História Mi luz, Mi amor - Capítulo 11


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Categorias La Casa de Papel
Personagens Berlim, Denver, Mônica Gaztambide, Moscou, Nairobi, Professor, Raquel Murillo, Rio, Tókyo
Tags La Casa Da Papel, Nairobidenver, Professor, Rio, Tokio
Visualizações 60
Palavras 1.706
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela
Avisos: Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Sr. e Sra. Cortés II


Ali estava a acontecer uma situação completamente nova para Tókio, ela já tinha tido namorados, mas nunca tinha chegado ao ponto de conhecer as famílias deles, mesmo quando tinha namorado com Enrique dez anos, nunca teve esse problema, porque ele simplesmente não tinha família, mas com Rio… Quando saíram da casa da moeda ela sabia que o mais provável era nunca ter de encontrar a família dele. E passados cinco anos, ali estava ela, casada com ele e mãe da neta daquelas pessoas. Inspirou fundo e pode ver a mãe de Rio, a senhora devia ter os seus cinquenta anos, sorridente e chorosa ao mesmo tempo, tal como a sua mãe, olhando para Rio e para ela. Um homem, que aparentava ter a mesma idade que a mãe dela, o pai de Rio, olhava a neta num misto de orgulho e felicidade. E por fim, uma rapariga, não teria mais de vinte anos, de longos cabelos ondulados sorri, ela era Elena, a irmã de Rio.

“Mãe, Pai, Elena” Ele disse e com o braço que estava livre puxou Silene para junto de si. “Esta é a minha esposa Silene, e esta peixinha, a Luz” Ele apresentou-as a família, Silene sorriu amavelmente e foi logo cumprimentada por Elena, com um sorriso no rosto. “Sou a Elena” Ela sorriu e as duas abraçaram-se, Tókio ainda surpresa pela reação da irmã de Rio que sorria ternamente. “É um prazer poder conhecer-te” A mãe de Rio apressou-se a dizer à nora “Oh meu deus” Ela disse olhando Luz que agora interagia com Elena “Ela é linda” Dona Olivia, mãe de Rio, dizia emocionada olhando pela primeira vez a neta “Ela é tão linda, a minha neta” Ela disse “Luz queres dizer olá à avó?” Rio incentivou e a menina sorriu ao pai dizendo “Olá vovó” E Olivia sorria ternamente, contendo a vontade de pegar a menina nos braços com medo de a assustar “Aquele é o vovô” Rio explicou apontando para o pai, que também estava muito emocionado “Olá vovô” Ela parecia mesmo à vontade mas ainda assim sorriu e por fim ele disse sorrindo “E essa é tia Elena” Ele explicou e Luz sorriu abertamente a jovem rapariga. Tókio estava ao lado dele e ainda não tinha trocado uma palavra com o pai de Rio, o que a deixava desconfortável mas foi Paco Cortés que tomou a iniciativa “Boa tarde” cumprimentou-a sorrindo, muito mais amistoso do que a imagem que tinha dele da entrevista que tinham visto “Eu sei que a sua relação com o meu filho” Ele olhou para Rio que o olhava sério e tentou encontrar as palavras certa “Foi um a decisão vossa, mas se ele é feliz, e se casaram, quem sou eu para me opor a felicidade dele, que no fundo, é tudo o que queremos. E se é ao seu lado que ele é feliz, então, bem-vinda à família.” Ele disse sorrindo e ela agradeceu sorrindo de volta e bem mais aliviada, ela gostava, tal como Paco Cortés, de tudo bem esclarecido, e assim já se sentia mais a vontade. Luz fez questão de passar então para os braços da mãe, e ainda bem que o fez, porque assim que ela passou para os braços da mãe, Rio dirigiu-se a janelas envidraçadas que davam acesso ao jardim e a piscina.

“Caya” Ele chamou e de repente, como se fosse uma flecha, uma enorme cadela da raça golden retriever, enorme apareceu e Rio colocou-se de joelho, no chão, abraçando-a e sorrindo. A cadela parecia ter encontrada o Santo Graal, de tanta felicidade e euforia acabou desmaiando.

“Ela tem um sopro no coração, são só três segundos e já acorda” Elena explicou à Tókio “Ela é do Aníbal” Ela continuou a explicação “Desde de que ele se foi embora, a Caya nunca mais brincou ou foi feliz.” Ela explicou sorrindo enquanto Caya já acordada novamente, deixava que Rio a abraçasse. Quem não estava, por sua vez, muito contente com a presença de Caya, era Luz, que como nunca tinha convivido com cães, na vida real, tinha algum receio. “A menina tem medo?” Dona Olivia quis saber e Tókio confirmou. “Sim algum, mas é de não estar habituada.” Ela explicou e olhou para a filha “Queres conhecer o cãozinho Luz?” mas a menina apertou o abraço na mãe em sinal de discordância “Está bem” A mãe assegurou-a. “Aníbal, fecha a janela, para a menina andar a vontade” O pai disse-lhe e ele sorriu de volta. “E vamos almoçar meu filho, por aqui, por favor” Ele disse à Silene que ainda trazia Luz nos braços e a depositou no chão, dando a mão a filha. Rio seguiu atrás delas, e sentaram-se para almoçar, e a semelhança do que havia acontecido com a mãe dela, aquele parecia o retrato de uma família feliz.

A conversa decorreu tranquilamente, e de volta de Luz. “Então, a menina tem quatro anos…” A mãe perguntou fazendo contas na sua cabeça, já tinham acabado de almoçar e Elena, brincava distraidamente com Luz, fazendo uns desenhos numas folhas brancas enquanto eles conversavam com Paco e Olivia. Silene percebeu que ela tentava perceber a data de nascimento da filha. “A Luz nasceu a 18 de Novembro” ela explicou sorrindo e a mãe apercebeu-se “Eu estava grávida durante o assalto, mas só descobrimos depois” Ela disse e olhou Rio, aquilo guardava uma longa história que ela preferia não contar naquele momento “Mas a Luz nasceu bem, e forte, nada para se preocuparem” Rio concluiu sorrindo “Ela vai começar a escola em Setembro” Ele contou tentando mudar de assunto e o pai, percebendo tratou de o ajudar a desviar o assunto. “E que escola escolheram?” Ele perguntou sorrindo “Nós queremos que a Luz tenha a melhor educação possível” Ele disse mas foi Tókio que concluiu “Inscrevemo-la num colégio privado, achamos mais seguro e assim ela tem mais oportunidades para poder escolher um desporto, estudar música, e ter uma educação bilingue” Ela disse olhando a filha que brincava, já completamente a vontade com Elena. “Vai para o International College of Spain, aqui em Madrid, no regime de externato” Ela contou-lhe “Começa em Setembro, mas ainda temos de ir preparar algumas coisas para ela, e tratar de escolher algumas das atividade que ela vai poder fazer” Silene explicou sorrindo.

“É um ótimo colégio” O pai falou “Todos falam muito bem deles, e as crianças tem a oportunidade de poderem fazer a faculdade fora do país se assim quiserem, quando acabam” Ele disse, assertivo para surpresa de Tókio mas Rio esclareceu-o “O meu pai é professor de Matemática” Ele disse sorrindo. “O Aníbal e a Elena estudaram no colégio de São Bartolomeu, o Aníbal até ao 12º ano mas Elena concluiu o ensino secundário na escola pública, e teve também uma ótima educação” Ele disse sorrindo “E a Silene, estudou?”

“Até ao 12º ano, numa escola pública” Ela disse acanhada “No liceu Lobo y Lion, perto de Madrid” Ela disse e Paco sorriu com vontade “Ai, também estudei ai, uma ótima escola” Ele disse contente e Rio sorriu. “Mas tenho a certeza que a Luz se vai adaptar muito bem a escola nova” Ele disse e Dona Olivia apressou-se a falar “Se for preciso ajuda, para ir buscar a menina ou levar, por favor, contem connosco” Ela disse e Paco confirmou sorrindo “A minha mãe também se ofereceu, e de certo vamos precisar de ajuda” Tókio disse a ambos. “A sua mãe vive perto também?” Olivia perguntou sorrindo “Sim, nos arredores de Madrid também”

“Gostaríamos, um dia, de a poder conhecer” Paco disse e a esposa apressou-se a concordar “Afinal, somos todos família agora. Se fosse possível…”

“Claro que sim” Tókio disse e Rio sorriu animado “Vocês vão adorar a Dona Esmeralda” Ele respondeu e Tókio sorriu, feliz por o marido ter gostado tanto da mãe dela “Já a conheceste filho?” e ele confirmou “Sim mama, há uns dias, levamos lá a Luz também, vocês vão adorar conhecê-la” Ele disse sorrindo. “Então, podemos marcar um almoço, Silene, poderias falar com a tua mãe para ver a disponibilidade e almoçamos todos, aqui em casa, se preferirem, do que irmos a um restaurante, temos um jardim grande e a menina pode brincar à vontade lá fora” Paco propôs e Rio olhou-a. “Sim, nós de momento estamos a viver com amigos nossos, e um restaurante não nos íamos sentir confortáveis porque alguém nos pode reconhecer, e apesar de não sermos procurados é uma situação desconfortável” Ela disse-lhe e eles apressaram-se a concordar. “Então fazemos assim, no próximo domingo, daqui a oito dias, se for possível da parte da sua mãe, podíamos almoçar todos aqui em casa, que acham?” Rio olhou-a sorrindo e ela confirmou-lhe. “Esplêndido, assim podemos conhecer-nos todos, claro que o seu pai está convidado também.” Mas desta foi Rio que respondeu “É só a mãe”. E Dona Olivia, com a sua sensibilidade sorriu “E Silene, me diga, o que mais gosta de comer?”. Ela riu, aquela era mesmo conversa de mãe.

(…)

Quando retornaram a casa, já era fim-de-tarde e pode ver todos os outros no jardim da casa, junto da piscina, e Luz correu para lá, encontrando imediatamente os braços da sua titia Nairobi, e contou feliz sobre o seu dia, sobre Caya, sobre os avós e sobre a sua tia Elena quando Nairobi disse “E quem sua titia preferida?” Ela fingiu um ar desolado, quase dramático, mas Luz riu nos seus braços e disse “A titia Nairobi” Ela sorriu e Nairobi beijou os cabelos da menina “E o titio Denver e o titio Helsinque, os meus preferidos!” Ela disse quando Denver, saído da piscina os alcançou a tempo de ouvir dizer isso “Esse titio Denver é um bobão, não é?” Nairobi disse quando ele pegou em Luz “Eu sei que sou eu o preferido” Ele disse dando a sua risada tão típica “E para minha ninã favorita, tarammmm! Aqueles filmes obsoletos já me estavam a enervar” Ele disse à Rio quando mostrou à Luz a sua nova e primeira coleção de filmes da Disney em DVD. “Pelo menos podemos variar nos filmes” Rio concordou com o amigo “Obrigada titio Denver” Ela correu para os braços de Denver que a acolheu de bom grado, sorrindo. Como aquela menina era feliz.



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