História Mike - Príncipe do Domínio - Capítulo 4


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Categorias Michael Ronda, Valentina Zenere
Tags Adaptação, Michaentina, Romance
Visualizações 65
Palavras 6.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Você quer me colocar de joelhos a seus pés, princesa?


Fanfic / Fanfiction Mike - Príncipe do Domínio - Capítulo 4 - Você quer me colocar de joelhos a seus pés, princesa?

Mike

Ilha de Ardócia...

Eu entro em meu quarto no palácio algumas horas depois. Franzo as sobrancelhas ao me deparar com o cômodo silencioso. A lareira está acesa, no entanto. Inalo o ar, respirando o perfume de jasmim. Valu. Um sorriso enorme se espalha em minha boca, enquanto ligo o interruptor esperando ver seu lindo rosto. Torno a franzir o cenho, atravessando o quarto, que ao contrário do que pensei, está aparentemente vazio.

Que merda é essa? Onde está ela? Eu disse que deveria esperar aqui, porra. Nua.

— Boneca? — chamo, olhando em direção ao banheiro. Nada. Nenhuma resposta. — Princesa, eu vou bater em seu rabo real por estar me provocando, sabia disso? — digo, meu tom entre divertido e perverso.

Nenhuma resposta ainda. Vou até o closet e deixo a minha mala. Ela não está aqui. Então eu vejo as letras no espelho, escritas com batom vermelho.

Eu prefiro tirar cada peça de roupa na sua frente... Te vejo daqui a pouco, mio bello maestro. Sua boa menina

Minha Santa Mãe de Deus! Um sorriso filho da puta se abre em meu rosto com a sua sedução atrevida.

Meu pau, que já estava a meio mastro apenas por entrar no palácio, fica duro como pedra. Minha boneca quer jogar... Eu rio malvadamente, arrancando minhas roupas e me dirigindo ao banheiro em seguida. Oh, sim, estou ansioso para isso, princesa. Tomo uma ducha bem-vinda, lavando os cabelos, deixando a água levar toda a exaustão do dia intenso de trabalho e das horas de voo. Minhas bolas estão tensas, implorando por algum alívio. Recusei-me a cuidar de mim mesmo nesses oito dias longe de Valu. Minha mão nunca seria uma substituta à altura.

Quero esporrar dentro dela. Primeiro, vou gozar atolado até o saco dentro da sua boceta apertada. Depois... Bem, depois, vou fodê-la até o sol raiar, encher cada orifício gostoso até a tampa. Lambuzar sua pele perfeita com a minha porra. Só quando matar a minha fome, vou sair de cima dela. Rio e rosno de frustração, quase gozando ao me imaginar comendo sua boceta bem duro e fundo. Aperto a cabeça do meu pau, sentindo o pré-sêmen vazando.

Desligando o chuveiro, saio do box e me enxugo brevemente, enrolando uma toalha no quadril. Passo as mãos pelos cabelos, sacudindo-os para tirar o excesso de água e abro a porta do banheiro. O primeiro sinal de que não estou mais sozinho é o quarto iluminado apenas pelas chamas da lareira. O segundo, o sistema de som ligado. A voz de Ariana Grande soa sedutora em Dangerous Woman. Valu gosta dessa cantora. Bem, parece que a princesa resolveu finalmente apresentar seu rabo gostoso e provocador. Um sorriso de hiena se abre em meu rosto e meu pau fica em posição de sentido, enquanto cheiro o seu perfume no ar. É mais forte agora. Eu ando devagar, meu coração martelando no peito até que a deusa loira entra em meu campo de visão e o ar se vai dos meus pulmões.

— Valu... — exalo baixinho reverentemente, sentimentos violentos pulsando dentro de mim com a mera visão dela.

Está no meio do quarto, a cena me remetendo a outra noite, meses atrás. A noite em que decidiu me tentar até o meu fodido limite, e eu cedi. Cedi, roubando um gosto e fiquei malditamente viciado. Mas, nessa noite, ela não está nua. Ainda não. Nossos olhares se encontram e arfamos os dois, em êxtase puro apenas por estarmos na frente um do outro depois de longos dias separados. Meu corpo se inflama, sentimentos de amor e luxúria percorrendo as minhas veias como uma injeção de adrenalina poderosa.

— Mike... — ela ofega baixinho, sua voz um pouco rouca e trêmula, excitação marcando seu rosto rosado.

Meu olhar escorrega pelo corpo encoberto por uma camisola preta rendada e transparente, e penhoar no mesmo tom. Os lados estão abertos displicentemente, deixando-me ver os contornos das curvas suaves, mas luxuriantes. Engulo em seco quando meus olhos desavisados percebem que há uma cinta-liga por baixo e eu ranjo os dentes, meu olhar descendo pela barra muito curta do arremedo de camisola. Meias pretas que chegam até o meio das coxas cremosas me cumprimentam. O visual mulher fatal é completado por sapatos vermelhos de saltos indecentes. Fico boquiaberto por alguns segundos, então um sorriso depravado levanta meus lábios nos cantos quando ela move os quadris, começando a seguir o ritmo sensual da música.

Cristo.

Arrasto meu olhar para o seu, os olhos verdes brilham, deslizando pelo meu peitoral, abdome e o pau duro, formando uma tenda embaixo da toalha. Amor e lascívia claros em suas feições bonitas me faz rosnar como um macho prestes a acasalar com sua fêmea. O fogo suave da lareira crepita baixinho, as labaredas lançando um brilho dourado, sensual à massa de cabelos loiros caindo sobre os ombros delicados. Excitação faz minha coluna formigar, minhas bolas pesando e doendo pra caralho.

Valu levanta as mãos e desce as mangas do penhoar em gestos lentos e sedutores, que meus olhos acompanham, famintos. O tecido negro escorrega de forma hipnotizante até o chão enquanto Arianna canta sobre uma mulher perigosa. A princesa sorri, toda menina atrevida e caminha, não, desfila em direção ao sofá perto da lareira. Estou praticamente ofegando com a língua de fora quando me dá as costas e eu vejo a bunda linda e durinha, num balanço sexy, a calcinha fio dental enterrada em suas bochechas redondas. Apoia as mãos no encosto pela parte de trás do sofá e empina a bunda, rebolando, abaixando e subindo sinuosamente.

Porra, boneca! Meu queixo cai e estou sorrindo abobalhado. Linda. Deliciosa.

Ela me olha por cima do ombro e eu pego meu pau, massageando-o por cima da toalha. Meu olhar encorajando-a a continuar com o seu show sexy. Valu se vira de frente para mim e faz a coisa de descer e subir, dessa vez esfregando a bunda nas costas do sofá. Então, volta a andar, deslizando as pontas dos dedos pelo estofado. Assisto a tudo sem nem ao menos piscar. Valu coloca as mãos sobre o aparador perto da lareira e levanta os olhos para o espelho acima dele, preso na parede. Nossos olhares se encontram e suas mãos sobem pela barriga, seios, pescoço, levantando os cabelos, mostrando-me a nuca aristocrática. Eu rosno baixo querendo mordê-la, enquanto a fodo por trás. Seu sorriso travesso me diz que sabe o que estou pensando. Solta os cabelos e em seguida, faz todo o caminho de volta, deixando-me invejoso de suas mãos nesse momento.

Porra. Eu vou gozar por toda a maldita toalha, isso é certo.

Minha boca está seca quando segura as alças finas da camisola e as desce com sedução vagarosa e torturante. Meus olhos procuram os seus através do espelho e seguro seu olhar, apenas tendo uma visão secundária da pele branca e sedosa sendo revelada para mim. O tecido escorrega pelos peitos cheios e empinados, cinturinha fina, quadris arredondados, coxas firmes e cai aos seus pés. Com gestos refinados, majestosos, sai do meio do tecido e gira lentamente, fazendo uma pose sexy, uma mão na cintura, as pernas ligeiramente afastadas.

Sua caixa torácica sobe e desce em respirações erráticas, indicando que ela não está tão à vontade quanto quer parecer. Mas a sua altivez de princesa sempre a ajudou a me tentar além da conta. Um sorriso lento e perverso curva minha boca e permito meus olhos varrerem cada centímetro dela. Não falamos nada e nem nos movemos, apenas nos devoramos com os nossos olhares em um jogo doloroso, mas gostoso de provocação. Quando o silêncio se torna demais, eu me rendo e ando devagar para perto, hipnotizado, devotado, precisando tocá-la como meus pulmões precisam de ar para me manter vivo.

Valu ofega quando paro muito perto, nossos peitos se tocando. Seus montes firmes e empinados, os mamilos duros provocando minha pele. Eu tremo e rosno, meu pau está gritando para parar a merda, pegá-la, jogá-la no carpete e comer sua boceta até não poder mais. Mas gosto do jogo de espera. Aprecio a dor nas bolas, que me garante um gozo muito mais intenso e prazeroso mais tarde. Levanto a mão para seu rosto, traçando o contorno perfeito com uma delicadeza que contradiz minha fome primitiva. Valu arfa, estremecendo, seus olhos de esmeralda brilhantes com lágrimas, mostrando a emoção pelo meu toque.

— Você quer me colocar de joelhos a seus pés, princesa? — sussurro, meio grunhindo. — Porque é assim que estou agora.

Um sorriso lindo e meio tímido curva sua boca e quase gemo quando ela lambe os lábios vermelhos.

— Você gostou? Eu quis fazer algo diferente dessa vez. — murmura, ofegante.

— Se gostei? Seu pequeno show quase explodiu minhas bolas, bonequinha. — ranjo. — Deus, eu estava morrendo sem você, princesa. — meu tom abaixa mais, enrouquecido, o dominador louco para assumir o controle. Prometi a mim mesmo que ia fazer amor com ela primeiro, totalmente baunilha, delicado e romântico como uma princesa merece. Mas, porra, ela ferve o meu sangue e me reduz a um ser primitivo. Eu me abaixo mais, escorregando o nariz pela pele macia e cheirosa, ela inclina a cabeça, deixando-me inspirar seu pescoço profundamente, querendo seu cheiro em mim. Traço beijos e chupadas delicados em sua pele, fazendo-a gemer e estremecer.

— Eu também, amore mio. — sussurra entrecortado e levanta a mão trêmula para o meu rosto.

Levanto a cabeça e nossos olhares se encontram. Passo o polegar pelos lábios cheios e pintados do batom vermelho que me deixa insano, nós dois estamos respirando pesado, loucos para mergulhar um no outro. Ela abre a boca e o puxa para dentro, sugando meu dedo todo, fazendo meu pau inchar a ponto de explodir. Eu gemo e rosno rouco.

— Boneca... — deslizo minha mão livre pelos ombros e costas, sentindo sua pele de seda arrepiar com meu toque. Desço até a bunda, acariciando, apertando a carne com firmeza e passo a me esfregar nela. — Você me enlouquece, droga. — resmungo, fazendo-a rir baixinho. — Quero girá-la e meter em sua boceta por trás, enquanto a observo pelo espelho. — Valu geme, mordiscando meu dedo. Eu rosno, substituindo-o pelo indicador e médio juntos. — Depois comer você no chão, sobre o carpete, perto da lareira, como fantasiei tantas vezes. — a energia crua e lasciva crepita entre nós. Antecipação nos faz ofegar alto, loucos pelo sexo quente e depravado que ambos apreciamos. Giro a mão da sua bunda e a enfio entre suas coxas, provocando os lábios da bocetinha delicada por cima da calcinha toda molhada.

— Diga-me o quanto você quer isso, Valu. — gemo, enfiando a mão pelo cós e sentindo suas dobras meladas. — Porra, você está tão pronta, boneca. Quer me dar essa bocetinha agora, não é? Minha menina quer foder bem gostoso?

— Si, faça. Realize cada fantasia. Eu amo agradar o mio Maestro... — sua mão livre viaja entre nossos corpos, acariciando meu abdome até chegar à toalha, então a arranca. Um gemido cheio de pura necessidade deixa sua garganta quando enrola os dedos delicados em meu eixo grosso. Eu assobio, rangendo os dentes. — Estou tão vazia, amore mio. Preencha-me, meu dono.

Um grunhido feral sai da minha boca e eu enrolo a mão em seu pescoço. Roço minha boca na sua e sorrio, olhando-a lascivamente. Ela arfa, lambendo os lábios, a língua me provocando.

— Minha puta. — digo em tom escuro e sedutor, mordendo seu lábio inferior com um pouco de pressão. — Minha linda cadela obediente. — ela choraminga, minha depravação nunca falhando em excitá-la. Sua boca entreabre, dando-me acesso e eu mergulho, perdendo-me quando registro o gosto embriagador e familiar de encontro à minha língua. Um gemido profundo e rouco sai da minha garganta e a beijo exigente. Sua mão livre segura meu ombro, indo para a nuca e puxa meu cabelo, enquanto a outra me masturba enlouquecedoramente. Nosso beijo vai intensificando, nossas línguas se lambendo, sugando, nos mordendo suave, depois avidamente. Até que estamos nos comendo no tipo de beijo que nunca deve ser dado em público. Reúno a umidade e esfrego seu clitóris. Valu geme, abandonada em meus braços. Ranjo, enfiando um dedo todo até o fundo em sua vulva. Rosno, passando a comê-la com fome tanto no beijo quanto nas estocadas em sua bocetinha melada. Insiro mais um dedo e a fodo, enviando-a sem pena para o precipício. Em instantes, estamos respirando com dificuldade, seu corpo sacudindo em abalos, combinados com a forma como estou metendo os dedos nela. — Deixe ir, amor. Goze para mim, bonequinha. — sussurro, mordendo sua boca, mandíbula, arrastando minha boca para a sua orelha. Sugo e mordo o lóbulo, lançando seu corpo em mais espasmos.

— Oh, Mike! Ohhhhhh... — lamenta, rebolando, montando meus dedos. Volto a boca para a sua, engolindo seus choramingos quando ela estilhaça, gozando, seus sucos escorrendo em minha mão. — Dio... — balbucia, resfolegando.

Rio sacana, apreciando desfazê-la assim e me afasto um pouco, olhando seu rosto lindo todo afogueado, os olhos encapuzados pelo gozo.

— Estava insano por isso, fazer minha menina gozar. — ranjo, puxando os dedos e deslizando sobre seus lábios palpitantes. — Eu quero essas dobras molhadas engolindo meu pau enquanto soco tudo até o talo, com força, profundo. — rosno, enfiando apenas a metade de um dedo, fazendo-a gemer baixinho, seus olhos lindos me implorando por mais. Eu rio, negando-lhe isso porque eu posso, porque sou a porra do seu dono. Sua boceta pulsa, querendo me sugar para dentro. Deslizo a mão do pescoço pela clavícula, o vale entre os seios. Apalpo a carne tenra do direito, esfregando o mamilo entre meus dedos, puxando o pico duro. Eu me abaixo e capturo o outro seio em minha boca, sugando delicadamente, mordiscando o mamilo depois. Seu corpo vibra, gemidos escapando de seus lábios. — Vou rasgar você com meu pau. Vou te comer com tanta força que não vai andar amanhã.

Ela choraminga com a minha promessa indecente. Retiro a mão da sua boceta e trago para a minha boca, chupando seu creme, rosnando com o doce almiscarado explodindo em minha língua.

— Vou montar você no chão. — digo em um grunhido áspero, minhas mãos passeando pelo corpo esguio, apalpando, cravando sua carne macia e durinha. Seguro sua bunda, levantando-a do chão. Suas pernas enrolam em minha cintura e nos comemos de novo em mais um beijo lascivo. Chupo sua língua com força. Sua boceta melada escorrega em meu pau, molhando meu eixo e eu solto um rugido, batendo em sua bunda. — Vou te comer em cada maldito metro quadrado desse quarto, Valu. — ranjo, dando mais um tapa do outro lado. Ela mia, um som que faz meu pau ficar ainda mais duro se isso é mesmo possível. — Vai me pagar por cada noite que veio aqui me tentar. — eu nos abaixo devagar e deito em cima dela no carpete. — Vou acabar com você, sua putinha atrevida.

Valu se retorce, arqueando o torso, os peitos subindo e descendo, enquanto rebola, esfregando em mim. Rio perversamente e me afasto, minhas mãos pegando dos lados da calcinha e arrancando-a grosseiramente pelas coxas trementes. Seu rosto está corado, os lábios entreabertos, arfando, ansiando. Uma cadela bem treinada esperando ser montada pelo seu macho. O cheiro da sua boceta toda molhada para mim me faz rosnar e meu olhar cai entre suas coxas, fazendo com que eu perca o fôlego pela segunda vez na noite. Meu coração quase explode no peito com o que vejo em sua pélvis. Porra! Eu sacudo a cabeça em descrença, luxúria e adoração pura por essa menina bombeando em minhas veias. Ela completou a tatuagem com o meu nome.

Porra, meu nome está em sua boceta.

— Bonequinha... — minha voz soa como um fodido choramingo. Cristo, o que ela faz comigo? Termino de arrancar a calcinha pelas pernas e a jogo de lado. Eu a olho, seus olhos de esmeralda estão brilhantes, encarando-me de volta. Inclino a cabeça, beijando, mordiscando sua coxa direita, avançando até estar de cara com a bocetinha rosada, linda e minha. Eu me abaixo, rugindo como um animal e a cheiro. Beijo as letras escuras e mordisco o monte, virilha, lábios, puxando-os entre os dentes. Acaricio suas coxas, abrindo-as ainda mais para mim e giro as mãos por baixo de sua bunda, trazendo-a para a minha cara. — Não há nada mais perfeito do que o meu nome estampado nessa boceta. Você me faz tão ferozmente possessivo, Valu. Tão louco de amor, completamente desvairado, minha princesa.

Ela ofega, suas mãos vindo para o meu cabelo e puxando-o delicadamente.

— Minha boceta. — rosno, lambendo suas dobras. — Esfregue-a em meu rosto, boneca. Foda o meu rosto com essa bocetinha linda.

— Ohh... Puta merda... — choraminga, seu corpo estremecendo e fazendo o que mando.

Sua carne rosada e cheirosa desliza em meu rosto e eu rujo alto, sugando seu néctar grosso. Dou um tapa em sua bunda e ela geme, convulsionando de prazer, suas mãos me puxando, enquanto ergue mais os quadris e esfrega o núcleo quente e pulsante em mim. Eu bato do outro lado e passo a chupar seu montículo inchado com pressão para enlouquecê-la, mas não o suficiente para fazê-la gozar. Rio perverso quando ela lamenta, percebendo que não vai ter isso agora. Eu a levo até a borda e desacelero, sugando seus lábios, lambendo entre eles, enfiando a língua na vulva. Quando está tremendo de frustração, desesperada por liberação, eu mordisco, usando os polegares para expor seu feixe de nervos para fora e o sugo perversamente. Endureço a língua e a enfio tão profundo quanto posso ir dentro dela.

Valu respira entrecortado e volto a chupar o clitóris com força. Seu corpo entra em colapso, seu grito está rasgando para fora junto com os líquidos jorrando em minha boca. Bebo tudo, lambendo, sugando, mordiscando sua carne. Ela treme, chora, ganindo em desamparo, enquanto o gozo a castiga.

— Madonna mia... — balbucia, pendendo a cabeça contra o tapete, suor fino cobrindo a pele de porcelana.

Eu rio condescendente e me arrasto sobre seu corpo abatido. Pairo acima dela, os cotovelos apoiados de cada lado da sua cabeça. Nos olhamos bem de perto, nossas respirações alteradas se misturam. Suas pupilas dilatadas e selvagens estão engolindo o verde, dizendo-me que embora tenha gozado duas vezes, ela ainda quer mais. Precisa de mais. Puxo sua coxa direita, elevando-a aberta, o salto indecente ficando ao lado do seu rosto. Sorrio malvadamente, mantendo-a imobilizada e deslizo meu pau entre seus lábios, sua excitação molhando meu eixo e eu decido que a espera acabou. Resfolega quando a cabeça grossa e inchada pressiona sua abertura. Sua carne está latejando, pingando, toda molhada e pronta para mim. Sussurro beijos em seu rosto, indo para o ouvido e sugo o lóbulo, mordendo-o em seguida. Valu choraminga, suas mãos macias traçando meus músculos das costas, ombros, bíceps.

— Per favore... — soluça, sua voz crua e rouca com necessidade. — Preencha-me e acabe com essa dor oca.

Volto a olhá-la e sorrio, empurrando devagar, centímetro a centímetro de volta para casa. Quero me afundar até as bolas, mas ainda me permito brincar com a sua ânsia. Estamos gemendo, tremendo, nossos olhares trancados em uma conversa lasciva, apaixonada. Valu arfa, quando enfio até a metade, seu canal molhando e dilatando mais para acomodar meu eixo longo e grosso.

— Assim, minha cadela. Abra para o pau do seu macho. — minha voz sai tensa, esticada como cordas de violinos e eu não aguento mais. — Vou destruir essa boceta apertada, porra. — eu bato com força até o punho.

Ela grita, cravando as unhas em minhas costas e eu uivo, quase gozando.

— Oh, Dio! — geme entrecortado, sua vulva pulsando, sugando meu pau como uma luva quente e apertada.

— Boneca... — puxo para fora e dou outra estocada perversa, indo ainda mais profundo. Trinco os dentes, tentando me manter no controle. Pego seus pulsos e os elevo acima da sua cabeça, segurando-os com uma mão, a outra se mantém arreganhando sua perna bem elevada. — Eu prometi a mim mesmo que iria fazer amor lento, romântico do caralho. — debocho de mim mesmo, saindo quase todo e socando de volta sem dó. O atrito das nossas pélvis se encontrando brutalmente me faz rosnar alto. — Mas, porra, quando eu a vejo, a fera dentro de mim fica enlouquecida, batendo nas grades para sair e foder sua fêmea. Você me transforma em um animal, droga. — mordo sua boca, descendo para o queixo, pescoço, lambendo, sugando, devorando sua pele e abocanhando um seio. Eu o chupo com a mesma gula do meu pau afundando nela duramente. — E é tão submissa que me permite judiar de sua boceta toda maldita vez, princesa.

— Si, droga, use-me. Não se contenha. Temos muitas outras noites para fazer amor. — resfolega, deixando-me meter até as bolas, seu rosto corado abaixo do meu, sua boceta agarrando o meu pau de uma forma que me faz urrar de prazer. — Hoje quero ser dominada, usada pelo meu dono. Sonhei com isso todos esses dias que estive sem você. — geme longamente. — Foda-me, pegue tudo. Tutto.

Eu rosno, revezando entre um seio e outro, devorando os montes perfeitos. A carne firme, deliciosa, salta em minha boca a cada estocada dura. Sua vulva engole o meu pau todo gulosamente. Eu rolo o quadril, enfiando tudo até não poder mais. Uivo, comendo sua boceta com selvageria. A posição a deixa escancarada, impotente, tomando meu pau até as bolas uma e outra vez. Suor brota em nossas peles. As chamas bruxuleantes da lareira, nossos gemidos devassos, combinando com o bater dos nossos corpos ressonando no ambiente, torna tudo altamente erótico. Levanto a cabeça, aproximando nossos rostos e a olho com arrebatamento perverso por tê-la embaixo de mim, aqui no chão, como fantasiei tantas vezes.

— Veja como estou acabando com essa boceta gostosa. — eu gemo enrouquecido, sentindo minhas bolas pesarem, eletricidade disparando em minha coluna. — Você é uma putinha tão safada, princesa, me deixando te comer assim, no chão. — zombo. Ela geme, sua boceta molhando ainda mais com a minha degradação. Retiro-me quase todo e bato bem fundo com força, fazendo-a gritar, ganir. — Mas você não tem nenhuma escolha, tem, sub? Seu corpo pertence a mim. Foi feito para o meu prazer. — rosno e ela mia, seu canal me apertando, mamando gostoso, seu rosto muda, a iminência do orgasmo tomando suas feições delicadas. — Vou meter em você em qualquer lugar que eu quiser. — ela me abraça com a perna livre, seu salto cavando em meu traseiro. Rosno, dividido entre gozar logo e desfrutar mais do aperto da bocetinha macia. — Vou banhar você de porra. Vai passar a noite dando para mim porque não vou sair de cima de você. — pontuo minhas palavras com estocadas brutais. Seus lábios carnudos escancaram num misto de grito e ganido, e seu hálito vem em um sopro doce direto para a minha boca.

— Oh, Dio mio! Eu vou gozar, Mike! — diz com uma voz rouca, transformada pelo prazer. — Não posso segurar mais, amore mio. — ela se desculpa. — Você é gostoso demais...

Ela goza, gritando e convulsionando embaixo de mim. Solto um rugido alto e a fodo mais duro, mais profundo, em uma corrida para alcançar minha liberação.

— Oh, porra, Valu! — minhas bolas esticam dolorosamente, enquanto me enterro até o seu útero. Engasgo, meu sangue pulsando feroz com a força do clímax me arrebatando de corpo inteiro e eu me perco. — Porra! Estou gozando! Bonequinha... Ahhhhhh! Caralho! Que gostosa... — urro, gozando enterrado profundamente. Seus gemidos se harmonizam com meu rugido e eu solto suas mãos, agarrando seus ombros e pegando impulso para estocar insanamente. Valu agarra meus ombros e estremecemos juntos, nos grudando com desespero, gozando tudo que guardamos por uma semana inteira. É duro, forte, o orgasmo poderoso nos tornando animais descontrolados. Um êxtase de assombrosa magnitude lançando nossos corpos em tremores e convulsões espasmódicas. Nossas bocas se encontram, lábios e línguas se enredando em uma dança tão frenética quanto nossos quadris. Eu rosno primal e animalesco, enquanto ela faz sons e grunhidos suaves, arfantes. Parece que despejo litros de sêmen dentro dela. — Santa Mãe de Cristo... — balbucio, ainda estocando fundo e me esvaindo em gozo. — Assim, minha menina linda, sugue toda a minha porra, bem gostoso. — estou perdido na sensação brutal do gozo intenso. Sua boceta aperta mais, ordenhando-me perversamente. Eu rio, rosno, comendo-a com fúria. — Que delícia encher você com o meu sêmen, amor. — ela coaxa, sugando-me até a última gota e eu caio por cima dela, minha respiração falhando, coração bombeando loucamente. — Porra. — gemo, resmungo, tentando voltar à vida depois do tsunami de prazer. — Cristo... — puxo uma respiração, acalmando-me todo enterrado nela.

Valu faz um som suave em sua garganta e sorri baixinho. Como eu, ela parece desgastada, cansada, lutando por ar. Minhas pernas estão momentaneamente fracas depois dessa gozada, mas estou esmagando-a com o meu peso. Eu rolo, trazendo-a para cima de mim, ainda me mantendo dentro dela. Seus brilhantes olhos verdes se derretem quando foca o meu rosto e ela sorri. Encurtando a distância, sua boca deliciosa cobre a minha.

— Deus, como eu te amo, princesa. — sussurro contra seus lábios, meus braços enrolando à sua volta. Apertando-a contra o meu peito, eu me dissolvo como uma garotinha em seu beijo lento e suave. — Te amo.

Valentina

— Também te amo tanto, amore mio. — respondo arfante, os últimos tremores percorrendo minha coluna.

Meu corpo flutua, entrando na letargia gostosa pós-sexo de tremer a Terra. Mike me beija por longos minutos. Fazemos carinhos um no outro depois da loucura toda. Você pensaria que ficamos um ano longe e não apenas uma semana pela intensidade do reencontro. Mas ele é assim, delicioso, selvagem, dominante ao extremo. Dio, eu o deixei me foder no carpete. Eu não seguro um gemido despudorado com a satisfação que isso me traz. Mike me deixa selvagem também, louca para atender todas as suas necessidades. Vou agradar o meu homem em qualquer lugar que ele me quiser. Serei a melhor submissa que mio bello dominatore já teve.

— Porra, senti tanta falta disso... — murmura, rolando os lábios nos meus e afasta um pouco, segurando meu rosto nos lados. Seu olhar viaja vagarosamente pelo meu rosto e encontra meus olhos. Eu me perco na intensidade que vejo nas piscinas negras. Suspiro extasiada, esparramada sobre ele.

— Eu estava à beira de sofrer um processo dos funcionários na empresa. — bufa uma risada depreciadora. — De acordo com Lucas e Samuel, eu estava rabugento demais na última semana.

Eu rio suavemente, abaixando-me e depositando beijos em sua mandíbula, sobre a barba bem aparada.

— Eu também estava um tanto irritadiça, devo admitir. — ronrono provocantemente.

Um sorriso perverso curva lentamente sua boca, os olhos negros brilhando com coisas malvadas.

Não posso evitar, minha vagina lateja à sua volta.

— Estava? E por que, princesa? — sussurra usando um tom safado, suas mãos grandes descendo pelas minhas costas, os dedos tocando a coluna até a parte baixa. Seu sorriso aumenta quando desce mais e segura as bochechas da minha bunda, arreganhando-me de forma obscena. Eu arfo baixinho. Mesmo destruída depois do terceiro orgasmo, meu corpo ainda anseia pelo seu, pelos prazeres deliciosamente devassos que só ele me desperta.

— Você sabe porque... — eu rolo os olhos, minhas mãos passeando pelos músculos duros do seu peito e ombros. Ele é uma visão embaixo de mim, seu rosto moreno relaxado depois de gozar, mas ainda há aquela centelha pervertida queimando em suas íris me avisando que nossa noite será longa... Ele vai acabar comigo como rosnou no meio do nosso sexo ainda há pouco.

— Não, eu não sei, a menos que ouça as palavras saindo dessa boquinha linda. — diz, o brilho perverso intensificando nos olhos negros. Seu pau lateja e expande ao seu tamanho máximo outra vez e eu não posso me conter, balanço os quadris, completamente empalada em seu eixo longo e grosso. Suas mãos apertam minha bunda, cravando a carne com os dedos. Ele me levanta como se eu não pesasse nada e me puxa com força ao mesmo tempo em que estoca de baixo para cima, rasgando minha vulva já castigada. Eu grito, estremecendo, meu corpo todo arrepiando, e arqueio as costas, minha cabeça pendendo para trás, êxtase depravado voltando a percorrer minha corrente sanguínea.

E assim, simples assim, recomeçamos a foder. Mike nunca precisa de muito tempo para se recompor. Sua virilidade é algo que merece estudos... Eu tento sorrir com o pensamento, mas isso sai mais como um gemido.

— Olhe para mim, boneca. — sua voz é apenas um gruído rouco, escuro. Eu faço e meu coração dá um solavanco com a ferocidade dos sentimentos que vejo estampados no rosto másculo. Minha pele cantarola, arrepiando. Seu olhar intenso e penetrante me escalda, derrete minhas entranhas, marca-me como sua, e somente sua. — Apoie-se em meu peito e foda esse pau até o maldito punho. — ordena em tom engrossado como cascalho, e eu não sou capaz de discutir com isso, apoio-me e começo a encontrar suas estocadas, seu pau bate tão profundamente dentro de mim, que acho que estou vendo estrelas. — Vamos, Valu, continue empalando essa boceta deliciosa no meu pau, porra! — ele grunhe, seu quadril subindo, nossas pélvis se encontrando e se devorando com fome. Suas mãos deixam meus quadris, descendo pelas coxas e voltam a subir. Seus olhos inflamam quando toca o seu nome gravado em meu monte, Mike rosna e me come mais intensamente. Suas mãos sobem pela minha barriga e agarram meus seios do seu jeito possessivo. Continuo cavalgando-o, gemendo alto pelas carícias rudes em minha carne.

Com um sorriso mau, ele nos gira, batendo minhas costas no carpete macio outra vez. Uma, duas estocadas duras, ele se retira. Eu quase choro pelo vazio. Ele me vira de bruços bruscamente e sobe em mim. Um gemido que é quase um urro rasga minha garganta quando seu pau grosso empurra profundamente dentro de mim de novo. Uma dorzinha por estar sendo esticada no meu limite faz meu corpo vibrar em contrações. Mike geme em aprovação quando empino a bunda para levá-lo todo, tão profundo quanto quiser ir. Ele me degrada, me corrompe e eu estou viciada nisso. Uma princesa submissa certamente é um tabu, imoral mesmo, devo acrescentar, mas nada disso me importa a não ser estar assim, sendo devorada pelo meu homem. Não consigo mais imaginar sexo sem uma pitada de dor e esses prazeres profanos, sem seu corpo grande e potente usando o meu, fazendo de mim sua cadela, escrava, putinha, o que quer que meu senhor queira.

E Mike me come com força, sem contenções. Sua boca marcando minhas costas com mordidas não tão suaves. Seus dentes cravam em meu ombro e deslizam pelo pescoço. Meus dedos cravam nos pelos macios do carpete, enquanto arrepios deliciosos me percorrem à medida que seus dentes arrastam, marcando minha pele. Ele me deixa à beira do orgasmo uma e outra vez só para recuar e me foder torturantemente lento, girando o quadril, a cabeça grande do seu pau massageando um ponto dentro de mim que me faz chorar e suplicar em Italiano para me fazer gozar. Ele rosna e me bate na bunda, nunca parando de meter até o talo em mim. Em um ponto sinto seu corpo todo estremecendo e ele ruge de forma animalesca, indicando que está pendurado também. Decidindo ser atrevida, eu aperto minha vulva ao seu redor. Estou indo muito bem na prática do Pompoarismo. Meus músculos internos tensionam, fazendo nós dois ofegarmos. Seu pau incha e eu o sugo ainda mais, acabando com ele como está fazendo comigo.

— Porra! — sua voz é irreconhecível de tão bruta e grossa. Então ele rosna e os primeiros jorros quentes revestem minha vagina. Eu abro a boca e puxo uma última respiração errática antes do prazer absurdo me arrebatar sem piedade apenas um segundo depois. Gozamos juntos, explodindo ao mesmo tempo. Meu corpo sendo brutalmente esfregado, esmagado no chão com a força das suas arremetidas. — Eu nunca vou me cansar disso, Valu. É gostoso demais. Amo essa boceta, bonequinha.

— Si, amore mio... Delizioso, perfetto... — coaxo sob seu peso, sentindo meus ossos virarem gelatina.

Ouço-o gemer e rosnar baixo, seu corpo ainda sofrendo espasmos. Seus lábios passam a beijar meus ombros, sussurrando o quanto é louco por mim. Eu rio bobamente, olhando as chamas da lareira lançando sombras sensuais no ambiente. Esse, com certeza, foi um dos momentos mais eróticos e bonitos que já vivemos nesse quarto.

Acho que balbucio que o amo de volta. Em seguida, gemo baixinho e apago, sobrecarregada pela força do quarto orgasmo.

********

Mike me ajuda a descer da limusine na frente do museu. Seu braço enrola imediatamente em minha cintura e avançamos pela calçada ampla. Ele está vestido de forma mais casual hoje. Uma camisa gola polo branca e calça jeans escura. Estou supondo que vai encarnar o engenheiro todo fodão no meio da obra, berrando ordens a todos. Minha vagina aperta em antecipação. Adoro vê-lo em seu elemento e tenho uma coisa pelo capacete branco também. Eu rio furtivamente. Talvez, devamos foder na obra em algum momento com ele usando o capacete. Vejo pela visão periférica dois homens nos seguirem. São seus novos seguranças. Ele me explicou que não vai relaxar enquanto o colunista não for pego pelos agentes. Meu pai e Dam compartilham dessas mesmas desconfianças e também aumentaram a minha segurança, colocando mais dois agentes à minha disposição, além de Lorenzo. O sol está brilhando lindamente no céu azul acima de nós. O dia está maravilhoso. Suspiro e rio suavemente, porque meu estado totalmente deslumbrado está obviamente influenciando nessa análise.

— Há pessoas tirando fotos nossas. — eu sussurro só para ele, tentando ser discreta ao indicar alguns transeuntes mais afastados apontando seus celulares em nossa direção, e pelo menos três paparazzi também nos esquadrinhando com seus flashes invasivos.

Mike ri secamente.

— Eles sempre tiraram fotos nossas, boneca. — murmura, beijando a minha têmpora. — Relaxe, meu amor. Isso será inevitável a partir de agora.

Então ele rosna quando um dos paparazzi se aproxima rapidamente, gritando perguntas que toda a imprensa está se fazendo desde que Sandra Lorenzatti soltou o comunicado informando que Mike e eu estamos namorando oficialmente.

— Altezas, confirmam o envolvimento?

— Como se sente sobre a morte de sua camareira, princesa?

— Há quanto tempo estão namorando, altezas?

Os seguranças avançam, cercando-nos rapidamente como leões de chácara e bradam para os intrometidos se afastarem. Algumas perguntas ainda são lançadas às nossas costas, enquanto subimos a escadaria e nos esgueiramos para os fundos do edifício. Nenhum de nós falou nada com a mídia ainda. Minha assessora já recebeu pelo menos cem convites para entrevistas em jornais e canais on- line. Eu não farei tal coisa. Bufo. Não sou uma celebridade hollywoodiana, sou uma princesa e não posso me dar o luxo de alimentar a mídia sensacionalista com detalhes da minha vida pessoal. Eu e Mike não devemos nenhuma explicação a ninguém. Faremos um anúncio televisionado apenas quando ele me pedir em casamento. No entanto, isso é para o nosso povo, não tem fins de alimentar fofocas sobre a realeza, é apenas uma forma de dividir a nossa felicidade com os ardocianos. Além disso, é tradição, os noivados Reais serem anunciados em cadeia nacional.

Eu respiro aliviada quando subimos a escada dos fundos e entramos no corredor para as nossas salas. Os homens ficaram lá fora, a postos.

— Uau. Parece que as coisas vão esquentar de agora em diante. — eu bufo, irônica.

No instante seguinte, estou prensada contra a parede do corredor. Mike sorri, segurando minha cintura, o corpo grande colado ao meu. Estou vestida com uma saia preta plissada acima dos joelhos e uma blusa vermelha de seda finíssima.

— Sim, eu diria que as coisas estão quentes desde o momento em que apareceu vestida assim, bonequinha. — sussurra com um brilho depravado nos olhos negros, abaixando a boca para a minha. Eu rio, enlaçando-o pelo pescoço.

— O quê? É só uma roupa de trabalho... — não consigo conter meu sorriso impertinente. Ele rosna e morde meu lábio inferior. Minha calcinha molha. Estou toda dolorida da sua fome e pegada bruta de ontem e hoje de manhã, mas Dio, eu o quero o tempo todo.

— Eu quero comer você sobre a minha mesa. — grunhe e desvia os lábios pelo meu queixo descendo pelo pescoço. Seu pau endurecendo contra o meu ventre. Suga minha pele tão gostoso que não consigo conter um gemido alto. Um movimento à minha esquerda me faz girar um pouco a cabeça. Um sorriso perverso curva a minha boca quando vejo que é ninguém menos que a puttana sem noção. Levanto a perna direita enrolando no quadril de Mike e o puxo mais. Ele rosna e se esfrega em mim, fazendo-me regozijar com a expressão desconcertada de Vivian.

Si, cara. Ele é meu. Veja como agrado o meu homem. Desdenho-a com meu olhar.

Mike volta a boca para a minha e sobe uma mão para a minha nuca enquanto a outra pega minha bunda. Sorrio e pisco em direção a Belzebu antes de me perder nos lábios perversamente sedutores. Ele me devora como se não tivesse estado dentro de mim a maior parte da noite e acordado da mesma forma nesta manhã. Dio, ele é tão viril, insaciável. Eu estava cogitando falar sobre a puta hoje. Exigir sua cabeça. Mas estive pensando melhor. Mike tem uma surpresa para o fim de semana. Não vou trazer esse assunto agora e arruinar o clima. Tenho certeza de que ele vai me fazer o pedido. Não quero que nada tire o brilho desse momento. Nada. Então eu posso esperar para ver a cadela na rua. Enquanto isso... Bem, enquanto isso, eu vou torturá-la em cada oportunidade que tiver.

Sorrio e aprofundo o beijo, sugando a língua de Mike. Ele ruge, levantando-me pela bunda, sorrindo malvadamente contra a minha boca. Eu o abraço com as pernas e o deixo me levar para a sua sala.



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