História Midnight Bottle - Capítulo 6


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Categorias Júlio Cocielo
Visualizações 16
Palavras 1.499
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HOJE EU TO Q TO

Capítulo 6 - Quem vai ser o primeiro a se comprometer?


Fanfic / Fanfiction Midnight Bottle - Capítulo 6 - Quem vai ser o primeiro a se comprometer?

          [Spaces]

“Who’s gonna be the first

 One to compromise?”

 

Ta bom, deixa eu ver se entendi, estou numa sorveteria e nesse exato momento o Júlio está me beijando. Ok, acho que a fixa caiu!

SOCORRO O JÚLIO ESTÁ REALMENTE ME BEIJANDO!

Isso mesmo, a língua dele está dentro da minha boca, agora nesse segundo, eu não estou delirando, ele não estava brincado, MEU DEUS O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

Depois do choque ele se desgruda da minha boca, eu prossigo imóvel enquanto Júlio me olhava sorrindo, PORQUE ELE TINHA QUE SORRIR? QUEM RESISTE AO SORRISO DESSE INFELIZ? Ok, preciso me concentrar e fingir costume.

— Lia?! Tudo bem – ele passava as mãos diante dos meus olhos.

— Sim Júlio, você me pegou totalmente de surpresa, mas eu to bem!

— Como assim de surpresa? Eu avisei que queria te pegar menina – disse enquanto sorria largo que derretia meu coração.

— E eu disse que não consigo te levar a sério – dei um leve sorriso enquanto ele ainda me hipnotizava com o seu.

— Eu retruquei dizendo que você ia aprender a me levar a sério. Quer que eu faça de novo?

Sorri levemente envergonhada e ele me beijou de novo. M E U D E U S! Que tipo de magia esse menino tem? Que beijo é esse que te leva pra ver chuva de meteoros pela via láctea com um toque sutil.

Está bem, temos um problema! Ou melhor, eu tenho um problema e dos grandes. Estava sentindo coisas, ansiedade e vontade de grudar a boca dele na minha com super cola. Algo está muito errado, acho que o sorvete congelou meu cérebro.

Júlio se levantou e saiu em direção ao carro, eu iria dormir na casa do Chris com os meninos, para deixar a minha casa livre pro nosso casal.

O caminho foi tranquilo, apesar do Christian morar na casa do caixa prego, no percurso eu e Júlio fomos conversando sobre nossos assuntos em comum, tipo câmera, lente e editores de vídeo.

          Por mais que estejamos mantendo um diálogo, parte da minha consciência está tentando entender o que diabos aconteceu naquela sorveteria, enquanto ele prosseguia com a serenidade em seu rosto, como era característico dele, que o deixava ainda mais lindo.

          ELIZABETH, PARE COM ISSO JÁ! Você nem sabe qual é a dele, beijo é só beijo, nada de mais, nada aconteceu, ele não está sentindo nada e muito menos você, ou pelo menos finja que não está. Respira e deixa fluir, isso Lia, deixa fluir.

          Chegamos finalmente na casa do Chris, e mais momentos de tensão, me despedir do Júlio, eu não sabia como agir mas vamos lá, joguei pra Deus e quando hesitei em despedir-me ele estava dando a volta no carro pra abrir a porta pra mim. QUE HOMEM MEU DEUS, QUE HOMEM!

          Ele abriu a porta, segurou em minha mão, ajudando-me a sair do carro, eu olhava pra baixo procurando um lugar seguro para firmar meus pés, quando os coloquei no chão, Júlio me puxa para si, encosta-me no carro e lá estou eu, indo para via láctea novamente.

          Finalmente deitada, com a cabeça a milhão vejo o grupo a milhão.

          Lucas T3ddyoso alterou o nome do grupo para VAI FIGNELLI.

          Lucas T3ddyoso: Agr vai hein Chrisssssss, ou vc pega ela agr ou nunca mais

          Maurito: É agora meu garoto, vai que é tua

         Lia Torres: VAI CHRIS, FAÇA MEU SHIP ACONTECER

 

          Deixei eles fazendo graça no grupo e fui dormir, mas não antes de receber uma mensagem do Júlio me chamando pra sair. Meu coração já acelerou e eu tentei me convencer de que era minha ansiedade e apenas isso. Acredite Lia, é só ansiedade.

          Nem me lembro como dormi, mas levantei com meu celular apitando, olhei na tela e era mensagem da Flávia.

          Flavinha: Miga, onde tem toalha de banho?

          Lia Torres: HMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

         Lia Torres: Ok, parei! No meu guarda-roupa, na parte de cima, agora se joga!

Já cheguei na mesa do café mostrando a mensagem pros meninos, meu celular estava na mão do Mauro.

— Lia, tem uma mensagem do Júlio aqui – disse olhando pra tela do telefone.

— É, eu sei, só não sei o que responder – falei enquanto encostada na pia preparando o café.

Quando virei-me para a mesa, Mauro digitava algo, NO MEU CELULAR!

— Mauro, que porra você está fazendo? – disse enquanto ia em sua direção

— Ué, você mesma disse que não sabia o que responder, fiz isso por você – falou enquanto ria da minha cara e batia na mão do Lucas.

Peguei o telefone de sua mão e ele tinha combinado de ir ao cinema com o Júlio. Ah MEU PAI ETERNO, e agora o que eu faço?

Comecei a andar de um lado para o outro da cozinha, até que tive a brilhante ideia de convidar o mais novo casal. Mandei uma mensagem pra Flávia.

Lia Torres: Cinema, Júlio, date, vc e Chris, às 21h00.

Flavinha: Entendido

Isso que é amiga Brasil, então tudo resolvido, vamos nós 4 pro cinema assim não fica com aquele clima de “primeiro encontro”.

Avisei o Júlio que chamei o casal, pois fui pra casa me trocar e eles me perguntaram o que eu faria mais tarde, ele não me respondeu. Talvez não tenha gostado muito da ideia, mas era isso ou nada.

Editei, editei e editei ensaios até a hora de sair, me arrumei, confesso que um pouco ansiosa e esperei o casal chegar. Já estávamos no cinema quando avisto Júlio, lindo como nunca, diga-se de passagem, nos esperando no caixa rápido para compramos os ingressos.

Entramos na sala e a cara do Júlio não estava das melhores, resolvi perguntar:

— Algo de errado, Júlio?

— Acho que não escolhi o melhor lugar pra te agarrar até perdemos a oxigenação do cérebro ne – ele deu um daqueles sorrisos.

— Realmente, mas eu gostei da escolha, sou fissurada por cinema – disse olhando para tela.

Mal tinha começado o filme e o meu amigo cabeçudo resolve puxar o braço da cadeira o que separa da Flávia pra cima. Ótimo Christian, que ótimo! Obviamente Júlio seguiu os passos dele e ergueu o braço que nos separavam, lá vamos nós!

Júlio passou a mão pelas minhas costas e se arrastou para mais perto de mim, eu não poderia imaginar a saga que começaríamos ali, naquelas poltronas de cinema.

Não contente em ter sua mão em minha cintura, ele começou a subir com a mesma em direção ao meu ombro, deslizando-a até meu pescoço, acarinhando até a nuca. Fechei os olhos e mantive o foco no filme, FOCA NO FILME LIA.

Ele parecia não estar contente, queria me ver agonizar dentro da sala, com a mão que estava livre, pôs a alisar e massagear minha coxa. Ok, esse garoto só pode estar de brincadeira não é mesmo?

Nada fazia com que ele parasse de me levar a tentação, continuava dedilhando o dedo por meu pescoço e nuca, enquanto a outra massageava minha coxa. Acho que entendi, ele quer jogar. É isso, ele quer entrar em um joguinho de sedução comigo.

Para entrar de vez no jogo, cruzei minhas pernas, deixando a mão dele presa entre elas, joguei meu cabelo para o lado e esperei por sua reação. Sorrir, tanta coisa pra fazer e ele resolver colocar aquele maldito sorriso perfeito nos lábios.

O filme se findava e Júlio prosseguia sorrindo vitorioso, mas ele não sabe com quem está mexendo. Saímos da sala e ele se propôs a me levar em casa e assim prosseguimos até a mesma.

Ele tinha uma garrafa d’água, eu a peguei e derrubei propositalmente em minha blusa.

— Nossa Júlio, olha como eu sou desastrada, olha só o que eu fiz com a minha blusa.

— Ainda vamos demorar um pouco até sua casa – disse levemente preocupado sem notar o que eu realmente estava fazendo.

— Verdade né! Melhor eu tirar isso aqui antes que fique resfriada.

Tirei minha camiseta, ALGUÉM EXPLICA O QUE EU TO FAZENDO COM A MINHA PRÓPRIA VIDA? Ele me olhou totalmente perplexo, em seguida voltando seus olhos pro caminho.

Ao chegamos em frente da minha casa, dirigi minhas mãos ao banco de trás para alcançar minha blusa, porém Júlio me impediu.

— Que foi Júlio, só quero minha blusa – disse olhando para sua boca.

Ele me agarrou, quando eu acho que nosso beijo não pode ser melhor ele vem e joga tesão no meio. Pronto, acabei de ativar uma bomba-relógio, agora trata-se de tempo até nos envolvermos de verdade.

Suas mãos passeavam livres pela minha cintura, procurando o rumo do feixe do meu sutiã pelas minhas costas. Parei o beijo, desci correndo e entrei em casa, virei-me para fechar o portão e ele estava com a testa no volante, com as mãos ao lado de sua cabeça.

Acenei com a mão, ele me olhou sério, mas logo sorriu me derretendo o coração como de costume e dessa vez o meio das pernas também, ele acenou de volta com a cabeça e saiu.

Entrei em casa tendo a certeza que nós havíamos começado um jogo bem perigoso e cheio de surpresas.


Notas Finais


Beijundinhas


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