História Midnight - Capítulo 2


Escrita por: e soulliber

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Crystal Reed, Justin Bieber
Visualizações 172
Palavras 1.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi bbs, desculpe a demora espero que gostem desse capitulo foi feito com muito carinho!

Boa leitura!

Capítulo 2 - Nice to meet you, Justin.


Fanfic / Fanfiction Midnight - Capítulo 2 - Nice to meet you, Justin.

                                                      POV. Lucy Moore 

Havia raios de sol batendo em seus cabelos e olhos, ele parecia um anjo. 

— Nós conhecemos de algum lugar? 

Perguntei um pouco anestesiada, ele com certeza era o homem mais bonito que eu já havia visto. 

— Eu creio que não. 

Respondeu sorrindo e não pude não sorrir de volta. 

— Você se mudou recentemente? 

Perguntei outra vez. A minha curiosidade sempre fora meu ponto fraco e Justin Bieber estava despertando esse meu lado. 

— Eu voltei para cá depois de alguns anos longe, pela família. 

Falou rápido e eu suspirei aliviada. Mesmo tendo um namorado, eu não queria que aquele estranho a minha frente tivesse alguma namorada. 

— Voltando da escola? 

Perguntou e eu acenei com um pouco de vergonha. 

— E você? 

— Se eu estou voltando da escola? 

Gargalhou e eu corei. 

— Fico lisonjeado, mas não. Tenho 25 anos, já me formei faz um tempinho. 

Nos meus olhos a surpresa devia ser evidente. 

 

—  Entendi. Bom, Justin, foi uma prazer mas preciso ir agora. 

Se papai soubesse que eu havia falado com um estranho, que havia acabado de voltar a cidade, onde estavam acontecendo vários assassinatos, ele com certeza brigaria muito! 

— Mas já? Conversamos tão pouco. 

Falou segurando em meu braço e surpreendentemente gostei do seu toque. Era firme e ao mesmo tempo suave. 

— Tenho que ir para casa. 

Suspirei e jurei que em segundos, havia malícia ali, mas eles voltaram a ser o mesmo olhar de cachorro pidão. 

— Por favor, me deixe te acompanhar. Eu soube dos brutais crimes que aconteceram aqui. 

Dei um passo em para trás. Eu tinha muito medo de algo me acontecer. 

— Tudo bem. 

Seu sorriso foi minha maior recompensa, era perfeito e contagiante. 

— Você vai estar segura comigo. 

Colocou a mão em meu ombro e pude notar um ar de graça em suas palavras, mas assim que virei para trás para vê-lo , ele estava incrivelmente sério.

Continuei andando com ele atrás de mim, logo chegamos a porta da minha casa. 

—Bom, foi um prazer Justin.

Eu disse logo em seguida corei, ele me olhou risonho. 

Eu não estava acostumada a estar perto de homens mais velhos, a não ser papai. 

—Você fica fofa quando cora.

Ele gargalhou quando eu corei novamente. 

—Eu tenho que ir... 

Fui surpreendida com ele me puxando para um abraço desajeitado, como se não fosse de seu costume abraçar as pessoas. Depois de alguns segundo assim, ele sussurrou em meu ouvido, fazendo todos os pelos do meu corpo se arrepiarem.

—Te vejo por ai boneca. 

                                                                         (...)

Minha mão estava tremendo, eu olhava para os lados com medo de alguém estar a me perseguir. Todo dia a tarde eu sempre fazia caminhada em uma estrada afastada que se encontrava perto da minha casa, a algum tempo atrás eu sinto como se estivesse sendo observada. Talvez seja coisa da minha cabeça, esses assassinatos estão me deixando paranoica de mais. Balancei minha cabeça espantando esse tipo de pensamento e continuei a correr. De repente escuto alguém a assoviar, ergui minha sobrancelha e parei de correr. 

Olhei para todos os lados para ter a certeza que ninguém estava a me perseguir, mas novamente escutei alguém a assoviar. Estreitei meus olhos e andei em direção do som do assovio, vi um homem sentado em um tronco de uma arvore de costas para mim, me vi extremamente confusa quando reconheci o tal homem. 

— Bieber ? 

Eu disse assustada e ele se virou rapidamente me encarando, com um sorrisinho de canto que eu temia ter malicia ali. 

—Lucy, o que está fazendo aqui? 

Ele disse, completamente relaxado tragando o seu cigarro. 

—Eu estou fazendo caminhada, como sempre faço todos os dias.

 —Oh, nunca te vi por essas áreas, belo shorts. 

Falou olhando para as minhas coxas, que estavam completamente a mostra devido ao curto shorts de corrida que eu vestia, corei instantaneamente. 

—Não sabia que fumava.

 Disse mudando completamente de assunto, tentando tirar o foco de mim. 

—Claro, você nunca perguntou. 

Disse frio, me assustei por tamanha arrogância. 

—LUCY 

Me assustei novamente com Meg gritando o meu nome, ela sempre corria pelo mesmo caminho que eu, algumas vezes corríamos juntas. 

—Ah, oi Meg.

—Com quem tanto conversa? 

Ela perguntou chegando perto de mim e olhando diretamente para Justin, que a olhou com um sorriso irônico nos lábios. 

Franzi o cenho. 

—Com um novo amigo.

Ela me olhou estranho. 

—Aposto que meu irmão não sabe sobre esse seu novo amigo, não é? 

Ela olhou seriamente para mim, e deu um sorrisinho sem graça para Justin... 

Meg não perde uma, claro que ela tentaria chamar atenção dele para ela

 —Ele irá saber. 

Falei com tedio. Quem ela achava que era? 

—Enfim, vamos correr?

Ela perguntou já se aquecendo. 

—Pode ir eu já te alcanço. 

—Ok, toma cuidado, tchau. 

Justin sorriu e deu uma piscadela nada discreta para a mesma, que deu um sorrisinho. 

—Você tem namorado? 

Ele pergunto com sarcasmo explicito em sua voz, mas ignorei e o respondi normal

— Sim, ele é irmão da minha melhor amiga. 

—E ele deixa você conversar com estranhos? 

Disse com a voz medonha e confesso que fiquei com medo, mas suspirei e tentei responder normalmente. 

—Nunca fiz isso antes, então não sei qual será a sua reação. 

—Aposto que ele não acharia nada legal ver a garota dele com um rapaz como eu. 

Franzo o cenho em confusão. 

—Rapaz como você?

 —Sim boneca, o rapaz que retornou a cidade pode ser perigoso não acha? 

—Na verdade não!

 Disse convicta, Justin não parecia ser perigoso, ele tinha se mostrado dócil, gentil e um pouquinho safado.

 —Oh garotinha ousada! 

Ele gargalhou com a minha tamanha coragem. 

—Se você fosse perigoso, provavelmente já teria feito algo comigo, mas o máximo que conseguiu até agora foi frases sarcásticas e sem sentido! 

Ele me olhou com um sorrisinho de lado.

 —Tenho que concordar com você. 

—Seja lá quem seja esse assassino não voltou para simplesmente matar e rir da sua própria crueldade, ele veio com um objetivo muito mais obscuro!

—Como sabe?

Sorri. 

—Confesso que já li alguns livros sobre histórias de psicopatas, acredite. 

—Uhu, cada dia você vai me surpreender assim? 

Ele disse com um olhar mais escuro, suas pupilas estavam dilatadas. 

—Acredite eu surpreendo a mim mesma! 

Disse bem humorada. 

—Mas sugiro que tome cuidado boneca, nunca se sabe por onde um assassino anda! 

Falou sério. 

—Não se preocupe comigo.

Ele se virou completamente, me encarando.  

—Como não se importar? Sua inocência é evidente, pessoas más adorariam quebrar sua linda inocência. Boneca tome cuidado, se precisar, é só gritar que o Super Justin irar te salvar.

Não suportei e cai na gargalhada, em seguida ouvindo ele me acompanhando. 

—Tudo bem, Super Justin preciso continuar a me exercitar! 

—Boa corrida. 

Ele disse virando as costas a acedendo outro cigarro, dei de ombros e continuei a correr.

                                                         P.O.V Terceira pessoa

O velho suspirou mais uma vez frustrado com tudo que acontecia com a cidade, ele temia que novos assassinatos ocorressem. Mas sabia que isso não iria acabar por só uma ou duas pessoas mortas. 

Já no outro lado da cidade, o homem mais novo sorriu para si mesmo. Ele estava se sentido bem consigo mesmo, era poucas vezes que tinha esse sentimento. Entrou na festa de colegial e viu uma garota sentada em um sofá vazio. 

                                                Ela era perfeita e seria a próxima.

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse capitulo,
Vejo vocês semana que vem!


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