História Mi Vida Eres Tu! (SasoDei)Hiatus - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Personagens Personagens Originais
Tags Canibalismo, Estrupo, Gaanaru, Sasodei, Sexo, Sobrenatural, Vampiro, Violencia
Visualizações 133
Palavras 1.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sei que eu falei q eu iria postar todos juntos mas não me segurei!

Me desculpem pelo capítulo pequeno, mais é que tenho pouco tempo para o escrever.
Sem mais delongas bora ler!

Capítulo 4 - Ruivo pervertido


Fanfic / Fanfiction Mi Vida Eres Tu! (SasoDei)Hiatus - Capítulo 4 - Ruivo pervertido

Gente, amanhã irei fazer um especial de aniversário do Sasori! Nesta fanfic!



Deidara


-Q-Quem está aí!? Apareça! - ordenei, tentei parecer o mais confiante possível, mas por dentro eu estava morrendo de medo.

Depois de alguns minutos de cilêncio eu ouvi os paços da pessoa se aproximando.

- Não tente parecer corajoso e confiante sendo que você está morrendo de medo. - ouvi uma voz masculina rouca e seria soar pelas árvores.

Ele se aproximou mais ainda de onde eu estava, revelando sua identidade (mistérios kkk).

Era o vampiro da noite anterior, me arrepiei com seu olhar sobre mim, me encolhi e corei. Um medo tomou conta de mim.

- Hum, você é mais lindo do que eu imaginava! - sorriu maldoso se aproximando mais e mais para perto de mim.

Por instinto eu saí da água as pressas e corri em direção a pedra onde estavam minhas roupas, vesti minha cueca é cauça correndo. Quando estava prestes a vestir minha camisa senti mãos firmes e geladas agarrarem minha cintura me virando de frente pra ele.

- O-o que pensa que está fazendo?! - bati em seu peito tentando me soltar mas ele é mais forte que eu.

Ele riu, aparentemente achando a situação engraçada ao seu ver.

- Nem se de ao trabalho! - ele se aproximou de meu pescoço e inalou o meu cheiro.

- Pare com isso! Por que está fazendo isso? - minha voz saiu fraca pelo medo.

- Por que estranhamente só posso me alimentar de seu sangue. - lambeu meu pescoço, gemi fraco e ele sorriu.

- N-Nao! De novo não! - tentei fugir, mas meus esforços foram em vão.

- Não se preocupe, vou fazer você sentir prazer para depois me alimentar. - o ruivo começou a passar suas mãos por meu corpo esposto.

Ele apertou minha cintura com mais força. Não podia deixar ele ter esse controle sobre mim, mas meu corpo não reagia como minha mente.

Dei um chute no meio de nuas pernas, ele gemeu de dor e eu me afastei dele. Corri para longe do lago, não me importando com minha camisa a única coisa que eu queria era fugir de lá.

Depois de um tempo correndo persebi que eu havia me perdido.

- Ah ótimo! Como voutarei para casa agora? - perguntei a mim mesmo. Quando ouvi um barulho. - Ah não, ele de novo não!

Mas infelizmente ou felizmente não era ele, mas sim um grande javali. Talvez o maior que já vi.

- Aí Deus! - ele me olhou e bufou correndo em minha direção. Sai correndo o mais rápido possível.

Tropecei em uma raiz e cai no chao.

- A-Ai, meu tornozelo! - coloquei a mão em meu tornozelo e olhei para o javali que corria em minha direção. Já estava preparado para morrer quando o ruivo me salvou.

Ele pulou em cima do javali o derrubando, ele atacou o animal que urrava em agonia em quanto ele sugava o sangue do animal que aos poucos se entregava a morte.

Ele se afastou do javali e limpou os lábios com a costa da mão direita, ele me olhou e andou em minha direção.

Não me afastei, apenas permaneci no lugar o olhando.

- O-Obrigado. - agradeço tentando me levantar mas caio em cima dele que me segurou.

- Você está bem? - ele perguntou me olhando com, preocupação?!

- N-nao, me tornozelo dói muito! - falei choroso.

- Deixe-me ver. - ele me sentou escorado em uma arvore.

Ele pegou em meu pé e examinou.

- Parece que você torceu o tornozelo, hum, vou ter que o colocar no lugar, vai doer, está pronto? - ele me olhou, eu assenti com receio.

Ele persebendo isso acariciou meus cabelos.

- Vou contar até três, um... Três! - ele torseu meu tornozelo de volta.

- Ahhhh! - gritei com lágrimas rolando pelas minhas bochechas. Ele se aproximou rapidamente de meu rosto e me beijou.

Em uma tentativa desesperada de acabar com a dor eu permiti o beijo.

O beijo era calmo, sua língua esplorava minha boca com curiosidade. Por impulso o puchei para mais perto, aprofundando o beijo.

Ele apartou o beijo com um gemido de dor, o olhei e pude ver sangue em sua roupa, ele Puchou um pouco a camisa e pude ver o estrago que o javali havia o feito.

- Você está sangrando! - falei.

- Não importa, vou me curar, urgh! R-rapido! - ele fez uma careta de dor.

- Não, não vai! Mas, por que? Eu pensei que vampiros se curasem. 

- Por que só com o seu sangue sou capaz de me curar. - ele me olhou com um acerto brilho de esperança nos olhos.

Pensei se eu deveria o ajudar, bom, ele me salvou e me ajudou com meu tornozelo que agradeço ficará inchado por alguns dias.

- Bom, V-Voce pode se, se alimentar. - falei com a cabeça baixa, ele me olhou com atenção. - Já que você me ajudou.

Ele assentiu e se aproximou de meu pescoço. Mas ele não me mordeu como eu imaginava, ele o beijou, chupou e me mordia fracamente. Eu tentava ocultar os gemidos mas eles saião sem minha permissão.

Ele me puxou para sentar em seu colo e por fim, me mordeu, não senti dor, muito pelo contrário eu senti um certo prazer. Depois de um tempo eu comecei a sentir dor, uma ardência fraca. Me agarrei em seus ombros, ele parou de me morder e lambeu a ferida até o sangramento sessar.

Ele se levantou e me carregou estilo noiva na floresta.

- A-Aonde está me levando? - perguntei agarrando em seu pescoço para não cair.

- Para sua casa, posso sentir o cheiro. - respondeu sem me olhar.

- Hum, qual seu nome? - perguntei ao perseber que não fazia ideia de como se chamava.

- Sasori, e você? - ele me olhou sorrindo de canto. Corei e escondi meu rosto em seu peito.

Por que tenho essas reações só com seu olhar sobre mim?!

- Deidara. - falei o olhando por fim.

- Um nome tão lindo quanto o dono. - ele riu.

- Quer parar com isso! - falei já irritado.

- Ok, ok, não irei mais cantar você. Chegamos. - olhei para minha casa que tinhas as luzes assesas.

- Obrigado por me trazer. - agradeci quando ele me colocou delicadamente no chao.

- Não precisa agradecer, mas vou lhe cobrar. - ele sorriu malicioso.

- Como!? Eu não tenho dinheiro! 

- Deidra, Deidara, Deidara, não estou falando de dinheiro. - ele se aproximou mais de mim.

- Não? Então de que? - perguntei já com medo.

- Você é muito inocente ou esta se fazendo? - ele me perguntou agarrando minha cintura com agressivodade, me arrepiei com seu toque agressivo. - Hahaha, parece que você é inocente! - tomou meus lábios em um beijo agressivo mais bom. Ele me apertou mais contra seu corpo. Eu enlacei seu pescoço com meus braços, motivo, não sei mais fiz.

Apartamos o beijo por falta de ar.

- Cada vez que eu ter que lhe salvar vou cobrar. - ele sorriu.

- Então vou tomar muito cuidado para não me meter em encrenca. - sorri.

- Não haja como se não gosta-se. - ele me olhou e eu corei e abaixei o olhar.

- Bom, já vou indo. - falei já me afastando, mas ele com uma velocidade imprecionante colocou-se em minha frente me impedindo de andar.

- Não será a última vez que nos encontraremos! - falou me olhando nos olhos.

Por um momento me perdi nesse olhos castanhos avermelhados tão profundos e cheios de mistérios.

- Será sim, pois não me darei ao trabalho de sair durante a noite para não encontrá-lo! - falei convencido e me dirigindo a minha casa quando ele me agarra pelo braço.

- Você vai sair sim, nem que eu venha lhe buscar! - me soltou por fim e sumindo em um piscar de olhos.

Eu em, cara louco.

Entrei em casa e vi minha família toda preocupada.

- DEIDARA! - todos gritaram em unisolo.

- O que aconteceu?! - minha mae me perguntou me olhando de cima a baixo. Foi aí que me lembrei que estava sem camisa.

- Eu fui atacado por um javali é na corrida esqueci de pegar as roupas, e eu também cai e torci o tornozelo. - expliquei omitindo certas partes.

- Aí meu Deus e você está bem?! - minha irme perguntou. 

Não.

-sim.


Depois de mais alguns minutos de conversa minha mãe me deu um diário, sim um diário.

Só quando eu entrei no meu quarto me dei conta do que aconteceu, eu fui tomar banho de noite, fui atacado por um vampiro, e depois por um javali, beijei várias vezes um desconhecido, eu beijei um pervertido!, Eu beijei um cara completamente louco!

Deus, eu só posso estar pirando.

Olhei para o diário que estava em cima do criado mudo.

Estou ficando louco mas, me levantei de minha cama onde estava deitado e fui até o diário. Procurei dentro de uma gaveta uma caneta e comecei a escrever nas folhas brancas, preenchendo eles com palavra do que aconteceu hoje.


Continua...?


Eu

Ola gente, só para avisar que quinta vou atualizar outra fanfic ^^ bjs e tchau!




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