interrompido por causa que ouviu alguém se aproximando na direção deles.

 

•°• ✾ •°•

 

- General. – surgiu uma voz que a pessoa tinha reconhecido. – Aí está você. – apareceu até ele.

- Você? – ficou chocado ao ver o seu companheiro na sua frente.

- “general”? – confusa ao mesmo tempo olhando para a pessoa.

- Isso é... – tentou encontrar algumas palavras.

- General, o que essa—ele foi interrompido que a pessoa tapou a boca de seu companheiro.

- Sabe de uma coisa, eu acho que eu preciso beber, você também quer, Elizabeth? – perguntou para ela.

- Bem, acho que vou buscar alguma bebida. – inventou uma desculpa para deixar eles conversaram a sós.

- Agora fala que estamos sozinhos. – disse a pessoa ficando um pouco de furioso com o seu companheiro.

 

✾ C O N T I N U A . . . ✾


Notas Finais


O que vocês acharam desse capítulo, então?
Só na próxima semana que tem mais capítulos.


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