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História Mil historia de um vampiro - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Três burros por um golpe magico


— só um quarto? — o balconista grande e balofo nos olhava desconfiado, claro a mim e ao Manuel, pois, Alexander havia ido comprar mantimentos em uma lojinha da pequena vila-Temos apenas a suíte de luxo, custa 500 mangos — ele fala sorrindo com aqueles dentes pequenos amarelados forcando os pequenos olhos sobre a lente grossa dos óculos.

— nada feito-Manuel falou calmamente dando as costas e saindo do pequeno salão de madeira com nada além de umas cadeiras e o próprio dono do lugar.

— oque foi aquilo? — pergunto impaciente, nos sentando no banco do lado do hotel.

— tenho dinheiro se é oque esta perguntando, mas só em dinheiro magico como níqueis, sicles e até cascas de dragões que valem muito.

Droga, acho que não passou pela minha cabeça que ele fosse um duro, mesmo com aquele castelo caindo aos pedaços — ótimo passaremos a noite ao relento, sorte por não estar chovendo-falo recostando no banco, socando minhas mãos nos bolsos pra que não voltassem a congelar na noite.

— Lamento senhor, eles mal tinham mantimentos acho que nem sabe oque é anchova ou carne quê não seja de boi, ou de porco-Alexander fala arrastando um pacote com dificuldade, quase do tamanho dele parecia meio feliz de ter que fazer aquilo-oque ouve? — ele pergunta vendo a gente socados no banco em silêncio.

— como você comprou isso? Não sabia que a pedra de troca de aparência ainda o funcionava Vampiro perguntou meio irritado e frustrado.

— Ha sim, não comprei, mas como ajudei a filha da dona da loja ela me deu algumas coisinhas, pobre garota não vai durar mais de uma semana com a maldição verminosa.-ele fala sentando no chão amarrando o saco.

— maldição verminosa? — pergunto — aquela que corrói a alma da pessoa como se fosse verme devorando a carne?

— esta correta-o sangue suga fala sem pestanejar-e como se cura isso?

— com qualquer coisa que sirva para curar o corpo e a alma-falo sem pestanejar, estava duvidando de minhas capacidades.

— Vamos ver-ele fala se levantando e indo à lojinha, não havia muitas construções no ligar só um hotel, a loja e uma fazenda.

— com licença senhora — ele fala entrando em uma pequena sala com duas ou três prateleiras com produtos.

— Me chamo Tiago doutor Tiago, ouvir falar que sia filha esta doente, poderia uma olhada nela?

— mas é claro — uma mulher baixa e gordinha falou sorrindo secando as mãos no vestido florido velho — por favor por aqui — ela falou adentrando uma pequena porta, o lugar era maior que aparentava mesmo ainda sendo pequeno, um corredor com duas portas-não reparem a bagunça — ela fala abrindo uma das portas revelando um quarto mal iluminado pela lua, a garota estava deitada em uma pequena cama no canto do quarto sem nenhuma surpresa havia vários brinquedos artesanais jogados pelo chão.

— Ela mal se mexe e vive se queixando de dores pelo corpo — a mulher de pele rosada e cachos claros fala quase chorando apertando sem parar seu avental.

— assistente por favor tire essa dona daqui a, este é um caso de febre já esta absurdamente alto—ele fala examinando a garota desmaiada demasiada. Sem contestar puxo a mulher de volta ao corredor e volto a entrar no quarto.

— você tem mestigo de Dragão na bolsa? — ele pergunta sem tirar os olhos penetrantes da garota.

— Não isso é caro de mais-falo virando o rosto — estar bem pior, não lhe resta mais essa noite precisa agir logo.

— porquê? Isso não é problema nosso — falo dando as costas indo para a porta.

— droga.

Sem alternativas ele rasga seu pulso com as presas derramando umas gotas de sangue na boca da menina desacordada.

— oque pensa que está fazendo?-pergunto quase gritando.

— os vermes já devoraram quase toda sua alma, ela vai morrer se não agirmos, vou da, um pouco apenas vai fazer efeito o bastante parar curar sua alma, mas não para a transformá, talvez fique diferente, mas pouca coisa.

Ele tira seu braço de cima da boca da garota e logo ele se cura, se pondo de pé percebe os olhos da garota se abrindo um pouco.

— mamãe…?

— ela logo vira-ele fala secamente e logo se, pois, a sair do quarto.

— eae douto ela vai melhorar? — a mãe perguntou chorosa.

— pela manhã já estará melhor minha senhora, agora temos que ir já esta tarde — ele falou com um sorriso meigo. Mas ignorou quando a mulher chorou e saiu de joelhos no chão clamando o seu nome falso, acho que ela podia nos pagar uma noite no hotel se ele pedisse, mas aqui estávamos de volta ao banco, mas agora Manuel tinha me cobrindo com seu casaco deitando minha cabeça no seu colo, Alex ficou com o meu por ser menor.

Era reconfortante ouvir um galo gritar pela manhã dando um ar de férias, me levantei com o corpo duído, mas aquecido, Manuel não estava mais lá, de longe o vejo conversa, forço a vista para ver que estava falando com o dono do hotel e a senhora da loja, sua filha estava saltando sobre a grama seca do chão estava feliz.

— ele faz isso sem nem percebe — Alex falou se levantando lentamente logo jogando um pedaço de pão na boca.

Logo os três vieram em nossas direções — vamos logo seus — ele falou segurando uma bolsa marron-agradeço senhor e senhora batista.

Eles sorriram a medida que ele se afastava, peguei a bolsa do Alex e sai correndo atrás dele.

— oque ouve?-pergunto cambaleando.

— ela melhorou, em agradecimento eles noa deram isso.

Ele falou subindo em uma carruagem, era uma típica carruagem, na verdade, parecia incrivelmente antiga e conservada, três burros estavam selados na frente da carruagem, como esperado logo Alex subiu na parte de cima e eu e Manuel atrás sentindo a carruagem se mover bruscamente pelos buracos da estrada quase sem asfalto.

— você fez isso de propósito? — pergunto desconfiada mexendo na bolsa para ver vários tipos de verduras e frutas em potes e alguns pães.

— Não sabia que eles tinham uma carruagem, não queria aceitar para não os deixar em uma situação ruim, mas como precisamos aceitei a recompensa.

— haham sei-falo comendo um pão adocicado vendo Manuel a distância a garota saltitante, um sorriso apareceu em seu rosto.



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