História Meus shippes yaoi - Capítulo 1


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Capítulo 1 - DESPIDIDA DE SOLTEIRO - SASUNARU


Sasuke, meu melhor amigo, se casou no fim de semana passado e por conta do trabalho, não pude comparecer ao casamento, mas acabei entrando de férias na semana seguinte e não hesitei, fui visitá-lo para dar seu presente atrasado. 



                      [...] 



—Naruto, você já chegou na capital? — Sasuke me perguntava pelo telefone.

 —Acabei de chegar. Eu ia te ligar agora, mas o celular estava sem sinal... —expliquei o atraso. 

—Espere, onde está? Estou chegando aí neste momento. 

—Certo. 

A única coisa que passava pela minha cabeça naquele momento era “Será que ele mudou muito fisicamente?”. Desde o incidente em que vazaram alguns nudes suas no facebook, ele acabou afastando-se das redes sociais, conversando volta e meia pelo whatsapp, mas nunca atualizando suas fotos.

 Sentei-me em um banco a sua espera. Já fazia quanto tempo que eu não o via? Um ano? Seja lá quanto tempo fosse, eu continuava sentindo um tesão louco naquele homem. Nunca encontrei alguém que me fodesse tão gostoso quanto ele. Nunca! 


Divagando em pensamentos, acabei não o notando se aproximar, até que ele tocou em meu ombro, me assustando. De imediato não o reconheci. 

—Posso te ajudar? —levantei-me, olhando aquele cara grande que usava um óculos quadrado vermelho e tinha barba rala pora fazer. Então, ele abriu aquele sorriso inconfundível, me fazendo sorrir também —Idiota! —dei um soco em seu braço.

 —Au! Eu iria me revelar nesse instante —tirou os óculos, deixando os olhos negros ficarem ainda mais claro com a luz acertando-lhe o rosto.

 —Você deixou a barba crescer e o seu cabelo está um pouco curto. Ele era como o meu, grande. O casamento realmente muda as pessoas, ein? —pus as mãos em minha cintura, analisando-o. 

—Vai ver que muitas coisas não mudaram... —esboçou um sorriso de lado e pegou minha mala —Podemos ir?

 Assenti. Seguimos para seu carro. Ele pôs a mala na porta dos fundos e entramos. A rádio tocava em volume baixo, enquanto o moreno me colocava a par das novidades.

 —Desde que abri a loja de roupas não ando tendo muito tempo para nada. Os negócios vão bem, muito bem, por isso, tranquei a faculdade por um tempo —disse Sasuke, parando no sinaleiro que havia acabado de ficar vermelho —E você, namorando? 

—Solteiro! Por conta da crise, tranquei a faculdade... —suspirei.

 —Por que não me disse? —voltou seus olhos a mim —Sabe que eu iria ajudar e... 

—Você acabou de se casar. Tem sua própria vida, tem suas próprias contas. Eu não posso depender da ajuda dos outros a vida inteira... —o interrompi. 

O sinal abriu e ele acelerou o carro. Assim que passou a segunda marcha, tocou em minha perna, sorrindo. 

—Não sou “os outros”. E como já falei, a minha empresa realmente está rendendo bastante. Não seria nenhum sacrifício pra mim... —suspirou —Quando voltar pra casa, vai voltar pra facul, entendido? —disse, volta e meia me olhando. 

—A sua mulher pode achar ruim... 

—Eu não virei um prisioneiro, apenas me casei. Tenho meu trabalho e meu dinheiro, assim como ela tem o trabalho dela e o seu próprio dinheiro. Não vejo necessidade de ficar relatando minhas despesas para ninguém... —disse, estacionando o carro na porta de um condomínio —Enfim, chegamos! 

—Certo! Quando eu voltar, vou destrancar a faculdade —ergui os ombros, um pouco envergonhado. 

—Bom garoto! — Uchiha tocou meus cabelos loiro, bagunçando-os.

 Aquele gesto me lembrou de como éramos quando morávamos juntos. Ele continuava o mesmo. Sempre mandão, tudo tinha que ser sempre do seu jeito ou não seria. 

Desci do carro e o acompanhei. Entramos no condomínio e subimos pelo elevador até o décimo andar e entramos no mil e oito. Pus as minhas malas na entrada e sentei-me no sofá. Só então notei que ele me olhava fixamente. 

—O que foi? Tem algo errado em mim? —perguntei, olhando em minhas roupas. 

—Não tem nada de errado. 

Talvez seja porque ficamos muito tempo sem nos ver, mas estou te achando tão bonito, sexy —sorriu, veio em minha direção e parando em minha frente, olhou-me fixamente nos olhos, após alguns segundos, abaixou-se para pegar a minha mala —vou pôr no quarto de hospedes... 

Senti um frio na barriga. Por um momento, por uma fração de segundos, pensei que ele fosse me beijar. Ele estava casado, por que diabos alimentar esse tipo de ilusão? Ele jamais me tocaria novamente. Realmente, eu era bem bonito, sem modéstia. Olhos azuis e grandes. Na orelha direita eu usava um brinco estilo alargador preto. Os meus cabelos eram lisos, batendo na nuca, os lábios vermelhos e o rosto meio fino meio arredondado, com traços delicados e o nariz arrebitado. O corpo era normal, sem pelos, mas era aquele normal do “geneticamente bom”. Tudo em cima e durinho.

 De repente, a porta do apartamento se abriu e uma mulher entrou. Uma linda e fina mulher. Ela usava um vestido longo preto e saltos. Estava maquiada e cheirava muito bem. Ela tem cabelos rosa que batiam nas costas. Em sua mão direita ela segurava uma carteira, daquelas femininas. E em seu braço esquerdo ela usava um relógio de ouro. Os seus olhos eram verde e o seu corpo era quase escultural. 

—Olá. Você deve ser o Naruto Uzumaki, né? Sasuke tem você em alta conta. Desde que começamos a namorar, ele me falou muito sobre você...

 —Bom tarde, meu bem, achei que fosse chegar mais tarde —o moreno saia do quarto, indo de encontro a mulher, selando-a nos lábios e voltando se a mim, nos apresentou —Esse é Naruto, o meu melhor amigo. Por motivos pessoais ele não pode vir ao nosso casamento, mas vai passar uma semana conosco —o mesmo tocando em meu ombro, continuou —Essa é sakura, minha esposa. 

—Prazer, Uzumaki —estendi a mão, cumprimentando-a.

 —O prazer é todo meu, Haruno. É sempre bom conhecer os amigos do Sasuke, ainda mais quando estamos falando do “melhor amigo”—ela cumprimentou, seguindo para a cozinha —E creio, Naruto, ele só tem um melhor amigo.

 —Oh, é muito bom saber que não fui substituído nesse um ano que ficamos sem nos ver —comentei, rindo daquilo. 

—Nunca, nunquinha que isso iria acontecer —ele disse em tom sério. 

Sakura riu, nos analisou e disparou. 

—Se eu não soubesse que são amigos, até diria que são irmãos... Vocês tem traços bem parecidos. Enfim, vou trocar de roupa e fazer o jantar. Então, fiquem longe da minha cozinha! —disse, indo rumo ao quarto.

 — Sakura é uma ótima cozinheira. Acho que me casei com ela por conta da comida... —o moreno comentou, indo até o sofá, sentando.

 —Eu ouvi isso! —ela berrou do quarto.

 Aos risos, sentei-me ao lado dele. Eles pareciam um casal feliz, muito feliz. Confesso que senti um pouco de inveja daquilo tudo. Queria ser eu no lugar de Sakura, sempre quis que fosse. 

Logo anoiteceu e enfim jantamos. O assunto seguia o mesmo, entre piadas e acontecimentos durante o tempo em que ficamos longe. Já eram quase dez da noite quando Haruno  levantou-se, beijou Sasuke e se despediu. 

—O dia foi agitado e estou super cansada, então, boa noite, rapazes. E não durmam muito tarde! —falou, entrando em seu quarto, fechando a porta em seguida. 

A televisão continuava no mesmo volume, mas o assunto havia findado. De repente, Sasuke passou o braço por meu pescoço e beijou meu rosto, me fazendo corar. Com suavidade, senti seus lábios roçarem em minha orelha. 

—Te fiz esperar muito?

 —Esperar o que? Não entendi...

 —Pra matarmos a saudade —sussurrou, chupando meus lábios com vontade, puxando-os aos seus. 

—A sua mulher pode acordar e... 

—Ela tem insônia, por isso, toma remédio para dormir. Provavelmente nem um bomba a acordaria nesse momento —explicou, levantando-se. E em minha frente, tirou a camisa, deixando o corpo malhado à mostra —Você me deve um belo presente de casamento e dentre todas as opções, acho que uma despedida de solteiro é a mais conveniente —sorriu ao dizer aquilo, abaixando a calça, deixando o cacete marcar sua boxer. 

Engoli a seco. Eu queria aquilo, queria muito, mas e se a mulher dele acordasse? Pior, e se ela nos pegasse transando?

 —Tem certeza que ela não vai acordar? —perguntei, expondo meu único medo naquele momento. 

—Sakura, você vai acordar agora? É que eu quero foder o Naruto por todos os cômodos do nosso apartamento e não quero ser interrompido... —o Uchiha disse em tom alto.

 O meu coração gelou. Um silêncio se fez no apartamento. Então, o morebo foi até a porta do quarto, abrindo-o. Chamou-me me com o dedo. Fui em sua direção e ao parar na porta, o único som que ouvi, foi o da respiração pesada de sua esposa. 

—Quer me fazer ter um enfarte? —eu disse, ainda trêmulo. 

—Nesse momento... Só quero te fazer ter orgasmos de prazer... —falou, puxando-me pela cintura. E ali, na porta do seu quarto, com sua mulher dormindo na cama, ele me beijou, me beijou intensamente enquanto deslizava suas mãos grandes por minha cintura.

 Nossas línguas se esfregavam, sua respiração quente bater em meu rosto.

 Entre sorrisos, ele se afastou e com ambas as mãos, desceu a cueca, deixando o caralho saltar para fora. Como eu adorava aquela rola grossa, vermelha e mediana. As bolas eram lisas, mas ele sempre deixava alguns pentelhos em cima. 

—Vem matar a saudade do teu macho, Naruto! —disse Sasuke, com um sorriso sacana no rosto, enquanto balançava o cacete. 

O filho da puta sabia me provocar. O meu cu estava piscando de tanto tesão. Naquela altura do campeonato, liguei o foda-se para tudo e me entreguei ao prazer. Ajoelhei-me em sua frente e com uma das mãos, agarrei sua vara, com a outra, massageava suas bolas. Comecei a punhetá-lo de leve, deixando o nariz próximo a sua glande, saboreando o aroma daquele cacete. Então, sem pressa, subi com a língua da base até a cabeçona inchada, fazendo-o gemer no quarto de sua esposa. 

O seu cacete era delicioso e pulsava aos meus estímulos. Para provocá-lo, em movimentos lentos, comecei a pressionar a ponta da língua na fenda da glande, esfregando-a com calma, até que por fim, pus o cabeça de sua rola na boca, chupando-o com gula, causando estalos.

 —Que saudades de sentir sua boca no meu cacete —confessou entre gemidos e sem se conter, agarrou-me pelos cabelos, enterrando a vara grossa na minha garganta —engole tudo! 

Senti aquela vara grossa e veiúda descer por minha garganta, indo ao fundo, me sufocando por alguns instantes. Entre a agonia e o prazer, senti o gosto do mel, era saboroso, excitante! Os pentelhos ralos esfregavam-se em meu nariz, impregnando aquele cheiro de macho na minha cara. Como não amar aquilo? De repente, o senti tirar, causando-me certo alivio, mas de imediato senti falta daquilo. Antes que ele pudesse se afastar, eu mesmo abocanhei, tornando a engolir tudo novamente. 

Meus lábios deslizavam freneticamente, com minha boca agasalhando todo seu cacete, ainda com dificuldade. Eu fazia questão de olhá-lo enquanto mamava seu cacete e ele parecia se deliciar com a visão que tinha, não poupando sorrisos ao monitorar meus movimentos. 

—Agora as bolas... 

Uchiha me agarrou pelos cabelos, fazendo-me largar seu cacete que já estava todo babado. E, sem piedade, afundou meu rosto em suas bolas gordas. Dei algumas fungadas, sentindo aquele cheiro de macho invadir minhas narinas, quRaúlque me embriagando. O moreno tinha um cheiro especial, um cheiro de sexo, um cheiro de homem safado e tarado. 

Sem fazer cerimônia, abocanhei suas bolas, as duas de uma vez e as puxei contra meu rosto, chupando-as. Assim que as soltei, as abocanhei novamente, começando a brincar com elas na boca, ora esfregando a língua, ora mordiscando-as para ouvi-lo gemer. Com a mão direita, o punhetava, com a esquerda, acariciava sua bunda, acabando por desligar os dedos entre seu rabo, esfregando-os na porta do seu cu.

 De maneira atrevida, larguei suas bolas e enfiei o rosto entre suas pernas e com a ponta da língua, comecei a acariciar seu cuzinho, com linguadas lentas e profundas. Não havia triunfo maior para o passivo do que linguar o cu do seu macho alfa. O meu cacete explodia de tesão dentro da cueca, enquanto minha língua parecia cada vez mais gulosa, esfregando-se contra aquele cu apertado e guloso, que piscava em reação as minhas carícias. 

—Você adora me provocar! —ele disse, puxando-me pelos cabelos, me fazendo ficar de pé e segurando em meu maxilar, chupou meus lábios, antes de me virar de costas e me empurrar contra a parede —Estou com saudades de provar você... —sussurrou, desabotoando minha calça.

 Quando minha roupa caiu no chão, arrebitei minha bunda ao senti-lo acaricia-la fartamente. Com um puxão em minha cueca, ouvi o som do pano rasgando. Seus dedos grossos roçavam em minha entrada, enquanto ele me empurrava até o sofá, me colocando de quatro. Fiz questão de arrebitar o rabo, deixando as pernas mais abertas para que ele se encaixasse atrás de mim.

 Primeiro senti seus lábios beijarem meu cu, me fazendo piscar ainda mais, em seguida, arrepiei-me por completo com sua barba roçando em minha pele e, finalmente, debrucei-me no sofá quando a sua língua grossa e quente começou a massagear minha entrada em movimentos de vai e vem, com suas mãos pesadas acertando meu traseiro. 

—Isso! Chupa meu cuCake! Chupa com vontade! —implorei em tom baixo, com meu pau pulsando de tanto tesão, obrigando-me a iniciar uma punheta. 

Sua língua explorava meu anel, lambuzando-o de saliva. Subitamente senti seus dedos invadirem minha entrada, me fazendo gemer ao ponto de morder a almofada do sofá. Em movimentos ritmados e rápidos, ele fazia um vai e vem gostoso com os dedos, até que parou, fazendo questão de lambe-los, enquanto me olhava.

 Sasuke lambuzou o cacete de lubrificante, cuspiu em meu cu e encaixou-se atrás de mim. Agarrou-me pelos cabelos e forçou minha cabeça contra o sofá e assim que encaixou a rola em minha entrada, entrou de uma vez, com força, me arrancando lágrimas e gemidos de prazer, altos o suficiente para acordar sua mulher, caso ela não estivesse dopada. 

O seu cacete grosso abria caminho dentro de mim, me fazendo arrepiar e estremecer de tanto tesão. O meu cu ardia, pegava fogo e doía, mas era uma dor gostosa, uma dor deliciosa. Seu corpo subia e descia com força contra o meu, com seu cacete sendo atolado dentro de mim, cada vez com mais força.

 Seus lábios agora roçavam em minha orelha, quando não, sua barba tocava em meu pescoço, me causando um misto de sensações com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Suas bolas ecoavam em meu rabo, até que por um momento, fez-se silêncio. Ele estava todo dentro de mim, abraçando seu corpo ao meu, enquanto beijava minhas costas. Olhei para trás, quando o senti segurar meu rosto, chupando meus lábios com calma. 

—Não existe rabo tão delicioso quanto o teu... Não existe... —ele sussurrou, tirando a rola do meu cu.

 Por instantes, senti um alívio enorme, junto do desejo de ter aquele cacete grosso dentro de mim novamente. Sasuke pegou em minha mão, puxando-me para a sacada. Segurando em minha cintura, ele me aconchegou na sua beirada e usando uma das mãos ergueu uma de minhas pernas, enquanto segurava meu corpo com a outra. O meu coração se acelerou, a adrenalina subiu, estávamos na sacada do décimo andar. Quando pensei em reclamar, ele invadiu-me novamente, me fazendo amolecer em seus braços. 

Deitei minha cabeça em seu ombro e o senti voltar a meter em mim, agora em movimentos suaves e lentos, com seus lábios esfregando-se em meu pescoço, enquanto ele me punhetava lentamente. 

No ritmo do prazer, nossos corpos se esfregavam, unindo-se um ao outro. Completamente envolvido por ele, comecei a rebolar meu rabo em seu pau, podendo ouvi-lo gemer deliciosamente em minha orelha. Era um pré anuncio do gozo que acabara de invadir meu interior, aos jatos. Era quente, intenso e farto, chegando a escorrer por minhas pernas que bambearam de excitação.

 —Só você faz como eu gosto... —confessei entre gemidos, também gozando, com os jatos de porra lambuzando sua mão.

 Sasuke riu, acariciou minha cintura e puxou-me para trás, sentando-se em uma cadeira, me fazendo sentar em seu colo, enquanto seu pau ainda pulsava dentro de mim. 

—Só você sabe como eu gosto... —ele retrucou, erguendo minha pernas e as pondo nos braços da cadeira —Eu poderia fazer isso pelo resto da minha vida se você quisesse...

 Ao dizer aquilo, reiniciou os movimentos de vai e vem dentro de mim. Eram lentos, suaves e sua rola dessa vez saia por completo, entrando novamente, provocando-me a cada entra e sai. O que ele queria de mim? Eu não consegui me por de pé. 

—Seja meu amante... Hoje e sempre... — Sasuke pediu, forçando a rola com mais força dentro de mim, mordendo meu ombro —Diga que sim! Diga! 

—Sim! Mil vezes sim! Eu não resistia aquele homem. Quem resistiria? O prazer na sacada continuou por toda madrugada, cessando só quando nos rendemos ao cansaço e enfim, fomos dormir.



                       [...] 




Acordei às dez da manhã. Não dormi muito, mas dormi feliz, muito feliz. Entrei na suíte e lavei o rosto, em seguida, vesti uma roupa, pois ainda estava nu e então, fui para a sala, me deparando com Sakura sentada no colo de Sasuke. 

—Bom dia —falei, sentando-me no sofá.

 —Bom dia —responderam em coro.

 Sasuke abriu um sorriso sacana, afagou os cabelos da Haruno, beijando-a mais uma vez e voltou-se a mim. 

—Eu estava dizendo para a Sakura o quanto nos divertimos ontem, Naruto. Fazia muito tempo que eu não tinha uma noite tão boa assim... 

—Realmente, foi uma noite muito boa. Que repitamos mais vezes durante a semana... —troquei olhares cúmplices com ele. 

—Do jeito que estão falando, vou acabar me interessando por vídeo game, assim como vocês! —disparou Sakura, inocentemente.

 O vídeo game era o sexo, nossos corpos eram o jogo e Sakura era a pessoa que dizia que iria jogar, mas nunca jogava. Jogos entre homens e com homens, sedentos por prazer e que não cessariam em apenas uma noite, afinal, tínhamos uma semana inteira para jogar.



Notas Finais


Comentem e escolhem o próximo casal conto com vocês comentem compartilhem e me de coração manas 😘❤💜


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