História Mil historia de um vampiro - Capítulo 15


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Capítulo 15 - Treino duro e olhos cansados


Já fazia três dias que estávamos na casa da Elizabeth, minhas mãos estavam vermelhas de tanto treinar, mas já estava evoluindo fisicamente aprendi usar corretamente o bastão e, já tinha passado de golens de perda para lobos mesmo que fossem apenas lobos mágicos feitos a base de fumaça verde ainda eram fortes e pesados.

— ela está realmente tentando — Elizabeth falou agora usando uma calda marron e uma camisa branca grande — acha que ela é capaz?

— no começo não — falo tentando sair do sol, meu anel estava enfraquecendo, mas algo me prendia a ficar olhando a garota treinar o dia inteiro segurando aquele brinquedo com suas mãos machucadas enfaixadas-venha está na hora-falo entrando de volta a toca chique.

— finalmente vai me pedir para renovar seu anel-ela fala de maneira polposa se sentando em sua poltrona de costas longas — sempre chato para pedir coisas para os outros, mesmo assim era pra durar por um bom tempo se você cuidasse dele.

— do que vai precisar? — perguntou desviando os olhos com raiva — cascas da árvore-da-vida, patas de unicórnios, sangue humano e água benta certo?

— meu querido — ela fala me olhando como sempre olhou com sedução e desprezo — unicórnios foram extintos não existem mais dês de cem anos-mas conheço um, cara que tem as últimas três patas.

— onde ele está? — me sento na mesa a olhando

— na verdade, a umas horas daqui a uma pequena vila onde ele vive com a mulher e a filha, gente boa me vende coisas sempre-ela se levanta pegando uma maçã da mesa — coisas deliciosas-ela fala mordendo uma maçã perto do meu rosto — mas nunca quis me vender essas patas, boa sorte — Entendo — falo saindo da casa — não pegue leve com ela, falta apenas vinte e oito dias — sem falar nada começo a correr em velocidade máxima nada que fizesse eu sumir em um borrão, mas era mais rápido que um cavalo, meus cabelos e roupas ondulavam, era libertador poder correr acabei entrando na floresta para sentir a liberdade de desviar das árvores, mas foi bem pior que minhas expectativas acabaram batendo em algumas árvores fazendo elas racharem e despencaram e animais saírem correndo assustados, alguns minutos já estava nas velhas casas, olhando de longe podia ver a garota pular entre as colheitas a mulher varrendo sua lojinha — aí está você — falo vendo o homem tirando o pó do seu pequeno hotel.

— então você voltou — ele fala ainda tirando o pó do lugar sem se virar pra mim.

— quero lhe comprar uma coisa — oque? Mantimentos, ou oque?-ele respirava lentamente agora tirando o pó dos quadros de paisagens — patas de unicórnios

— quem sabe consegui isso com uma fada mágica ou com um pirata, não posso ajudá-lo

— preciso disso para não acabar morrendo no sol.

Nessa hora o homem parou por um momento, mas logo voltou a tirar o pó.

— não posso ajudar.

— eu sei que você vende esse tipo de coisa, vamos logo quanto você quer?

— senhor eu não posso ajudar — ele fala travando.

Nessa hora desagradável, o peguei pelo pescoço e o ergui ainda de costas pra mim, começo aperta seu pescoço — não me obrigue a quebrar você.

— senhor eu não posso te vender, lamento, mas não posso-ele fala sufocando, o solto o mesmo cai no chão com seu pescoço vermelho

— porquê?

— patas de unicórnios, também são úteis para proteção, a feiticeira faz muitas coisas que acabam atraindo feras perigosas.

— então não vai me vender? Onde elas estão? Na horta certo? Por isso crescem tão bem certo?

— por favor senhor precisamos delas-ele fala se levantando em minha direção-por favor.

Antes dele termina a frase perfuro seu peito com minha mão, minha mão atravessou o peito dele como uma lâmina rasgando a camisa depois o peito sangue jorrou sujando todo o lugar e por fim saindo pelas suas costas quebrando sua coluna rasgando sua pele deixando meus dedos a mostra totalmente vermelhos com pele nas minhas unhas e presos no meu braço.

— fique calado — falo soltando seu corpo no chão vermelho.

— oque… querido? — escuto a mulher gaguejar paralisada atrás de mim.

Antes que ela pudesse gritar ou correr me viro em um salto sua cabeça estava em minhas mãos indo em direção a parede e em um impacto sua cabeça se rachou primeiro com um som parecido com uma melancia, mas logo veio os estalos de ossos quebrando e sangue jorrando junto a pedaços de carne vermelhas e Bejes — silencio — falo saindo do lugar indo em direção ao plantio

— o senhor voltou — a garota fala parando de brincar com à terra, escondo minha mão vermelha debaixo do sobre tudo preto.

— vim pegar umas coisas e já tô indo — falo desterrando o pacote marron do meio do plantio, estava óbvio de mais o local todo cheirava a sangue de unicórnio seco.

— ei tio — a garota fala olhando pra mim — por que está com o sangue do papai? — seus olhos ficaram vermelhos na hora junto a presas pequenas, tinha errado na dose, provavelmente a sede alcançou ela na hora que sentiu o odor.

— oque aconteceu? Isso não tá certo — ela fala se aproximando parecia ter entendido tudo, realmente era uma garota esperta, mas antes que qualquer coisa acontecesse a golpei no pescoço com um, tapa forte o suficiente para ela desmaiar.

Já estava anoite quando terminei de treinar Elizabeth tinha trocado meu bastão por uma espada de madeira, após três dias já consegui fazer as partes azuis do bastão brilhar usando mana oque fazia ficar mais forte e pesado na ora do impacto.

— ele ainda não voltou? — pergunto saindo do banho, estava muito suada e precisei trocar de roupa usando uma camisa amarela escura da Elizabeth oque foi meio frustrante já que o decote era muito grande pros meus seios, tive que puxa o buraco da cabeça pra trás para diminui o decote, junto a camisa usava uma saia marron meio curta, essa mulher não tinha nada decente.

Me deitei na cama após comer uma travessa de pasta doce feita pelo Alexander, estava cansada, mas os cortes nós meus dedos estavam ardendo de mais pra poder dormi junto a preocupação com o repentino sumiço do Manuel.

— vinte e oito dias — bufo sonolenta — tenho que ficar mais forte.




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