História Midnight Wolves - Capítulo 5


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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Klaus Mikaelson, Personagens Originais
Tags Criminal, Delena, Iansomerhalder, Klaroline, Máfia, Mistério, Nian, Ninadobrev, Romance, Thevampirediares, Tvd
Visualizações 90
Palavras 2.558
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu sei que estou demorando para postar, me perdoem! Eu estou no último ano da escola, estou tendo prova praticamente toda semana e estou com pouco tempo para escrever.
Mas espero que não desistam da fic.
Boa leitura... ❤

Capítulo 5 - Minha vadia


Fanfic / Fanfiction Midnight Wolves - Capítulo 5 - Minha vadia

Ela não é como qualquer garota que você já viu antes
Nada que você possa comparar com a vadia de seu bairro
O jeito que aquele bumbum se move, não posso mais resistir
Garota, você é uma vadia sexy

Sexy Bitch - David Guetta


Elena Gilbert P.O.V

Com uma fantasia de policial sensual, eu estava pronta para entrar no palco. Caroline não estava diferente, ela usava a mesma fantasia que eu. Era um vestido preto, curto e justo, com um decote V que ia até a metade dos seios, fechado por botões na frente até a barra. Um símbolo de um distintivo enfeitava o tecido do lado direito acima do seio. Nos pés, usávamos um scarpin preto e na cabeça, uma boina de vinil preta, escrito "POLICIAL" em branco. Nossos cabelos estavam em um ondulado perfeito e a maquiagem era bem marcante nos olhos, com um delineado impecável.

- Pronta? - Caroline perguntou bloqueando seu celular e colocando em cima do móvel a nossa frente.

- Sempre. - respondi e sorri para loira, que retribuiu na hora.

Quando subimos no palco, eu olhei ao redor e o lugar estava lotado, como todos os domingos. A maioria era homem, mas havia muitas mulheres também. Uma música sensual começou a tocar enquanto eu e Caroline caminhávamos para a barra de metal. Começamos a coreografia e automaticamente procurei o rosto de Damon no meio daquelas pessoas, e uma ponta de tristeza bateu quando não o encontrei, por mais que eu estivesse muito brava e magoada com o que aconteceu ontem.

Damon Salvatore P.O.V

- Tem cena mais bonita que essa? - Klaus perguntou.

- Com certeza não. - respondi com um sorriso de vitória no rosto - Esse imbecil mexeu com a pessoa errada.

Há dois meses eu esperava por isso, e finalmente estava acontecendo. O computador aberto a nossa frente mostrava a quantia de oitenta milhões de dolares na conta daquele desgraçado, e agora aquele dinheiro seria todo nosso. Com apenas um clique, o dinheiro todo foi transferido para minha conta e uma sensação ótima começou a percorrer meu corpo.

- Conseguimos! - Klaus me olhou e sorriu.

Nós não precisávamos daquele dinheiro. Realmente não precisávamos. Mas não roubamos por necessidade, roubamos por vingança. Sabíamos que a coisa mais preciosa para Cole era o seu dinheiro, e quando ele ver que não tem mais nada em sua conta bancária, ele vai ficar louco.

Meu celular vibrando no meu bolso me despersou de meus pensamentos vitoriosos.

Caroline: A dança vai começar daqui a pouco. Devo esperar por você?

Eu: Com certeza!

Bloqueei meu celular e olhei para o Klaus, que havia levantado da cadeira de madeira em que estava sentado e ido até o móvel onde guardávamos algumas bebidas.

- Vamos para a boate? Faz tempo que não vamos juntos, cara.

- Eu sei. - Klaus respondeu bebendo um gole do copo com vodka em sua mão - É que eu estava tão focado nesse negócio do roubo que não conseguia nem pensar nas putas.

- Espera... - caminhei em sua direção e peguei um copo também, o enchendo de vodka - Não conseguia nem pensar nas putas? Tem quanto tempo que você não fode uma garota?

- A última vez foi aquela ruiva da boate.

- Você tá de brincadeira? - bebi todo o liquido do copo de uma vez e o coloquei em cima do móvel - Isso já faz mais de dois meses!

- É eu sei.

- Nem chamou umas para ir na sua casa durante esse tempo? - perguntei e o loiro negou.

- Mas... - bebeu todo o líquido do seu copo também, batendo-o em seguida contra o móvel - Isso acaba hoje! Vamos para a boate. - seguiu em direção a porta e eu sorri, o acompanhando.

Saímos do quarto e logo encontramos Chuck e Nate na sala conversando. Quando nos viram, levantaram do sofá e vieram em nossa direção.

- Conseguiram? - perguntou o moreno e nós assentimos.

- Oitenta milhões de dólares. - Klaus respondeu.

- Caralho. - Chuck arregalou os olhos surpreso.

- Depois dividimos entre nós, mas agora estamos indo para a boate. Querem ir? - perguntei.

- Por favor! Já estou sentindo falta de comer aquelas putas gostosas. - Nate falou e eu soltei uma risada.

Saimos daquela antiga casa no meio no nada e logo vi nossos carros parados em frente a nós. Uma Ferrari 458 Italia preta fosca e um Audi R8 GT Spyder vermelho, já que viemos em apenas 2 carros. Entrei em minha Ferrari junto com Klaus, e Chuck entrou em seu Audi junto com Nate, para então irmos em alta velocidade para a boate.

O lugar em que estávamos era onde nos encontrávamos toda vez que íamos planejar um crime. A casa era térrea e bem antiga. Em um lugar vazio, onde não tinha nada, após uma longa estrada de barro, um pouco longe da cidade.

Paramos o carro no estacionamento, já que a rua estava cheia, e entramos na boate. A música alta era lenta e sensual, e a única luz acesa focava o palco. A dança já havia começado, e percebi que Elena estava no palco junto com Caroline. Sorri quando a vi de olhos fechados enquanto descia até o chão se esfragando na barra de metal. Da última vez que vim ver a dança, Caroline dançava sozinha. Quando cheguei na frente do palco, o olhar de Elena encontrou o meu, e eu logo sorri. Mas por algum motivo, ela não retribuiu. Ela parece ter ficado tensa, mas fez questão de não demonstrar. Mal ela sabe que sei decifrar expressões e emoções melhor e mais rápido do que ninguém. A dança entre Caroline e Elena era sicronizada. As duas desgrudaram do objeto de metal e se aproximaram das cadeiras que estavam posicionadas no centro do palco redondo, entre as duas barras. Passaram a perna pela cadeira e sentaram de frente para o encosto, e para minha sorte, de costas para mim. Elena jogou sua cabeça para trás, deixando que seus cabelos longos e ondulados encontrassem sua bunda, e que bunda. A morena rebolava lentamente de acordo com a música enquanto esfregava sua intimidade no assento da cadeira. Logo me imaginei sentado ali e porra, aquilo era muito excitante. As duas se levantaram e começaram a andar em direção a beira do palco, onde tinha um monte de homens chamando por elas. Devagar, foram desabotoando o vestido até ele ficar completamente aberto, mostrando a lingerie que usavam.

- Caralho, elas são muito gostosas. - Klaus comentou e eu tive que concordar.

Caroline usava um lingerie de renda azul escuro e Elena usava uma vermelha. Aquela cor combinava muito com ela. Agora as duas estavam apenas de lingerie, salto e uma boina na cabeça.

- Caso esteja interessado, a morena já é minha. - falei e Klaus começou a rir.

- Que bom. Porque eu gostei mais da loira mesmo. - Klaus e sua tara por loiras...

Enquanto Caroline começava a se aproximar de mim, Elena se aproximava de um outro homem. A loira colocou sua boina na minha cabeça e me puxou para cima do palco, e Elena fez o mesmo com o homem que escolheu. Caroline praticamente me jogou contra a cadeira e começou a dançar no meu colo.

- Não vale encostar. - sussurrou no meu ouvido, colocando minhas mãos para trás da cadeira.

A música estava um pouco mais rápida agora, e os quadris de Caroline seguiam o ritmo. Até que as duas trocaram, e Elena parou na minha frente. Virou de costas e começou a rebolar até o chão e, em seguida, subiu mexendo os quadris. Elena começou a passar suas mãos por todo seu corpo, só me deixando com mais vontade de tocá-la. Se aproximou e colocou uma mão em cada ombro meu, se sentando no meu colo e começando a fazer movimentos de vai e vem, esfregando minimamente seu corpo no meu. A minha vontade era de levar minhas mãos para seus quadris e puxá-la para baixo, para que ela se esfragasse o máximo que conseguisse. A tentação estava dominando todo o meu corpo. Não resisti e levei minhas mãos para sua cintura com firmeza, a puxando para baixo. Elena soltou uma risada rouca, como se ela já soubesse que aquilo ia acontecer. O som da sua risada fez com que todos os pelos do meu corpo se eriçassem. Eu já estava duro pra caralho. Sem parar de rebolar, Elena pegou minhas mãos e desceu para suas coxas, subindo em seguida até suas costas, me fazendo sentir todos os músculos de seu corpo com os movimentos que fazia. Levou-as para frente de seu corpo, me fazendo tocar seus seios e logo depois as tirou de seu corpo, colocando-as para trás da cadeira novamente. A música acabou e as luzes se apagaram. Elena parou de rebolar, deixando seu corpo relaxar em meu colo, e aproximou sua boca do meu ouvido.

- Acho melhor você sair rápido daqui, antes que as luzes se acendam e você passe uma enorme vergonha. - sussurrou e se levantou do meu colo, se afastando dali.

Levantei da cadeira as pressas, depois de jogar a boina que estava em minha cabeça no chão, e desci do palco correndo, a procura de um banheiro. Empurrei a porta e entrei na primeira cabine que vi aberta. Pensa em morte, pensa em coisas nojentas. Pensa em você transando com uma velha, Damon. Eu precisava fazer com que meu pau descesse, que ele ficasse mole de novo, e eu não estava afim de bater uma agora, eu estava com pressa para falar com Elena. Eu queria foder ela com força depois do estado em que ela me deixou. Transando com uma velha, você está transando com uma velha, Damon. E deu certo, eu broxei. Graças a Deus. Sai do banheiro e já havia várias strippers dançando em palcos diferentes espalhados pelo lugar. Fui atrás de Elena, encontrando Caroline no meio do caminho.

- Sabe onde está Elena? Preciso falar com ela. - perguntei.

Caroline não parou de andar, então continuei seguindo ela.

- Elena não quer falar com você.

Ela só pode estar de sacanagem.

- E por que não?

- Eu não sei. Ela só me falou que não era para deixar você entrar no camarim de novo. Ela estava muito brava e... magoada. O que você fez, ein?

Caroline parou de andar quando chegamos nas áreas dos camarins.

- Eu não sei também. Ontem à noite ela gemeu tantas vezes meu nome. Ela não estava magoada e muito menos brava quando a fiz gozar duas vezes. - um sorriso nasceu no canto dos meu lábios ao me lembrar da cena, e vi Caroline revirar os olhos, soltando uma risada em seguida.

- O que vocês fizeram ontem? Sem ser transar, claro.

- Nada! A gente transou, um amigo meu me mandou uma mensagem, eu paguei ela e fui embora.

Caroline fechou os olhos, enrugou o nariz e levou a mão para testa, como se eu tivesse feito a maior burrada da minha vida.

- Fiz alguma coisa errada? - perguntei. Eu realmente não sabia o que tinha de errado com o que aconteceu ontem.

- Você é burro ou o quê? - olhou para mim irritada, e antes que eu pudesse responder, a porta ao nosso lado se abriu e Elena saiu de dentro.

Quando seus olhos pousaram em mim, ela os revirou imediatamente.

- Quando vocês terminarem a conversa, me avisa. - falou para Caroline.

Elena ia fechar a porta mas eu a impedi, colocando a mão.

- Espera. Podemos conversar? - perguntei.

- Eu não tenho nada para conversar com você, Damon.

- Eu vou deixar vocês dois conversarem a sós. - Caroline falou e saiu andando corredor a dentro.

- Pelo menos me explica o que eu fiz! - pedi olhando em seus olhos cor de mel, e pude perceber o quão brava ela estava.

- Me deixa em paz! - tentou fechar a porta novamente, e eu a impedi mais uma vez, dessa vez entrando em seu camarim e fechando a porta atrás de mim.

- Não vou sair daqui enquanto você não me falar o que aconteceu. - cruzei os braços na frente do peito e Elena revirou os olhos, se virando de costas para mim e indo em direção ao sofá que tinha ali, se sentando em seguida.

- Ontem a noite.

- O que foi? Não gostou do que aconteceu?

- Não é isso. Só que você... não precisava ter me pagado. - franzi o cenho e caminhei até ela, me sentando ao seu lado. Seus olhos mudaram, ela não estava mais brava, agora eu podia ver a mágoa neles.

Tá de bricandeira. Ela está fazendo esse drama todo porque eu dei dinheiro para ela? Qual é o sentido disso?

- Eu não estava no meu dia de trabalho, Damon, você não precisava ter me pagado. Eu transei com você porque eu estava afim. - meus olhos se arregalaram e, por um momento, eu não sabia o que dizer. Agora eu entendi tudo - Quando você entregou aquele monte de dinheiro na minha mão eu me senti suja, me senti usada. Por que você acha que não aceito ninguém? Para não ter que me sentir assim todos os dias.

- Eu... achei que você pudesse precisar do dinheiro. - falei a primeira coisa que me veio na cabeça.

Elena olhou bem fundo dos meu olhos e soltou o ar irritada.

- Eu não estou nem ai para o seu dinheiro, Damon! - se levantou do sofá e começou a andar em direção a porta.

Ok... agora eu fiquei irritado. Quem ela pensa que é para virar as costas para mim? Nenhuma mulher vira as costas para mim.

Antes que ela pudesse sair do camarim, fui atrás dela e peguei seu braço a virando para mim novamente.

- E como você queria que eu adivinhasse? - Elena franziu o cenho, não entendo o que eu estava querendo dizer - Um dia você é uma vadia e no outro não. Como você quer que eu adivinhe? - sua boca se entreabriu indignada com as minha palavras, e a morena puxou seu braço da minha mão com raiva - Deixa eu adivinhar... Agora você não é uma puta, mas quando estava lá, em cima do palco rebolando no meu pau você era, né?

- Quer saber? - Elena deu um passo a frente, se aproximando mais do meu corpo - Você tem razão. Não tem como você adivinhar. Quer dizer... não tem o que adivinhar. Eu sou uma prostituta, todos os dias. Esse é o meu trabalho. Vender meu corpo para qualquer cara que quiser me comer! - seus olhos estavam espumando de raiva, mas aquilo não me intimidava nem um pouco, já vi coisas muito piores do que uma vadiazinha irritada com a vida - E obrigada, Damon. Você me ajudou a acordar para vida. Nenhum cara vai querer nada sério comigo mesmo, para que vou ficar me guardando? Agora se me der licença, preciso trabalhar. E se a noite for como eu estou esperando que seja, vai ter muitos homens hoje, e quem sabe mulheres, graças ao seu conselho. - Elena se virou e estava prestes a abrir a porta quando a puxei pela cintura, a virando de frente para mim novamente, e a prenssei contra a parede.

Nossos corpos estavam praticamente colados, sua respiração estava acelerada e seus olhos vidrados em minha boca. Então passei a língua pelos lábios lentamente, os umidecendo, e sussurrei perto de seu rosto enquanto apertava sua cintura:

- Exatamente Elena, você é uma vadia, e esse é seu trabalho. A partir de amanhã você pode dar para quantos caras e mulheres você quiser, mas hoje e agora você é a MINHA vadia.


Notas Finais


Eai? Gostaram?
Beijinhos e até o próximo 😘


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