História Meus Melhores Erros - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia Romantica, Original, Romance
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Palavras 3.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii Cupcakes <3! Eu fiquei muito feliz que tenham gostado do capítulo passado. Confesso que ainda estou um pouco receosa em escrever essa comédia romântica. Mas, espero que gostem desse capítulo. Obrigada Jujubalos, Fred_Grey e SweetPrincess19 pelos comentários adoráveis e incentivadores no capítulo anterior. Boa leitura...

Capítulo 2 - Um


Um

 

...♛...

 

“O maior de todos os erros é não fazer nada só porque se pode fazer pouco. Faça o que lhe for possível”.

Sydney Smith

 

Aline me encarava com um sorriso curioso e os olhos brilhando em expectativa. Ela queria saber mais. Eu sentia isso conforme os segundos se passavam. Suspiro. Eu havia contado uma parte da minha história no dia anterior, porque simplesmente me sentir compadecido pelo choro doloroso da garota após ter sido rejeitada por John.

- Por favor, Gustavo! Eu preciso saber mais. – Insiste a garota de cabelos encaracolados e olhos tão grande e curiosos quantos os de uma criança. – Eu passei a noite toda imaginando como foi a sua primeira declaração a Josy.

- Aline... – Suspiro, cansado, enquanto me dirigia a entrada do refeitório.

A garota me seguia logo atrás, quase como um aviso de que não me deixaria em paz até que eu lhe desse o que ela queria. Talvez ela fosse uma daquelas viciadas em histórias de amor. Até ontem, o máximo de palavras que tínhamos trocado era cumprimentos matinais. Mesmo estudando por três anos na mesma turma, eu não era exatamente o exemplo de aluno sociável. Ao contrário de Josy, que mesmo sendo tímida, quando finalmente se soltava, se tornava a melhor amiga de todos a sua volta.

- Por favor! Me conta, vai! – Continua a garota, quase implorando.

- Por que você quer tanto saber? – Pergunto, parando de andar no momento em que chego no final da fila para comprar o lanche. Os inúmeros estudantes que estavam no lugar, encaravam-nos com curiosidade.

- Porque a história de vocês parece ser tão adorável! – Ela junta as duas mãos de maneira exagerada e sorri encantada, quase como se pudesse imaginar um filme de contos de fada. Reviro os olhos e avanço um pouco na fila. Ao perceber que sua justificativa não havia me convencido, ela sorri sem graça. – Tudo bem. Confesso que o maior motivo é por estar muito curiosa. É quase inimaginável que um cara possa gostar de uma garota por tantos anos e ter se declarado tantas vezes e, ainda assim, continuar ao lado dela, como um bom amigo.

- Olha, Aline, eu lamento te decepcionar, mas não tem nada de romântico a minha situação. Se formos comparar meu relacionamento com Josy, ele estaria mais para comédia pastelão do que uma linda história de amor. – Respondo e vejo certo desanimo brilhar em seus olhos. Viro-me para o atendente do refeitório, crendo que Aline finalmente desistiria de me fazer falar sobre meu aniversário de dez anos. – Um sanduiche e um suco, por favor.

- E se eu te ajudasse a se declarar para a Josy? – Questiona a garota, sorrindo traquina. Pego meu lanche e pago ao rapaz, antes de me virar para ela com clara desconfiança e descrença. – O quê? Eu estou falando sério! Eu poderia ser a sua fada madrinha!

- O certo não seria dizer cupido? – Pergunto, rindo levemente, enquanto me dirigia a uma das mesas que ainda estavam disponíveis no refeitório. Josy não demoraria muito a chegar, então eu precisava guardar um lugar para ela.

- Não! Eu vou ser sua fada madrinha mesmo. O seu caso, pelo visto, vai precisar de muito mais do que um cupido. – Afirma e eu volto a ri ao notar a seriedade com a qual Aline falava. – Uau, você realmente sorri!

Reviro os olhos diante do comentário divertido de Aline. Dou de ombros, finalmente encontrando a mesa que eu queria. Sento-me próximo a janela e Aline a minha frente, provavelmente para não perder nenhum detalhe da história que queria tanto que eu lhe contasse. Ao ver que eu não diria nada, ela continua.

- Mas é sério. Eu realmente queria entender como o cara mais popular da escola, que pode ter todas as garotas que quiser, continua sendo ignorado pela pessoa que você queria.

De uma forma um pouco estranha, eu realmente conseguia ter algum destaque na escola. Josy me dizia que era meu jeito retraído, mas em alguns momentos, gentis que me fazia ganhar o título de príncipe da escola. Ainda que eu tentasse me manter invisível e longe dos holofotes, fazendo amizade somente com Josy, nada parecia sair como o meu planejado, assim como sempre.

- Eu não sou o mais popular da escola. – Respondo, dando de ombros. Dou uma mordida em meu sanduiche, enquanto era observado com ironia pela garota. – Além disso, o meu caso não tem nada a ver com popularidade e sim com reciprocidade de sentimentos. Eu chamar atenção de uma ou duas garotas não significa que todas as garotas, de fato, serão capazes de corresponder aos meus sentimentos e expectativas.

- Certo, certo. – Resmunga a garota de cabelos encaracolados, dando de ombros. Em seguida, ela volta a me encarar com o mesmo apelo de antes em seus olhos. – De qualquer forma, me conta. Por favor!

Antes que eu lhe respondesse, Josy entra no refeitório com sua tão amada garrafa térmica – presente ganhado de mim no último aniversário – em uma de suas mãos e com uma pequena bolsa na outra. Ela não demora muito a me encontrar e a se aproximar da mesa onde Aline e eu estávamos. No entanto, ao notar a presença da garota, vejo a expressão confusa de Josy e, em seguida, um leve brilho de desconforto em seus olhos.

- Oi Gusta! Aline! – Cumprimenta Josy com um sorriso fraco. Havia um fato que sempre me dar esperanças e ilude meu coração com ainda mais intensidade. Josy é ciumenta com os amigos e ainda mais comigo, que sou o mais próximo dela. Então, todas as vezes que ela me ver com uma garota que não é de costume, ela sempre passa a se comportar de maneira diferente. – Eu não sabia que vocês eram amigos.

- Nós começamos a conversar ontem. – Responde Aline, sorrindo simpática.

- O que é isso? – Pergunto, apontando para a bolsa que carregava.

- Eu implorei para a minha mãe fazer aquele de bolo de chocolate com duplo recheio e cobertura e, depois de muita insistência, ela fez. Acabei trazendo um pouco para você. – Responde, sorrindo animada. Ela abre a bolsa e me estende a vasilha com uma colher. – Pode falar. Eu sou a melhor amiga do mundo.

- Não fez mais que sua obrigação. – Provoco e ela me dá língua, igual uma criança, enquanto tenta pegar a vasilha de volta.

- Só por causa disso eu deveria pegar o bolo de volta e comer tudo sozinha. – Resmunga Josy com falsa mágoa.

- Mas não vai fazer isso, porque me ama muito e não consegue me negar nada. – Respondo de volta, encarando-a com presunção. Ela me dá língua mais uma vez e ri levemente, desviando o olhar.

Essa era mais uma reação que me fazia acreditar com todas as minhas forças que ela sente o mesmo por mim. A timidez em momentos de brincadeira, a forma como ela parecia se sentir acuada por um movimento simples meu. No entanto, após esses momentos, ela me atingia com um balde de água gelada.

- A sua sorte é que você é o meu irmão do coração e eu realmente te amo o suficiente para não deixar você na vontade. – Responde Josy, dando um sorriso doce.

Aquelas palavras tinham dois efeitos sobre mim. O primeiro era de desanimo e tristeza. Isso porque era difícil continuar a agir normalmente depois de ouvir da pessoa que você gosta a tanto tempo e fingir que está tudo bem. Mas todas as vezes que ela sorri e eu vejo o quanto ela confia em mim, eu me sinto conformado e aliviado.

Desvio o olhar para o bolo, deixando meu sanduíche de lado. Passo a comer, enquanto era observado pelas duas garotas. O clima na mesa se torna estranho. Josy permanecia tomando café, comendo uma vez ou outro o pedaço do meu bolo, enquanto alternava seu olhar entre eu e Aline, que por sua vez, parecia estar se segurando para não falar alguma bobagem.

- Josy! – Juliana, a representante de nossa turma, é a responsável por quebrar o silêncio pesado que havia entre nós. Preciso de esforço para não respirar aliviado. Eu não sabia ao certo que tinha acontecido, mas eu me sentia desconfortável a ponto de nem mesmo saber o que fazer para quebrar o gelo. No geral, essa função ficava por conta de Josy. – Eu finalmente te achei! Oi Gustavo. Aline?

- Por que todo mundo está agindo assim? – Pergunta Aline, olhando confusa para as duas garotas. – É tão surpreendente assim eu estar conversando com o Gustavo?

- Não é isso. É só que eu nunca vi vocês dois conversando e geralmente ou o Gustavo está só com a Josy ou está lendo algum livro, enquanto ignora a existência dos outros seres humanos. – Brinca Juliana e eu não consigo evitar revirar os olhos diante da provocação da garota.

- Muito engraçada. – Ironizo, voltando a prestar atenção em meu bolo. Aline apenas dar de ombros e volta a me encarar com tédio.

Juliana e Josy são amigas há muito tempo, então acabamos nos tornando amigos também. Por ser muito calado e reservado assim como ela, nós não conversávamos muito, no entanto ela era mais uma pessoa que sabia dos meus sentimentos por Josy e que tentava combater a lerdeza extrema da loira, então podemos dizer que somos próximos.

- Você estava me procurando, Ju? – Questiona Josy, fazendo nossas atenções voltarem para ela.

- Sim! – A representante de turma parece finalmente lembrar o motivo de sua busca pela amiga. – O diretor está nos chamando na sala dele. Acho que é a respeito da formatura.

- Ah, tudo bem. – A noticia de Juliana faz Josy se desanimar na mesma hora. Ela suspira e dá mais um gole em seu café antes de se virar para mim com um sorriso sem graça. – Te vejo na sala?

- Claro. – Respondo, dando de ombros. – Divirta-se com a reunião.

- Você que deveria ter sido o vice representante. – Resmunga Josy, parecendo não ter vontade alguma de ir.

- Você vai se atrasar. – Aviso e em meio aos risos de Juliana, as duas seguem em direção a saída do refeitório da escola, permanecendo somente Aline e eu mais uma vez na mesa.

- Ela gosta de você! – Grita Aline, de repente. Paro de comer o meu bolo e a encaro assustado pela ação inesperada da garota.

- Acho que o outro lado do mundo ainda não te ouviu. – Ironizo e somente nesse momento ela percebe que estava sendo encarada por todos no refeitório. Suas bochechas se tornam rosadas e ela se encolhe na cadeira. – Olha, isso não importa no momento, porque se ela realmente gosta, eu tenho quase certeza de que ela ainda não percebeu os próprios sentimentos delas.

- O quê? Não seja bobo. Como assim ela não percebeu? – Questiona a garota, descrente quanto ao meu comentário. – Isso não é possível, certo?

- Acredite em mim. A lerdeza quanto a parte sentimental da Josy sempre consegue nos surpreender. – Respondo, suspirando em seguida. Ela me encara ainda mais em dúvida. – Tudo bem. Eu irei contar sobre a minha primeira das nove declarações que fiz para a Josy.

- Isso é sério? Oba! – Aline comemora, ajeitando-se em sua cadeira. Olho para o visor de meu celular e noto que ainda tínhamos algum tempo antes do início do próximo horário.

 

˖˖˖

 

[Sete anos atrás]

 

Finalmente o dia havia chegado. O meu tão aguardado aniversário de dez anos. Eu estava ansioso e nervoso, porque aquele dia prometia ser o melhor de todos. Acordo por conta própria e, após pegar o pequeno anel de cristal rosa que estava ao lado da minha cama e colocar no bolso da calça do meu pijama, corro até a janela do meu quarto. Abro as cortinas e encaro a janela de frente a minha, que era de frente para a janela do quarto de Josy. Como era de se esperar, ela continuava dormindo.

Pego a caixa preta de tamanho médio e que possuía detalhes roxos e abro a minha janela. Entre nossas casas havia uma pequena casa na árvore, que possuíam escadas de incêndio que estavam ligadas aos nossos quartos. Aquela era a nossa passagem secreta especial e única, feita pelo meu pai, que somente nós dois podíamos usar.

E assim como em todas as manhãs, eu pego a minha bola de meia amarrada em uma corda que havia dentro da casinha de madeira e jogo contra a janela de Josy, a puxando de volta em seguida. Repito o processo algumas vezes até que ela finalmente decide acordar. Ainda que estivesse evidente o seu mal humor, eu adorava o fato de poder acordá-la.

Assim que se levanta, ela me lança um olhar raivoso. No entanto, não demora muito para que ela abrisse um grande sorriso ao ver a caixa nas suas cores preferidas ser estendida em sua direção. Josy abre a janela e, assim como eu, utiliza a escada para chegar à casa da árvore. Eu a ajudo a entrar e a encaro com um largo sorriso, estendendo a caixa.

- Feliz aniversário! – Digo, animado.

- Obrigada! – Ela agradece, assim que finalmente pega o presente. Em sua típica animação, ela me abraça e volta sua atenção para a caixa que havia em suas mãos. Ansiosa, ela não demora a abrir e arregala os olhos ao ver o ursinho de pelúcia com roupinha de sua heroína preferida que havíamos visto no shopping meses antes. Ela havia insistido muito para que os pais comprassem, mas por causa do preço, eles acabaram recusando. O valor era alto demais para um simples bichinho de pelúcia, segundo eles. – Você lembrou!

- Claro que sim. – Respondo, sorrindo. – Gostou?

- Eu amei! Gusta, ele é lindo! Obrigada! – Grita, voltando a me abraçar mais uma vez. No entanto, ela parece se lembrar de algo e se afasta no mesmo instante. – Mas como você comprou? Mamãe disse que era muito caro.

- Eu usei o dinheiro do meu cofrinho. Minha mãe disse que eu só poderia usar para algo que fosse importante para mim. – Respondo, encarando-a com sinceridade. – E você é importante para mim!

- Gusta... – Ela sorri e suas bochechas coram diante de minha declaração. – Não deveria ter feito isso. Acho que eu não deveria aceitar.

- Mas eu quis comprar. É o seu presente de aniversário. Você tem que aceitar. – Afirmo sem hesitação, animado com a felicidade nos olhos da garota.

- Obrigada. – Agradece mais uma vez, voltando a me abraçar. – Mas me prometa que nunca mais vai usar todo o seu dinheiro apenas para comprar algo para mim.

- Tudo bem. – Concordo e ela se afasta, sorrindo.

Observo a garota com o seu pijama de Supergirl. O pai de Josy sempre foi viciado em histórias em quadrinho de super-heróis e acabou influenciando a seguir os mesmos passos que o seu.  E enquanto ela se divertia com o ursinho, eu sentia meu coração bater rápido. Ela parecia tão bonita.

Eu sabia o que era esse sentimento. Meu pai havia me explicado quando eu o questionei. Achei que estivesse doente, mas segundo ele, tudo não passava de amor. O mesmo tipo que se ler em livros e ver em filmes. Era estranho. Eu não gostava de ver a Josy com outros garotos ou que ela desse mais atenção a eles do que a mim. Meu coração sempre doía e eu sentia raiva.

Josy era muito bonita e fofa. A ingenuidade dela sempre fazia com que eu quisesse a proteger dos outros garotos, porque sempre sinto que eles querem tirar ela de mim. E depois de ler os livros que a senhora Lana, a bibliotecária da escola, me indicou para que pudesse entender o que é o amor, eu percebi que assim como nos livros, eu também queria casar com a Josy e viver felizes para sempre como os príncipes e as princesas.

- Josy... – Chamo e ela me olha com um grande sorriso. Mas ao ver que eu estava sério, ela me encara confusa. Talvez estivesse tentando entender o que havia de errado.

- Está tudo bem, Gusta? Está sentindo alguma coisa? – Pergunta a garota, preocupada. Acho que eu havia passado tempo demais a encarando de maneira séria. Mas eu gostava de ficar observando os detalhes no rosto de Josy. Ela realmente era muito bonita.

- Josy, você quer casar comigo igual ao príncipe e a princesa do filme que a gente assistiu no dia do meu aniversário? – Pergunto, enfim, após criar coragem para falar. Eu não entendia o porquê, mas eu me sentia nervoso e envergonhado. Pego o pequeno anel em meu bolso e a estendo para a garota.

Ela me encara confusa por um tempo, como se não entendesse do que eu estava falando. Assim como eu, ela passa um bom tempo em silêncio, encarando o anel em minha mão. Josy parecia cada vez mais confusa. Será se eu tinha feito da maneira errada? Mas todos os príncipes dos livros fazem o pedido e depois dão o anel. Mamãe diz que isso é romântico e que as garotas gostam. Será que a Josy não gosta?

- Gusta, eu não entendi. – Afirma, encarando-me com os olhos brilhando inocência. – Você por acaso está brincando de príncipe e princesa igual ao filme da Branca de Neve?

- Não. Eu quero de verdade. – Insisto, mas então ela ri e balança a cabeça negando.

- Já sei! Isso é uma brincadeira, certo? Uma pena que eu sou muito mais esperta que você e não cair nessa duas vezes. O Tiago fez a mesma brincadeira o dia do seu aniversário. – Ela ri, parecendo realmente ter entendido a situação.

- Gusta! Vem tomar café! – Grita minha mãe, da janela do meu quarto. Ao ver que Josy também estava na casa da árvore, a mulher sorri ainda mais. – Josy, querida, feliz aniversário! Pelo visto, o Gusta acertou no presente.

- Oi tia! Eu amei! – Afirma Josy, abraçando o ursinho com carinho.

- Josy... – Escutamos a voz de tia Luciene ao fundo, provavelmente se aproximando do quarto de Josy.

- Eu preciso ir. Até mais, tia Ana. Vejo você na hora da nossa festa de aniversário, Gusta. – Despede-se a garota.

Josy me dá um novo abraço e segue de volta para dentro de casa, enquanto isso, eu permaneço parado na casa da árvore, tentando entender o que eu havia feito de errado, afinal, nos livros e nos filmes, as princesas sempre aceitam o pedido ou agem de forma diferente.


Notas Finais


Oii Cupcakes ♥! O que acham? Deixem a opinião de vocês. Muito obrigada e até mais ♥!

Cupcakes da Lara: https://www.facebook.com/groups/677328449023646
Família Cupcake 2.0: https://chat.whatsapp.com/E6wkn6DU0rR0IoR0d3EOLi


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