História Meus daddies vingadores - Capítulo 24


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Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Tags Daddy/baby, Harem, Peterharem, Políamor, Vingadores, Yaoi
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Palavras 2.162
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 24 - Se for ele, eu deixo


Fanfic / Fanfiction Meus daddies vingadores - Capítulo 24 - Se for ele, eu deixo

  Thor saiu do quarto pé sobre pé para não despertar HY e conseguiu, respirando fundo já fora do quarto. Três dias e ainda pensava que estava sonhando, estava ali, morando ali, e com HY sendo tão legal que tinha medo de abrir os olhos e ver que tudo foi um sonho.

  Saiu em silêncio até a parte de baixo, queria apenas ir dar uma caminhada, esticar as pernas e respirar ar noturno. Himchan só o deixava ir ao banheiro sozinho e olhe lá, e por mais que explicasse que estava bem, e que ainda tinha um bom olho – Torcia para que o outro olho depois dos quinze dias e fosse tirado a venda também estivesse – Que os pontos estavam ok e ele podia se mover, nada adiantava, estava de cama para todos os efeitos e no fim achava amável o excesso de preocupação do mais novo.

  Era uma nova etapa e ele a adorava. Só esperava que HY não acordasse e lhe pegasse no flagra escapulindo pela porta.

  Ele podia voltar a ser o endemoniado que conhecia.

— TR, se sair o HY vai ouvir o trinco, é melhor não fazer.

  A voz de Chenchen soou divertida e ele arqueou a sobrancelhas olhando para o lado e vendo o garoto esticado no sofá com o celular nas mãos. O que ele estava fazendo ali em plenas duas da manhã?

— Você não tem aula manhã, Chenchen?

  Ele se sentou no sofá e negou. O pijama dessa vez era de jacaré e Thor pensava em quantos daqueles pijamas fofos ele trouxe da Coréia. Acabou desistindo de sair e foi ate o sofá se sentando no móvel vazio. Chenchen coçou os olhos afastando o sono:

— São as últimas semanas de aula e temos que ir presenciais só em seis das doze aulas, amanhã é dia livre e como eu tinha um monte de mensagens do Petepete atrasadas estou colocando a conversa em dia. Sabia que no Havaí eles tem um aquário cheio de tubarões?  - Então ele suspirou – Eu sinto saudades da vila em que cresci no Brasil, do mar, do som das ondas...

— E porque tiveram que sair de lá? Toda vez que vocês falam dessa vila parece tão triste... - Thor parou de falar quando viu os olhos de Chenchen cravarem nele subitamente sério – Se não quiser falar tudo bem, olha, eu sei que tem coisas...

— Você entrou para a família TR, e família para nós é a coisa mais importante do mundo, não existem segredos, contudo... Precisa prometer que jamais falará isso com outra pessoa, nunca, é segredo e é sobre a segurança do meu pai.

  Thor arregalou os olhos e assentiu, nossa, sabia que Michelle Campone fazia parte da família deles, mas será que haviam esqueletos no armário mais sinistros do que um Campone?

— Eu não vou dizer nada a ninguém, mas se acha que...

— Meu pai pode engravidar. Os gêmeos Chansonie e Laila e minha irmãzinha mais nova, Trini são filhos biológicos do meu pai Chanyeol – TR quase mordeu a própria língua quando o adolescente lhe encarou mortalmente sério. HEIN? – Tio Taecyeon descobriu que papai tinha um útero e que começou a ovular na última década. Também descobriu que papai tem um canal uretral geminado com o canal anal e por isso ele consegue ser fecundado, não há explicação científica para isso embora existam casos de hermafroditas no mundo, mas para a segurança do papai e dos meus irmãozinhos, mantemos em segredo. Mas uma pessoa que morava próxima da nossa vila no Brasil, viu meu pai em um estágio avançado de gravidez e meus pais tentou calá-lo de várias formas, mas quando os bebês já tinham meses, a coisa começou a espalhar, o rumor de que havia um homem que podia ter bebês e isso meio que causou pânico e confusão nos locais. Voltamos para a Coréia então para a segurança do papai. Isso de certa forma foi bom, já que se não tivéssemos voltado não conheceríamos o Yutie e a família dele que é bem parecida com a nossa – Então ele sorriu de olhos brilhantes – Meu pai adora crianças, somos em dez irmãos agora, você sabe... E Seul é grande e ninguém quer saber muito da vida de ninguém embora seja um lugar muito homofobico. Ao menos sobre esse segredo do papai, estamos mais tranquilos, a última gravidez ele passou lá e como não saiu para rua, foi tudo muito bem, ainda bem que temos médicos muito bons na família. Por fim conseguimos morar em nossa antiga vila de novo e agora estamos mais seguros, digamos assim. A família do Yutie agora mora conosco também e isso é ótimo porque somos quase uma comunidade. Papai está protegido lá. E é isso.

— E é isso...

  Thor repetiu sentido a cabeça rodar, meu deus, um homem que podia engravidar...Que loucura!

— Realmente isso é algo.

— Eu espero que faça jus a minha confiança em você TR, de verdade.

  TR olhou o menor e assentiu terminando por sorrir um pouco para tranquilizá-lo e foi o mais sincero possível:

— Jamais trairia sua confiança Chenchen, você é meu cunhadinho e será para sempre meu cunhadinho. Eu já estive em muitos locais fazendo missões muito loucas e insanas, mas estou chocado, confesso. Porém sei que apenas uma família muito amorosa criaria pessoas tão amáveis como você e o Nini. E só por isso eu já ficaria de boca fechada para sempre – Então se sentou ao lado do garoto e esfregou o cabelo dele de modo a bagunçar – Vocês tiveram uma ótima criação.

— Nós amamos nossa família, de verdade, somos... Você vai entender quando conhecer todo mundo.

— Não me fala isso que já sinto meu sangue gelar... – TR disse baixinho querendo era esfregar os braços com o arrepio – Eu nunca tive medo da morte antes, mas agora só em pensar em conhecer meus sogros e minha sogra eu já travo. Nini já contou sobre os Bang...

— Olha, tia Jess é um amor de pessoa, mesmo, vai adorá-la, os tios Bang vão ver que ama o HY e isso será o suficiente. Você protegeu meu primo sem pesar duas vezes, isso tem muito peso – então o menor acabou sorrindo – Os trigêmeos são quase idênticos em aparência, e totalmente diferentes como pessoas. JTJ é o do meio, ele é meio fanfarrão sabe, ele, meu irmão e Bianca são noivos do Yutie. Jongup é do tipo que sorri e joga charme, mas tem um coração de outro e muita coragem também. DZ é o baby sub mais mimado da face da Terra, ele é o amor da vida da Bárbara desde sei lá, desde que eu me conheço por gente, foi uma briga as famílias aceitarem o namoro deles, mas eles se amavam e não teve o que fazer. Ele é legal, divertido e sabe do poder que tem, quando você o conhecer vai entender do que eu ‘tô falando agora o HY sempre foi o mais tranquilo dos três, meu tio Fred dizia que ele iria casar com uma árvore já que ele se preocupava mais com plantas do que com pessoas. Parece na verdade aqueles personagens de animes bipolar, uma hora todo frio, outra hora surtado, mas ele tem a honra de todos os Bang juntos e não pensou duas vezes em me apoiar no meu sonho e largar a vida dele em casa para vir comigo para o outro lado do mundo, ele se assumiu como meu irmão mais velho e meu protetor e nunca pensou nele em tudo isso. Então Nini quis vir com a gente e meus pais quase enfartaram.  Você vê, ele é o tipo de pessoa que você quer enrolar em algodão né, e tem aqueles lapsos cabalísticos de que tudo que tem de acontecer vai acontecer e tudo o mais... Não vou mentir, do meus irmãos o Nini é o mais emotivo, delicado e sensível... E eu fico preocupado com esse relacionamento a distância dele com o Bucky. Só que para ele tudo vai dar certo no fim então né, não tem como argumentar com ele.

  Chenchen rolou os olhos e TR entendia totalmente o sentimento.  Era como nadar contra a corrente quando ele olhava firme para você e dizia que estava tudo bem... Era como olhar um lago tranquilo.

—  Meus pais dizem que Nini e Chin foram presente dos deuses e por isso ambos têm essa coisa de te convencer do impossível – Então o pequeno vestido em um pijama verde, quase um duende jacaré, sorriu de orelha a orelha – Vou te contar outro segredo. Há muitos e muitos anos, papai estava deprimido porque Tia Jess e tia Mimi estavam grávidas e ele queria bebês também. Ele conta que adormeceu na praça e sonhou com um deus que era a cara dele, ele o chama de Chan grandão ou Grande Chan. O deus perguntou ao meu pai porque ele estava triste e papai disse que queria filhos também. Então quando acordou ele viu o Chin na época com dois anos mais ou menos segurando um bebê no colo. O Nini. A mãe deles tinha saído e dito que esperassem ela na praça, mas ela nunca voltou. Meus pais procuraram por dias essa tal mulher, mas nunca foi encontrada e então os dois foram adotados. Desde então papai acredita que na verdade meus irmãos mais velhos foram presente dos deuses para nossa família e quer saber, o Nini é tão parecido fisicamente com meu pai Kai e tão parecido emocionalmente com meu pai Chan que você não diz que ele é adotado. 

— Sua família é cheia de mistérios.

  TR falou por fim ficando surpreso e animado com aquelas histórias. Chenchen assentiu no mesmo clima:

— Não é? Minha família é maravilhosa, só posso dizer isso e vai amar pertencer a ela também TR. Confie em mim. Os tios Bang vão te amar assim como a gente te ama.

  Thor sorriu de orelha a orelha e acabou envolvendo o garoto em um abração de urso:

— Obrigado cunhadinho, isso significa muito para mim. Muito mesmo...

 

 

 

  Eu estava jantando agora sozinho na mesa da cozinha, quando a mensagem do Chenchen chegou, ele ficou uma hora sem responder e como já era madrugada em nova York eu pensei que ele tivesse finalmente dormido.

Chenchen: Desculpa, Petepete, eu estava conversando com o TR. Ele estava meio nervoso sobre conhecer a nossa família.

Eu: Normal né, Chenchen, sua família é gigantesca.

Chenchen: Mas somos amor :D!

  Eu ri da resposta.

  Estávamos conversando há horas, depois de dias sem nos falar e era como se estivéssemos na mesma cidade. Chenchen, depois dos meus maridos, foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida e eu só queria ficar perto dele. Na verdade estava adorando as núpcias, mas depois de uma semana, eu já queria voltar...

  Eu estava feliz que todos os meus maridos tinham se entendido, que o clima entre Tony e Step estava ótimo e que tudo agora parecia maravilhoso, mas sentia falta da minha casinha ainda que nem tivesse morando oficialmente lá, ainda. Mas só de saber que quando voltássemos, moraríamos todos juntos lá e que ainda eu poderia me encontrar todos os dias com o Chenchen a distância de um jardim, me enchia de animação.

  Talvez eu fosse mesmo um nova-iorquino raiz e não gostasse de ficar fora muito tempo.

Eu: De fato você é mesmo um amor, sua família até onde conheci também, mas ainda acho você o mais legal! Para mim você é o Kim número 1 :D!

Chenchen: Sério Petepete, para de me deixar sem graça!

  Eu gargalhei e logo Bruce surgiu do meu lado com a cabeça no meu ombro e lendo a minha conversa.

— Você realmente adora esse garoto.

  A voz parecia pensativa, eu me virei para ele e beijei os lábios que eu amava:

— Mas eu amo vocês mais! Além disso, eu vi seu olhar para o Chenie no casamento, ‘tá senhor Banner – Eu cruzei os braços e ele arregalou os olhos – Você também gosta dele. Admite.

  Bruce abriu e fechou a boca e depois abriu de novo e por fim sacudiu um pouco a cabeça:

— Ele é um garoto maravilhoso, e você o adora, então lógico que eu gosto dele também.

— Só assim?

— Só assim – Bruce ofegou rolando os olhos, algo incomum dele – Peter, não pode pensar que eu penso em outra pessoa desse jeito!

— Não é outra pessoa, é o ChenChen e se for ele, eu deixo – Brinquei, mas como Bruce ficou meio nervoso eu parei de perturbá-lo – Relaxa Brucie, estou só brincando, mesmo, eu sei que nosso casamento já é um prato cheio para vocês pela vida toda, é muito homem possessivo para pouco espaço. Eu amo e adoro, mas sei que já é panela trasbordando -  Beijei Bruce de novo e o puxei para o quarto – Agora vamos lá, meu marido, vamos deitar.

  Bruce deu um risinho e eu sabia o que ele pensava, a palavra era deitar mesmo porque dormir era outra história bem diferente.

  Dormir era algo que fazíamos bem pouco desde que chegamos, bem pouco mesmo.

 

 

 


Notas Finais


Beijinhos!


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