História Michael, inocência e sangue (em revisão) - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anticristo, Bruxas, Crianças Psicopatas, Depressão, Homicidios, Inocencia, Morte, Rituais, Sangue, Suspense
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Palavras 1.674
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Capítulo III - Um natal sangrento parte 1


Fanfic / Fanfiction Michael, inocência e sangue (em revisão) - Capítulo 3 - Capítulo III - Um natal sangrento parte 1

13 OUTUBRO,2004

  Enquanto Cordelia está comendo, sua mãe, Ana, está lendo um livro e sua filha, Luana, tomando banho. Cordelia se levanta, leva o prato para a pia e começa a se sentir mal, ao sentir forte dores, se senta na cadeira e começa a gritar de dor. Ana rapidamente chega lá e logo em seguida vem Luana.

- E-eu acho que tá nascendo! – Gagueja Cordelia com dificuldade. – Tá doendo muito! Mãe! Liga pra ambulância, eu não vou aguentar!

- Não dá tempo filha, vamos ter que fazer o parto aqui, respire fundo. Luana, corra e pegue alguns lençóis e almofadas enquanto eu a deito aqui na mesa. – Fala Ana ajudando a filha a deitar sobre a mesa e tirando a saia dela, enquanto Luana assente e pega o que ela pediu.

 Depois de voltar em segundos, Luana ajeita os lençóis e as almofadas para que sua mãe se sinta confortável e segura em sua mão. Quanto mais Cordelia grita, mais coisas acontecem ao seu redor, as luzes apagam e os eletrodomésticos explodem.

- Luana! Pegue algumas velas! Não consigo enxergar direito, tá muito escuro! – Grita Ana.

 Luana imediatamente localiza a caixa de fósforos e acende um, ela abre a gaveta e pega algumas velas, a acendendo logo em seguida, levando de duas em duas e põe ao redor da Mãe. A cada grito que Cordelia dava, as chamas ficavam mais violentas e maiores, revelando um semblante que Luana estranhou, um semblante maligno.

- O que está acontecendo? – Grita Luana confusa.

 Depois de minutos agonizantes, um silencio toma conta da casa, as chamas das velas ficam tranquilas e as luzes acendem, um choro de bebê é escutado.

- Você é muito especial, querido. – Fala Ana enrolando o bebê em um lençol.

- Deixa eu ver o meu bebê. – Geme Cordelia fraca, tentando manter os olhos abertos enquanto sente suas forças saírem de seu corpo.

 Ana apenas ignora e leva o bebê para o quarto. Cordelia olha nos olhos de Luana e solta um último suspiro, se entregando completamente para o abraço gelado dá morte.

- Mãe? Mãe? Mãe?! – Grita Luana chorando sobre o corpo da mãe.

- Você é a criança mais especial do mundo, não vou deixar que toquem em você. – Fala Ana pondo seu neto em um berço no quarto.

- Essa coisa matou minha mãe. – Fala Luana fora de si.

- Você não vai tocar nele! ele é grandioso! – Fala Ana com um brilho no olhar.

 Luana pega uma faca e ataca Ana que se desvia, uma força sobrenatural faz Luana se chocar contra a parede. Ana olha para seu netinho e sorrir ao ver seu pequeno sorriso.

- Um dia todos irão se curvar a você. – Fala Ana sorrindo.

23 DEZEMBRO,2015

Ben e Michael entram no carro e seguem para o shopping, enquanto o seguinte pensamento passa pela cabeça de Michael:

"Meu primeiro natal fora daquela prisão, com uma família de verdade, amanhã conhecerei os meus novos tios, tias, avôs, avós, primos e primas. Ontem à noite matai meu desejo por sangue e carne humana, acho que posso aguentar ficar hoje e amanhã sem essas duas coisas preciosas para mim. Afinal, amanhã tenho que me comportar, não posso deixa que eles achem que sou um selvagem. Papai está me levando para comprar roupas no shopping, nunca fui em um, e estou muito ansioso para chegar lá.”

- Filho, esse é o shopping, além de comprar suas roupas, vou comprar alguns presentes para o natal. – Fala Ben parando o carro.

- Uau, é imenso. – Fala Michael maravilhado. – Obrigado pai.

 Ben e Michael saem do carro e entram no shopping, o mais velho leva o mais novo para várias lojas e compra varias roupas e presentes. Ao saírem do shopping e irem para o estacionamento, uma mulher que estava passando olha para Michael e então seu semblante mura completamente.

- Demônio! – Grita a senhora apontando para Michael. – Senhor, afaste-se dele! Ele vai matá-lo e matar toda sua família! Ele tem fome de dor e sofrimento!

  Michael olha para ela e se controla para não se descontrolar, em vez de atacar ela brutalmente, ele começa a chorar.

- Vamos, filho, não de atenção a essa louca! – Fala Ben lançando um olhar mortal para a mulher e pegando no braço de Michael.

Os dois entram no carro, enquanto a mulher faz o sinal da cruz.

- Eu posso ver em seus olhos todas suas vítimas! – Fala ela por último.

  Ben e Michael chegam em casa, e, ao chegarem, Michael vai paro o quarto correndo, fazendo Emily estranhar.

- O que aconteceu? – Pergunta Emily confusa.

"Gostei do shopping, mas só não gostei de uma coisa, daquela velha que gritou comigo, hoje farei uma visita para ela.” Pensa Michael ao subir para o quarto.

- Primeiro, um atendente de uma loja de pets expulsou eu e o Michael alegando que os animais estavam assustados com a gente, depois no estacionamento, uma mulher apareceu gritando que ele era o demônio e coisas absurdas do tal. – Fala Ben inquieto.

- Que absurdo! Quem era ela? – Pergunta Emily com raiva.

- Não sei, mas se ela aparecer de novo, vou mandar prende-la!  – Fala Ben com semblante sério.

- Coitado do Michael, considerando tudo que ele passou, deve ser difícil aguentar desaforos de uma mulher completamente perturbada! eu vou falar com ele. – Fala Emily suspirando.

- Tá bom, amor. – Concorda Ben.

 Emily sobe e vai para o quarto de Michael, ela vê a porta entreaberta e Michael sentado na cama.

- Michael? – Pergunta Emily batendo de leve na porta entreaberta, tirando Michael de seus pensamentos.

- Oi, mamãe. – Fala Michael com um sorriso triste.

- Posso falar com você? – Pergunta Emily sentindo a tristeza do filho.

Michael sinaliza um “sim” com a cabeça.

- Seu pai me disse o que aconteceu no shopping, como você está com tudo isso? – Pergunta Emily se sentando ao lado de Michael.

- Triste, aquela senhora me fez lembrar das freiras do orfanato, elas me chamavam de nomes horríveis, me deixavam sem comida, me . . . me batiam. – Fala Michael começando a chorar.

 - Ai meu deus! – Fala Emily abraçando Michael. – Isso nunca mais vai acontecer! eu te prometo!

 Mais tarde naquela noite, quando todos estão dormindo, Michael sai escondido e pela sua intuição, consegue localizar a casa da senhora. Ele olha para a tranca da porta e ela automaticamente cai no chão, ele abre a porta e encontra a senhora na cozinha, lavando os pratos.

- Lembra de mim? – Pergunta Michael, fazendo a senhora levar um susto.

- Demônio! – Grita a senhora assustada pegando o crucifixo da parede e apontando para ele.

 Michael se aproxima lentamente da senhora e a cada passo que dá, ela fica mais assustada e tremula. Ao chegar perto o suficiente do crucifixo, ele dá um tapa na mão dela, jogando o crucifixo para longe. Ele faz um movimento para a direita com a mão, fazendo uma força sobrenatural jogar a mulher contra a parede, ele faz outro movimento, mas dessa vez para a esquerda, a mulher é jogada contra as prateleiras, por último, Michael olha para os facões do porta-faqueiro e eles imediatamente voam contra o corpo da senhora, a matando.

  Ao voltar para casa, Michael começa a pensar sobre o que descobriu hoje, sobre ter descoberto seus dons da telecinese e da clarividência, isso é de grande ajuda para ele, mas também pensara sobre amanhã, sobre como tem que se comportar, visto que amanhã é véspera de Natal e vai conhecer vários parentes novos.

   Na véspera do natal, vários membros da família chegam na casa dos Dorkus, incluindo Carla, a sobrinha de Ben, ela havia levado o namorado Pill.

- Acho que achei um lugar para transarmos. – Sussurra Carla para Pill.

- Aonde, gata? – Sussurra Pill de volta, mordendo o lábio inferior.

- No porão. – Fala Carla que guia o namorado até o porão sem ninguém perceber, mas Michael os vê descendo até lá e, curioso, segue os dois.

 Carla começa beijando o namorado que abre o zíper de sua calça, ela tira a blusa e começa a beijar seu pescoço, enquanto ele sobe o vestido dela e abaixa a calcinha e em seguida tira seu membro da cueca e começa a penetra-la. Michael vê tudo escondido e enojado e no meio do ato, ele sai de onde estava escondido.

- Isso é nojento, vocês são nojentos. – Fala enojado

- Caralho! quem é esse pirralho?! – Pergunta Pill assustado, tentando pôr o membro de volta na cueca.

- Merda! É o filho adotado do meu tio, o que vamos fazer agora? – Pergunta Carla com medo.

- Olha pirralho, você vai esquecer tudo o que viu e não vai contar a ninguém, senão eu vou bater em você que . . . – Fala o namorado de Carla quando Michael o interrompe.

- Não tenho medo de pouca coisa como você, seu merdinha. – Fala Michael cuspindo as palavras.

- Escuta aqui pirralho . . . – Falava Pill quando Michael o interrompe novamente.

- Escute aqui você, seu monte de bosta, você não sabe com quem está se metendo. – Fala Michael sério, usando os seus poderes de para fazer Carla e Pill ficarem ajoelhados sem poder falar.

- E agora, vai bater em mim? Como? O que vocês fizeram foi nojento e perturbador. – Fala Michael que usa seus poderes para fazer um martelo da caixa de ferramentas vim até ele.

 Ele começa a martelar a face de Pill que simplesmente gemia de dor ao passo que ficava desfigurado, por fim, Michael quebra seu pescoço com o martelo e cospe nele, que cai morto. Michael agora volta sua atenção para Carla, que estava chorando muito.

- Pode falar. – Fala Michael calmo.

- Por favor, não faz nada comigo. – Fala ela chorando muito.

Michael prova o sangue do martelo e então olha para Carla com um olhar mortal.

- Não chore, prometo que serei breve. – Fala Michael martelando a nuca de Carla.

 Ao perceber que estava morta, Michael olha para os dois corpos com desprezo e em seguida lambe o sangue do martelo.



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