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História Michael Jackson - O Sobrenatural e a Feiticeira (Ghosts) - Capítulo 20


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Notas do Autor


Boa leitura e leiam as notas finais! THANKS YOU! I LOVE VOCÊS!😍❤️…

Capítulo 20 - A Verdade - Eu o que?


Fanfic / Fanfiction Michael Jackson - O Sobrenatural e a Feiticeira (Ghosts) - Capítulo 20 - A Verdade - Eu o que?

Isabella On

Viro meu corpo para o outro lado da cama, porém sinto algo me puxando até eu colar minhas costas em algo quente e escuto um pequeno resmungo.

Era Michael. Abro lentamente meus olhos, observando que estava no quarto dele. Tiro seu braço de meu corpo e me sento, olhando para ele acima dos ombros e sorrio curto, ao vê-lo dormido tranquilo e sereno. Levanto da cama, tentando fazer o mínimo de barulho, mas foi em vão o mesmo chama meu nome.

– Bella? – O olho. Michael ainda estava abrindo os olhos. Ele umedece os lábios.

– Michael, calma… – Peço ao vê-lo tirar os lençóis. Vou até ele e acarício seu rosto. – Vou tomar meu banho e logo volto, ok? – Ele assente com a cabeça. – Precisa de ajuda para se levantar? – Michael nega com a cabeça e se senta na cama, ainda estava atordoado.

– Volto já – Beijo sua cabeça e caminho até a porta, o olho mais uma vez vendo ele ficar de pé e ir para o banheiro. Saio do de seu quarto e vou para o meu, logo entrarei no banheiro e tomei um banho um pouco demorado e após sair procuro uma roupa. Visto uma calça, uma camisa social azul e uns sapatos brancos, amarro meu cabelo em um rabo de cavalo e vou em direção a cozinha, vendo uma senhora se aproximar.

– Bom dia, em que posso ajudar? – Ela sorri gentilmente e retribui.

– Bom dia, eu só queria preparar algo para Merlin comer… – A senhora me olha meio estranha.

– Ah não, deixe que eu faço

– Por favor senhora, estou sem nada pra fazer e quero preparar um café da manhã pra ele – Peço e a mulher fica pensativa.

– A senhorita, é a esposa de Merlin? – Que?! Nós nem nos casamos! Como assim?! Fico meio sem jeito.

– Não exatamente, mas isso não importa. Somente deixe eu ajudar a senhora

– Está bem senhorita – Sorrio.

– Por favor, senhora, nada de senhorita. Somente Isabella ou Isa, como preferir – Ela assente com a cabeça.

– Isabella, me chamo Catarina. Venha – Eu a seguir até uma mesa, onde começamos a preparar o café da manhã dele. Catrina me deu a massa do bolo e ela fazia uma calda de chocolate.

– Catrina, quem mora aqui? – Pergunto chamando sua atenção.

– Bom, nesse parte do templo, só quem vive aqui é a Sra.Valquíria, Sra.Ísis, Sra.Sillyba, Sra.Pandora, Sr.Lord, Sr.Stark, Sr.Erin, – Erin? Nunca o vi todo esse tempo

– Sr.Eron, irmão de Erin e o Sr.Melin… Somente eles

– Não tem mais ninguém?

– Não. Bom, a senhorita agora, mas até agora não.

– Pensei que tivesse mais pessoas – Ela termina de com a calda e pega a forma, coloco à massa lá dentro e Catrina leva para o fogo, voltando com torradas, uvas, laranja e uma jarra.

– Pensou certo criança, porém o resto cada um tem o seu templo espalhado pelo o mundo. Pegue, faça o suco – Assenti com a cabeça e vou lavar as mãos, logo voltando. – E cada templo, protege seu povo. – A olho. – Ontem, o que você fez… Foi muito nobre de sua parte, querer ajudar a proteger o povo que não é seu… – Desvio o olhar, quando a mesma me olha.

– Eu só fiz o que era certo, Ísis, Valquíria e Merlin, me ajudaram bastante e eu só queria retribuir – Termino com o suco e ajudo ela com as uvas, enquanto ela colocava café na xícara e organizava a bandeja.

– Você é uma boa pessoa – Sorrio sem graça e a mesma estala os dedos, fazendo o bolo sair do fogo e parar mesmo na mesa. – Vamos, eu abro a porta para você – Assenti com a cabeça.

– Você está com uns quilos a mais, não? – A mesma observava minha barriga. Como? Eu estou gorda? Nesses últimos dias não tenho comido muito por causa dos treinamentos. – Mas vamos. – Dito isso saímos da cozinha, subimos as escadas e andamos pelo o corredor até chegar em sua porta. Fiquei pensando no que ela havia me dito.

– Obrigada senhora

– Disponha – Ela abre a porta e entro, vendo Catrina fechar. Ando até a mesa que o mesmo usa para fazer suas coisas. Deixo a bandeja na mesa e começo a organizar os papéis, que estavam espalhados pela a mesa.

– Depois fica reclamando que não consegue encontrar nada – Organizo e após terminar, escuto a porta ser aberta e olho para o lado, vendo o próprio. Michael vestia uma calça preta, com uma camisa branca deixando dois botões abertos, entretanto algo me chamou a atenção e quando olhei para suas mãos, as mesmas estavam enfaixadas. Úe o que aconteceu? Subo meu olhar até o seu e percebo que ele já me observava deixando-me vermelha e desvio o olhar. Ele estava perfeito.

– Você esta linda, meu bem – Sinto um arrepio intenso subir em minha nuca e fico sem graça com o seu elogio. Abaixo um pouco a cabeça.

– O-Obrigada… Ahm… Eu e Catrina, fizemos o s-seu café da manhã… – Ainda com o olhar preso ao chão, escuto seus passos vindo em minha direção. Quando me dou conta, ele já estava de frente para mim, o olho logo sendo presa por aqueles olhas cativantes.

Deveria existir uma lei contra Michael Jackson. É proibido Michael Jackson ser perfeito demais.

– Quando foi a última vez que gaguejou em minha presença?

– Eu… Não sei… – O vejo sorrir por um curto tempo e sinto sua mão em meu rosto, acariciando. Tenho que manter a merda de excitação controlada! Também, quase 1 mês sem nos tocar…

Fecho os olhos sentindo aquele ato de carinho em meu rosto. Mas não esqueci de suas mãos.

– O que aconteceu com suas mãos? – Pergunto abrindo os olhos e o mesmo tira delicadamente sua mão e passa por mim, indo até a mesa e pegando uma uva. Caminho até sua cama, começando a arrumar.

– Meu corpo… Não está acostumado a utilizar esse tanto de energia, eu fico sobrecarregado e como consequência, minhas mãos ficaram, "queimadas" entre aspas. – O olho, vendo que ele estava encostado na mesa bebendo seu café. Me desculpem… Mas P*** que p***, ô homem mais perfeito da porra! Num fode com o meu psicológico não!

Ele deixa a xícara e me olha com um sorriso dizendo: "Perdeu alguma coisa?" Sim, minha sanidade mental e meu psicológico, que você mesmo FUDEU COM ELE!

Desvio o olhar e termino de arrumar a cama e pego o travesseiro ajeitando.

– Michael…

– Hum… – Responde bebendo seu suco.

– Você me acha gorda? – O mesmo ia cuspindo o suco fora após minha pergunta. É… Acho que ele se surpreendeu.

– Que? – Exclama limpando os lábios.

– Catrina, notou que estou um pouco mais do peso – Caminho até ele ficando numa certa distância.

– Por que ela disse isso? – Pergunta comendo seu bolo.

– Não sei. – Ele me observa um pouco e puxa meu braço, fazendo eu ficar entre suas pernas e sinto seus braços entrelaçarem em minha cintura.

– Não, não está. Você esta linda, perfeita – Diz sorridente e eu ri.

– Pois nem parece. Quando acordo, pareço uma batata amassada – Ele ergue a cabeça e solta uma gargalhada gostosa em seguida.

– Assim você me mata garota – Ele continuava rindo. Ponho minhas mãos em seus bíceps e logo para. – Você é perfeita demais pra mim. Sinceramente? Gorda ou não, uma batata amassada ou não. Ainda sim, continua belíssima… Nunca vou pensar o contrário… Ainda será a mesma Bella, a minha Bella – Fiquei super sem graça e desvio. Não sabia se o olhava ou mudava de assunto. Uma de suas mãos vão até meu queixo, fazendo eu olha-lo e mordo lábio inferior.

– Repete a última frase… – Peço sentindo seu polegar em meu lábio, fazendo um pequeno contorno.

– Minha Bella… Só minha – Ele fica sério de repente e se aproxima de mim, fazendo eu apertar seus bíceps. Minha vontade era de beijar aquela boca e nunca mais soltar. Ao vê-lo aproximar seu rosto, recuo um pouco e aperto meus lábios um no outro.

– Calma Bella… Deixa eu cuidar de você… – Sem esperar nada, ele encosta seus lábios nos meus, fazendo corresponder de imediato subindo minhas mãos até seus ombros e sentindo um gostinho de chocolate. Separo nossas bocas e volto a beija-lo

– Sua boca… Tem gosto de chocolate – Digo fazendo nós dois rir. – Espera.… – O separo e pego um pouco da calda de chocolate e passo em sua boca, o beijando em seguida e aprofundando o beijo, sentindo ele me apertar em seus braços e enquanto eu tentava ao máximo me controlar, mas estava impossível!

Michael consegue despertar tudo em mim e consegue adormecer minha consciência. Nada de coerente vinha a mente, nada. Se ele soubesse o poder que tem sobre mim, eu estaria na palma de sua mão e tudo estaria perdido. Seus toques já estavam fazendo efeito.

Quando ele ia separar nossos lábios, não deixei. Segurei seu lábios inferior com os meus e mordendo, trazendo uma leve impressão que depois vou pagar por isso. O mesmo desceu sua mãos que estava em minha cintura para minha bunda, apertando um pouco forte.

Era um aviso.

Soltei. Michael troca de lugar, fazendo eu ficar encostada na mesa, segurando na madeira e apertando a mesma, sentindo Michael morder meu pescoço. Estava começando a ficar excitada. Ele olha pra mim e observo seus lábios um pouco vermelhos, por conta do beijo.

Sim, deixei vermelho.

Quase ou 1 mês sem toca-lo é sufocante. Levo minhas mãos botões de sua camisa abrindo ela e observo seu pescoço branquinho, sem marca alguma.

Quero marcar aquele pescoço todo. Abaixo a parte de cima dos ombros da camisa e o olho, levando meu rosto até seu pescoço dando chupões e mordidas, deixando algumas marcas.

Isabella Off

– Quando vamos contar? – Pergunta Valquiria. Ela realmente estava preocupada com esse feto um pouco desenvolvido e como eles reagirão diante a isso. – Porquê, Merlin quer a verdade e nós estamos escondendo algo muito grave – Ísis a olha e Sillyba, fica confusa.

– Eu não estou entendendo nada, minha senhora – Sillyba olha para as duas.

– Isabella, está esperando um herdeiro de Merlin – Valquíria responde sua dúvida, a deixando surpresa.

– Isso não é possível, ou é?

– Sim, muito possível.

– Faz exatamente 1 mês, que ela chegou… Nesse meio tempo, os dois nem trocavam olhar, muito menos dormiram no mesmo quarto – As duas olham para Sillyba.

– Porém, eles se relacionaram quando estavam vindo para cá, no navio – A loira nega com a cabeça, não acreditando nessa possibilidade.

– Mas isso, foi a mais que 1 mês certo? Como ela…?

– Atraso – Responde Ísis. – Digamos que por sua idade, Isabella teve um atraso nos sintomas e eles estão aparecendo agora

– Mas-…

– Sillyba, chega. Aceite o fato que ela está grávida dele e para de criar mais dúvidas. Você precisa, esquecer Merlin e lembrar que aquele homem que está com ela… Não. É. O. Merlin. Por quem você se apaixonou – Valquíria vai até ela. – Isso vai só machucar você

– Valquíria tem razão Sillyba. – A mais velha concorda e põe a mão na testa. – Valquíria, vá chama-lo

– Mas-…

– Ele não quer a verdade? Então que ela seja dita. – A de cabelos ruivos assente com a cabeça.

– Como quiser, com licença – Ela se retira e Sillyba, leva seu olhar até a morena. Suspeitando de algo.

– O que a senhora, vai dizer?

– A verdade.

(…)

Já no quarto, Michael e Isabella estavam na cama dele tendo relações. Michael estava por cima dela, beijando seus lábios enquanto ela gemia baixo entre os lábios dele. A garota se apóia nos ombros dele e troca de posição, ficando por cima e beijando os dele com urgência enquanto ele passava suas mãos nas costas dela e descia até a bunda dela, que estava coberta pelo o lençol.

– Meu deus… – Exclama Isabella mordendo seu lábios, sentindo Michael trocar novamente de posição e se movimentar lentamente dentro dela enquanto ela apertava os braços do mesmo.

– Bella, você… É tão gostosa… – Ele a olho em seus olhos e sorrir, logo fazendo força na seguinte invertida, fechando os olhos e abrindo em seguida vendo que a pequena iria abrir a boca para gemer, o mesmo tapa sua boca com sua mão e ela fecha os olhos. Era impossível não gemer com os movimentos lentos e precisos de Michael, se eles estivessem sozinho naquele lugar pode ter certeza, que Isabella não limitaria os seus gemidos.

– Espera… – Pede arqueando suas costas para cima e tirando suas pernas do tronco dele.

– O que foi?… – Questiona ofegante. Michael põe suas mãos nas costas da garota e subindo para seus ombros, levando seu lábios até aquela região e beijando em seguida.

– Michael, que horas são?… – Ele olha para o seu relógio de pulso.

– Umas 11…

– Michael, nós passamos muito tempo aqui. Eles vão estranhar…

– Deixa eles. É a primeira vez em 1 mês que estou me sentindo muito bem, que estou com você e tocando sua pele com a minha… Então, não estraga minha felicidade! – Isabella começa a rir do mais velho, vendo o mesmo fazendo um biquinho fofo.

– Você é uma criança… Isso chega a ser fofo

– Eu sou uma criança agora? – Pergunta entrando e saindo lentamente. Tá até aí, ele não é uma.

– Uhum… Michael, não seja malvado… Acaba com isso… – Ela o abraça, sentindo as mãos dele em sua cintura.

– Só se você me deixar no controle… Que acha? – Michael a beija, acariciando seu rosto.

– Está bem. Ok… Mas não para… – Ele sorrir parando em seguida.

– Fica de quatro… – Pra eles era uma nova posição, que Michael queria muito testa-la e nada melhor que agora. Isabella assente com a cabeça e logo faz o que ele ordenou, empinando um pouco.

– Isso… – Michael fica de joelhos e direciona seu falo até a entrada dela, passando somente a cabecinha de seu pênis, fazendo ela sentir o sangue em seus lábios pela a mordida que a mesma deu.

– Acaba logo com essa merda… – Ele retira, deixando ela frustada. – Porra! Por que tirou? Disse pra não para! – Michael sorrir.

– Então, modere seu tom de voz comigo e o que eu disse, sobre sua boquinha suja? Hum? – Ele bate de leve na coxa dela, fazendo ela fechar os olhos.

– Perdão Michael… – O mais velho respira fundo.

– Pede com carinho, que darei o que você tanto deseja… – Ela o olha.

– Por favor…

– Por favor, o que? – Ele direciona seu pênis nela, apertando seus lábios.

– Por favor, Mike… Me foda agora, sem mais demora… – Michael beija as costas e segue até a orelha dela.

– Boa menina – Ele segura os cabelos dela e a penetra, escutando um gemido da mesma e vendo ela apertar os tecidos da cama, fazendo ele jogar a cabeça pra trás. Michael continua com as investidas fortes e rápidas, deixando Isabella louca de prazer.

– Michael… Isso é tão bom… – As palavras escaparam de sua boca, porém Michael não prestava muito atenção. Ele estava querendo descontar seu prazer em algo, entretanto não queria machucar Isabella. Com certeza ele se arrependeria depois.

Beijo. Preciso beijar ela…

Não tardou em fazer isso, ele pegou no queixo dela e a beijou, ainda continuando com as estocadas. Mas foi somente umas 2 estocadas, para Isabella se entregar e baixar a cabeça sem forças, sentindo suas pernas bambas e suas contrações na intimidade dele. Michael ainda queria se aliviar, porém viu o estado de Isabella e parou. Ele beijou as costas dela e se levantou da cama com ela no colo, caminhou até a parede e a encostou alí, dando continuidade.

Isabella ainda gemia baixo, mordendo seus lábios e fechando os olhos. Nisso tudo, deu tempo de Isa, gozar pela a segunda vez e Michael acabara de alcançar o seu orgasmo. Ele geme o nome de Isabella e beija em seguida, colando suas testas. Isabella ri fraco acompanhada por Michael em seguida.

Ela sentia seu coração disparar ao ver o sorriso dele.

Ele a leva para a cama e a deita, logo deitando em seguida e cobrindo seus corpos. Eles se deitam de lado e ficam se encarando segurando a mão um do outro e brincando com elas.

– Desculpe, por bater em você. Eu te machuquei, meu bem?

Como ele é tão diferente daquele Michael minutos atrás. Como ele pode ser tão controlador numa hora e fofo na outra…

– Hum? – Ele chama sua atenção, fazendo Isabella acorda de seus devaneios.

– Desculpa, eu não prestei atenção – Ele se aproxima mais um pouco dela.

– Você me perdoa por bater em você?… Eu não tive intenção… – Michael baixar o olhar e Isabella sorrir.

– Michael, não precisa pedir. Eu que permitir você fazer isso, eu nem reclamei nem nada. – Ela lhe dá um selinho.

– Te machuquei? – Nega com a cabeça.

– Eu que te machuquei, deixei seu pescoço vermelho… – Ele ri e toca em seu pescoço.

– Está tudo bem… Assim vou lembrar, que tenho você como dona – Os dois rirem e Isabella coloca sua mão no rosto dele. Eles ficam se encarando por um tempo, até Michael se aproximar e beijar os lábios dela, em fração de segundos Isabella, sentiu seu coração palpitar rápido.

Isabella se perguntava se era possível amar alguém que conheceu a quase 2 meses. Será que era? Ela se sentia bem ao estar com ele, ficava feliz quando ele sorria pra ela, sentia um ciúmes devastador por Sillyba, sentia-se a mulher mais sortuda por tê-lo, sentia-se mais próxima dele agora e queria estar com ele a todo momento. Se não era amor, então o que era afinal de contas?

Foi quando por impulso, ela iria dizer as seguintes palavras;

– Michael, eu te am-… –  Pela má sorte, Isabella é interrompida por batidas na porta, que ecoavam pelo o quarto. Michael olha pra porta.

– Merlin? Está ocupado? – Era Valquíria. Ele pensa em algo para dizer.

– Sim, estou. O que aconteceu?

– É Ísis, ela está te chamando agora – Isabella o olha.

– Já estou indo – Diz se levantando, enquanto Isabella xingava a si mesma mentalmente.

– Está bem – Valquíria assente com a cabeça e com passos lentos, caminha pelo o corredor. Michael pega um lençol cobrindo sua cintura e vai até o banheiro se olhando no espelho e observando seu pescoço que estava marcado.

– Oh, o que você fez com o meu pescoço Isabella! – Exclama rindo, passando a mão naquela região. – Inacreditável – Ela se levanta e caminha até o banheiro, encostando seu corpo coberto na porta.

– Eu? Nada. – Ela sorrir e entra no local, indo até ele e o abraçando por trás, passando sua mão pelo o peito dele. – É só vestir algo que cubra – Diz beijando as costas dele.

– Danadinha – Michael rir ao ver o sorriso sapeca de Isabella. Ele se vira e segura a cintura dela, beijando seus lábios. Será que pergunto o que ela ia dizer naquele momento? Ele separa seus lábios e a olha.

– Vou tomar um banho – É melhor esquecer…

***

Após tomar banho e se vestir, ele sai do quarto esbarrando com Isabella.

– Vem cá, você pode até se arrumar mas nem tanto né? – Ele sorrir e beija a testa dela.

– Deixa de ser ciumenta – Isabella sorrir.

– Que ciumenta o que?

– Você é ciumenta e eu adoro isso – Ela o empurra fazendo ele rir. – Ei, você não precisa ir para o treinamento. Deve descansar

– Eu estou bem. Preciso ir, aliás depois tenho que ir a cidade. Você me acompanha? – Pergunta mordendo o canto de seu lábio e segurando no casaco dele. Michael abaixa o olhar.

– Eu… Eu não sei Bella… – Isabella se afasta dele cruzando os braços.

– Eu sei que é sua vida e tal, mas faz tempo que não saímos pra algum lugar ou ficamos sozinhos

– Espera, olha eu sei que vou estar ocupado mas prometo fazer até o impossível para ir com você, ok? – Ele segura as mãos dela e a puxa para perto de si. – Hum? – Michael beija sua bochecha e a mesma assente com a cabeça.

– Nós vemos mais tarde, eu vou atrás de você – Ele a abraça e se despede indo ao contro de Ísis e Valquíria. Ele passa pelo o corredor e desce as escadas indo para a sala do trono, onde se encontrava Ísis, Valquíria, Sillyba, Eron e Erick.

– Bom dia – Ele se curva e logo se endireita, recebendo saudações daqueles que estavam de pé. – Aconteceu algo?

– Não. Nada. – Responde Ísis. – Vou lhe contar a verdade que você quer tanto saber, já está na hora – Michael olha para Valquíria que estava aparentemente nervosa, algo que não é comum de se ver em Valquíria. – Você merece saber

– Ainda bem, porquê…

– Mentimos para você – Ela interrompe sua fala, deixando ele confuso.

– C-Como assim?… – Valquíria também fica confusa, se perguntando do que será que Ísis irá falar.

– Nada, absolutamente, nada acontece se você descobrir sua história passada – Valquíria arregala os olhos.

– Ísis, não era isso que você…!

– Decidir lhe contar – Ela interrompe Valquíria. Sillyba olha para Michael. – Michael Joseph Jackson, nasceu no Condado de Santa Bárbara, filho único. Seus pais morreram quando tinha apenas 12… – Ele abre sua boca mas nada sai.

– Ísis! – Valquíria se vira pra ela.

– Com 18 anos, decidiu dar aulas de canto e de música para as crianças local, era conhecido por lá como Maestro. – Michael começou a sentir dor de cabeça, logo levando sua mão até a testa. – Aos 19 se casou, teve dois filhos. Um menino e uma menina, Harley e Riley. Adorava cantar, compô e brincar

– Para! Tá machucando ele! – Exclama Sillyba ao ver que a dor dele piorou enquanto reclamava da dor.

– Você devia dinheiro para um homem, ele foi atrás de você. Nisso tudo acabou tendo um incêndio – Valquíria a olha com reprovação. – Nesse incêndio sua esposa, Scarlet, morreram junto com seus filhos e você só está vivo, por causa de Valquíria – Com um pouco de dificuldade olha para a mesma.

– Por que não os salvaram?! – Grita, se ajoelhando com as dores. Logo uns flashes rápidos de quando criança até o dia citado, vem a sua cabeça.

– Não tinha como, eles já não tinham saída – Eron e Erick vão até ele, tentando o segurar, porém o mesmo empurrar os dois.

– Como deixaram meus filhos morrerem?! – Ele vai direção de Ísis e a segura pelo o vestido assustando a mesma. Valquíria e Sillyba olham aquela cena horrorizadas.

– Não tivemos escolha! – Uma raiva gigantesca e anormal, habita nele, fazendo ele aperta o tecido e seus olhos começam a ficar pretos como as trevas. Ísis observa as sombras se aproximarem dele.

– Não tiveram nem um pouco de consideração com minha família por eu ser o maldito escolhido!

– Merlin! – Grita Eron, correndo na direção dele e o pegando pelo o casaco, jogando Michael para longe de Ísis.

– Olha o que você fez Ísis! – Valquíria vai na direção de Michael. Ele se levanta e a olha, correndo na direção dela. Em seu pensamento só queria esganar Ísis por isso, as trevas estavam fazendo a cabeça dele.

Valquíria ergue o braço chamando sua lança, que logo chega e a mesma segura. Michael para de correr e ela tenta bater o lado da madeira nele, porém ele segura e a puxa, dando um chute na barriga dela.

Eron e Erick, correm na direção dele com suas espadas em mãos.

– Não o machuquem! – Pede Sillyba. Eron dá um salto, o distraindo, Erick continua correndo e se abaixa pegando mas pernas dele e o derrubando no chão. Eron que já estava no chão, segura os braços dele e o mais novo, a cabeça dele. Valquíria se levanta e caminha até ele. O mesmo sorria de um jeito assustador ainda mais com os seus olhos pretos, fazia ser um pouco mais assustador.

– Ora, ora… – Sua voz saiu grossa e meio pesada. Ali não era Michael. – Parece que o seu precioso ESCOLHIDO está do nosso lado e só falta pouco para ele ceder. – Valquíria cerra os punhos. – Que coisa feia Ísis, esconder algo tão importante assim dele – Ísis se levanta de uma vez, ao escuta-lo.

– Deixa ele! – Diz Sillyba e ele não dá ouvidos.

– A garota! A garota que tanto protegem, deveriam ter medo da própria. O que ela carrega dentro de si, é um demônio sem escrúpulos, sem sentimentos e sem alma… É ela quem vai mudar tudo, que vai trazer os mortos a vida, a que vai levar todos ao inferno! – Ele se cala com um soco que Valquíria dá em seu rosto.

– Cala boca! – Ela grita com ele que estava de cabeça baixa, aparentemente desacordado.

– Merlin! – Sillyba vai em direção a ele e segura seu rosto. – Merlin? – Ela o chama sem respostas, deixando Ísis preocupada. – Michael?! – Ele move levemente a cabeça e abre os olhos, deixando todos aliviados. Principalmente Sillyba.

– Graças aos Deuses – Diz Valquíria com uma mão na cintura.

– Sillyba? – Ele a chama e a mesma o abraça ajoelhada. Os homens o soltam. De seus olhos caíam lágrimas, que rolavam pela a sua bochecha e caia no chão. Michael a abraça forte, deitando sua cabeça acima dos bustos dela e funga seu nariz.

– Está feliz Ísis? – Pergunta Valquíria. Ísis se senta em seu lugar e suspira. – Sillyba, o leve para um lugar onde possa se acalmar – Ela assente com a com a cabeça e se levanta junto com Michael, o levando para um outro lugar. – Eron, Erick por favor saíam

– Está bem, com licença – Eles saem e ela se vira para Ísis.

– Olha no que você quase provocou! Seria melhor ter dito sobre aquele assunto.

– Eu tinha tudo sob controle, não imaginava que iria ser grande o impacto

– Tá falando sério? Saber que a família morreu e que teve dois filhos, algo que ele sempre quis, não iria ser um grande impacto? A gravidez de Isabella seria a melhor opção! – Diz em um bom e auto tom…

– Eu o quê? – Para que Isabella escutasse. Valquíria e Ísis se assustam. A garota se aproxima e a mulher de cabelos vermelhos a olha.

– Isabella…? Não é isso que vo-…

– Eu escutei perfeitamente Valquíria. Não adianta mentir. – Ísis se levanta. – Como assim, eu estou grávida?

– Isabella, não é…

– Não adianta mentir Ísis, a garota já escutou – Diz Valquíria.

– Como isso aconteceu? – Pergunta ela a si mesma. Como isso é possível? Eu e Michael não… Ah não, não nos prevenirmos! – No navio, no banheiro, no hotel e… Agora… – Valquíria e Ísis arregalam os olhos ao escutar os lugares onde eles se relacionaram.

– Espera, você não esperava por isso? – Valquíria questiona e Isabella nega com a cabeça. – Vocês se relacionaram muitas vezes e em nenhuma delas se preveniu, então estava óbvio que isso ia acontecer algum dia

– O que eu vou fazer? O que direi para meus pais?… – Ficava andando de um lado para o outro. – Por isso os mal estar, desmaio, desejos e a crítica da minha barriga… Como sou idiota de não perceber antes!

***

– Você se lembra desse lugar? – Sillyba pergunta a Michael que estava sentado borboleta no gramado com a cabeça baixa. Estava triste.

– Por que mentiram? – Ele pergunta baixo. – Vocês não tinham direito…

– Merlin, eu não sabia dessa sua história. Só sabia que você do Condado e que dava aula de música, nada mais. Ísis, disse que não podíamos abrir a boca e eu somente obedeci, mas entenda ela… Ela…

– Não justifique! – Ele levanta a voz. – Eu não devia ter saído de minha casa, deveria ter ficado lá – Michael se levanta, começando a caminhar para longe.

– Michael! Michael! – Ele não dá ouvidos e em um passo de mágica, some deixando Sillyba preocupada.

Condado de Santa Bárbara

Michael estava no mesmo local que Ísis lhe dissera onde morava. Ele caminha pelo o gramado e olha para cada canto, observando. Ele caminha perto de uma árvore e uma lembrança chega a sua mente.

– Desce daí papai! – Grita a menor ao ver seu pai pendurado de cabeça para baixo num galho da árvore, sorridente.

– Vem Riley – Ele a chama esticando seu braço para que ela pegasse. Michael olha para o seu "Eu" do passado e para a garotinha.

– Eu não vou cair, certo papai? – Michael sorri curto. Seu "Eu" do passado nega com a cabeça.

– Claro que não vai cair, eu vou te segurar bem firme. Vem não tenha medo – Riley estica sua mão e segura de seu pai, logo sendo puxada e o mesmo se senta no galho.

– Viu? Não deixei cair – Ele beija a testa dela. Michael caminha mais pra frente vendo outra cena.

– Chegamos! – Seu "Eu" abre a porta e entra junto com as crianças que carregavam uns pedaços de lenha. Logo uma mulher com cabelos negros aparece na sala sorrindo ao ver o estado deles.

– Olha só pra vocês, estão sujos – Cada um olha pra si mesmo e apontam um para o outro.

– Foi o Harley que sugeriu que fôssemos pelo o mato! – O mais velho acusa o menor.

– Foi o papai que disse que ia ser divertido! – Agora os dois menores acusam o mais velho fazendo a mulher rir.

– Vão se lavar porquinhos! Vão! – Eles deixam as madeiras num local saem correndo para o rio. Michael rir e caminha mais pra frente, vendo uma aglomeração de crianças.

– Ei ei ei! – A sua voz chama a sua atenção e se aproxima mais. – Eu vou ensinar a cada um, porém vamos nos organizar, ok? – Todas assentem com a cabeça.

– Mas Maestro, precisamos pagar? – Um garotinho pergunta e o seu "Eu" sorri.

– Não. Vai ser gratuito, o que acham? – Todas gritam eufóricas. Michael escuta um grito estridente e olha para o lado vendo uma casa incendiando. Ele corre e se aproxima. Vendo a sua mulher e filhos dentro dela, seu "eu" estava quebrando a janela e quando ia ajudar sua família as madeiras caem impedindo. Logo ele escuta a porta sendo aberta tendo a visão de Valquíria e a mesma pega o corpo do seu "Eu", ela olha para a mulher e Scarlet a olha.

– Eu vou te ajudar senhora, onde está as crianças? – Pergunta Valquíria

– Não! Leve-o – Michael sentiu suas lágrimas querer saírem ao ver a cena em que sua mulher se sacrifica por ele. – Leve Michael, salve-o! – Scarlet grita para a mulher de cabelos vermelhos. Sem ver muita opção, Valquíria o leva.

– Não! – Michael grita ao ver ela ir embora com seu corpo e a casa desmoronar.

As imagens somem, fazendo ele cair de joelhos e começar a chorar. Era uma informação muito forte para ele, ele mal conseguia ficar de pé.

– Por quê? Por quê Merlin? Por quê eu que tinha que ser o escolhido! Por quê?


Notas Finais


FALA GALERINHA DO MAL! BLZ?

Voltei com um capítulo, pra mim esse capítulo é muito pouco mas o que importa é que eu fiz e eu não queria fazer vocês esperarem mais😘

Aquele capítulo de 8 mil e tal, pser desisti dele e fiz esse. Não queria perder mais tempo.

Vou ficando por ali e vou deixar uma pequena recomendação de uma fic nova que estou trabalhando, eu e um amigo estamos trabalhando nela

Link: https://www.spiritfanfiction.com/historia/o-amigo-do-meu-amigo--imagine-jikook-18770471


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