História Mil historia de um vampiro - Capítulo 11


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Capítulo 11 - Medrosos e sedentos


— já esta anoitecendo, esta com fome? — ele fala se erguendo do banco ainda olhando para a estrada, estava mais escura com a lua já a mostra.

— ei — falo pulando um pouco do banco do carro surpresa — você não devia seila queimar a luz do sol? — pergunto me aproximando vendo a pele dele lisa como a conheci.

— Ha sim, você não é muito atenta né — ele fala tirando a mão do bolso, de seu casaco preto fosco que batia na coxa da perna, revelando um anel preto com o formato de uma aliança simples, mas era bastante perceptivo em sua pele extremamente branca-este é um anel comum, mas enfeitiçado por uma velha amiga, graças a ele, posso andar a luz do sol, porem por um determinado tempo, também por isso vamos ver ela, daqui a uns minutos já estamos chegando, claro espero que ela tenha alguma informação sobre caçadores.

— intendo, então é uma magia de última classe certo? — pergunto sem nem tentar segurar minha curiosidade de qualquer forma ele sabia que eu mau entedia magia.

— sim, mas sem perguntas agora — ele fala se recostando no banco e se cobrindo com o casaco pesado-tem ghouls se aproximando, finja que esta dormindo não quero que percebam a gente tão cedo.

— pera oque? — pergunto — eu nunca vi um ghoul ates — fala esperando um grande lobo ou um cadarve podre.

— silencio. — ele fala se virando e fingindo que esta dormindo.

Sem alternativa me viro pra fingir estar dormindo.

— Olá? — escuto uma voz masculina e animada. Antes que eu pudesse me virar completamente seria um ghoul mesmo.

— ha olá — falo me virando tentando parar de tremer normalizar minha expressão. Quando viro totalmente já imaginado um humanoide com três cabeças e pele cinza podre, mas vi apenas três homens.

— É que estamos perdidos — o de cabelo preto falou sorrindo era um sorriso lindo, na verdade — estávamos acampando e nos perdemos do acampamento — ele falou puxando o6a dois garotos atrás dele um louro e outro ruivo ambis morenos e musculosos, era difícil não percebe os músculos por debaixo daquelas regatas e as roupas de acampamento.

— mil perdões — ele falou abrindo a porta do carro — me chamo charles e esses são meus irmãos David e Jacob, e qual seria o nome desta bela garota? — quando ele falou isso acabei sorrindo vermelha saindo do carro segurando em sua mão.

— me chamo Vanessa-falo andando com eles os três acabaram andando em minha volta soltando suas mochilas a poucos metros.

— Realmente linda — o ruivo falou pegando de leve na minha cintura, era tão grande sua mão e quente seus olhos azuis olhando de perto, fazia eu querer beijar aquela boca um pouco rosada.

— Hora, irmão não seja egoísta — o louro falou vindo até mim me pondo em uma árvore e me beijando, era quente sua boca tinha um gosto tão bom fazia meu corpo arrepiar a cada segundo — ele me levantando pela cintura aos poucos levantando minha camisa, quando desceu sua boca para beijar meus seios os outros dois vieram um beijando minha boca e o outro mordendo meu pescoço, pareciam horas, mas cada segundo fazia sentindo agora deitada com o louro em cima de mim me beijando enquanto os outros dois tiravam suas camisas, parecia certo tudo aquilo todo aquele desejo e meu corpo clamando para me deitar com os três gatos.

-achei que tinha bons gostos-uma desconhecida falou.

Mas na hora os três caíram ajoelhados totalmente travados, o louro cairá virando para o lado, com medo volto a me recompor abaixando minha camisa e fechando o zíper da minha calça — Manuel? — falo confusa, oque estava fazendo mesmo?

— se afaste deles, me desculpe acabei errando não são ghouls, são incubus — ele fala aparecendo das árvores com sua mão erguida como se segurasse algo pequeno na mão.

Sem me impor me levanto e vou até ele — incubus? — pergunto ainda vermelha.

— se quiser ir pro carro… não sera nada bonito oque vai acontecer aqui — ele fala me ignorando, indo de frente aqueles homens que com dificuldade se puseram de pé, sem falar nada contínuo parada olhando para eles

— pelos tecidos de Abel ordeno que falem-ele fala parado agora abaixando o braço — Seu maldito, ele já sabe quem você saiu do seu buraco seu imundo — o louro gritou possesso de raiva, os outros ficaram em silêncio, mas era perceptivo a tensão no ar a daria para corta com uma faca-você nos traiu por causa de uma vadia seu lixo — na hora que ele terminou essa frase começou a gritar de dor daria para ouvir a quilômetros os ossos do seu pescoço rachando e o sangue escorrendo aos poucos abrindo uma pequena fenda em seu pescoço — ma, maldito — ele falou sufocando com o sangue antes da sua cabeça cair e apodrecer rapidamente no chão junto ao seu corpo.

— e vocês? — Manuel falou andando na direção dos outros — como nos acharam? — ele perguntou fazendo menção a fechar a mão — o seu…-um deles falou — Não diga irmão ele deve morrer — o outro interrompeu, mas foi por um pequeno tempo da sua cabeça cair no chão e apodrecer Até os ossos junto ao corpo — vamos garoto, se me contar irei deixá-lo ir — ele falou passando por cima do que já foi um corpo, agora de frente a frente do último rapaz, sentir minhas pernas temerem, estava mesmo andando com alguém assim? O qual perigoso ele era?

— ok, ok — o rapaz fala chorando — antes… antes de você fugir todos seus itens foram marcados todos que conhecíamos foram marcados para sabermos quando alguém o usar-tinha ficado menos atraente agora com catarro escorrendo e soluços frenéticos.

— mais uma coisa — ele falou pondo a mão no ombro do garoto que estava em pânico quase não se aguentando com as pernas trêmulas — quantos ele mandou pra averiguar?

— Só nós… só nos três, ele não quis mandar nenhum guarda por algo que podia não ser nada isso poderia atrapalhar a renovação de seu posto — estrava chorando muito tinha se urinado de medo tremendo de pânico.

— viu, não doeu — Manuel falou balançando sua mão, ora mostrar que o garoto estava livre, eu acho, foi oque ele intendeu, pois, saiu correndo desembestado tropeçando e desviando de umas árvores.

— que azar — Manuel sussurrou fechando sua mão, na hora não ouve nenhum grito apenas um aperta de carnes, ossos e una chuva de sangue, o corpo do garoto estava mutilado com sua cabeça cortando poucos. Não falei da quando o garoto começou a gritar de dor sentindo sua pele rasgar lentamente foram anos até ele se calar e um silêncio monstruoso cobrir o lugar enquanto sua pele apodrecida lentamente. E assim seguimos voltando para o carro.

— seguiremos a pé, acredito que ainda tenha um pequeno vilarejo a poucos minutos daqui a, descansaremos e partiremos em viagem pela manhã.

O ogro Alex logo saiu do quarto seguindo nós com uma mochila curta nas costas.

— Alexander, deixo a chave ma ignição? — Manuel perguntou pegando a mochila do pequeno obro que a carregava com dificuldade.

— sim senhor.

— Espera, vão acabar roubando o carro não? — pergunto confusa, mas fico irritada quando os dois começaram a rir.

— é obvio Vanessa, se roubarem o carro ele continuará em movimento para um outro lugar nos despistando.

Era realmente óbvio eu acho agora, mas não era justo rirem de mim.



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