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História Michaeng; armadilha criminal - Capítulo 5


Escrita por: may0nnaise

Notas do Autor


menção sexual ;;

Capítulo 5 - Sexo sem desejo


Fanfic / Fanfiction Michaeng; armadilha criminal - Capítulo 5 - Sexo sem desejo

A vítima perdeu a esperança de perfeição afetuosa; quando criança acreditava nesse conto. Agora, ela vive o contrário de que sonhou quando criança.

[...]

Chaeyoung laçou os dedos no tecido colado para contrarir as rugas de seu rosto; irritada com o sujeito nada ajeitado. O cheiro de maconha já impregnado no seu suéter, fazia chaeyoung gemer de desgosto; além de seu rosto caído de tão nóia. Com o cartão dourada nas mãos, chaeyoung guia-o para o quarto da sedução. Miss dahyun provavelmente se perdeu nas bebidas do bar, pois ela não cumpria o seu dever como acompanhante da pequena. O medo dominava o corpo de chaeyoung, talvez iria ser devorada por estranho homem. O corredor vermelho que parecia não ter fim, mostrou o seu ponto final, era um elevador de prata pesado. Chaeyoung liderou em apertar os botões sujos de impressões digitais de praticantes da putaria; algo que daria prazer em alguns. O sujeito que não ousou em dizer algo, empurrou o ombro delicado de chaeyoung contra a parede prata do elevador.

ー Já vou avisando que eu não tenho dinheiro, garotinha ー falou fedendo á erva; invadindo o espaço de chaeyoung. Intimidada, chaeyoung apenas acariciou a nuca do velho homem, assim, comentou um 'não quero o seu dinheiro', enquanto abria o botão de seu suéter. O homem pervertido entendeu o recado e mostrou os dentes amarelos, sentindo liberdade para alizar os ombros finos da garota; aquilo o arrepiava.

A porta abria-se lentamente, mostrando os protagonistas do erotismo por quem esperava o elevador. Chaeyoung envergonhada com a multidão ao olhar, puxou a gravata de cor vinho do sujeito. Alguns passos para o quarto, o casal desajustado arrastaram-se até o indesejável cômodo; as meninas estão se arrumando para a missão. Máquina digital liberou a passagem do cartão, dando confirmação de que seria a dona do material dourado. No quarto decorado exageradamente fazia chaeyoung temer de seu trabalho, suando frio, a pequena foi pegar um vinho domaine de la romaneé-conti com a intenção de distraí-lo. O velho homem cansado se sentou na cama redonda, propósito de imaginar o que aconteceria naquele exato momento; a cabeça deplorável montou um conto. Chaeyoung com o vinho caro na mão, serviu o homem com o olhar de canto, horrivelmente, assustada com o desconhecido tarado. Descaradamente, o homem levantou o tecido preto de chaeyoung, logo, apertando o com força. Seu olhar caído e vermelho causado pela maconha, aproxima-se do rosto pintado da loira e sussurra ー é isso que você queria, garotinha? ー o homem ameaçou.  

Chaeyoung olhou para a janela de vidro escancarada e fixou o olhar para as janelas do prédio da frente; estranhando uma fraca luz da lanterna que refletia em seu olhar. Sua dúvida do que seria aquilo foi interrompido com um aperto nos seios da pequena, seus dedos apertavam cada parte macia de chaeyoung, assim, roubando um gemido baixo. O vinho derramado sobre a mesa de madeira tauari, fazia a pequena se distorcer com a brisa alcoólica. O velho homem continua com as carícias maliciosas sobre o corpo de chaeyoung, cada parte sensível era explorado com cautela; a mente sobrevoando a aroma do doce sexo. Seus lábios ressecados encostam no pescoço da pequena, assim, deixando uma flor rosinha no local. Chaeyoung não conseguia conter a sua excitação pela certa delicadeza do homem, suas mãos ainda estavam nas curvas da pequena, sem nenhuma pressa em voltar para casa. Quando o clima já estava quente, o velho homem desceu a palma da mão até a virilha escondida de chaeyoung, erguendo o tecido com fineza entre os dedos, assim, deixando o tecido íntimo amostra. Quando o sujeito aproximou a mão na intimidade de chaeyoung; o sangue ferveu de repente.

O velho homem revirou os olhos com a bala no crânio, movendo pelo ar os braços já molengas, sem força para controlá-los. Seu sangue esguicha com o impacto da bala perfurada, provavelmente já morto, o velho homem continuava com o seu órgão duro. Chaeyoung sentia o quão quente estava, pois estava encostada, dividindo o líquido que fervia o cérebro de ambos. Ao olhar a janela, chaeyoung avistou o perfuro no vidro, os pequenos cacos de vidro caiam sobre o tapete felpudo; o plano foi concluído. Por algum lado, chaeyoung não estava satisfeita com resultado, poderia ter ido mais fundo no ato que nem tinha começado; amargurou por fim. Olhando para o corpo esparramado no lençol branco, agora vermelho, chaeyoung sentiu o gosto do quero mais, o sangue brilhante fez o prazer de chaeyoung. 

A pequena garota viciou-se pelo vermelho no lençol e pelo calor corporal não desejado.



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