História Mi Preciosa - Capítulo 2


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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Bella Swan, Edward Cullen
Tags Bella, Crepusculo, Edward, Romance
Visualizações 9
Palavras 2.824
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada por seu comentário no prologo..
Segue o primeiro capítulo..
Boa leitura..
Vemos-nos nas notas finais

Capítulo 2 - Encontro


 

Bi Bi Bi. – Sou despertada pelo som mais irritante do mundo, o despertador.

A pessoa que o inventou foi um gênio. Agora deve está rico e rindo da nossa cara os meros mortais.

Olho para o relógio e vejo que ainda é cedo. 6:30 am. Um horário relativamente bom para quem trabalha cedo, e que teve uma noite perfeita de sono. O que não foi o meu caso. Como uma leitora ansiosa que sou, nunca consigo dormir antes terminar a parte do clímax do livro.

E sendo uma pessoa teimosa, sempre começo a ler um pouco tarde.  Quando já era para eu estar dormindo. Porém eu não consegui evitar. O novo livro, do meu autor favorito, um romance policial, cheio de mistérios e com algumas cenas quentes. O que deixa os livros melhores. Manteve-me acordada.

Às vezes eu custo acreditar que foi um homem que os escreveu. Normalmente os livros que tem cenas mais sexys, são escritos por mulheres.

É um pena esse autor usar um nome falso. Ninguém sabe quem é ele, apenas que é um homem. Isso faz os livros serem ainda mais atrativos para mim.

E o meu vicio, fez com que acordar às seis e meia da manhã se torne um pouco mais trabalhoso.

...

Mesmo não sendo uma pessoa matinal, sempre tento acordar bem disposta para mais um dia de trabalho. Porém hoje foi um pouco mais difícil manter a “animação”.

Trabalho no maior hospital Particular de Seattle.

Levanto e a primeira coisa que faço é ir ao banheiro, lavar meu rosto e fazer um gargarejo com água, para despertar. Caminho para a cozinha para preparar meu café da manhã. Ovos mexidos, bacon, café e algumas torradas. Deixo tudo pronto e vou tomar meu banho e me arrumar.

Pode parecer uma ordem estranha de fazer as coisas, mas eu odeio ficar com cheiro de fritura logo após o banho, sinto-me como se ainda não tivesse feito a minha higiene matinal. E para resolver esse problema, essa foi a melhor solução que encontrei.

(...)

- Sete e trinta!! Horário perfeito para sair. – Sussurro ao olhar para o meu pulso, já na porta de casa.

- Bom dia senhorita Swan. – Assusto-me ao escutar Edward, meu vizinho, que está me cumprimentando.

- Bom dia Edward. É Bella, lembra? – Edward é o jovem homem mais lindo que já vi. Seus cabelos tem uma cor bem diferente, acobreados. Olhos verdes como lindas esmeraldas. Alto. Corpo na medida certa, nem forte demais e nem magro.

Ele deve ter uns 23 anos. Além de saber o seu nome e endereço, sei que ele faz faculdade de letras. O resto eu deixo por conta da imaginação.

- Desculpe-me Bella. – Ele dar aquele sorriso torto, encantador. – Força do hábito. –

- Tudo bem. – Respondo sorrindo.

Seguimos juntos para o elevador. Moramos no quinto andar do prédio em que vivemos.

Já somos vizinhos por quase dois anos, mas nem o tempo fez com que ficar ao seu ledo deixe de ser um prazer e uma tortura.

Tortura por que sempre que estou ao seu lado sinto um delicioso aroma, que ainda não consegui identificar. Aroma esse que me faz querer pular em seu cangote e cheirar seu pescoço. Sinto-me uma adolescente hormonal. Esse cheiro também é culpado por me fazer esquecer que ele é mais novo e que ainda está na faculdade, e que me leva a ter pensamentos impróprios.

E prazer por que ter sua companhia que sempre é muito agradável.

- Como vai o último período da faculdade Edward? – início uma conversa, para me distrair dos maus pensamentos.

- Tranquilo e puxado – ele ri. – Muito mais do que eu pensava que seria. Meu professor orientador é mais exigente do que imaginava. –

- É verdade. E sempre assim mesmo. Mas não se preocupe você vai se sair muito bem. – dou uma piscadela para ele. “Ótimo Bella, flerte com o seu vizinho.”

- É tudo o que mais desejo. –

Continuamos a conversar amenidades, enquanto caminhamos para os nossos respectivos carros.

- Tenha um bom dia, Edward. Se precisar de ajuda, sabe onde me encontrar. –

- Obrigado senhorita Swan. Digo, Bella. Que você tenha um ótimo dia de trabalho. – Respondeu, e logo em seguida entra no seu carro. Enquanto eu entro no meu.

[...]

Sempre uso a viagem de carro, para o trabalho, um momento para pensar em tudo que me aconteceu, há três meses. Quando por uma fatalidade do destino. Eu perdi minha própria luz. Meu bebê.

Desde muito nova eu sonho em ser uma mamãe. E tirando o exemplo do filme O Plano B. Tomei a decisão de ter meu bebê, sem esperar pelo meu “príncipe encantado”.

Eu senti uma alegria inexplicável, ao descobrir, que finalmente minha sementinha estava crescendo em meu ventre.

Porém uma semana depois, que descobri que estava finalmente grávida. Perdi o meu bebê. Consequência de um dia estressante.

A perda de uma nova mamãe na sala de cirurgia, e vendo o pai do pequeno Ian, inconsolável. Tudo isso foi demais para o meu pequeno feijãozinho.

No fim do expediente, dessa longa sexta-feira. Eu não estava me sentindo muito bem. Iniciou com uma leve dor de cabeça. Quando cheguei em casa, passei a sentir dores na costa e pernas. Até hoje não consigo entender o porquê eu não me preocupei logo com esses sintomas.

Imaginando que era apenas um cansado, devido ao dia agitado. Tomei uma ducha, e comi um sanduíche natural. Indo dormir logo em seguida.

Durante a madrugada acordei com uma dor muito forte na barriga. Despertei assustada. Ao sentar na cama, e tirar o cobertor de cima de mim, entrei em pânico, havia uma mancha enorme vermelha na cama. Entrei em desespero. Por que nesse momento percebi que meu bebê estava em perigo. Levantei desesperada, porque as duas pessoas que pensei para me ajudar. Moravam longe, em Forks.

Em pânico, corri para fora do meu apartamento. Ao ver a porta da casa do Edward. Não pensei duas vezes em bater desesperada nela.

- BELLA. – Essa é a última lembrança que tenho. Seu grito desesperado.

Depois disso, minha vida ficou em câmera lenta. Tive um princípio de depressão. Mas o carinho que recebi dos meus pais, meu primo, e amigos. Ajudou-me a voltar a minha rotina.

Durante esse período sombrio. Eu conheci um pouco melhor o Edward. Não coisas sobre sua vida, família. Mas sim a sua faculdade, filmes, músicas e comidas favoritos. Não sei explicar o porquê, mas evitamos assuntos pessoais. Descobri que ele não era apenas um rosto bonito. Mas uma pessoa incrível, inteligente. E entendi essa sua mania em me chamar de senhorita Swan, ele é uma pessoa muito educada. Mesmo sem saber me ajudou de uma maneira que ninguém poderia me ajudar.

Desde então eu sinto um carinho muito especial por ele, e uma alegria diferente por apenas está ao seu lado.

[...]

Despertei dos pensamentos melancólicos, ao ouvir uma buzina atrás de mim.

- Nossa!! Já estou aqui. – exclamo surpresa, ao notar que estou apenas a um quarteirão do hospital.

Deixando os pensamentos tristes de lado. Preparo-me para mais um dia de trabalho.

Ao passar pela recepção, encontro com uma colega de trabalho. Angela, enfermeira que quase sempre me auxilia nos partos normais ou cesáreas.

- Bom dia Bella. –

- Bom dia Angela. -

Nunca gostei de muita formalidade. Apenas o aceitava, por pura ética. Na sala de cirurgia. Ou em serviço. Mas em momentos como esse, não via necessidade.

- Nos vemos por aí Angela. Você sabe aonde me encontrar. –

- Claro. Tenha um ótimo dia de Trabalho. –

- Você também. –

...

Durante o turno na manhã, realizo apenas atendimento Ginecológico. Hoje foi uma manhã tranquila. Mulheres se preparando para encomendar seus bebês. Outras apenas realizando exames de rotina. E assim segui até a hora do almoço.

(...)

Dr. Isabella Swan, Obstetra/Ginecologista – Sempre me pergunto o porquê eu fazer sempre isso, ler a plaquinha em cima da minha mesa. Às vezes penso que é o meu jeito de beliscar a mim mesma, e comprovar que estou realizando o meu sonho. Que é cuidar da chegada desses serezinhos mais que especiais, os bebês.

Nunca imaginei que aos 28 anos, estaria realizada, profissionalmente.

Essa realidade me deixa extasiada.

...

Sou tirada do meu devaneio. Com o barulho do telefone.

- Dra. Swan. Chegou uma adolescente, na faixa de 17 anos, desacompanhada. Em trabalho de parto. – Não consegui formar uma palavra antes de a recepcionista passar o recado.

Entro no modo Doutora Swan.

– Peça, por favor, que a enfermeira que recebeu a jovem, a encaminhe para realizar uma ultrassonografia. Verificando o estado do bebê. E que realize um breve exame na mamãe também. Estarei esperando na sala de cirurgia. –

- Encaminhado Dra. Swan. –

- Obrigada. –

Deixando o momento de reflexão de lado, rapidamente vou para a sala preparatória, e iniciando todo o processo de higienização.

Chego à sala de cirurgia junto com a nova mamãe. Ela realmente era muito jovem. Fico me perguntando o porquê de estar sozinha. Ela tem um semblante assustado. Mas não é para menos. Mulheres mais velhas, acompanhada dos esposos ou familiares, sentem medo. Imagine você estando sozinha nesse momento precioso.

Enquanto os enfermeiros auxiliares a estão preparando para o nascimento do bebê. Vou obter, com a Angela, todas as informações necessárias. Para que o nascimento corra tudo bem.

- Como estar à criança e a mãe enfermeira Angela? –

- De acordo com o ultrassom, a criança estar na idade certa para nascer, em perfeita condições para nascer em parto normal. A mãe, mesmo sendo jovem também se encontra em perfeito estado. – ela me responde.

- Muito bem, assim a chance de risco é mais remota. – Digo enquanto caminho para perto da mamãe, como Angela me acompanhando. – Como estamos de dilatação? –

- Oito centímetros Dra. Swan. – Angela responde.

- Estamos quase prontos. – falo quando chego perto da jovem. – Boa tarde senhorita. Chamo-me Isabella Swan, irei acompanhar a chegada de seu bebê. Qual é o seu nome? – Sempre gosto de conhecer meus pacientes, sejam elas mamães que acompanhei a gestação ou “emergências”, como no caso da jovem.

- Sarah, me chamo Sarah. – Ela respondeu um pouco ofegante, e suada.

- Muito bem Sarah. Não precisa se preocupar, seu bebê está bem. Assim como você. Se você sentir qualquer desconforto, não tenha medo de me avisar. – ela apenas balança a cabeça concordando.

- Dez centímetros Dra. – Angela fala depois de alguns minutos.

- Vamos iniciar. – falo ao me posiciona. – Vamos começar Sarah, quando eu pedir para empurrar, inspire fundo e logo faça força o.k. – após eu dá a instrução para ela, que apenas balança a cabeça concordando, uma contração inicia. – Agora Sarah, empurre.

Sarah faz o que peço. Seguimos nesse ritmo durante alguns minutos. Até que as 1:45 pm, escuto o som mais lindo do mundo. O choro da pequena preciosidade. Um chorinho que aquece o meu coração.

- É uma linda menina, Sarah. – falo ao chegar perto de sua cabeça, e lhe apresentar seu pequeno sol, enrolada em uma manta do hospital. – Aqui mamãe, apresento-lhe sua menina. – Digo ao entregar seu pequeno pacotinho.

- Ela é linda. – fala Sarah encantada.

- Sim, uma linda garotinha. – Respondo ao olhar para aquele bebê lindo. – Agora se você me permite, irei levar seu bebê para fazer todos os exames necessários. – comunico ao levar e entregar sua filha para Angela.

- Tudo bem. –

- Agora vão lhe acomodar em um quarto, em alguns minutos sua filha vai está com você. – Afasto-me de Sarah, em direção a Angela novamente. – Enfermeira Angela, quando você terminar os testes, leve a menina para o quarto da Sarah, e preencha a ficha dela. Descubra se tem alguém que ela deseja chamar. –

- Irei fazer isso Dra. –

- Obrigada Angela. –

Sigo para a sala preparatória, e me apronto para continuar meu expediente.

Por ter sido um parto relativamente rápido, o meu horário da tarde não sofreu muitas alterações. Apenas 15 minutos de diferença do meu horário normal.

(...)

Ao finalizar meu expediente resolvo que, antes de ir para casa, irei passar no quarto da Sarah e ver como ela estar.

Ao chegar no quarto 87, bato na porta e peço licença para entrar.

- Entre. – ao escutar a permissão de Sarah, entro.

- Boa tarde de novo Sarah. Como está se sentindo? – chego perto e a vejo que esta dando de mamar a sua filha. Quando sento ao seu lado, na cadeira disponível. Reparo que ela tem um olhar encantado e ao mesmo tempo triste. Fico preocupada com esse olhar distante.

- Estou muito bem Dra. Swan. –

- Fico feliz em saber disso. Perdoe-me a minha intromissão. Mas esta tudo bem com você? Não me refiro a você especificamente falando, e nem a sua linda filha. Eu sinto que você está preocupada com algo. E gostaria de ajuda-la se assim você desejar. – ela levanta o olhar assustada, como se estivesse com medo, mas rapidamente abaixa o olhar novamente.

- Eu estou bem. Agradeço a preocupação. – nesse momento sua filha termina de mamar. Ao se prepara para por sua filha para arrotar. Atrevo-me e peço para fazer isso.

- Se me permite de novo Sarah, deixe-me fazer isso para você. –

- Claro. – diz ao me entregar sua princesa.

Ao receber aquele pacotinho minúsculo nos braços, sinto meu corpo aquecer de novo. E uma emoção genuína me preenche. E isso me leva a imaginar, como seria se ela fosse minha própria filha.

Enquanto faço os movimentos delicados, na sua pequenina costa, inicio uma conversa com Sarah.

- Então, você já tem um nome para ela? – pergunto para me distrair mais uma vez dos meus tristes pensamentos.

Sarah ao levantar a cabeça e olhar para mim, mais uma vez vejo aquela tristeza dentro de seus olhos, porém como na primeira vez, logo abaixa o olhar.

- Ainda não decidi. Eu estou em duvida. Pensei que quando olhasse para ela, um dos dois nomes que tenho em mente, automaticamente seria escolhido. Mas isso não aconteceu. – ela dá um sorriso triste.

- E quais são os nomes que tem em mente? – pergunto genuinamente curiosa.

- Beatriz ou Alexa. – diz pouco entusiasmada.

- São nomes lindos, agora entendo o porquê da duvida, é realmente difícil escolher. – sou tirada da conversa pelo lindo choro da pequena.

- Ohh... O que foi lindinha? – olho para ela e vejo aqueles lindos olhos, com gotas de lagrimas, são de cortar o coração. E mais uma vez algo é puxado do fundo do meu coração, e sinto em meu intimo que não posso deixar nada nesse mundo machuca-la. O que é totalmente estranho e antiético.

Deito-a no trocador para verificar se está sequinha. Descubro que o choro é devido ao seu primeiro cocô.

- Não se preocupe linda, a tia Bella vai deixar você limpinha. – converso com a linda princesa, enquanto troco sua fralda.

- Você é mãe Dra. Swan? – sou tirada da minha conversa baixinha com a Beatriz ou Alexa.

Essa pergunta me leva novamente há três meses, quando pensei que finalmente teria meu próprio bebê. Em momentos como esse é impossível evitar que a tristeza volte.

- Não Sarah. Infelizmente não sou. – mesmo tentando, não consigo evitar que a tristeza sai na minha resposta.

- Aaaa... me des - desculpe pela pergunta. É que eu reparei que você tem muito jeito com bebês. – ela respondeu totalmente envergonhada.

- Não se preocupe, sua pergunta me lembrou de algo triste. Mas não é sua culpa, é apenas o destino. –

Ao entregar seu lindo pacotinho rosado, vejo-a me olhando com olhos interrogatórios. Não sei por que, mas acabo falando o que me aconteceu.

- Eu perdi meu bebê há três meses, eu estava com um mês de gestação. – sorrio para tranquiliza-la quando ela arregala os olhos espantados.

- Oh meu Deus, me perdoe. Não poderia imaginar isso. – seu rosto fica rosado, denunciando, o quanto ela está envergonhada.

- Como eu disse. Não se preocupe. Apenas estou seguindo em frente. Quando estiver pronta, tento de novo. – Digo ao me levantar novamente da cadeira ao seu lado, só que dessa vez para ir para minha casa. – Vou indo Sarah, vim apenas para ver como você e seu bebê estavam, acredito que amanhã você já terá alta. Mas isso quem vai decidir é o pediatra. Porém seu parto foi tranquilo, não existe motivo para lhe segurar mais dias aqui. Não a verei novamente. Então desejo a você e sua princesa um primeiro ano muito abençoado. – despeço-me ao caminhar para a porta. – Ah, ia esquecendo. Mais tarde, acredito que as 9:00 pm, mais ou menos, uma enfermeira vai vir buscar a sua filha. Não se preocupe, é um procedimento normal, é para que você possa descansar bem, aproveite essa noite de sono mamãe. – digo sorrindo. - Tenha uma boa noite. – Despeço-me mais uma vez, e vou para casa.

- Boa noite Dra. Swan. – a escuto sussurrar antes de fechar a porta.

Sem saber o motivo. Algo puxa dentro do meu coração, de uma maneira que me deixa aflita ao me afastar de seu quarto.


Notas Finais


Obrigada por ler..
Nos encontramos no próximo capítulo...
Lembrando que as postagens serão de 15 em 15 dias..
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Eu tenho duas outras fics, e um bônus... Essa fic vai seguir a mesma premissa das outras, sem dramas monstruosos, se tiver vai ser coisa leve...
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Até mais
Beijos..


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